#TBtdoRota: Dica de série: Grace and Frankie

Procurando algo pra ver na Netflix neste domingo? A gente ajuda! A nossa dica para hoje é a comédia Grace and Frankie, produzida pelo próprio serviço de streaming.

A série mostra Grace e Frankie, duas mulheres que estão encarando a temida terceira idade, descobrindo como recomeçar depois que seus respectivos maridos revelam que estão apaixonados um pelo outro e vão se casar.

Até então rivais, as duas descobrem que precisam se apoiar uma na outra para viver essa nova fase. Com Jane Fonda e Lily Tomlin nos papéis das protagonistas, a produção ainda conta com Martin Sheen e Sam Waterston como os ex-maridos.

Vale a pena assistir e dar boas risadas com estas famílias!

Confere o trailer:

Leia mais: A sensacional “Atypical”, da Netflix, aborda o autismo com delicadeza e um toque de humor

 

Publicado em: 16 de abril de 2017 às 11:58

 

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#TBt do Rota: 4 documentários para ver na Netflix

Tirar um tempinho para assistir Netflix é quase uma obrigação. Mas o que muita gente ignora é que por lá também há documentários sensacionais. Separamos quatro docs que moram em nossos corações para vocês poderem se divertir e ainda ficar por dentro de vários assuntos superinteressantes!

 

Chef’s Table

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Esta produção da Netflix traz em cada episódio um nome notável da cena culinária, abrindo a cozinha para dividir sua história e filosofia. Destaque para os episódios incríveis sobre Alex Atala e Massimo Bottura. A série mostra a culinária de uma forma muito bonita, com imagens lindas de pratos sendo preparados, além de ótimas narrativas.

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The Royals

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Quem não ama a realeza britânica, atire a primeira pedra! The Royals é o delírio de qualquer fã de The Crown, pois documenta várias etapas da vida da família real: nascimentos, casamentos, funerais, adolescência… dá pra ficar por dentro de tudo!

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Iris

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A vida de Iris Apfel, ícone lendário da moda ainda ativa aos 95 anos, contada sob a visão do premiado documentarista Albert Maysles. Quem gosta de moda não pode deixar de ver!

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Cowspiracy

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O documentário, produzido por Leonardo DiCaprio, fala sobre o aquecimento global com uma abordagem diferente. No filme é questionando o porquê de serem omitidos dados que mostram a pecuária como a indústria que mais destrói o meio ambiente.

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*Este post foi produzido baseado no catálogo da Netflix em 31 de agosto de 2017 e atualizado em 28 de fevereioro de 2018.

 

Publicado em: 26 de mar de 2017 às 21:33

 



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#TBt do Rota: Filmes ganhadores do Oscar para ver na Netflix

Com o Oscar se aproximando, resolvemos indicar quatro filmesshow?id=vsXS*qH1P8o&bids=397418 que foram vencedores do prêmio e estão disponíveis na Netflix, para já irmos entrando no clima da premiação. Confere a lista!

 

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  • 12 Anos de Escravidão (2013), vencedor nas categorias de Melhor Filme, Melhor Atriz Coadjuvante e Melhor Roteiro Adaptado

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Em 1841, Solomon Northup (Chiwetel Ejiofor) é um escravo liberto que vive em paz com a família. Um dia, após aceitar trabalho em outra cidade, ele é preso, acorrentado e vendido como escravo. Ao longo dos doze anos que vive como escravo, é obrigado a suportar humilhações e maus tratos para sobreviver. O filme é uma representação forte da escravidão nos Estados Unidos, com destaque para a atuação visceral de Lupita Nyong’o como Patsey.



  • Clube de Compras Dallas (2013), vencedor nas categorias de Melhor Ator, Melhor Ator Coadjuvante e Cabelo e Maquiagem

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O eletricista texano Ron Woodroof (Matthew McConaughey) é diagnosticado com Aids, em 1986. Recusando-se a aceitar a sentença de que viveria apenas 30 dias, ele inicia uma luta com a indústria farmacêutica em busca de tratamentos alternativos. Em paralelo, é interessante assistir à mudança de conceitos do personagem, que acaba deixando sua homofobia de lado na amizade com o transexual Rayon, interpretado por Jared Leto.

 



  • Blue Jasmine (2013), vencedor na categoria de Melhor Atriz

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Jasmine (Cate Blanchett) é uma milionária que acaba perdendo todo o seu dinheiro e é obrigada a ir morar com a irmã e os sobrinhos em uma modesta casa em São Francisco. Após o choque da mudança radical de vida, ela precisa encarar seus problemas e entender quem realmente é. A atuação de Cate Blanchett, vencedora do Oscar de Melhor Atriz é excepcional, em uma personagem complexa e que, para uma pessoa comum, pode parecer um pouco irreal.



  • O Discurso do Rei (2010), vencedor nas categorias de Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Ator e Melhor Roteiro Original

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Em tempos de The Crown, O Discurso do Rei torna-se ainda mais interessante. O filme é baseado na biografia de Albert Windsor (Colin Firth), o Rei George VI, que sofreu de gagueira desde os 4 anos de idade. Com a renúncia do irmão mais velho ao trono da Inglaterra, Bertie torna-se rei e precisa enfrentar o pesadelo de fazer discursos, que se tornam muito penosos graças ao seu problema na fala. Após conhecer Lionel (Geoffrey Rush), um terapeuta de fala de método pouco convencional, o rei consegue não apenas controlar a gagueira, mas encontra um amigo.

Aproveite para ler a resenha do livro aqui!



 

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Publicado em: 31 de jan de 2017

O Mecanismo: a série da Netflix que despertou amor e ódio

A série do diretor José Padilha já causou muito reboliço. Assim com suas outras grandes produções, a série Narcos e o filme Tropa de Elite, O Mecanismo dividiu opiniões. Até um movimento de protesto contra a Netflix mobilizou usuários a cancelarem suas assinaturas. É bom que se tenha em mente que essa é uma obra de ficção, ou seja, apesar da série é inspirada em um fato real, muitas cenas e personagens são feitos para efeito dramático. Como a própria empresa disse em seu Twitter, não seria possível escrever uma história tão complexa que retratasse perfeitamente a realidade. Em todos esses anos, vendo notícias diariamente, eu duvido que haja alguém que esteja acompanhando todas as reviravoltas. É muito personagem, é muita prisão! Na trama real, eu já me perdi faz tempo! O Mecanismo precisou criar adaptações para contar resumidamente uma parte da história do Brasil.

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A ex presidente Dilma Rousseff, em sua conta do Twitter, acusou a série de propagar fake news: “A mentira tem perna curta. E, agora, a mentira ganha as telinhas de tevê: ‘O mecanismo’, na Netflix”. Na produção de Padilha e Elena Soárez, os nomes dos personagens não são os mesmos das pessoas envolvidas na vida real. Até mesmo empresas e órgãos estatais tiveram seus nomes mudados, por exemplo a própria polícia federal, que se chama “polícia federativa” em O Mecanismo. Ainda assim, é possível identificar claramente, quem representa quem na trama:

 

Roberto Ibrahim, doleiro acusado de fazer transações ilegais no Banco do Estado do Paraná em 2003 → Alberto Youssef, doleiro que de fato foi acusado desse crime no início da operação Lava-Jato.

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Chebab e Wilma Kitano são cúmplices de Ibrahim → Carlos Habib Charter e Nelma Kodama. Carlos era dono de uma casa de câmbio e sócio de Youssef. A casa de câmbio ficava mesmo em um posto de gasolina na Asa Sul de Brasília.

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João Pedro Rangel, diretor da PetrobrasilPaulo Roberto Costa, diretor da Petrobras. Foi desmascarado pela nota fiscal do carro que ganhou de Alberto Youssef, no valor de R$ 250 mil.

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João Higino, ex presidente → Lula, ex presidente.

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Lúcio Lemes, candidato à presidência contra Janete Ruscov → Aécio Neves, candidato à presidência contra Dilma Rousseff.

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Janete Ruscov, candidata à presidência → Dilma Rousseff, ex presidente.

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Paulo Rigo, juiz de Curitiba → Sérgio Moro, juiz de Curitiba.

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Marco Ruffo, delegado da polícia federativaGerson Machado, delegado da polícia federal.

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Erika Mareno, delegada da PF que trabalhou na operação de 2013 a 2016. Foi ela que deu o nome Lava-Jato.

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China, policial → Newton Ishii, o Japonês da Federal.

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Com muitas situações que não aconteceram na vida real, mas também com muitas cenas bem realistas, O Mecanismo gerou polêmica principalmente pela frase de Romero Jucá (“temos de estancar essa sangria”). Na série, a frase sai da boca do ex presidente Higino, que representa Lula. O diretor José Padilha disse que a frase de Jucá não foi patenteada, por isso pode ser usada livremente pelos roteiristas. Também há a mala de dinheiro que seria entregue por Ibrahim para a campanha da candidata à presidência Janete Ruscov e muitos outros fatos polêmicos atacados pelos apoiadores de Lula e Dilma.

Do ponto de vista cinematográfico, o diretor segue usando a técnica da voz narrando as cenas, que se tornou sua marca. Temos dúvidas se isso ficou legal na voz do Selton Melo. A trama prende bastante o espectador. Eu não conheço ninguém que não tenha visto tudo de uma vez, em maratona. Certamente a Netflix vai fazer outras temporadas porque, afinal, aplaudindo ou vaiando, a repercussão dá audiência.

 

Leia mais Crítica: animação Com Amor, Van Gogh é uma delicada obra de arte

 

Por Larissa Rodrigues: desenhista do @be.my.type, internacionalista e mestranda de Relações Internacionais da UEPB. Adora falar de política, espiritualidade e coisinhas que amenizam nossa experiência de vida: filmes, moda, viagens e comida!!!

 

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5 filmes sobre feminismo para ver na Netflix

Há muito tempo as mulheres lutam por direitos e igualdade. Há diversas história inspiradoras de pessoas que dedicaram suas vidas a buscar um mundo mais igualitário para o sexo feminino. No cinema, muitos filmes e séries abordam as lutas feministas e o seu papel na sociedade. Selecionamos cinco filmes sobre feminismo para ver na Netflix e se inspirar com as histórias de mulheres fortes!



Frida

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Cinebiografia de Frida Kahlo, um dos principais nomes da história artística do México. Conceituada e aclamada como pintora, ele teve um agitado casamento aberto com Diego Rivera, seu companheiro também nas artes, e ainda um controverso caso com o político Leon Trótsky, além de várias outras mulheres.

 

Malala

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O documentário aborda os eventos que aconteceram com Malala Yousafzai, uma jovem paquistanesa atacada pelo Talibã por falar sobre a educação das mulheres e suas consequências, incluindo seu discurso na ONU.



O Sorriso de Monalisa

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Katharine Watson, interpretada por Julia Roberts, é uma recém-graduada professora que consegue emprego no conceituado colégio Wellesley, para lecionar aulas de História da Arte. Incomodada com o conservadorismo da sociedade e do próprio colégio em que trabalha, Katharine decide lutar contra estas normas e acaba inspirando suas alunas a enfrentarem os desafios da vida.

 

Juana Inés

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A série retrata a vida de Juana Inés de la Cruz, escritora renomada, freira e figura política influente do México no século 17. Ela é considerada a primeira feminista das Américas e quase foi levada à fogueira graças à luta contra as regras que regiam a vida das mulheres da época.



Cara Gente Branca

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Samantha White é uma aluna da universidade fictícia de Winchester, uma escola prestigiosa e predominantemente branca. Ela mantém um afiado e espirituoso programa de rádio chamado Cara Gente Branca, no qual critica os brancos e as transgressões racistas que acontecem na universidade. Quando os alunos brancos de uma escola decidem dar uma festa temática sobre a raça negra, quatro alunos negros começam uma manifestação.

 

*Lista baseada no catálogo da Netflix em 23 de março de 2018.

 

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5 filmes baseados em livros para ver na Netflix

Todo amante de livros sempre tem curiosidade de assistir as adaptações de suas obras favoritas para o cinema. Na telona, os personagens que imaginamos ganham cores e formas, trazendo uma nova experiência com a obra. Há diversas excelentes adaptações da literatura para o cinema, e nós, como bons leitores, selecionamos cinco filmes baseados em livros disponíveis na Netflix extremamente inspiradores. Prepara a pipoca e confere a lista!



Na Natureza Selvagem

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No início da década de 90. Christopher McCandless era um jovem recém-formado, que decidiu viajar sem rumo pelos Estados Unidos em busca da liberdade. Durante sua jornada pela Dakota do Sul, Arizona e Califórnia, ele conhece pessoas que mudam sua vida, assim como sua presença também modifica as delas. Até que, após dois anos na estrada, Christopher decide fazer a maior das viagens e partir rumo ao Alasca. Um filme extremamente inspirador, adaptado através do livro de não-ficção de mesmo nome de 1996 de Jon Krakauer, baseado nas viagens de Christopher McCandless através da América do Norte.

 

Para Sempre Alice

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Baseado no romance homônimo de Lisa Genova, Para Sempre Alice nos mostra a luta da Dra. Alice Howland, uma renomada professora de linguística, contra o Alzheimer precoce. Aos poucos, ela começa a esquecer certas palavras e se perder pelas ruas de Manhattan. A doença coloca em prova a força de sua família. Enquanto a relação de Alice com o marido, John fragiliza, ela e a filha caçula, Lydia, se aproximam.



Lion – Uma Jornada para Casa

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Indicado ao Oscar em 7 categorias, o filme é baseado no livro de não-ficção Uma Longa Jornada para casa, sobre a história de Saroo Brierley. Quando tinha apenas cinco anos, o indiano Saroo se perdeu do irmão numa estação de trem de Calcutá e enfrentou grandes desafios para sobreviver sozinho até de ser adotado por uma família australiana. Incapaz de superar o que aconteceu, aos 25 anos ele decide buscar uma forma de reencontrar sua família biológica.

 

Uma mente brilhante

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O roteiro do filme foi baseado no livro homônimo de Sylvia Nasar, uma biografia abrangente da vida do matemático John Forbes Nash, que aos 21 anos formulou um teorema que provou sua genialidade e o tornou aclamado no meio onde atuava. Mas aos poucos o belo e arrogante Nash se transforma em um sofrido e atormentado homem, que chega até mesmo a ser diagnosticado como esquizofrênico pelos médicos que o tratam. Porém, após anos de luta para se recuperar, ele consegue retornar à sociedade e acaba sendo premiado com o Nobel.



A Garota Dinamarquesa

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O filme foi baseado no romance homônimo de David Ebershoff, inspirado na vida das pintoras dinamarquesas Lili Elbe e Gerda Wegener. Lili Elbe, interpretada por Eddie Redmayne, nasceu Einar Mogens Wegener e foi a primeira pessoa a se submeter a uma cirurgia de mudança de gênero. A produção foca no relacionamento amoroso do pintor dinamarquês com Gerda e sua descoberta como mulher.

 

*baseado no catálogo da Netflix em março de 2018.

 

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5 séries de super-heróis para assistir na Netflix

As histórias de super-heróis não estão mais apenas nos quadrinhos. Nos últimos anos, diversos filmes surgiram para contar as histórias dos nossos personagens favoritos. Mas, para tornar tudo ainda melhor, os fãs de HQs podem ver e maratonar também algumas séries sobre o assunto. Listamos cinco séries de super-heróis para assistir na Netflix. Prepara a pipoca e se liga na lista!



Supergirl

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Kara Zor-El, a Supergirl, escapou da destruição do seu planeta, Krypton, há anos. Desde que chegou à Terra, ela conseguiu esconder os poderes que compartilha com seu primo, o Super-Homem. Ao completar 24 anos, ela decide assumir os seus poderes e se tornar uma heroína.

 

Gotham

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Antes da existência do Batman, a cidade de Gotham já existia. Um detetive iniciante, James Gordon, recebe a missão de solucionar o caso do assassinato dos bilionários Thomas e Martha Wayne. Com seu parceiro, o oficial Harvey Bullock, Gordon conhece o único sobrevivente do assassinato: Bruce, um garoto de 12 anos, filho do casal, por quem ele imediatamente sente uma grande afeição.



Jessica Jones

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Desde que sua curta vida como super-heroína acabou de forma trágica, Jessica Jones tenta reconstruir a vida como detetive particular no bairro de Hell’s Kitchen, em Nova York, em sua própria agência de investigações. Traumatizada por eventos anteriores de sua vida, ela sofre de Transtorno de Estresse Pós-Traumático, e tenta fazer com que seus super-poderes passem despercebidos pelos seus clientes. Mas seus demônios particulares vão voltar a persegui-la, na figura de Zebediah Kilgrave, um obsessivo vilão que fará de tudo para chamar a atenção dela.

 

The Flash

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A série mostra a história de origem do Flash, um detetive que passou boa parte da vida buscando respostas para a misteriosa e aparente sobrenatural morte de sua mãe. Após de ser atingido por um raio e passar nove meses em coma, ele vê-se com superpoderes, enquanto deve continuar com seu dever de proteger a Central City dos vilões.



Agentes S.H.I.E.L.D.

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Após os acontecimentos em Nova York, retratados em Os Vingadores, a S.H.I.E.L.D. (Superintendência Humana de Intervenção, Espionagem, Logística e Dissuasão) deve mobilizar seus integrantes para solucionar vários casos relacionados com super-heróis. A equipe é liderada pelo agente Phil Coulson.

 

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5 séries antigas para ver na Netflix e matar a saudade

Não há nada mais nostálgico do que assistir uma série ou filme que nos remete a momentos do passado. Afinal, todo mundo tinha aquele seriado queridinho que passava na TV e fazia você não sair de casa por nada para não perder! Para relembrar esses bons momentos, listamos 5 séries antigas para ver na Netflix e matar a saudade dessas boas lembranças! Prepara a pipoca e confere a lista!

 

Gilmore Girls

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Se você nunca assistiu Gilmore Girls, pare agora de ler este post e vá correndo conhecer e se apaixonar pela dupla de mãe e filha Lorelai e Rory Gilmore! A série mostra o cotidiano das duas na cidadezinha de Stars Hollow, um lugar cheio de personagens caricatos e superdivertidos. É muito engraçado e apaixonante acompanhar o dia a dia dessa mãe solteira e sua filha, que além de serem melhores amigas dividem momentos hilários.



Friends

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Você certamente já ouviu falar dessa série! A produção nos leva ao dia a dia de seis amigos, que tentam ganhar a vida em Nova York com muito bom humor.  Rachel é a garota mimada que deixa o noivo no altar para viver com a amiga dos tempos de escola Monica, sistemática e apaixonada pela culinária. Monica é irmã de Ross, um paleontólogo que é abandonado pela esposa, que descobriu ser lésbica. Do outro lado do corredor do apartamento de Monica e Rachel, moram Joey, um ator frustrado, e Chandler, de profissão misteriosa. A turma é completa pela exótica Phoebe.

 

Um Maluco no Pedaço

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Se você foi jovem nos anos 1990, com certeza sabe apreciar o prazer de sentar no sofá e rir com as loucuras de Um Maluco no Pedaço! A série conta a história de Will, um jovem de origem humildade que se muda para um luxuoso bairro na Califórnia. Após arrumar confusão com pessoas perigosas de seu bairro, na Filadélfia, a mãe de Will, temendo pelo futuro de seu filho, resolve mandá-lo para viver com sua irmã Vivian e seu cunhado Philip, um advogado que se tornou juiz e tem uma vida muito bem-sucedida, moradores do bairro de Bel Air, para que o filho possa ter uma educação de alto nível. Contudo, por ser um garoto humilde e não ligar para os estudos, Will vive se comportando de maneira inadequada e provocando trapalhadas aos seus tios e primos na mansão.



The O.C.

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Orange County é um paraíso na terra dos ricos, na Califórnia. Nas mansões por trás dos muros, tudo parece ser perfeito. Quando Ryan Atwood, um adolescente problemático que vive se metendo em roubadas, chega em Orange County (“O.C.”) com o advogado Sandy Cohen, ele começa a descobrir que nem tudo ali naquele lugar é tão perfeito como aparenta.

 

Full House

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Conhecida no Brasil como Três é Demais, a séria se passa em 1987, quando Danny Tanner perde sua esposa, Pam, em um acidente de carro. Ele precisa, então, de ajuda para cuidar de suas três filhas, D.J., Stephanie e Michelle. Para isso, Danny recorre ao seu melhor amigo, Joey Gladstone e a seu cunhado, Jesse Cochran. O que deveriam ser apenas algumas semanas transforma-se em anos de convivência, cheios de bom humor e trapalhadas.

 

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5 filmes para assistir na Netflix que são melhores do que o show da Virada

Se você é do time dos que vão ficar em casa neste Réveillon, toca aqui! A gente dá o maior valor aos que apreciam a doce tranquilidade do lar nas festas de final de ano. Mas para evitar que você passe a noite vendo TV como todos os anos, listamos 5 filmes para assistir na Netflix que são bem melhores do que o show da Virada!

 

Para Sempre Alice

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O filme mostra o drama da Dra. Alice Howland, uma renomada professora de linguística que descobre estar com Alzheimer precoce. Aos poucos, ela começa a esquecer coisas simples do dia a dia, como algumas palavras, e a se perder na cidade onde mora. Após diagnosticada, a doença coloca em prova a força da família para enfrentar o problema.

 

A incrível história de Adaline

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Adaline Bowman nasceu na virada do século XX. Ela levava uma vida normal até sofrer um grave acidente de carro, depois do qual, milagrosamente, não consegue mais envelhecer, mantendo-se sempre com a aparência de 29 anos. Isso faz com que ela viva uma existência solitária, nunca se permitindo criar laços com ninguém, para não ter seu segredo revelado. Mas ela conhece o jovem Ellis Jones, um homem por quem pode valer a pena arriscar o seu segredo.



A Vida é Bela

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Durante a Segunda Guerra Mundial na Itália, o judeu Guido e seu filho Giosué são levados para um campo de concentração nazista. Afastado da mulher, ele tem que usar sua imaginação para fazer o menino acreditar que estão participando de uma grande brincadeira, com o intuito de protegê-lo do terror e da violência que os cercam.

 

Histórias Cruzadas

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Na pequena cidade de Jackson, no Mississipi, em plenos anos 60, uma garota da sociedade decide se tornar escritora. Ela começa a entrevistar as mulheres negras da cidade, que deixaram suas vidas para trabalhar na criação dos filhos da elite branca, da qual a própria Skeeter faz parte. Aibileen Clark, a emprega da melhor amiga de Skeeter, é a primeira a conceder uma entrevista, o que desagrada a sociedade como um todo. Apesar das críticas, Skeeter e Aibileen continuam trabalhando juntas e, aos poucos, conseguem novas adesões. O filme retrata bem o racismo e as dificuldades de ser uma mulher negra e pobre nos Estados Unidos da década de 60.



O Lobo Wall Street

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Durante seis meses, Jordan Belfort trabalhou duro em uma corretora de Wall Street, seguindo os ensinamentos de seu mentor Mark Hanna. Quando finalmente consegue ser contratado como corretor da firma, acontece o Black Monday, que faz com que as bolsas de vários países caiam repentinamente. Sem emprego e bastante ambicioso, ele acaba trabalhando para uma empresa de fundo de quintal que lida com papéis de baixo valor, que não estão na bolsa de valores. É lá que Belfort tem a ideia de montar uma empresa focada neste tipo de negócio, cujas vendas são de valores mais baixos, mas, em compensação, o retorno para o corretor é bem mais vantajoso. Ao lado de Donnie e outros amigos dos velhos tempos, ele cria a Stratton Oakmont, uma empresa que faz com que todos enriqueçam rapidamente, ao mesmo tempo que levam uma vida dedicada ao prazer.

 

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Crítica: você já falou “Cuba” na internet? Veja Cuba and the Cameraman!

O documentário Cuba and the Cameraman é o trabalho da vida de Jon Albert. Cinegrafista novaiorquino que passou 40 anos viajando a Cuba para colher material em vídeo. Não é a visão de alguém que não conhece a realidade do lugar. Não é um conteúdo alarmista de rede social. Pelo contrário, é muito “pé no chão”. Conta a história de várias pessoas que Jon conheceu, ao longo dessas quatro décadas. A cada viagem, ele descobria como viviam e o que havia mudado por lá. Lançado em 24 de novembro deste ano, está disponível na Netflix. É um documentário lindo, para quem ainda enxerga a alma humana. Dá para ver o tempo passar na qualidade da imagem, na deterioração dos prédios e no rosto das pessoas.




Os homens mais loucos que já pisaram na Terra sonharam com um mundo igualitário, onde todos pudessem ter o mínimo para viver. Não podemos condená-los, não é mesmo? Esse sonho vem sendo reciclado por sociedades ao longo da história. Quantas revoluções pediram igualdade? Os povos que chegaram mais próximo desse ideal foram os escandinavos. Mas muitos outros fracassaram no caminho. A Revolução Cubana era um projeto de igualdade social através da tomada do poder por um grupo.

No início, a revolução era financiada pela União Soviética, que precisava do apoio da ilha para manter uma base próxima dos Estados Unidos. Foi um plano ousado. Muitos prédios residenciais foram erguidos e distribuídos para a população sem-teto. As lojas do governo tinham de tudo com variedade. Mas após a queda do muro de Berlim, tudo mudou. O fim da URSS acabou com o financiamento e, com o bloqueio comercial, econômico e financeiro (iniciado em 1960) pelos EUA, principal parceiro comercial de Cuba, o país viu-se pobre e desabastecido. Um rígido racionamento de produtos foi imposto. Cada pessoa tinha um limite de quantidade a ser comprada de cada produto. No documentário, Jon mostra uma padaria que só pode vender um pão por pessoa a cada dia. No entanto, em nenhum momento, os serviços sociais deixaram de ser gratuitos à população.

Uma coisa que assusta nas imagens é a falta de higiene. Para quem compra comida embalada no supermercado, industrializada sem contato manual, com data de validade, é chocante ver aquelas porções de arroz embrulhados em papel pardo. Nos hospitais, luvas sendo reutilizadas e escassez de remédios básicos.

A pobreza dá origem ao crime, ao mercado negro e ao turismo. Os estrangeiros pagavam caro para ver as mulheres dançarem, para fumar charutos e beber rum. A eles tudo e ao povo cubano nada. O regime, diante da desordem instalada, torna-se mais rígido, com repressão às manifestações contrárias à revolução. O plano havia falhado, mas sonho de igualdade continuará vivo, enquanto houver vida humana na Terra.

Quando a gente amadurece, aprende a analisar os fatos com olhos menos duais. No mundo infantil só existe o bem e o mal, o certo e o errado, sem nada no meio deles. A visão adulta consegue ver mais graus entre um extremo e outro. O que vemos nas redes sociais hoje é um bando de crianças discutindo coisas como bolacha x biscoito, esquerda x direita, norte x sul. Espero sinceramente que o trabalho da vida de Jon invada as salas de aulas e seja visto por toda parte, para levar ponderação àqueles que ainda não estão irrevogavelmente emburrecidos pelo radicalismo.




 

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Por Larissa Rodrigues: desenhista do @be.my.type, internacionalista e mestranda de Relações Internacionais da UEPB. Adora falar de política, espiritualidade e coisinhas que amenizam nossa experiência de vida: filmes, moda, viagens e comida!!!

 

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