Rebelde: nova versão da série mexicana estreia com protagonista brasileira

Estreou na última quarta-feira (5), na Netflix, a nova versão do seriado teen “Rebelde”. Misto de remake e continuação, a produção mexicana recupera a escola Elite Way School e os dramas adolescentes que fizeram sucesso em toda América Latina no começo dos anos 2000. Para os brasileiros, a atração tem um interesse à parte: Emília Alo, uma das protagonistas, é vivida pela atriz Giovanna Grigio, de “Malhação: Viva a Diferença” e “As Five”.



Abandonando o formato de telenovela e assumindo o gênero das séries, a nova “Rebelde” moderniza os conflitos e relações entre o grupo de estudantes de colegial, abordando temas como a identidade de gênero, pronomes neutros e desigualdade social.

A produção conta com diversos números musicais, com uma trama dedicada à batalha de bandas da escola. O tema de aberta ainda é o mesmo, interpretado pelo RBD original.

Emilia, a personagem de Giovanna, é uma brasileira que se muda para o México e é matriculada na Elite Way School, agora uma referência educacional. Digital influencer, patricinha e insegura com a mudança, começa a série com ares de vilã.

 

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Cobra Kai: 4ª temporada estreia nesta sexta-feira (31)

Um dos títulos originais mais queridos da Netflix, Cobra Kai (2018) está prestes a lançar a quarta temporada da produção no streaming.



Nesta temporada, Daniel LaRusso (Ralph Macchio) e Johnny Lawrence (William Zabka) se juntam e preparam seus alunos para o Campeonato Regional de Caratê, no qual enfrentarão o dojô de John Kreese (Martin Kove).

O torneio promete muitas emoções e lutas entre inimigos declarados.

Os novos episódios de Cobra Kai serão lançados no dia 31 de dezembro de 2021. Além de Ralph MacchioWilliam Zabka e Martin Kove, os próximos capítulos contarão com Thomas Ian Griffith no papel de Terry SilverXolo Maridueña, Mary MouserTanner BuchananJacob BertrandPeyton List e mais retomam seus papéis na série.

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O que esperar da segunda temporada de Emily em Paris?

Apesar de ter sido gravada durante a pandemia, a nova temporada de Emily em Paris não abordará o tema. Segundo Collins, desde a primeira temporada, lançada em outubro de 2020, a série trouxe a leveza e sensação de escape da realidade que as pessoas precisavam, por isso esta temporada seguirá o mesmo rumo.




A protagonista e produtora contou ainda que o grande desafio durante as gravações era estar num cenário completamente antagônico ao que o mundo estava vivendo, mas manter todos os cuidados e o uso de máscaras entre as filmagens.

Após um final intrigante da primeira temporada, os fãs estão enlouquecidos para saber quais desfechos alguns personagens terão e qual rumo a carreira de Emily seguirá.

A série estreou nessa quarta-feira (22), na Netflix. O drama-comédia foi muito aguardado pelos fãs e promete ser looks ousados e cheios do estilo peculiar de Emily Cooper.

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#TBtdoRota: 5 motivos para assistir Downton Abbey agora!

Disponível na Amazon Prime Video,

Downton Abbey é uma série britânica que retrata a vida da aristocrática família Crawley e os seus criados durante o reinado de Jorge V, no início do século XX. Nós somos completamente apaixonados pela produção, então decidimos listar cinco motivos para você parar tudo o que está fazendo e começar a assisti-la agora!

 

1.Os personagens são incríveis!

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Os habitantes de Downton Abbey são maravilhosos, sejam os integrantes da família Crawley ou seus criados. Desde a personalidade tranquila de Cora, até a forte e marcante de Lady Mary, as histórias dessas figuras nos envolvem de tal maneira que é fácil maratonar por horas vendo a série!

 

 

2.O figurino é maravilhoso

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O que dizer dos figurinos dessa produção? A história começa com o naufrágio do Titanic, então podemos acompanhar as tendências de moda de 1912 até meados de 1925. Por se tratar de uma família nobre, não falta luxo nos looks das mulheres de Downton. Um destaque especial para os vestidos de Lady Mary, simplesmente perfeitos!

 

 

3.Tem Maggie Smith no elenco, a nossa eterna Minerva Mcgonagall

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Qualquer fã de Harry Potter que se preze vai se sentir tentado a ver Maggie Smith em papel de destaque. Na trama, ela vive a matriarca da família, Violet Crawley, condessa viúva de Grantham. No papel de uma mulher forte e que faz valer a sua vontade a qualquer custo, a atriz está maravilhosa! Por vezes podemos acompanhar alguns toques cômicos que só tornam a personagem ainda mais interessante.

 

 

4.É uma aula de história

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Se ainda faltam argumentos para te convencer a ver a série, lá vai mais um: a produção é uma verdadeira aula de história! Além dos momentos históricos importantes que permeiam a trama, como o naufrágio do Titanic, a Primeira Guerra Mundial e a gripe espanhola, a série também aborda bastante o papel da mulher na sociedade da época.

 

 

5.Se passa em um castelo ma-ra-vi-lho-so na Inglaterra

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O Highclere Castle, usado nas gravações da produção é tão lindo que nem parece de verdade! Depois de ver a série, certamente você vai querer conhecer o lugar, que fica a cerca de 1h30 de carro de Londres e é aberto à visitação.

 

Publicado em: 20 de jun de 2017 às 11:55

 

Veja dicas de outras séries e filmes bem legais aqui!

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#TBtdoRota: Seriado Love, da Netflix, e a idealização da vida adulta

Equipe Rota

Comecei a ver o seriado Love, original da Netflix, por indicação de Karol Pinheiro em seu canal de Youtube. A história é bem “normal”: Mickey, uma garota descolada, acaba se envolvendo com Gus, um cara nerd e caretão.

Mas o que me chamou atenção nessa série de verdade foi forma como a vida dos personagens é mostrada. Cheia de altos e baixos, com dias super legais e dias muito merda. Com escolhas boas e escolhas muito idiotas que acabam gerando um monte de problemas chatíssimos. Afinal, a vida adulta é bem isso, né?

Não há idealizações. Mickey, apesar de descolada e legal, é cheia de inseguranças e problemas. Mas quem não é? Gus, apesar de um cara ser um cara bacana, acaba pisando na bola. Isso gera uma empatia muito legal com as situações da trama.

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Para quem gosta de moda, também vale a pena ficar de olho no figurino de Mickey, que é simplesmente incrível. A série é atual e explora muito bem as referências de moda e tecnologia. Inclusive achei maravilhosas as cenas com mensagens no celular. Quem não se identifica com passar o dia inteiro reescrevendo uma mensagem com medo de enviar? Atire a primeira pedra se você nunca fez isso!

Apesar de ser uma série de comédia bem leve, vale muito a pena ver e se identificar com esse casal super normal e muito legal.

 

Publicado em: 22 de maio de 2017 às 08:11

 

Leia mais: A sensacional “Atypical”, da Netflix, aborda o autismo com delicadeza e um toque de humor

 

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#TBtdoRota: Dica de série: Grace and Frankie

Procurando algo pra ver na Netflix neste domingo? A gente ajuda! A nossa dica para hoje é a comédia Grace and Frankie, produzida pelo próprio serviço de streaming.

A série mostra Grace e Frankie, duas mulheres que estão encarando a temida terceira idade, descobrindo como recomeçar depois que seus respectivos maridos revelam que estão apaixonados um pelo outro e vão se casar.

Até então rivais, as duas descobrem que precisam se apoiar uma na outra para viver essa nova fase. Com Jane Fonda e Lily Tomlin nos papéis das protagonistas, a produção ainda conta com Martin Sheen e Sam Waterston como os ex-maridos.

Vale a pena assistir e dar boas risadas com estas famílias!

Confere o trailer:

Leia mais: A sensacional “Atypical”, da Netflix, aborda o autismo com delicadeza e um toque de humor

 

Publicado em: 16 de abril de 2017 às 11:58

 

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#TBt do Rota: 4 documentários para ver na Netflix

Tirar um tempinho para assistir Netflix é quase uma obrigação. Mas o que muita gente ignora é que por lá também há documentários sensacionais. Separamos quatro docs que moram em nossos corações para vocês poderem se divertir e ainda ficar por dentro de vários assuntos superinteressantes!

 

Chef’s Table

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Esta produção da Netflix traz em cada episódio um nome notável da cena culinária, abrindo a cozinha para dividir sua história e filosofia. Destaque para os episódios incríveis sobre Alex Atala e Massimo Bottura. A série mostra a culinária de uma forma muito bonita, com imagens lindas de pratos sendo preparados, além de ótimas narrativas.

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The Royals

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Quem não ama a realeza britânica, atire a primeira pedra! The Royals é o delírio de qualquer fã de The Crown, pois documenta várias etapas da vida da família real: nascimentos, casamentos, funerais, adolescência… dá pra ficar por dentro de tudo!

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Iris

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A vida de Iris Apfel, ícone lendário da moda ainda ativa aos 95 anos, contada sob a visão do premiado documentarista Albert Maysles. Quem gosta de moda não pode deixar de ver!

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Cowspiracy

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O documentário, produzido por Leonardo DiCaprio, fala sobre o aquecimento global com uma abordagem diferente. No filme é questionando o porquê de serem omitidos dados que mostram a pecuária como a indústria que mais destrói o meio ambiente.

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*Este post foi produzido baseado no catálogo da Netflix em 31 de agosto de 2017 e atualizado em 28 de fevereioro de 2018.

 

Publicado em: 26 de mar de 2017 às 21:33

 



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#TBt do Rota: Filmes ganhadores do Oscar para ver na Netflix

Com o Oscar se aproximando, resolvemos indicar quatro filmesshow?id=vsXS*qH1P8o&bids=397418 que foram vencedores do prêmio e estão disponíveis na Netflix, para já irmos entrando no clima da premiação. Confere a lista!

 

Leia mais sobre cinema clicando aqui!

 

  • 12 Anos de Escravidão (2013), vencedor nas categorias de Melhor Filme, Melhor Atriz Coadjuvante e Melhor Roteiro Adaptado

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Em 1841, Solomon Northup (Chiwetel Ejiofor) é um escravo liberto que vive em paz com a família. Um dia, após aceitar trabalho em outra cidade, ele é preso, acorrentado e vendido como escravo. Ao longo dos doze anos que vive como escravo, é obrigado a suportar humilhações e maus tratos para sobreviver. O filme é uma representação forte da escravidão nos Estados Unidos, com destaque para a atuação visceral de Lupita Nyong’o como Patsey.



  • Clube de Compras Dallas (2013), vencedor nas categorias de Melhor Ator, Melhor Ator Coadjuvante e Cabelo e Maquiagem

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O eletricista texano Ron Woodroof (Matthew McConaughey) é diagnosticado com Aids, em 1986. Recusando-se a aceitar a sentença de que viveria apenas 30 dias, ele inicia uma luta com a indústria farmacêutica em busca de tratamentos alternativos. Em paralelo, é interessante assistir à mudança de conceitos do personagem, que acaba deixando sua homofobia de lado na amizade com o transexual Rayon, interpretado por Jared Leto.

 



  • Blue Jasmine (2013), vencedor na categoria de Melhor Atriz

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Jasmine (Cate Blanchett) é uma milionária que acaba perdendo todo o seu dinheiro e é obrigada a ir morar com a irmã e os sobrinhos em uma modesta casa em São Francisco. Após o choque da mudança radical de vida, ela precisa encarar seus problemas e entender quem realmente é. A atuação de Cate Blanchett, vencedora do Oscar de Melhor Atriz é excepcional, em uma personagem complexa e que, para uma pessoa comum, pode parecer um pouco irreal.



  • O Discurso do Rei (2010), vencedor nas categorias de Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Ator e Melhor Roteiro Original

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Em tempos de The Crown, O Discurso do Rei torna-se ainda mais interessante. O filme é baseado na biografia de Albert Windsor (Colin Firth), o Rei George VI, que sofreu de gagueira desde os 4 anos de idade. Com a renúncia do irmão mais velho ao trono da Inglaterra, Bertie torna-se rei e precisa enfrentar o pesadelo de fazer discursos, que se tornam muito penosos graças ao seu problema na fala. Após conhecer Lionel (Geoffrey Rush), um terapeuta de fala de método pouco convencional, o rei consegue não apenas controlar a gagueira, mas encontra um amigo.

Aproveite para ler a resenha do livro aqui!



 

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Publicado em: 31 de jan de 2017

O Mecanismo: a série da Netflix que despertou amor e ódio

A série do diretor José Padilha já causou muito reboliço. Assim com suas outras grandes produções, a série Narcos e o filme Tropa de Elite, O Mecanismo dividiu opiniões. Até um movimento de protesto contra a Netflix mobilizou usuários a cancelarem suas assinaturas. É bom que se tenha em mente que essa é uma obra de ficção, ou seja, apesar da série é inspirada em um fato real, muitas cenas e personagens são feitos para efeito dramático. Como a própria empresa disse em seu Twitter, não seria possível escrever uma história tão complexa que retratasse perfeitamente a realidade. Em todos esses anos, vendo notícias diariamente, eu duvido que haja alguém que esteja acompanhando todas as reviravoltas. É muito personagem, é muita prisão! Na trama real, eu já me perdi faz tempo! O Mecanismo precisou criar adaptações para contar resumidamente uma parte da história do Brasil.

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A ex presidente Dilma Rousseff, em sua conta do Twitter, acusou a série de propagar fake news: “A mentira tem perna curta. E, agora, a mentira ganha as telinhas de tevê: ‘O mecanismo’, na Netflix”. Na produção de Padilha e Elena Soárez, os nomes dos personagens não são os mesmos das pessoas envolvidas na vida real. Até mesmo empresas e órgãos estatais tiveram seus nomes mudados, por exemplo a própria polícia federal, que se chama “polícia federativa” em O Mecanismo. Ainda assim, é possível identificar claramente, quem representa quem na trama:

 

Roberto Ibrahim, doleiro acusado de fazer transações ilegais no Banco do Estado do Paraná em 2003 → Alberto Youssef, doleiro que de fato foi acusado desse crime no início da operação Lava-Jato.

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Chebab e Wilma Kitano são cúmplices de Ibrahim → Carlos Habib Charter e Nelma Kodama. Carlos era dono de uma casa de câmbio e sócio de Youssef. A casa de câmbio ficava mesmo em um posto de gasolina na Asa Sul de Brasília.

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João Pedro Rangel, diretor da PetrobrasilPaulo Roberto Costa, diretor da Petrobras. Foi desmascarado pela nota fiscal do carro que ganhou de Alberto Youssef, no valor de R$ 250 mil.

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João Higino, ex presidente → Lula, ex presidente.

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Lúcio Lemes, candidato à presidência contra Janete Ruscov → Aécio Neves, candidato à presidência contra Dilma Rousseff.

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Janete Ruscov, candidata à presidência → Dilma Rousseff, ex presidente.

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Paulo Rigo, juiz de Curitiba → Sérgio Moro, juiz de Curitiba.

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Marco Ruffo, delegado da polícia federativaGerson Machado, delegado da polícia federal.

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Erika Mareno, delegada da PF que trabalhou na operação de 2013 a 2016. Foi ela que deu o nome Lava-Jato.

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China, policial → Newton Ishii, o Japonês da Federal.

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Com muitas situações que não aconteceram na vida real, mas também com muitas cenas bem realistas, O Mecanismo gerou polêmica principalmente pela frase de Romero Jucá (“temos de estancar essa sangria”). Na série, a frase sai da boca do ex presidente Higino, que representa Lula. O diretor José Padilha disse que a frase de Jucá não foi patenteada, por isso pode ser usada livremente pelos roteiristas. Também há a mala de dinheiro que seria entregue por Ibrahim para a campanha da candidata à presidência Janete Ruscov e muitos outros fatos polêmicos atacados pelos apoiadores de Lula e Dilma.

Do ponto de vista cinematográfico, o diretor segue usando a técnica da voz narrando as cenas, que se tornou sua marca. Temos dúvidas se isso ficou legal na voz do Selton Melo. A trama prende bastante o espectador. Eu não conheço ninguém que não tenha visto tudo de uma vez, em maratona. Certamente a Netflix vai fazer outras temporadas porque, afinal, aplaudindo ou vaiando, a repercussão dá audiência.

 

Leia mais Crítica: animação Com Amor, Van Gogh é uma delicada obra de arte

 

Por Larissa Rodrigues: desenhista do @be.my.type, internacionalista e mestranda de Relações Internacionais da UEPB. Adora falar de política, espiritualidade e coisinhas que amenizam nossa experiência de vida: filmes, moda, viagens e comida!!!

 

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5 filmes sobre feminismo para ver na Netflix

Há muito tempo as mulheres lutam por direitos e igualdade. Há diversas história inspiradoras de pessoas que dedicaram suas vidas a buscar um mundo mais igualitário para o sexo feminino. No cinema, muitos filmes e séries abordam as lutas feministas e o seu papel na sociedade. Selecionamos cinco filmes sobre feminismo para ver na Netflix e se inspirar com as histórias de mulheres fortes!



Frida

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Cinebiografia de Frida Kahlo, um dos principais nomes da história artística do México. Conceituada e aclamada como pintora, ele teve um agitado casamento aberto com Diego Rivera, seu companheiro também nas artes, e ainda um controverso caso com o político Leon Trótsky, além de várias outras mulheres.

 

Malala

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O documentário aborda os eventos que aconteceram com Malala Yousafzai, uma jovem paquistanesa atacada pelo Talibã por falar sobre a educação das mulheres e suas consequências, incluindo seu discurso na ONU.



O Sorriso de Monalisa

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Katharine Watson, interpretada por Julia Roberts, é uma recém-graduada professora que consegue emprego no conceituado colégio Wellesley, para lecionar aulas de História da Arte. Incomodada com o conservadorismo da sociedade e do próprio colégio em que trabalha, Katharine decide lutar contra estas normas e acaba inspirando suas alunas a enfrentarem os desafios da vida.

 

Juana Inés

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A série retrata a vida de Juana Inés de la Cruz, escritora renomada, freira e figura política influente do México no século 17. Ela é considerada a primeira feminista das Américas e quase foi levada à fogueira graças à luta contra as regras que regiam a vida das mulheres da época.



Cara Gente Branca

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Samantha White é uma aluna da universidade fictícia de Winchester, uma escola prestigiosa e predominantemente branca. Ela mantém um afiado e espirituoso programa de rádio chamado Cara Gente Branca, no qual critica os brancos e as transgressões racistas que acontecem na universidade. Quando os alunos brancos de uma escola decidem dar uma festa temática sobre a raça negra, quatro alunos negros começam uma manifestação.

 

*Lista baseada no catálogo da Netflix em 23 de março de 2018.

 

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