Esses livros sobre Ditadura Militar brasileira retratam o que foi o período

A ditadura militar brasileira é um dos assuntos que precisam sempre ser relembrados para que não aconteçam novamente! Mesmo com os acontecimentos que marcaram para sempre a história do Brasil, ainda assim existem pessoas que custam acreditar que esse foi o período mais conturbado do país depois da escravidão. Um dos momentos mais difíceis para a nossa democracia, a repressão se prolongou durante mais de duas décadas de perseguição política, censura, atos institucionais, mortes e protestos. Na lista abaixo você vai conhecer histórias impactantes de pessoas que colaboraram para que tal época acontecesse e se prolongasse, assim como de personagens que lutaram contra!   



ABAIXO AS DITADURAS

O livro Abaixo as Ditaduras, do autor Lécio Rosa de Andrade, retrata a história do movimento estudantil que fez oposição ao governo militar, mostrando as manifestações desde o período dos anos de chumbo até a redemocratização. Os arquivos que servem de exemplo para a fundamentação são 500 reproduções de notícias, fotos e documentos que formam a base documental do livro, que fala sobre a história do movimento estudantil catarinense. Esta é uma das obras mais importantes para se entender como funciona um movimento contrário ao governo.

 

1964 – O ELO PERDIDO

Este livro mostra sob uma perspectiva diferente o período da ditadura militar brasileira. Nele há documentos que mostram a atuação do serviço soviético no nosso país. São relatórios de agentes secretos, planos de operações, recibos de pagamento em dinheiro, toda uma rede de informação e manipulação que atuava secretamente e tinha o propósito de instalar um regime comunista no Brasil da época. Talvez esse seja o livro mais polêmico desta lista, já que muitas pessoas não acreditam que isso pudesse realmente acontecer naquela época, e outras acham que é uma obra bastante pertinente sobre o assunto e que levanta muitas indagações.

 

MEMÓRIAS DE UMA GUERRA SUJA

A história deste livro é bastante peculiar! Em 2009 dois jornalistas foram chamados para ir até Cláudio Guerra no hospital, um ex agente ditatorial. O motivo? O homem gostaria de confessar todos os crimes que cometeu em nome do país durante a ditadura. Durante dois anos os jornalistas ouviram os relatos dele, que era responsável por matar as pessoas que se opuseram ao regime.



SEM VESTÍGIOS                 

Carioca é um agente da Ditadura militar brasileira que resolve narrar os acontecimentos que presenciou ou participou ativamente. “Caso algum dia alguém reúna esses documentos que deixarei escritos ou, quem sabe, gravados, eu recomendo que, com cuidado, os fatos sejam analisados e revelados para o povo brasileiro e a quem interessar, como a única forma que tenho de me redimir, mesmo após minha morte.” afirmou. E é assim que o protagonista narra sua experiência pessoal daquele tempo, como que em um diário.

 

DITADURA ENVERGONHADA, DITADURA ESCANCARADA, DITADURA DERROTADA, DITADURA ENCURRALADA E DITADURA ACABADA (SÉRIE DE LIVROS)

Esta é uma pentalogia do autor Elio Gaspari, que faz uma viagem durante toda a ditadura do Brasil. Esse se mostra o estudo mais completo sobre tal período. Os títulos dos livros mostram em quais tempos cada um se passa e falam detalhadamente sobre os momentos mais importantes de cada governante, desde Castelo Branco até a volta da democracia com a eleição de Tancredo Neves. Esta coletânea é praticamente uma enciclopédia deste período sombrio do Brasil. 

 

MARIGHELLA – O GUERRILHEIRO QUE INCENDIOU O MUNDO

Carlos Marighella era do Partido Comunista Brasileiro e fundador da Ação Libertadora Nacional, o maior grupo armado de oposição à ditadura militar. Um baiano que foi inimigo número um da ditadura é o protagonista desta obra que tem elementos de thriller num enredo biográfico. Figuras como Fidel Castro, Getúlio Vargas, Che Guevara, Carlos Lacerda, Stálin, Luiz Carlos Prestes e Carlos Lamarca, além de figuras-chave da cultura, como os escritores Jorge Amado e Graciliano Ramos; os pintores Cândido Portinari e Joan Miró; os dramaturgos Augusto Boal e Dias Gomes; e os cineastas Glauber Rocha, Jean-Luc Godard e Luchino Visconti, são algumas das personalidades que montam esse cenário da realidade do militante que foi morto numa emboscada policial.

 

REVOLUCIONÁRIO E GAY: A EXTRAORDINÁRIA VIDA DE HERBERT DANIEL

Herbert Daniel é uma das pessoas mais importantes pela luta a favor da democracia. Ele foi participante ativo de vários movimentos contra a ditadura ao lado de Carlos Lamarca. No entanto, mesmo sendo um guerrilheiro e lutando contra forças opressivas, ele internalizou o seu verdadeiro eu. Quando foi exilado para a Europa em 1970, Herbert assumiu o relacionamento com Cláudio Mesquita, que virou seu companheiro de vida. Quando recebeu perdão do governo brasileiro através da lei da anistia em 1990, pôde retornar ao Brasil e também para sua luta em prol do meio ambiente, das mulheres, dos homossexuais, dos negros e dos indígenas. A narrativa abarca toda sua vida pessoal e social em função do desenvolvimento.

 

livros

 

Links para compra:

1.Abaixo as Ditaduras

2.1964 – O Elo Perdido

3.Memórias de uma Guerra Suja

4.Sem Vestígios

5.Box Ditadura

6.Marighella – O Guerrilheiro que Incendiou o Mundo 

7.Revolucionário e Gay  – A Vida Extraordinária de Herbert Daniel

 

*Isabelle Vasconcelos/Estagiária sob supervisão

Foto destaque: Evandro Teixeira

 

Leia também: O Conto da Aia, 1984 e A Revolução dos Bichos: três livros que refletem a política atual

 

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Unboxing: compras de livros na promoção Dia da Mulher Saraiva

A Livraria Saraiva deu 50% de desconto nas compras de livros às clientes mulheres no Dia Internacional da Mulher. O que fazer nesse caso? Nada além de surtar completamente e comprar muitos livros, certo? Foi exatamente isso que fiz! E o melhor, gravei um unboxing mostrando tudo para vocês!

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Minhas compras maravilhosas!



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*por Érica Rodrigues

 

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O que Jane Austen pode nos ensinar sobre feminismo

É interessante pensar que há mais de duzentos anos, quando não se fazia ideia do que era feminismo, já existiam mulheres que pensavam fora da caixa. Naquela época, as mulheres eram criadas para arrumar um bom casamento e fazer apenas o que esperavam delas, que se resumia em cuidar da casa, dos filhos e estar sempre bonita. Ser bonita já era algo bem importante, mesmo há tanto tempo atrás.

Jane Austen, por outro lado, queria escrever romances, coisa que era considerada “profissão de homem”. Mas como publicar um livro sendo mulher, algo impensável naqueles tempos? Ela os publicou anonimamente. E ainda bem que o fez!

Em suas obras, ela critica o papel da mulher na sociedade da época, através de protagonistas fortes, que sabem o rumo que querem dar às suas vidas. À primeira vista, podem parecer apenas romances sobre um bando de mulheres a procura de casamento, mas um olhar mais a fundo nos mostra a sutilidade com que ela questiona os padrões impostos em cima das figuras femininas.



Personagens como Elizabeth Bennet e Emma, profundamente inteligentes e seguras de si, fazem contraste com um cenário quase caricato da busca desesperada, típica da época, por um marido rico. Ela nos traz protagonistas que não aceitam a forma como as coisas eram feitas, que buscam alguém que amem, independente do dinheiro ou posição social.

A questão das classes sociais também é pincelada em alguns momentos das obras, com críticas severas a personagens abastados por sua avareza. Quase sempre os personagens ricos são retratados como esnobes, e a pobreza é considerada quase uma vergonha. Ninguém quer que uma pessoa de linhagem simples entre na família, pois isso era, na maioria das vezes, um escândalo.

Outro ponto muito salientado nas obras de Jane Austen é a questão de as mulheres não terem direito de herdar os bens da família, que muitas vezes eram passados para parentes distantes, apenas pelo fato de serem homens. Isso apenas criava ainda mais pressão para fazê-las casar mais rápido com “um bom partido”.

Apesar de serem, em primeira camada, livros românticos, é importante pensar que se considerando a realidade da época em que foram escritos, demonstram uma mentalidade à frente do seu tempo. Jane Austen era, mesmo sem saber, uma feminista nata! E ler os seus livros sob essa ótica pode nos trazer grandes ensinamentos sobre como viviam as mulheres do século XVIII.

 

*Por Érica Rodrigues – Érica é jornalista, formada pela UFPB, e trabalha com produção de conteúdo na internet. Ama escrever e conversar sobre livros, cinema e viagens, suas três maiores paixões.

 

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Resenha: A Revolução dos Bichos, uma crítica à Revolução Russa

O livro A Revolução dos Bichos, de George Orwell, por muito tempo foi vendido como um livro anti-socialismo, mas acontece que não era bem isso que o autor tinha em mente quando o escreveu. Na verdade, era exatamente o contrário!

O autor teve a intenção de denunciar como o governo stalinista estava distorcendo as ideias de Karl Marx, e para isso escreveu uma fábula envolvendo bichos em uma fazenda. A história retrata como um grupo de bichos resolveu se revoltar contra os humanos e assumir o controle da granja onde moravam.

Confere a resenha para entender melhor:

 

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Resenha: As Sobreviventes, de Riley Sager, o livro das 50 reviravoltas

Érica Rodrigues

 

Depois de ler As Sobreviventes, de Riley Sager, a sensação que me deu é de que precisava conversar sobre ele. Urgente!! E então obriguei minha irmã a ouvir toda a história para fazê-la concordar comigo em um ponto: o quão revoltante é esse final! Mas como isso não foi o suficiente, revolvi gravar um vídeo com a resenha (com spoilers) desse livro. Assista (e aproveita pra se inscrever no nosso canal!):





 

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Ratos: resenha sobre um livro surpreendente!

Amanda Fernandes*

 

Bem-vindos ao Chalé Madressilva, a “toca dos ratos”, para onde Shelley e sua mãe se mudaram recentemente.

A moradia foi escolhida com muito cuidado, pois ela tinha que atender às seguintes exigências para manter as suas residentes protegidas: ser no campo, sem vizinhos, três quartos, jardins na frente e nos fundos. Deveria ser antiga, ter “personalidade”, mas com o conforto de um sistema de aquecimento moderno, obviamente.

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Foto: Amanda Fernandes

 

Seria na tranquilidade do Chalé Madressilva que mãe e filha poderiam se esconder dos últimos problemas das suas vidas. A primeira tentaria se afastar das implicações do seu divórcio e do ressentimento pelo que aconteceu com a sua filha. Já a segunda buscaria se esquecer do caso de bullying que quase causou a sua morte, mas que a deixou com marcas físicas e emocionais.

Tudo estava correndo bem para elas: a mãe possuía um emprego, Shelley agora tinha aulas particulares e, com exceção das visitas do professor, ninguém as visitava.  Até que toda essa paz foi interrompida de forma drástica no dia do 16º aniversário de Shelley, quando o maior medo de qualquer rato acabou se concretizando: a presença de um gato. E elas sabiam muito bem que quando gato entra na toca dos ratos, ele não vai embora deixando-os ilesos. Elas sabiam que iriam morrer.

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Foto: Amanda Fernandes

 

As atitudes que as personagens tomaram ao longo do livro resultaram naquilo o que ele tem de mais interessante: a evolução das suas personalidades. Tais atitudes chamam a atenção do leitor para o fato de que todos nós temos limites. E também que somos capazes de fazer QUALQUER coisa. As pessoas que são colocadas em meio a situações extremas, mesmo aquelas que passam a vida como ratos tentando se esconder do mal que a sociedade é capaz de apresentar, podem sim acabar trocando o papel de vítima pelo de agressor.

Esse livro é surpreendente. Você inicia a leitura acreditando que se trata apenas de uma história sobre bullying, porém, ao terminar de ler a última página, chega à conclusão de que na realidade acabou de devorar um bom thriller psicológico.

 

Leia mais –  5 livros para ler em um dia!


Para mais resenhas e dicas sobre livros, você pode acompanhar o Instagram @Pixelbooks.

 

Amanda Fernandes – Bacharela em Arte e Mídia pela UFCG, apaixonada por livros, séries, filmes e fotografia, colaboradora do blog literário Pixelbooks.

Rota Literária Clube de Leitura debate clássico “O Sol é para todos”

Em sua 2a edição, o Rota Literária Clube de Leitura debate, na próxima sexta (02), o premiado “O Sol é para todos”, da autora Harper Lee. Em tempos de discutir temas que por muito tempo foram deixados “embaixo do tapete”, o livro é uma obra atemporal sobre preconceito e justiça.

 

A OBRA

Uma das mais importantes obras norte-americanas do século XX, “O Sol é para todos” aborda o racismo de uma pequena cidade do estado Alabama, no sul dos Estados Unidos, pelos olhos da menina Scout. Filha de um advogado responsável pela defesa de um homem negro acusado de estuprar uma mulher branca, no início dos anos 1930, a menina depara-se com a injustiça de uma sociedade pautada pelos preconceitos raciais. Profundamente tocante, o livro convida-nos a pensar sobre a perda da inocência, tolerância e conceito de justiça. Vencedor do Prêmio Pulitzer em 1961, o livro deu origem a um filme homônimo, vencedor do Oscar de melhor roteiro adaptado, em 1962.

 

O DEBATE

O evento acontece na Livraria Leitura do Manaíra Shopping no dia 2 de junho, às 19h30, e é aberto ao público gratuitamente. O projeto é uma iniciativa do site de turismo e cultura Rota Principal, em parceria com a Livraria Leitura e o Coffee Shop São Braz.

Para participar, basta ter lido a obra e estar disposto a conversar sobre ela! Também vai acontecer sorteio de brindes para quem comparecer ao debate. Quem não se interessou pelo título, a boa notícia é que vão haver debates mensais sobre obras diferentes, sempre na primeira sexta-feira do mês. É só ficar de olho nas redes sociais do Rota Principal para conferir o próximo livro que será discutido.

 

       Ficou interessado? Confirme presença no evento do Facebook!

Seriado Love, da Netflix, e a idealização da vida adulta

Érica Rodrigues

 

Comecei a ver o seriado Love, original da Netflix, por indicação de Karol Pinheiro em seu canal de Youtube. A história é bem “normal”: Mickey, uma garota descolada, acaba se envolvendo com Gus, um cara nerd e caretão.

Mas o que me chamou atenção nessa série de verdade foi forma como a vida dos personagens é mostrada. Cheia de altos e baixos, com dias super legais e dias muito merda. Com escolhas boas e escolhas muito idiotas que acabam gerando um monte de problemas chatíssimos. Afinal, a vida adulta é bem isso, né?




Não há idealizações. Mickey, apesar de descolada e legal, é cheia de inseguranças e problemas. Mas quem não é? Gus, apesar de um cara ser um cara bacana, acaba pisando na bola. Isso gera uma empatia muito legal com as situações da trama.

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Para quem gosta de moda, também vale a pena ficar de olho no figurino de Mickey, que é simplesmente incrível. A série é atual e explora muito bem as referências de moda e tecnologia. Inclusive achei maravilhosas as cenas com mensagens no celular. Quem não se identifica com passar o dia inteiro reescrevendo uma mensagem com medo de enviar? Atire a primeira pedra se você nunca fez isso!

Apesar de ser uma série de comédia bem leve, vale muito a pena ver e se identificar com esse casal super normal e muito legal.

 

Leia mais: A sensacional “Atypical”, da Netflix, aborda o autismo com delicadeza e um toque de humor




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Resenha: O Segredo do Meu Marido

Amanda Fernandes*

O que você faria se encontrasse um envelope que pertence ao seu marido (ainda vivo), e nele estivesse escrito: “Para ser aberto apenas na ocasião da minha morte”?

Você respeitaria a vontade dele (guardando a carta no mesmo lugar sem abri-la), não aguentaria de curiosidade e a leria na mesma hora, ou faria aquilo o que Cecília fez: não abriria a carta, porém diria ao seu marido que a encontrou e que gostaria de saber do que se trata?

A trama do best-seller “O Segredo do Meu Marido”, da autora Liane Moriarty, gira em torno do segredo do marido da Cecília. Além do ponto de vista desta personagem, o livro intercala os de mais duas outras: a Rachel e a Tess, que inicialmente não têm nada em comum, mas que acabam tendo suas vidas entrelaçadas ao longo da história (característica bastante conhecida em livros desse gênero).

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Foto: Amanda Fernandes

 

Então… Sabe aquele tipo de livro que possui um enredo que instiga você a não largá-lo em momento algum e então você passa a madrugada em claro, para passar o dia seguinte parecendo um zumbi? Hahahaha Pois bem, esse livro é desse tipo!  E isso é um reflexo não apenas da boa escrita da autora, como também da construção dos personagens principais e secundários: você consegue sentir carisma por eles e não para de se perguntar o que danado Cecília vai fazer depois que descobriu qual é o segredo do seu marido.

Tenho, porém, que admitir que não é apenas por isso que a leitura é tão boa. Essa história não se trata apenas de um grande segredo, que nunca deveria ter vindo à tona. Mas também é sobre laços familiares, amizades e lealdade.  Ela te faz questionar se você realmente conhece seu marido, seus filhos, seus amigos… E, acima de tudo (graças àquele final O.M.G!!!!), te faz ficar muito tempo se perguntando: “mas e se?”

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Foto: Reprodução HBO

 

Da mesma autora, a editora Intrínseca já lançou também o “Pequenas Grandes Mentiras”, livro que foi adaptado para uma série da HBO. A série é estrelada pelas atrizes Nicole Kidman, Reese Witherpoon e Shailene Wooldley.

 

Leia mais – Ratos: resenha sobre um livro surpreendente!

 

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Clube de leitura e resenha do livro Persuasão

Nós já contamos aqui no blog sobre o projeto do Rota Literária Clube de Leitura, que acontece toda primeira sexta do mês na Livraria Leitura do Manaíra Shopping, em João Pessoa. Na primeira edição do evento, em parceria com o Coffee Shop São Braz, debatemos o livro “Persuasão”, de Jane Austen, e foi muito legal! Para complementar a discussão, gravamos um vídeo sobre o evento e com uma resenha da obra debatida.

 

E pra quem ficou interessado em participar, o livro deste mês será “O Sol é Para Todos”, de Harper Lee. O encontro vai acontecer no dia 2 de junho, às 19h30, na Livraria Leitura do Manaíra Shopping. Mais informações aqui.

 

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