Música ao vivo no Espaço Mundo nesta sexta, sábado e no domingo

Janeiro finalmente chegou o fim, mas a notícia boa é que fevereiro começou com muita música no Centro Cultural Espaço Mundo, que proporciona a um público limitado apresentações como de A Quadrilha, Caixa de Marimbondo e Totonho, respectivamente nesta sexta(4), sábado(5) e domingo(6). A casa abre sempre às 17h, então escolha sua melhor máscara, separa o cartão de vacina e chega cedo pra garantir sua participação nessas noites musicais quentes e imperdíveis.

A Quadrilha é um quarteto vocal com um único intuito: criar. O grupo formado po Amorim, Guga Limeira, Elon e Pedro Indio Negro está na ativa desde 2018, se apresentando por cidades do litoral ao sertão da Paraíba. O trabalho do grupo se define em forma de canções que falam de amor e de batalhas diárias, tudo calcado na poesia paraibana, porém em diálogo com as mais diversas vertentes culturais.

A Quadrilha possui três EPs lançados, Quadrilha (2019); Quadrilha Ao Vivo (2020) e Pra Já (2020), sendo a harmonia vocal sua principal característica, o aproximando da tradição brasileira de quartetos vocais, mas também dialogando com a música contemporânea. Nesta sexta (4), eles fazem seu primeiro show do ano no palco do Espaço Mundo a partir das 19h com participações especiais da atriz Suzy Lopes e a cantora Carolis. O couvert artístico é R$15.

Caixa de Marimbondo surgiu inicialmente como projeto de pesquisa musical da cultura popular nordestina e em seguida transformou-se em apresentações musicais com intervenções poéticas. Em 2018 tornou-se um projeto musical coletivo composto pelos músicos CassiCobra (percussão orgânica e digital), Lucas Dan (sanfona, pífanos, sintetizadores e sampler), Daniel Jesi (baixo/mpc) e Jader Finamore (guitarra baiana e trompete).

A sonoridade passeia principalmente pelo Forró, Xote, Baião, a cultura popular nordestina e seus universos, mas também pelos ritmos afro-brasileiros, pelo Carimbó, Cúmbia, Reggae, Dub, Afrobeat, Funana e o Jazz enquanto conceito de improvisação, que faz com que cada espetáculo seja uma memória sonora de vivência única. Neste sábado (5), Caixa de Marimbondo agita o Espaço Mundo a partir das 19h com a participação especial de Tarcísio Pereira no trompete. A noite conta ainda com discotecagens de Big Jesi e Jáder Finamore, com couvert artístico a R$15.

Totonho Ao Pé do Ouvido

Encerrando a semana com chave de ouro e tornando este domingo(6) super  especial, Totonho se apresenta em um show acústico “Totonho Ao Pé do Ouvido”, acompanhado dos músicos Ernani Sá (violão)  e CassiCobra (percussão e mpc).

Totonho dispensa apresentações para o público paraibano, tendo mais de 30 anos de carreira e nascido em Monteiro, o cantor e compositor promete para essa apresentação as clássicas canções dos álbuns ’Totonho E Os Cabra (2001)’, ‘Sabotador de Satélite (2005)’ e ‘Samba Luzia Gorda (2018)’ na maciez do formato voz, violão e percussão para um público limitado no Espaço Mundo, a partir das 18h com couvert artístico a R$15.

O Centro Cultural Espaço Mundo desde 2009 está localizado no casarão 53 da Praça Antenor Navarro, no bairro do Varadouro, no Centro Histórico da capital paraibana. Atualmente funciona de sexta a domingo, das 17h às 0h, com capacidade para 80 pessoas e seguindo rigorosamente todos os protocolos sanitários necessários para contenção da pandemia de Covid-19. No local você ainda aprecia o trabalho de dois artistas visuais paraibanos muito talentosos, Rafael Passos e Lola Pinto.

É obrigatória apresentação de comprovação de pelo menos 2 doses da vacina, documento com foto e uso de máscara corretamente. Acompanhe a programação nas redes sociais da casa:

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SERVIÇO

A Quadrilha com participação de Suzy Lopes e Carolis

04/02 (sexta), às 19h

Couvert artístico R$15,00

Caixa de Marimbondo com participação de Tarcísio Pereira + Discotecagem de Big Jesi e Jader Finamore

05/02 (sábado), às 19h

Couvert artístico R$15,00

Totonho Ao Pé do Ouvido com participação de Ernani Sá e Cassicobra

06/02 (domingo), às 18h

Couvert artístico R$15,00

Centro Cultural Espaço Mundo

Praça Antenor Navarro, 53 – Varadouro (Centro Histórico)

(83) 3021-5233 / 99123-7704

CONTATO

(83) 99123-7704 Rayan Lins

(83) 98634-3882 Luiza Monteiro

ccespacomundo@gmail.com

 

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Projeto ‘De Repente na Estrada’ chega a Bananeiras com os paraibanos Antônio Carlos e Raimundo Caetano

A Fundação Espaço Cultural da Paraíba (Funesc) realiza, em parceria com o Departamento Estadual de Trânsito da Paraíba (Detran-PB), a segunda edição do projeto ‘De Repente na Estrada’, que até o final deste ano terá percorrido 12 cidades paraibanas. A próxima parada é o município de Bananeiras, com a dupla de poetas paraibanos Antônio Carlos e Raimundo Caetano. O evento acontece nesta sexta-feira (4), no Espaço Cultural Oscar de Castro, com entrada gratuita. A apresentação fica por conta de Iponax Vila Nova, coordenador do projeto.



A estreia aconteceu no dia 21 de janeiro, em João Pessoa, com a presença de dois mestres da arte do improviso: Iponax Vila Nova (PE) e Rogério Meneses (PB). Os municípios de Campina Grande, Cuité, Monteiro, Patos, Aguiar, São Bento, Cajazeiras, Sousa, Princesa Isabel e Itabaiana receberão a visita do projeto ao longo da temporada 2022. A Funesc e o Detran contarão com apoio das prefeituras de cada cidade que sediará a programação. Em todos os locais o acesso será gratuito. Nas cidades onde o projeto for realizado em ambientes fechados, será exigida a apresentação de esquema vacinal completo.


Mulheres na cantoria –  No mês de março, o município de Campina Grande sediará a terceira edição do Festival Mulheres no Improviso (FEMI), integrando a programação do Mês da Mulher. A edição especial do De Repente acontece no dia 11, no Cine-Teatro São José, com um time de poetas cantadoras de diferentes gerações.  Elas se apresentarão em duplas: Minervina Ferreira (PB) e Francisca Maria (PB); Fabiane Ribeiro (MA) e Lucinha Saraiva (CE); Santinha Maurício (PE) e Maria da Soledade (PB); Toinha Brito (CE) e Damiana Pereira (CE).

Mudanças no projeto – Em seu formato inicial, o projeto acontecia apenas em João Pessoa, com o nome ‘De Repente no Espaço’. As cantorias eram mensais e o ponto de encontro era o mezanino do Teatro Paulo Pontes. Foi assim de 2015 até o início de 2020, quando as atividades foram suspensas em função das medidas de prevenção contra a covid-19. Com a pandemia, uma nova configuração do projeto foi criada para o ambiente virtual, com o nome ‘De Repente na Rede’.

Após dois anos em formato virtual, o projeto De Repente volta a ser realizado presencialmente e vai circular as doze Regionais de Cultura da Paraíba. A ação contará com a participação de 30 repentistas de seis estados do Nordeste: Paraíba, Pernambuco, Ceará, Rio Grande do Norte, Piauí e Maranhão. Nos meses de março e dezembro, acontecerão edições especiais. Uma em homenagem ao Dia Internacional da Mulher e para fechar o ano, o Festival De Repente no Espaço.

Confira o itinerário do ‘De Repente na Estrada’ em 2022

04/02, 20h –  Bananeiras, com Antônio Carlos (PB) e Raimundo Caetano (PB)
Local: Espaço Cultural Oscar de Castro

11/03, 20h – Campina Grande, Festival, com Minervina Ferreira (PB), Francisca Maria (PB), Fabiane Ribeiro (MA), Lucinha Saraiva (CE), Santinha Maurício (PE), Maria da Soledade (PB), Toinha Brito (CE) e Damiana Pereira (CE)
Local: Cine Teatro São José

01/04, 20h – Cuité, com Felipe Pereira (RN) e Helânio Moreira (RN)
Local: Teatro Municipal Dona Chicota

06/05, 20h – Monteiro, com Zé Viola (PI) e Hipólito Moura (PI)
Local:  Praça João Pessoa

03/06, 20h – Patos, com Miro Pereira (RN) e Jorge Macêdo (CE)
Local: Fundação Ernani Satyro

01/07, 20h – Aguiar, com Afonso Pequeno (PE) e André Santos (PE)
Local: Praça Miguel Izidio Leite

05/08, 20h – São Bento, com João Lídio (PE) e Antônio Silva (PB)
Local: Distrito de Barra de Cima

02/09, 20h – Cajazeiras, com Jeferson Silva (PI) e Jairo Silva (PI)
Local: Teatro Íracles Brocos Pires

07/10, 20h – Sousa, com Gilmar de Oliveira (PB) e Cícero Justino (CE)
Local: Praça da Estação

04/11, 20h – Princesa Isabel, com Sebastião Dias (RN) e Severino Pereira (PB)
Local: Escola Municipal Carlos Alberto

02/12, 20h – Itabaiana, com Erasmo Ferreira (PB) e João Lourenço (PB)
Local: Praça Epitácio Pessoa

23/12, 20h – João Pessoa (Festival De Repente no Espaço)
Local: Espaço Cultural José Lins do Rego

 

 

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#TBtdoRota: 6 filmes nacionais sobre política

Em tempos de crise política, nada melhor que o cinema para nos ajudar a entender como funciona o poder no país. Listamos seis filmes nacionais sobre política para refletir sobre vários aspectos do tema!

 

Terra em Transe

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Um clássico de Glauber Rocha, mostra o senador Porfírio Diaz (Paulo Autran), que detesta seu povo e pretende tornar-se imperador de Eldorado, um país localizado na América do Sul. Porém existem diversos homens que querem este poder, que resolvem enfrentá-lo. Enquanto isso, o poeta e jornalista Paulo Martins (Jardel Filho), ao perceber as reais intenções de Diaz, muda de lado, abandonando seu antigo protetor.

O filme pode ser lido como uma sátira da política brasileira nos anos de 1960 a 1966, criticando os que fizeram parte desse processo, inclusive as várias correntes da esquerda.

 

 

Tropa de Elite 2

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Nascimento (Wagner Moura), agora coronel, foi afastado do BOPE por conta de uma malsucedida operação. Desta forma, ele vai parar na inteligência da Secretaria de Segurança Pública do Estado. Lá, porém, ele descobre que o sistema que tanto combate é mais podre do que imagina e que o buraco é bem mais embaixo. Uma crítica atual à corrupção nas instituições públicas brasileiras, o filme trata da relação entre segurança pública e financiamento de campanha.

 

 

O Bem Amado

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Após o assassinato do prefeito de Sucupira por Zeca Diabo (José Wilker), começa uma disputa política entre Odorico Paraguaçu (Marco Nanini) e Vladimir (Tonico Pereira) pelo cargo vago. Odorico vence a eleição e toma posse como prefeito, e uma de suas promessas é construir o primeiro cemitério da cidade, para evitar a emigração dos habitantes após morrerem. Só que, após a obra ser concluída, há um problema: ninguém em Sucupira morre, o que impede que o cemitério enfim seja inaugurado. Sofrendo pressão devido a acusações de superfaturamento, Odorico precisa encontrar um meio para que o grande feito de seu mandato não se torne uma grande piada. O filme é uma sátira bem-humorada da política brasileira, mais especificamente do interior do país. Nas pequenas cidades, onde os prefeitos fazem obras majestosas e sem grande utilidade, buscando mais colocar seu nome na placa de inauguração do que beneficiar o povo.

 

 

O que é isso, companheiro?

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O jornalista Fernando (Pedro Cardoso) e seu amigo César (Selton Mello) abraçam a luta armada contra a ditadura militar no final da década de 60. Os dois alistam num grupo guerrilheiro de esquerda. Em uma das ações do grupo militante, César é ferido e capturado pelos militares. Fernando então planeja o sequestro do embaixador dos Estados Unidos no Brasil, Charles Burke Elbrick (Alan Arkin), para negociar a liberdade de César e de outros companheiros presos. Uma das produções nacionais que abordam o período de ditadura militar no país e o clima da época.

 

 

O ano em que meus pais saíram de férias

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Em 1970, Mauro (Michel Joelsas) é um garoto mineiro de 12 anos que adora futebol e jogo de botão. Um dia, sua vida muda completamente, já que seus pais saem de férias de forma inesperada e sem motivo aparente para ele. Na verdade, os pais de Mauro foram obrigados a fugir da perseguição política, tendo que deixá-lo com o avô paterno (Paulo Autran). Porém o avô enfrenta problemas, o que faz com que Mauro tenha que ficar com Shlomo (Germano Haiut), um velho judeu solitário que é vizinho do avô de seu avô. Por se passar na ótica de uma criança, o filme divide-se entre retratar a tristeza do menino esperando um telefonema dos pais e a felicidade dele ao acompanhar a Copa do Mundo de 1970.

 

 

Eles não usam black-tie

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Em São Paulo, em 1980, o jovem operário Tião (Carlos Alberto Riccelli) e sua namorada Maria (Bete Mendes) decidem casar-se ao saber que a moça está grávida. Ao mesmo tempo, eclode um movimento grevista que divide a categoria metalúrgica. Preocupado com o casamento e temendo perder o emprego, Tião fura a greve, que é liderada por seu pai, Otávio (Gianfrancesco Guarnieri), um velho militante sindical que passou três anos na cadeia durante o regime militar.

Publicado em: 19 de maio de 2017 às 09:17

 

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#TBtdoRota: Filmes na Netflix para NÃO falar da produção brasileira

Quem nunca falou que o cinema nacional é ruim, atire a primeira pedra. A gente sabe que tem muito filme meia boca por aí, mas não é por isso que vamos generalizar. Listamos alguns filmes nacionais disponíveis na Netflix para você deixar o preconceito de lado e reconhecer que por aqui há muita coisa boa sim!

 

O roubo da taça

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Peralta é um simples corretor de seguros que começa a sofrer pressões de todos os lados. Em casa, sua namorada Dolores dá um ultimato: é casamento ou fim de papo. Por outro lado, suas dívidas que se amontoaram rapidamente, começam a ser cobradas. Quando tudo parece perdido, uma brilhante ideia cruza a cabeça de Peralta: um plano que vai resolver todos os seus problemas. Com a ajuda de seu amigo Borracha, um sujeito nada inteligente, Peralta decide roubar a Taça Jules Rimet de dentro dos cofres da CBF (Confederação Brasileira de Futebol). Baseado num caso real.

 

 

O começo da vida

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Uma análise aprofundada e um retrato apaixonado sobre os primeiros mil dias de um recém-nascido, o verdadeiro começo da vida de um ser humano, tempo considerado crucial pós-nascimento para o desenvolvimento saudável da criança, tanto na infância quanto na vida adulta, onde os pais precisam ter o maior cuidado, amor e carinho possível.

 

 

O silêncio do céu

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Diana (Carolina Dieckmann) carrega consigo um grande trauma: ela foi vítima de um estupro dentro de sua própria residência. Entretanto, ela prefere esconder o caso e não contar para ninguém. Mario (Leonardo Sbaraglia), seu marido, também tem seus próprios segredos – mistérios que, ocultos, estão matando aos poucos a relação do casal.

 

 

Hoje eu quero voltar sozinho

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Leonardo (Ghilherme Lobo), um adolescente cego, tenta lidar com a mãe superprotetora ao mesmo tempo em que busca sua independência. Quando Gabriel (Fabio Audi) chega na cidade, novos sentimentos começam a surgir em Leonardo, fazendo com que ele descubra mais sobre si mesmo e sua sexualidade. Um filme muito delicado, para se apaixonar pelos personagens!

 



 

Entre nós

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Sete jovens amigos escritores viajam para uma casa de campo para celebrar a publicação do primeiro livro do grupo. Lá, eles escrevem cartas para serem abertas dez anos depois. A viagem acaba em uma tragédia após a morte de um dos amigos. Mesmo assim, eles se reúnem dez anos depois para ler as cartas.

 

 

Saneamento Básico, o Filme

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Os moradores de Linha Cristal, uma pequena vila de descendentes de colonos italianos localizada na serra gaúcha, reúnem-se para tomar providências a respeito da construção de uma fossa para o tratamento do esgoto. Eles elegem uma comissão, que é responsável por fazer o pedido junto à sub-prefeitura. A secretária da prefeitura reconhece a necessidade da obra, mas informa que não terá verba para realizá-la até o final do ano. Entretanto, a prefeitura dispõe de quase R$ 10 mil para a produção de um vídeo. Este dinheiro foi dado pelo governo federal e, se não for usado, será devolvido em breve. Surge então a ideia de usar a quantia para realizar a obra e rodar um vídeo sobre a própria obra, que teria o apoio da prefeitura. Porém, a retirada da quantia depende da apresentação de um roteiro e de um projeto do vídeo, além de haver a exigência que ele seja de ficção. Desta forma os moradores se reúnem para elaborar um filme, que seria estrelado por um mostro que vive nas obras de construção de uma fossa.

 

 

Nise – O Coração da Loucura

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Ao voltar a trabalhar em um hospital psiquiátrico no subúrbio do Rio de Janeiro, após sair da prisão, a doutora Nise da Silveira (Gloria Pires) propõe uma nova forma de tratamento aos pacientes que sofrem da esquizofrenia, eliminando o eletrochoque e lobotomia. Seus colegas de trabalho discordam do seu meio de tratamento e a isolam, restando a ela assumir o abandonado Setor de Terapia Ocupacional, onde dá início a uma nova forma de lidar com os pacientes, através do amor e da arte.

 

 

Faroeste Caboclo

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João (Fabrício Boliveira) deixa Santo Cristo em busca de uma vida melhor em Brasília. Ele quer deixar o passado repleto de tragédias para trás. Lá, conta com o apoio do primo e traficante Pablo (César Troncoso), com quem passa a trabalhar. Já conhecido como João de Santo Cristo, o jovem se envolve com o tráfico de drogas, ao mesmo tempo em que mantém um emprego como carpinteiro. Em meio a tudo isso, conhece a bela e inquieta Maria Lúcia (Ísis Valverde), filha de um senador (Marcos Paulo), por quem se apaixona loucamente. Os dois começam uma relação marcada pela paixão e pelo romance, mas logo João se verá em meio a uma guerra com o playboy e traficante Jeremias (Felipe Abib), que coloca tudo a perder.

 

 

O Último Cine Drive-in

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O jovem Marlombrando (Breno Nina) se vê obrigado a voltar a Brasília, sua cidade de natal, devido à doença de sua mãe, Fátima (Rita Assemany). Lá, ele vai reencontrar seu pai, Almeida (Othon Bastos), dono do Cine Drive-in, há 37 anos. Ele insiste em manter vivo o cinema, mesmo não atraindo mais espectadores como na década de 70. Para isso, conta com a ajuda de apenas dois funcionários: Paula (Fernanda Rocha), que cuida da projeção e da lanchonete; e José (Chico Sant’anna), um velho amigo de Almeida, que ajuda a vender ingressos no caixa e da limpeza do local. Com a ameaça de demolição do Cine Drive-in e o agravamento da doença de Fátima, pai e filho vão ter que se unir e tentar reviver o passado.

*Lista produzida com base no catálogo da Netflix de 07 de maio de 2017

 

Publicado em: 7 de maio de 2017 às 09:08

 



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#TBtdoRota: Dica de série: Grace and Frankie

Procurando algo pra ver na Netflix neste domingo? A gente ajuda! A nossa dica para hoje é a comédia Grace and Frankie, produzida pelo próprio serviço de streaming.

A série mostra Grace e Frankie, duas mulheres que estão encarando a temida terceira idade, descobrindo como recomeçar depois que seus respectivos maridos revelam que estão apaixonados um pelo outro e vão se casar.

Até então rivais, as duas descobrem que precisam se apoiar uma na outra para viver essa nova fase. Com Jane Fonda e Lily Tomlin nos papéis das protagonistas, a produção ainda conta com Martin Sheen e Sam Waterston como os ex-maridos.

Vale a pena assistir e dar boas risadas com estas famílias!

Confere o trailer:

Leia mais: A sensacional “Atypical”, da Netflix, aborda o autismo com delicadeza e um toque de humor

 

Publicado em: 16 de abril de 2017 às 11:58

 

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#TBt do Rota: 4 documentários para ver na Netflix

Tirar um tempinho para assistir Netflix é quase uma obrigação. Mas o que muita gente ignora é que por lá também há documentários sensacionais. Separamos quatro docs que moram em nossos corações para vocês poderem se divertir e ainda ficar por dentro de vários assuntos superinteressantes!

 

Chef’s Table

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Esta produção da Netflix traz em cada episódio um nome notável da cena culinária, abrindo a cozinha para dividir sua história e filosofia. Destaque para os episódios incríveis sobre Alex Atala e Massimo Bottura. A série mostra a culinária de uma forma muito bonita, com imagens lindas de pratos sendo preparados, além de ótimas narrativas.

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The Royals

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Quem não ama a realeza britânica, atire a primeira pedra! The Royals é o delírio de qualquer fã de The Crown, pois documenta várias etapas da vida da família real: nascimentos, casamentos, funerais, adolescência… dá pra ficar por dentro de tudo!

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Iris

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A vida de Iris Apfel, ícone lendário da moda ainda ativa aos 95 anos, contada sob a visão do premiado documentarista Albert Maysles. Quem gosta de moda não pode deixar de ver!

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Cowspiracy

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O documentário, produzido por Leonardo DiCaprio, fala sobre o aquecimento global com uma abordagem diferente. No filme é questionando o porquê de serem omitidos dados que mostram a pecuária como a indústria que mais destrói o meio ambiente.

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*Este post foi produzido baseado no catálogo da Netflix em 31 de agosto de 2017 e atualizado em 28 de fevereioro de 2018.

 

Publicado em: 26 de mar de 2017 às 21:33

 



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Cinema: 5 filmes sobre racismo que você precisa ver!

O papel do cinema vai muito além do entretenimento. Ele nos transporta para a realidade de uma época, nos alerta para problemas que muitas vezes não sabemos que existem. Apesar de ser um tema bastante conhecido, infelizmente o preconceito racial ainda muito presente na sociedade. Logo, o assunto precisa estar sempre em alta, para lembrar a realidade daqueles que sofrem discriminação apenas pelo fato de terem a pele escura. Por isso, listamos cinco ótimos filmes sobre racismo que você precisa assistir!

 

Histórias Cruzadas

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Baseado no best-seller “A Resposta”, o filme retrata a vida das empregadas domésticas negras no Mississipi dos anos 60. Skeeter, uma garota branca da sociedade, resolve tornar-se escritora e para isso decide escrever um livro sobre a realidade das empregadas domésticas da sua cidade. Para isso, ela conta com a ajuda de Aibileen Clark, a empregada da melhor amiga de Skeeter, e juntas vão tentar reunir depoimentos de outras mulheres. Porém, o livro não agrada em nada os moradores locais, acostumados a um sistema preconceituoso e opressor. A produção está disponível na Netflix.



O Sol é Para Todos

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Baseado no clássico romance de Harper Lee, O Sol é Para Todos é uma história de luta e esperança que todos deveriam ver e ler. O filme retrata o advogado Atticus Finch defendendo o negro Tom Robinson contra uma falsa acusação de estupro de uma mulher branca, em um tribunal no Alabama, em 1932. A história é contada pelo ponto de vista de Jean Louise Finch, uma garotinha de seis anos, filha de Atticus, que recebe uma grande lição de integridade e caráter com o acontecido.



Estrelas Além do Tempo

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Em 1961, os Estados Unidos, em meio à Guerra Fria, estão em plena corrida espacial. Mas ao mesmo tempo, a sociedade norte-americana está inserida em uma profunda divisão racial. O filme, baseado em fatos reais, mostra um grupo de funcionárias negras da Nasa precisando vencer o preconceito dentro para que consigam provar o seu valor e crescer dentro da instituição. Além de uma excelente história sobre o racismo, o filme é também profundamente inspirador sob a premissa de que com muita luta, pequenos passos podem ser grandes conquistas.



Preciosa – uma história de esperança

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Nova York, bairro do Harlem. Claireece “Preciosa” Jones é uma adolescente de 16 anos que sofre uma série de privações durante sua juventude, em 1987. Violentada pelo pai e abusada pela mãe, ela cresce irritada e sem qualquer tipo de amor. O fato de ser pobre e gorda também não a ajuda nem um pouco. Além disto, Preciosa tem um filho apelidado de “Mongo”, por ser portador de síndrome de Down, que está sob os cuidados da avó. Quando engravida pela segunda vez, ela é suspensa da escola. A sra. Lichtenstein consegue então uma escola alternativa, que possa ajudá-la a melhor lidar com sua vida. Lá Preciosa encontra um meio de fugir de sua existência traumática, se refugiando em sua imaginação. O filme está disponível no catálogo da Netflix.



Cara Gente Branca

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Uma guerra cultural em um campus universitário entre negros e brancos, em universidade predominantemente branca, vem à tona quando uma revista de humor organiza uma polêmica festa de Halloween. Esta é uma sátira feroz ao racismo e ao pensamento politicamente correto e condescendente a respeito da diversidade racial. A Netflix adaptou o filme de 2014 em uma série de mesmo nome. Ambos estão disponíveis no catálogo do serviço de streaming.

 

Leia mais sobre cinema aqui!

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Sabadinho Bom recebe Chagas Fernandes e grupo Tambores do Forte

Foto: Secom JP

 

Antônio Vicente Filho / Secom JP

O violonista Chagas Fernandes e o Grupo Cultural Tambores do Forte são as atrações deste sábado (26) do Sabadinho Bom, a partir das 12h30, na Praça Rio Branco. O projeto é uma realização da Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP) através de sua Fundação Cultural (Funjope).

Chagas, o primeiro a se apresentar, vai fazer um passeio pelo choro, tango, valsa, bolero, samba e MPB. “Vou fazer uma mistura de música com canções de Pixinguinha, Jacob do Bandolim, Paulinho da Viola e outros grandes nomes da música brasileira”, disse o artista. Além de se destacar como um grande violonista, Chagas Fernandes também é parceiro do poeta/repentista Daudeth Bandeira, em algumas obras publicadas e divulgadas em vozes de grandes nomes da cultura popular.

O músico disse que nessa apresentação vem com um repertório de clássicos da música brasileira. “É sempre bom a gente mostrar ao público coisas boas. Nossa música é muito rica. Vou mostrar um repertório de músicas que o público adora”, afirmou o artista.

Chagas ressaltou que com o Sabadinho Bom, a Funjope está realizando um dos maiores trabalhos pela divulgação da cultura do Estado ao levar cultura e arte para a população que não tem acesso aos grandes eventos culturais e permitindo que o artista local possar mostrar seu trabalho, “É digno de admiração e apoio o que a Funjope vem fazendo, abrindo espaço para o artista local mostrar seu trabalho em praça pública. Com isso quem ganha é público”, destacou o músico.

Cultura popular – Ainda dentro da programação alusiva ao Dia do Folclore, comemorado no dia 22 de agosto, o Sabadinho Bom terá a apresentação do grupo Tambores do Forte, que desenvolve um trabalho de pesquisa e execução de ritmos, cantos e danças tradicionais brasileiras.

Ratos: resenha sobre um livro surpreendente!

Amanda Fernandes*

 

Bem-vindos ao Chalé Madressilva, a “toca dos ratos”, para onde Shelley e sua mãe se mudaram recentemente.

A moradia foi escolhida com muito cuidado, pois ela tinha que atender às seguintes exigências para manter as suas residentes protegidas: ser no campo, sem vizinhos, três quartos, jardins na frente e nos fundos. Deveria ser antiga, ter “personalidade”, mas com o conforto de um sistema de aquecimento moderno, obviamente.

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Foto: Amanda Fernandes

 

Seria na tranquilidade do Chalé Madressilva que mãe e filha poderiam se esconder dos últimos problemas das suas vidas. A primeira tentaria se afastar das implicações do seu divórcio e do ressentimento pelo que aconteceu com a sua filha. Já a segunda buscaria se esquecer do caso de bullying que quase causou a sua morte, mas que a deixou com marcas físicas e emocionais.

Tudo estava correndo bem para elas: a mãe possuía um emprego, Shelley agora tinha aulas particulares e, com exceção das visitas do professor, ninguém as visitava.  Até que toda essa paz foi interrompida de forma drástica no dia do 16º aniversário de Shelley, quando o maior medo de qualquer rato acabou se concretizando: a presença de um gato. E elas sabiam muito bem que quando gato entra na toca dos ratos, ele não vai embora deixando-os ilesos. Elas sabiam que iriam morrer.

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Foto: Amanda Fernandes

 

As atitudes que as personagens tomaram ao longo do livro resultaram naquilo o que ele tem de mais interessante: a evolução das suas personalidades. Tais atitudes chamam a atenção do leitor para o fato de que todos nós temos limites. E também que somos capazes de fazer QUALQUER coisa. As pessoas que são colocadas em meio a situações extremas, mesmo aquelas que passam a vida como ratos tentando se esconder do mal que a sociedade é capaz de apresentar, podem sim acabar trocando o papel de vítima pelo de agressor.

Esse livro é surpreendente. Você inicia a leitura acreditando que se trata apenas de uma história sobre bullying, porém, ao terminar de ler a última página, chega à conclusão de que na realidade acabou de devorar um bom thriller psicológico.

 

Leia mais –  5 livros para ler em um dia!


Para mais resenhas e dicas sobre livros, você pode acompanhar o Instagram @Pixelbooks.

 

Amanda Fernandes – Bacharela em Arte e Mídia pela UFCG, apaixonada por livros, séries, filmes e fotografia, colaboradora do blog literário Pixelbooks.

Estudantes de Audiovisual fazem financiamento coletivo para curta sobre garotas mágicas

A ideia é explorar um personagem que não costuma ter muito foco: a melhor amiga da menina com poderes mágicos

 

Uma campanha no site de financiamento coletivo Catarse quer arrecadar R$ 13 mil para produção de um curta-metragem sobre garotas mágicas. ‘A Melhor Amiga’ conta a história de Ciça, uma adolescente que precisa lidar com a descoberta de que sua melhor amiga, Laís, recebeu superpoderes e a missão de defender o universo de forças malignas.

 

Inspirado no gênero de animes mahou shoujo, presente em clássicos da cultura oriental como Sakura Card Captors e Sailor Moon, o filme é de autoria de estudantes do último ano de Audiovisual da ECA USP. As contribuições com o orçamento da produção podem ser feitas até o dia 28 de junho e serão oferecidas recompensas para quem apoiar o projeto.

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Para o diretor Andrey Moritz, o ponto forte do curta-metragem é o viés pouco abordado no universo mahou shoujo. “A melhor amiga de uma garota com poderes é um tipo de personagem que normalmente aparece de forma secundária, servindo essencialmente como um espelho de realidade para a super-heroína ou como uma donzela em perigo. A melhor amiga, por mais que não corra tantos riscos quanto a garota mágica, passa por tantas crises quanto a própria super-heroína. Estas crises, ao serem tratadas por personagens realistas, como Ciça, tornam-se pontos de desenvolvimento e amadurecimento das personagens”, defende.

 

De acordo com a produtora Flávia Lucena, mesmo com a proposta de colocar Ciça em oposição a um universo mágico, é necessário mostrar elementos desse universo paralelo para que a protagonista acredite nos poderes de Laís. “Por isso, a maior parte do valor arrecadado na campanha será gasto com a criação do mundo mágico. Ou seja, esse dinheiro vai ser usado para custos com locais de filmagens, construção de cenários, figurinos e os objetos mágicos”, explica.

 

“O fato de estarmos sempre junto com a protagonista ajuda a diminuir bastante o contato do espectador com a magia, ainda mais porque ela própria é excluída desse mundo. Mas por mais que não apareça tanto, esse mundo mágico precisa ser muito bem pensado, tanto por ser essencial para a narrativa, quanto por ter que ser executável com os recursos disponíveis. O resultado precisa ser crível e transmitir o fascínio que essa magia exerce sobre a protagonista também para o espectador”, detalha a diretora de arte Alice Hirata.

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Mahou Shoujo – É um gênero de anime e mangá centrado em garotas adolescentes que ganham poderes mágicos e têm que lutar contra forças do mal sem revelar sua identidade para família e amigos. O gênero é um dos mais bem sucedidos, tendo representantes que você provavelmente conhece: Sailor Moon, Sakura Cardcaptor, Corrector Yui – e mesmo produções ocidentais, como W.I.T.C.H. Apesar de toda a mágica que envolve as personagens principais desse gênero, elas costumam ter uma melhor amiga que não possui super poderes, como é o caso da Tomoyo, de Sakura Card Captors, de também da Naru, de Sailor Moon. São personagens como elas que o curta ‘A Melhor Amiga’ vai explorar.

 

Clique aqui para financiar o projeto no Catarse!