Dica de viagem: como viajar de trem na Europa?

O trem é um clássico europeu. Retratado diversas vezes no cinema (vide a recente adaptação de Assassinato no Expresso do Oriente), esse meio de transporte tem tudo a ver com o Velho Continente e é um dos principais meios de transporte por lá. Seja para curtas distâncias, entre cidades vizinhas, ou mesmo para cruzar fronteiras, o trem é confortável, democrático, tradicional e, na maioria dos casos, moderno.

Mas, para nós brasileiros, essa ainda não é uma forma comum de se locomover. Quando se começa a planejar a viagem, já surge aquela dúvida: afinal, como viajar de trem na Europa? Calma que a gente explica!

Antes de tudo é preciso entender que a dinâmica de uma viagem de trem é diferente de um ônibus ou avião. Neles, é comum que não haja ninguém para te auxiliar para encontrar o seu vagão, o acento e muito menos para guardar a bagagem.



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Daí, já surge a nossa primeira dica: se você tentar viajar de trem na Europa com uma mala de mão e duas de 23kg, é praticamente certeza que vai passar muito perrengue. Tente levar o mínimo de bagagem possível, pois além de não ter ninguém para te ajudar a carregar e guardar os volumes, muitas vezes no vagão não há espaço suficiente para todas as malas. Assim, você vai ter que guardar uma parte em outro vagão e sofrer um bocado para reunir tudo novamente na hora de descer. Sem contar que muitas vezes é necessário colocar a mala em um bagageiro alto, e se ela pesar 23kg, você pode sofrer um pouco.

Na maioria dos trens não é necessário reservar acento, mas em muitos casos acaba saindo mais barato comprar antes, pois você pode pegar alguma promoção. Porém, se não quiser correr o risco de comprar e talvez não conseguir chegar a tempo na estação, na grande maioria dos casos é possível comprar na hora.

E nessa hora surge a questão: é melhor escolher a primeira classe ou a segunda? Bom, a maioria dos trens europeus são novos, então a segunda classe já é bem confortável. Muito mais do que a classe econômica do avião, por exemplo. Em trechos de até 4h de duração, escolher a primeira classe pode ser um luxo desnecessário, já que a segunda atende bem às necessidades de conforto. Em viagens noturnas ou mais longas, pode valer a pena pagar um pouco mais por uma ou outra regalia.

Comprada a passagem, chegou a hora de embarcar! Nesses casos, é comum que você precise encontrar o seu vagão e acento sozinho. No caso de embarcar em um trem na primeira cidade da linha é mais simples, pois ele fica parado por vários minutos na plataforma antes do horário de partida. Nesse caso é só conferir o número do vagão e o acento.

Porém, se você vai embarcar em uma cidade no meio do trajeto, geralmente o trem passa pouco tempo na plataforma (algo em torno de 5 a 10 minutos). Nesses casos, a dica é perguntar a um local em que altura da plataforma o seu vagão vai parar. Pois caso você vá embarcar no vagão 28, por exemplo, e ficar parado esperando onde vai parar o vagão 7, pode ser a maior correria para dar tempo na hora de embarcar.

Depois de seguir essas dicas básicas, é só sentar e curtir as belas paisagens europeias pela janela!

 

Leia mais – Quanto custa viajar para Portugal? Dicas para economizar com conforto



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Viagem: antiga Iugoslávia é um destino barato na Europa!

O país, na região dos Bálcãs na Europa, surgiu após a Primeira Guerra Mundial, em 1918. Era formada por seis repúblicas socialistas: Macedônia, Sérvia, Eslovênia, Montenegro, Croácia e Bósnia-Herzegovina. Pouco a pouco as repúblicas foram se separando e em 2006 a Iugoslávia foi completamente dissolvida. Com muita história pra contar e passeios dos mais diversos, essa região é um destino barato na Europa fantástico.

Exceto a Eslovênia, esses países não fazem parte da Zona do Euro. As moedas locais são bem desvalorizadas frente ao Euro, então os produtos são bastante baratos. Na Macedônia, por exemplo, é possível fazer uma boa refeição numa lanchonete por apenas 3 Euros. Já falamos sobre a Croácia aqui e vale a pena dar uma olhada no post! Apesar de já terem formado um mesmo país, essas repúblicas tem culturas bem diferentes, cada uma com sua etnia. Esse foi o motivo pelo qual se separaram. Então é bem interessante tentar conhecer cada uma delas e conferir suas peculiaridades.



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Kosovo

Montenegro se destaca pela sua costa peculiar, cheia de montanhas e praias. São paisagens de tirar o fôlego! A Sérvia também é cheia de montanhas, onde há estâncias antigas que atraem turistas. Na capital, Belgrado, muitos espetáculos de teatro e festivais de cinema fazem da cidade um pólo vibrante de cultura. Na Bósnia, a capital Sarajevo tem um centro histórico muito bem preservado, que conta muito sobre a história européia.

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Montenegro
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Sérvia



Segundo o site Skyscanner, uma passagem de ônibus em Sarajevo custa aproximadamente R$ 3,30; uma refeição num restaurante custa em média R$ 15 e uma diária de albergue, a partir de R$ 30. Brasileiros não precisam de visto pra visitar esses países, mas confira se o seu passaporte está válido. Cada país tem uma moeda diferente, então fique atento na hora de trocar. Procure casas de câmbio seguras. Com exceção de áreas mais turísticas da Croácia, dá para passar bem com 200 Euros nessa trip, ficando em albergues e usando transporte público.

Veja os vlogs de viagem de André Minacowicz na Macedônia:

Leia mais Dicas para encontrar passagens aéreas baratas!

 

Por Larissa Rodrigues: desenhista do @be.my.type, internacionalista e mestranda de Relações Internacionais da UEPB. Adora falar de política, espiritualidade e coisinhas que amenizam nossa experiência de vida: filmes, moda, viagens e comida!!!

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Road trips: cinco destinos perfeitos para viagens de carro incríveis!

Viajar é sempre uma experiência incrível, mas há alguns transportes que podem tornar o passeio ainda melhor. É o caso das viagens de carro, ou road trips, que são ideais para quem deseja conhecer a melhor o destino, curtindo as paisagens, com a possibilidade de parar onde quiser. Gostou da ideia? Então confere a nossa lista com cinco destinos perfeitos para viagens de carro incríveis!

 

Carretera Austral

Se você ama destinos com bastante natureza, precisa conhecer a Carretera Austral, uma rodovia localizada no sul do Chile, com 1.240 km de extensão, que liga as cidades de Puerto Montt a Villa O’Higgins. O caminho cruza diversos parques nacionais, com paisagens lindas e inexploradas. A youtuber Dani Noce cruzou a Carretera Austral com o seu marido, Paulo, e mostrou um pouco da viagem no canal dela. Vale a pena conferir os vídeos para ter uma noção melhor do tipo de viagem e o que pode ser explorado por lá!

 

 Toscana

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A região da Toscana, na Itália, é perfeita para pegar um carro e conhecer as cidadezinhas lindas, apreciando as belas paisagens, cheias de vinhedos. Há várias formas de se aproveitar essa road trip, seja usando a cidade de Florença como base e viajando pequenos trechos todos os dias, ou se hospedar pelo caminho. Há diversos hotéis maravilhosos na região, inclusive é possível de hospedar em vinhedos e até castelos! Ah, e não podemos esquecer da gastronomia sensacional da região!



Provence

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Outro destino na Europa que pode render uma road trip de tirar o fôlego é a região da Provence, no sudeste da França. O local possui inúmeras belezas naturais, além dos famosos plantios de lavanda, tradicionais nessa parte da França. É preciso apenas dizer que o pintor Van Gogh morou na região e se inspirou em muitas paisagens para suas obras. Na viagem pode-se conhecer cidades medievais, vinhedos e provar o tradicional e sofisticado mel de lavanda, produzido por lá.

 

Islândia

A Islândia é mais um destino perfeito para os amantes da natureza, porém com um pouco menos de aventura que a Carretera Austral. A ilha é cheia de cachoeiras, praias de areia preta, termais e gêiseres, mas grande parte das atrações só pode ser acessada de carro. O roteiro mais comum para quem vai fazer uma road trip no país é sair da capital, Reykjavík, e dar a volta no país através da Rodovia 1, também conhecida como “Rodovia do Anel”, um trajeto de aproximadamente 1.328 km.



Rota 66

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A Rota 66 foi inaugurada em 1938 e em seu traçado original tinha cerca de 4 mil km de extensão, cruzando quase 200 cidades e oito estados americanos, partindo de Chicago, em Illinois, até Santa Monica, na Califórnia. Atualmente várias partes da rodovia foram absorvidas por vias expressas e outras estão completamente abandonadas, mas é possível fazer vários trechos do trajeto original, com paisagens lindas. A viagem tem todo o encanto para os apaixonados por cinema, já que o caminho já foi citado em diversos filmes como Easy Rider (1969), Forrest Gump (1994) e Golpe de Mestre (1973), além da série Route 66 (1960) e a animação Carros (2006). No percurso é possível visitar legítimas cidades fantasmas, dar uma esticadinha até o Grand Canyon (que fica em uma das saídas da estrada, no estado do Arizona), além do primeiro Mc Donald’s, na Califórnia, que hoje abriga um museu não oficial da marca.

 

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Dica: redes de hostels para se hospedar na Europa

Se você pensa em viajar para a Europa, certamente a questão de onde se hospedar é uma das prioridades no planejamento. São diversas opções que vão desde hotéis de luxo maravilhosos a hostels onde você pode aproveitar preços amigos e curtir grandes experiências.

Porém, as vantagens de se hospedar em um hostel vão muito além do preço. Lá você pode conhecer pessoas do mundo todo e aproveitar as áreas de convivência, como bares, cafés e restaurantes, que geralmente ficam dentro dos estabelecimentos. Para quem viaja sozinho, também é possível ficar em quartos compartilhados pagando muito barato, e assim guardar a grana para aproveitar melhor a viagem.

Mas com tantas opções de hospedagem, fica difícil decidir qual a melhor. Nesses momentos, hospedar-se em redes de hostels pode ser uma ótima saída! Assim você garante que todas as estadias da viagem serão em estabelecimentos do mesmo padrão e evita surpresas desagradáveis. Para te ajudar, trouxemos a dica de duas redes de hostels bem legais para se hospedar na Europa!



Generator Hostels

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Os Hostels Generator são uma ótima opção para quem nunca se hospedou nesse tipo de acomodação. Eles apostam em uma pegada mais “parecida com um hotel”, pois contam com quartos de luxo com um design cuidadoso a preços razoáveis. Também é legal para quem viaja em casal e busca privacidade, mas também deseja viver a experiência de conhecer pessoas. Os hostels da rede também contam com eventos sociais exclusivos para os viajantes e locais das cidades onde estão localizados.

A rede possui hostels em Amsterdam, Barcelona, Berlim, Copenhague, Dublin, Hamburgo, Londres, Roma, Stockholm, Veneza e Paris.

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St. Christopher’s Inns

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Os hostels da rede St. Christopher’s Inns apostam em uma proposta mais simples, porém confortável e organizada. São ideais para quem busca pagar mais barato, sem deixar o conforto de lado e as boas experiências. Os hostels em geral contam com bares e cafés com internet, onde é possível socializar com os outros viajantes, enriquecendo ainda mais a sua viagem.

A rede opera em 20 albergues nas cidades mais populares e animadas em todo o Reino Unido e Europa. É possível encontra-los em Londres, Paris, Berlim, Amsterdã, Barcelona, ​​Copenhague, Cardiff, Bruges, Praga, Edimburgo, Bath e Newquay.

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Leia mais – Qual a melhor opção de hospedagem em Nova York?



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#Sonho: casal dá a volta ao mundo de carro!

Todo aventureiro sempre tem aquele sonho de largar tudo e dar uma volta ao mundo, conhecendo lugares e pessoas novas. O casal Rômulo Wolff e Mirella Rabelo decidiu tornar esse sonho realidade e iniciou em dezembro de 2014 uma viagem que já passou pelas Américas e agora está desbravando a Europa.

A bordo da fiel companheira Gallega (uma Nissan Frontier), eles viajam e produzem conteúdo diariamente para o seu canal de Youtube, que já conta com mais de 280 mil inscritos. O apelido carinhoso do carro é bem apropriado: remete a uma das caravelas que Cristovão Colombo usou para descobrir as Américas, a Santa Maria, que tinha o apelido de Gallega.

Conversamos rapidamente com eles por email. Confere a entrevista:

 

Rota Principal – Quanto tempo vocês se programaram antes de sair viajando? 

Travel and Share –  Nos programamos por 6 meses.

 

Rota Principal – Qual o lugar mais marcante que vocês visitaram na viagem?

Travel and Share – Argentina e Chile foram lugares muito especiais, pois lá além de ser muito bonito, fizemos muitos bons amigos.

 

Rota Principal –  O que vocês acham que mais mudou em vocês depois de todo esse tempo viajando?

Travel and Share – Cada vez mais o que nos interessa em ver nos países que visitamos é a cultura. É legal ver pontos turísticos, mas cada vez menos esses lugares nos interessam. Conhecer pessoas e aprender como elas vivem é o que mais nos interessa.

 

Rota Principal –  Vocês têm planos de voltar a viver uma vida “normal”, morando em uma só cidade, como antes da volta ao mundo?

Travel and Share – No momento não, enquanto conseguirmos viver dessa forma o faremos.

 

Rota Principal –  Que canais vocês mais assistem no Youtube?

Travel and Share – Temos pouco tempo para ver Youtube. Acho que isso acontece com a maioria dos criadores da plataforma. Temos alguns canais inspiração que assistimos sempre que podemos, são eles: Tim Kellner, Casey Neistat, Ben Brown, Jon Olson.

 

Rota Principal – Que conselho vocês dariam pra quem também tem o sonho de rodar o mundo inteiro?

Travel and Share – Planejar, juntar dinheiro e ir. O mundo e as pessoas são muito melhores do que vemos nos sites de notícia.

 

Rota Principal – Depois de viajar tanto, vocês acham que fica mais difícil se encantar com os novos lugares?

Travel and Share – Os lugares depois de um tempo sempre são os mesmos, mas as pessoas, sua cultura e rotinas sempre serão diferentes.

 

Conheça um pouco mais do Travel and Share:

 

Aproveita e se inscreve no canal deles pra acompanhar essa aventura!

 

Leia mais – 6 sites para quem ama viajar!

Roteiro: Coimbra e Porto

Érica Rodrigues

Como já falei anteriormente, viajei para Portugal em novembro e amei muito o país. Escrevi um roteiro dos primeiros quatro dias que passei em Lisboa, e resolvi compartilhar também as minhas experiências nas duas outras cidades por onde passei: Coimbra e Porto.

 

Dia 5:

Acordamos cedo em Lisboa para tomar café e pegar um táxi até a estação Santa Apolónia, onde iriamos tomar um trem até Coimbra. Acabamos aceitando o táxi oferecido pelo hotel e não foi uma boa ideia, pois acabou saindo bem mais caro. Recomendo pedir um táxi de fora, ou chamar na rua, pois muitas vezes os hotéis têm convênios com taxistas que cobram um preço mais elevado dos turistas.

Chegando à estação, compramos as passagens para o trem Intercidades na segunda classe. Várias pessoas haviam nos prevenido a não pegar o Intercidades, alegando que ele seria muito mais demorado que o Alfa Pendular. Porém, era a partida mais próxima do horário em que chegamos à estação e acabou sendo uma ótima escolha. Além de ser mais barato, a viagem foi rápida e ainda pudemos avistar as belas paisagens do caminho.

Ao chegar em Coimbra, desembarcamos na estação Coimbra-B e pegamos outro trem até Coimbra-A, que ficava bem ao lado do nosso hotel. Nos hospedamos no Hotel Oslo, que recomendo muito.

Deixamos as malas no hotel e fomos dar uma volta na cidade. Coimbra é uma cidade linda! Vale a pena se perder nas ruazinhas apenas para apreciar a paisagem. Depois de andar um pouco, acabamos voltando para almoçar no restaurante Estação Doce, ao lado do nosso hotel. Pedi salmão com arroz, salada e batata frita, que me custou apenas 6,80 euros. De sobremesa, pedimos o melhor waffle que já comi na vida!

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Depois de bem alimentadas, saímos em busca de conhecer a famosa Universidade. Nos perdemos um pouco no caminho, mas no final acabamos chegando a tempo de comprar os tickets para visitar o campus, que custa 10 euros inteira e 8 euros estudante. Vale a pena fazer essa visita, principalmente pela famosa Biblioteca Joanina, que é realmente de maravilhosa.

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Depois de sair da Universidade, paramos na Praça 8 de Maio (que também vale muito a visita) para tomar um café e aplacar o frio. Encomendamos duas sopas para o jantar e fomos ao hotel tomar banho.

À noite, fomos até o Café Santa Cruz, também na Praça 8 de Maio, assistir um show de Fado de Coimbra. Foi uma experiência incrível!

 

Resumo do dia:

Estação Santa Apolónia

Restaurante Estação Doce

Universidade de Coimbra

Praça 8 de Maio

Café Santa Cruz

 



 

Dia 6:

Nas nossas últimas horas em Coimbra, eu estava decidida a visitar a Fonte dos Amores. Então, acordamos cedo, tomamos café, passamos na estação para comprar nossas passagens para a cidade do Porto e partimos a pé para o outro lado do rio, rumo à Quinta das Lágrimas. É uma caminhada tranquila, porém estava muito frio. Mas acabou valendo a pena porque o lugar é sensacional. Ficamos completamente encantadas!

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Após voltarmos de táxi para o hotel (que custou apenas 3 euros), pegamos as malas e partimos rumo ao Porto. A viagem é bem tranquila e dá pra ver muitos lugares maravilhosos pela janela. Minha única ressalva com os trens portugueses é sobre o embarque e desembarque com as malas. Não há ninguém para ajudar e o espaço entre o comboio e a plataforma é razoável, então esteja preparado se você, como eu, exagerou nas compras.

Chegando ao Porto, pegamos um táxi até o Grande Hotel do Porto, onde ficamos hospedadas. O hotel é maravilhoso e fica na rua mais central da cidade, vizinho ao Café Majestic. Deixamos as malas e fomos almoçar no restaurante Porto Douro, que fica na mesma rua. Lá eles servem pratos à la carte, mas também o menu do dia, com uma opção de carne, acompanhamentos e um prato de salada, tudo por 5 euros.

À tarde fomos a pé até a Livraria Lello e Irmão, que é um dos lugares mais lindos da cidade. É preciso pagar cinco euros para visitar o local, mas eles são deduzidos da sua conta, caso você compre algum livro. Começou a chover e tivemos que voltar ao hotel às pressas, pois não tínhamos guarda-chuva.

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Jantamos caldo verde no Porto Douro e fomos de métro até o Norte Shopping, comprar uma mala na Primark. Aproveitamos para comprar vinhos no supermercado Continente, que fica dentro do shopping. Recomendo comprar vinhos no supermercado, pois são muito mais baratos que nas caves. Comprei uma garrafa de Ferreira a 6 euros.

Por causa da chuva, acabamos passando o maior perrengue para pegar um táxi, mas no fim acabou dando tudo certo.

 

Resumo do dia:

Fonte dos amores

Restaurante Porto Douro

Livraria Lello

Norte Shopping

 



 

Dia 7:

A nossa primeira parada do dia foi a Torre dos Clérigos. A vista é de tirar o fôlego! Não conseguimos subir até o fim, pois as escadas são muito apertadas e estava lotado, mas valeu a pena cada degrau.

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Andamos até a Sé do Porto, que é outro espetáculo. Acabamos não entrando, pois estava fechada, mas a vista de lá é sensacional e a igreja é linda. De lá, caminhamos até a ribeira, meu lugar preferido da cidade. Nunca tinha visitado um lugar tão lindo. A todo minuto me senti dentro de um filme!

Almoçamos no restaurante Vime e pedimos Francesinha, um prato típico da cidade, que eu amei demais!

Após o almoço, tínhamos uma visita à Cave Ferreira, do outro lado do rio, às 15h30. Fomos a pé e foi a caminhada mais agradável que fiz na vida! A visita à cave, em Vila Nova de Gaia, é uma experiência única e imperdível para quem for ao Porto. Lá é possível entender um pouco da história e fabricação do vinho do Porto e ainda provar dois tipos da bebida.

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Na volta, pegamos o teleférico para contemplar a cidade de cima. Nossa, que vista! E andamos até o hotel. Jantamos novamente no Porto Douro (para vocês verem como o restaurante era bom!) e fomos ao supermercado comprar mais vinhos, afinal, ninguém é de ferro.

 

Resumo do dia:

Torre dos Clérigos

Sé do Porto

Ribeira

Restaurante Vime

Caves Ferreira

Teleférico de Gaia

Restaurante Porto Douro

 

Você pode ver aqui o roteiro dos primeiros quatro dias de viagem, em Lisboa.



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