5 filmes sobre feminismo para ver na Netflix

Há muito tempo as mulheres lutam por direitos e igualdade. Há diversas história inspiradoras de pessoas que dedicaram suas vidas a buscar um mundo mais igualitário para o sexo feminino. No cinema, muitos filmes e séries abordam as lutas feministas e o seu papel na sociedade. Selecionamos cinco filmes sobre feminismo para ver na Netflix e se inspirar com as histórias de mulheres fortes!



Frida

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Cinebiografia de Frida Kahlo, um dos principais nomes da história artística do México. Conceituada e aclamada como pintora, ele teve um agitado casamento aberto com Diego Rivera, seu companheiro também nas artes, e ainda um controverso caso com o político Leon Trótsky, além de várias outras mulheres.

 

Malala

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O documentário aborda os eventos que aconteceram com Malala Yousafzai, uma jovem paquistanesa atacada pelo Talibã por falar sobre a educação das mulheres e suas consequências, incluindo seu discurso na ONU.



O Sorriso de Monalisa

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Katharine Watson, interpretada por Julia Roberts, é uma recém-graduada professora que consegue emprego no conceituado colégio Wellesley, para lecionar aulas de História da Arte. Incomodada com o conservadorismo da sociedade e do próprio colégio em que trabalha, Katharine decide lutar contra estas normas e acaba inspirando suas alunas a enfrentarem os desafios da vida.

 

Juana Inés

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A série retrata a vida de Juana Inés de la Cruz, escritora renomada, freira e figura política influente do México no século 17. Ela é considerada a primeira feminista das Américas e quase foi levada à fogueira graças à luta contra as regras que regiam a vida das mulheres da época.



Cara Gente Branca

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Samantha White é uma aluna da universidade fictícia de Winchester, uma escola prestigiosa e predominantemente branca. Ela mantém um afiado e espirituoso programa de rádio chamado Cara Gente Branca, no qual critica os brancos e as transgressões racistas que acontecem na universidade. Quando os alunos brancos de uma escola decidem dar uma festa temática sobre a raça negra, quatro alunos negros começam uma manifestação.

 

*Lista baseada no catálogo da Netflix em 23 de março de 2018.

 

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O que é feminismo e por que ele importa?

Há apenas 86 anos as mulheres podem votar no Brasil. E foi apenas no século XXI que o país elegeu uma mulher chegou ao cargo máximo do executivo brasileiro. Apesar disso, no Congresso Nacional, a casa que representa o povo, ainda há bem poucas mulheres no plenário. E não é só na vida pública que as mulheres têm dificuldade de ter vez e voz. Dentro de casa, o trabalho doméstico e a criação dos filhos ainda é tratado como uma tarefa feminina em muitos lares. Duvida? Pois diga, quem lavou a louça depois da última ceia de natal na sua casa?

Com muita luta, o movimento pedindo igualdade entre os gêneros é cada vez mais forte. Tem gente que ainda não entendeu o que é feminismo. É importante saber que não é o contrário de machismo. Porque o machismo é a cultura de superioridade masculina, mas o feminismo não é a superioridade feminina, é a luta pela igualdade entre homens e mulheres. A ideia é mostrar para as mulheres que elas podem escolher seus destinos sem se preocupar tanto com o que a sociedade espera delas como mulheres. O vídeo do canal DRelacionamentos ilustra bem como o machismo ao contrário não tem nada a ver com a luta feminista.



Não pode mais casar, ter filhos e nos dedicar integralmente ao lar? Pode gata! É isso que você quer? Se joga! E focar na carreira profissional, pode? Claro! É isso que o feminismo pede, que a gente possa fazer o que quiser sem sermos julgadas. A mãe que é dona de casa não deu o golpe do baú, nem é encostada no marido. A profissional ambiciosa não é menos completa por não querer filhos. A menina que gosta de balada não está pedindo nada além de espaço pra dançar na pista.

Toda essa pressão sobre as mulheres, para que elas atendam a um monte de pré requisitos para ser “uma mulher de respeito” acaba nos fragilizando. Muitas mulheres caem em relacionamentos abusivos por ter auto estima baixa e tentar se encaixar nos padrões. São tantas regras pra a gente seguir que 100% de nós acaba sendo criticada uma hora ou outra. É gorda ou magra demais, alta ou baixa demais, séria ou extrovertida demais… Ninguém escapa dos julgamentos. Jout Jout ganhou visibilidade no Youtube com o vídeo do batom vermelho. Nele, ela mostra como você pode descobrir se está num relacionamento abusivo.



As mulheres merecem respeito e igualdade. O feminismo é mais necessário do que nunca! Ainda temos muito a conquistar! Não só nesse dia internacional das mulheres, mas em todos os momentos, nós precisamos estar unidas pela segurança uma das outras. Ofereça apoio a uma mulher, explique a ela o que é feminismo e faça ela ver a sua própria força. A revolução será feminista!

 

Leia mais 10 coisas que as mulheres não aguentam mais ouvir!

 

Por Larissa Rodrigues: desenhista do @be.my.type, internacionalista e mestranda de Relações Internacionais da UEPB. Adora falar de política, espiritualidade e coisinhas que amenizam nossa experiência de vida: filmes, moda, viagens e comida!!!

 

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10 coisas que as mulheres não aguentam mais ouvir!

Sabe aquele comentário machista que as pessoas insistem em fazer? Se você é mulher, certamente sabe do que a gente está falando. Apesar de termos avançado muito nos direitos das mulheres, a sociedade ainda é marcada por muito preconceito e machismo, o que nos faz ainda ter que ouvir muitos absurdos por aí. De uma vez por todas, listamos 10 coisas que as mulheres não aguentam mais ouvir. Esperamos que fique claro dessa vez!

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Leia mais – 5 palestras do TED que vão mudar a sua vida

 

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O que Jane Austen pode nos ensinar sobre feminismo

É interessante pensar que há mais de duzentos anos, quando não se fazia ideia do que era feminismo, já existiam mulheres que pensavam fora da caixa. Naquela época, as mulheres eram criadas para arrumar um bom casamento e fazer apenas o que esperavam delas, que se resumia em cuidar da casa, dos filhos e estar sempre bonita. Ser bonita já era algo bem importante, mesmo há tanto tempo atrás.

Jane Austen, por outro lado, queria escrever romances, coisa que era considerada “profissão de homem”. Mas como publicar um livro sendo mulher, algo impensável naqueles tempos? Ela os publicou anonimamente. E ainda bem que o fez!

Em suas obras, ela critica o papel da mulher na sociedade da época, através de protagonistas fortes, que sabem o rumo que querem dar às suas vidas. À primeira vista, podem parecer apenas romances sobre um bando de mulheres a procura de casamento, mas um olhar mais a fundo nos mostra a sutilidade com que ela questiona os padrões impostos em cima das figuras femininas.



Personagens como Elizabeth Bennet e Emma, profundamente inteligentes e seguras de si, fazem contraste com um cenário quase caricato da busca desesperada, típica da época, por um marido rico. Ela nos traz protagonistas que não aceitam a forma como as coisas eram feitas, que buscam alguém que amem, independente do dinheiro ou posição social.

A questão das classes sociais também é pincelada em alguns momentos das obras, com críticas severas a personagens abastados por sua avareza. Quase sempre os personagens ricos são retratados como esnobes, e a pobreza é considerada quase uma vergonha. Ninguém quer que uma pessoa de linhagem simples entre na família, pois isso era, na maioria das vezes, um escândalo.

Outro ponto muito salientado nas obras de Jane Austen é a questão de as mulheres não terem direito de herdar os bens da família, que muitas vezes eram passados para parentes distantes, apenas pelo fato de serem homens. Isso apenas criava ainda mais pressão para fazê-las casar mais rápido com “um bom partido”.

Apesar de serem, em primeira camada, livros românticos, é importante pensar que se considerando a realidade da época em que foram escritos, demonstram uma mentalidade à frente do seu tempo. Jane Austen era, mesmo sem saber, uma feminista nata! E ler os seus livros sob essa ótica pode nos trazer grandes ensinamentos sobre como viviam as mulheres do século XVIII.

 

*Por Érica Rodrigues – Érica é jornalista, formada pela UFPB, e trabalha com produção de conteúdo na internet. Ama escrever e conversar sobre livros, cinema e viagens, suas três maiores paixões.

 

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Canais de Youtube para se empoderar e inspirar!

O espaço da mulher na sociedade vem mudando através dos séculos. Hoje temos muitos direitos que por muito tempo nos foram negados, mas ainda falta um longo caminho a ser percorrido. Apesar das coisas estarem bem melhores atualmente, ainda nos falta o direito de vestir a roupa que quisermos sem sermos vítimas de abuso sexual, ou mesmo a segurança de pegar um táxi sem medo do taxista nos estuprar.

E essas lutas por igualdade têm encontrado lugar na internet, principalmente nas redes sociais. O Youtube é um dos principais canais onde produtores de conteúdo podem discutir assuntos de suma importância como esse. Por isso, listamos algumas youtubers que fazem um trabalho muito legal em seus canais, falando sobre feminismo, empoderamento e muito mais. Mulheres incríveis que vale a pena você seguir!

 

Nátaly Neri

Com o canal Afros e Afins, Nátaly Neri encontrou espaço para falar de racismo, beleza negra, moda consciente, feminismo negro e empoderamento. Ela é estudante de ciências sociais e traz discussões superinteligentes para os vídeos, tratando de assuntos de enorme importância que na maioria das vezes não são abordados em outras mídias. Vale muito a pena assistir e se inscrever, independente da sua raça!

 

 

Gabi Oliveira

Outro nome de peso no Youtube que trata de temáticas raciais é Gabi Oliveira, do canal DePretas. Ela é formada em Comunicação Social e faz vídeos sobre assuntos que vão desde as relações étnico-raciais à estética da mulher negra. Além de muito importante, o conteúdo tem o bônus de ser produzido com um lindo sorriso e muito alto astral!

 

 

Ellora Haonne

Se você tem dificuldades para aceitar o seu corpo, o canal de Ellora Haonne foi feito para você! Após sofrer com bulimia por um tempo, Ellora decidiu usar os vídeos para falar sobre auto aceitação, empoderamento, padrões de beleza e tudo isso que a sociedade nos impõe para que a gente não se sinta bonita. Vale a pena conferir especialmente o vídeo do tour pelo corpo, no qual ela mostra como as pessoas mostram uma versão melhorada de si mesmas nas redes sociais.

 

 

Victoria Ferreira

O canal de Vic Ferreira trata basicamente de comportamento feminino. Nos vídeos, ela fala sobre assuntos que vão desde feminismo até beleza e lifestyle. Ela passou recentemente pela transição capilar e mostrou tudo no canal: produtos, técnicas de finalização, além de conversas sobre como aceitar o seu cabelo.

 

 

Rayza Nicácio

Quando o assunto é cabelo cacheado e transição capilar, ninguém melhor do que Rayza Nicácio para falar sobre o tema. Com mais de 1,3 milhões de inscritos, ela foi umas das primeiras pessoas a falar sobre assumir os cachos e aceitar o seu cabelo ele é. Uma inspiração para muitas cacheadas por aí!

 

 

Tudo Orna

As irmãs Bárbara, Débora e Júlia Alcântara são uma grande inspiração para qualquer mulher empreendedora. Elas começaram um blog de moda em Curitiba e a partir dele, atualmente contam com uma marca de acessórios, uma cafeteria, uma marca de cosméticos, um curso de empreendedorismo digital e, claro, um canal de Youtube!

 

 

*por Érica Rodrigues

 

Leia mais – Moda: 4 marcas plus size para arrasar no estilo sim!

 

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Inspiração: 5 filmes girl power que todos precisam assistir!

Que lindo dia para incentivar o amor próprio a uma mulher, não é mesmo? Combater o machismo não significa odiar os homens, mas promover a igualdade entre homens e mulheres. Tratá-los como dois seres humanos que são. Focar na sua condição humana, onde todos são iguais. Definitivamente, não é um plano maligno para destruir o mundo, é só a luta de mulheres para decidir sobre suas vidas. Queremos seguir nossos sonhos sem culpa e sem julgamento social. Por exemplo, se não queremos casar e ter filhos, as pessoas ficam falando que não seremos felizes e completas. Mesmo que esse sentimento seja muito claro dentro de nós, sempre ficamos com aquela sensação de “será que eles têm razão?”. É muito incômodo.

Quando recebemos uma cantada numa festa, dizemos “eu tenho namorado”. Apesar de muitas de nós não percebermos o porquê de respondermos assim, respondemos por dois motivos: 1) demonstrar para aquele homem que há outro homem cuidando de nós, porque os homens respeitam o nosso namorado, mas não nossa vontade; e 2) para não ferir o ego do cara. Já perceberam que essa frase soa como “nossa, que pena, é uma ótima oportunidade, já que você parece um homem maravilhoso, mas infelizmente já estou namorando”. Se você acha que estou exagerando, pense: já experimentou dizer não? Há grandes chances dele ficar muito irritado e dizer que estamos “nos achando”, numa postura tipo “nem queria mesmo…”.

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Imagem do filme Mulher Maravilha (2017)

Felizmente o cinema tem contribuído com esse debate, trazendo filmes com a temática para as salas de cinema. É uma forma bem bacana de mostrar a homens e mulheres que dá pra conviver em paz respeitando a liberdade do coleguinha. Estamos numa era de lançamento de muitos filmes girl power. Escolhemos algumas sugestões para ver neste fim de semana!



Leia mais – Porque toda mulher precisa assistir à série “Anne With an E”, da Netflix

 

“Pedra da paciência” (2012)

Uma mulher, diante do marido em estado vegetativo, desabafa sobre tudo o que sentiu em todos os anos de casamento. É um mergulho dentro de si. Uma viagem na auto descoberta de uma mulher no contexto de opressão feminina do Afeganistão.

 

“Valente” (2012)

A Princesa Merida é uma menina corajosa que luta para proteger seu povo. Usando seu arco e flecha, ela combate uma maldição derramada sobre seu reino. Nada de glamour e passividade. É um dos melhores filmes girl power infantis!



“Frida” (2002)

O filme conta a história de Frida Kahlo, uma artista plástica mexicana. Estrelado pela atriz Salma Hayek, o filme mostra como a pintora viveu um casamento aberto conturbado com Diego Rivera (Alfred Molina), e seu caso com o político Leon Trostky (Geoffrey Rush), além de algumas mulheres. Frida era intensa e criativa. Uma personalidade indomada. Tornou-se um dos filmes girl power mais famosos, incentivando debates até hoje.

 

“A hora mais escura” (2013)

Maya (Jessica Chastain) é uma agente da agência de inteligência norte americana CIA. Participou ativamente dos planos de capturar Bin Laden no Paquistão. Sua participação ficou à margem dos holofotes. O filme faz jus ao seu protagonismo.

 

“Mulher Maravilha” (2017)

A menina criada desde criança para ser uma guerreira, Diana Prince (Gal Gadot) se lança no “mundo dos homens” para combater o mal que está se espalhando pelo mundo. O protagonismo feminino é bem ressaltado no roteiro.

Por Larissa Rodrigues: desenhista do @be.my.type, internacionalista e mestranda de Relações Internacionais da UEPB. Adora falar de política, espiritualidade e coisinhas que amenizam nossa experiência de vida: filmes, moda, viagens e comida!!!



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