Capitã Marvel, primeiro filme da heroína da Marvel estreia nesta quinta

Agora que o carnaval acabou todo mundo está voltando a programação normal. Mas durante todo este tempo de feriadão os cinemas continuaram na ativa, com novos filmes entrando em cartaz e ficando disponíveis para todos assistirem durante e depois do feriadão. As pessoas que estiverem a fim de ir ao cinema esta semana poderá conferir o filme da Capitã Marvel, que é um das grandes estreias deste ano já que é um elemento chave para entender os eventos futuros no filme Vingadores: Ultimato e foi bastante comentado nos últimos meses. E também terá a animação Parque dos Sonhos que é uma fofura. Confira o trailer e sinopse dos filmes logo abaixo!

 

Capitã Marvel

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Foto: Divulgação

O primeiro filme de uma heroína da Marvel tem sua grande estreia nesta quinta-feira e ele já está fazendo bastante sucesso ao redor do mundo. Muitíssimo esperado, Capitã Marvel é essencial para o entendimento das histórias futuras dos super heróis da Marvel. Após os acontecimentos de Vingadores Guerra Infinita, já que na cena pós crédito viu-se que Carol Danvers é de suma importância para tentar resolver a tragédia que Thanos causou ao estalar os dedos. Entretanto, por ser um filme solo haverá uma ambientação e contextualização sobre a vida de Carol Danvers, como a descoberta dos poderes, a vida como militar da aeronáutica, situações que precisam ser explicadas para que o público tenha entendimento da origem da heroína. Sabemos que o enredo se passa na década de 90, tanto é que o Nick Fury estava novo e ainda tinha um olho, e se passará em uma guerra intergalática entre os humanos e os Skrulls e servirá de ponte para Vingadores: Ultimato que estreia ainda este ano.

 

 

Parque dos Sonhos   

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Foto: Divulgação

Uma menininha com imaginação muito fértil resolve fazer um brinquedo que simula um parque de diversão, mas a empreitada acaba não dando certo. Até que um dia ela descobre a existência do Parque dos Sonhos que é igual ao que ela sempre pensou e acaba descobrindo um novo mundo super legal com várias novidades.  

 

 

*Isabelle Vasconcelos/Estagiária sob supervisão

Foto destaque: Divulgação

 

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O que esperar da oitava e última temporada de Game Of Thrones

Desde o lançamento da primeira temporada em 2011, Game Of Thrones foi um sucesso absoluto. Sabemos que pode ser um pouco redundante estar falando sobre isso agora, mas a verdade é que nunca houve uma produção voltada para a TV como Game Of Thrones antes. A série revolucionou a forma como é produzida, mas principalmente mudou completamente a maneira como o público deve se apegar aos personagens. A adaptação dos livros da mente brilhante de George R.R. Martin se deu somente por conta do sucesso da trilogia O Senhor dos Anéis, no início dos anos 2000. Antes as obras de fantasia que se passavam num mundo fictício e repleto de personagens que não tinham quase nenhum reconhecimento da maioria não obtinham destaque da grande massa a ponto de ser um produto ou marca consumido por ela. Tudo se iniciou com as adaptações das obras de J.R.R. Tolkien para os cinemas. Obviamente que há uma certa comparação entre as duas narrativas e as conjunturas de cada uma, mas o que precisa ser ressaltado, pelo menos por enquanto, é que cada uma mudou as normas da indústria cinematográfica/televisiva e realçou as qualidades do mundo nerd.



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Foto: Divulgação

Game Of Thrones em apenas sete temporadas nos introduziu em sua trama com  personagens tão complexos que não pareciam ser originados de uma história de fantasia, já que possuem particularidades próximas às nossas, e isso trouxe uma imediata empatia das pessoas. Conhecida por não poupar ninguém e matar vários personagens, Game Of Thrones traz em sua fantasia elementos da realidade, fazendo com que os eventos que ocorrem na narrativa acabem tendo grandes consequências no rumo da história, fugindo dos clichês de outros seriados com personalidades e circunstâncias superficiais. Com esta simples explicação da relevância do seriado, vamos falar agora um pouco sobre o que pode acontecer nesta última temporada da produção. Obviamente deve se considerar que tratando-se da série, não se deve esperar que o final seja algo aguardado e que agrade a todos. Isso seria uma grande contradição da história que os produtores estabeleceram desde o princípio.

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Foto: Divulgação

Então vamos aos fatos que aconteceram na temporada anterior para relembrar e então fazermos algumas previsões. Primeiramente, vale salientar que nesta nova temporada que estreia dia 14 de abril haverá somente sete episódios, segundo os showrunners, e vão ter uma duração média de 1h30 cada. Ou seja, será basicamente um filme todo domingo. Na sétima temporada vimos que os Starks, Sansa e Jon e posteriormente Arya e Bran acabam conseguindo finalmente voltar para casa, conseguiram se restabelecer em Winterfell e agora estão numa missão em tentar avisar aos outros reinos sobre os Caminhantes Brancos e o Rei da Noite, assim como esclarecer alguns fatos e se perdoarem. Jon Snow, que já teve confrontos diretos com o Rei da Noite, sabe que esta é uma ameaça muito maior do que a rivalidade entre os outros reinos e está convicto de que todos devem se unir para acabar com ela. Vimos também a chegada de Daenerys Targaryen à Ponta de Tempestade, onde era lugar de origem de sua família antes que houvesse a exterminação de seus entes. Por lá ela começa a traçar seu roteiro de conquista de toda Westeros. Ao seu lado temos Tyrion Lannister, ainda como Mão da rainha, dando conselhos e suporte em suas escolhas de guerra, assim como Missandei, que continua sendo sua grande amiga.



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Foto: Divulgação

Por outro lado, em Porto Real temos os únicos Lannisters que sobraram, Cersei e Jaime, os irmãos que se amam e que mesmo após tantas tragédias continuam unidos, mas não como antigamente. Podemos perceber que Cersei já não esconde mais a sua ambição em continuar no trono de ferro e de matar a todos que querem tirá-la desta posição. Sua relação com Jaime não é a mesma, ele cada vez mais percebe que ela está virando a rainha louca e deixou bem claro que ele não tem mais importância para ela. Outros acontecimentos chaves ocorreram, como por exemplo Sam descobre que Jon Snow é na verdade um Targaryen e resolve deixar a cidadela, onde conseguiu encontrar a cura para o escamagris e uma solução para acabar com os White Walkers, e segue rumo ao norte para dar as incríveis novidades numa viagem longa e difícil. E como sempre houve mortes de personagens que muitos estavam esperando há tempos, que neste caso foi a de Mindinho, numa das cenas mais icônicas deste seriado, teve seu destino final da melhor maneira possível e foi ovacionada por todos que assistiam. Houve também a morte Olenna Tyrell, que se despediu da forma mais magistral.

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Foto: Divulgação

A sétima temporada termina com a reunião de todos os personagens, apenas alguns ficaram de fora, no que podemos chamar de uma conferência da paz que tinha como questão provar às outras casas sobre a existência dos White Walkers. Com essa reunião histórica ficou estabelecido sob muita desconfiança uma alternativa para juntos acabar com a ameaça. Não é uma tarefa fácil e já houve a primeira batalha no norte e não foi muito bem sucedida. Daenerys perdeu um de seus dragões para o Rei da Noite e Jon Snow quase morreu. Agora com o dragão de gelo, o Rei da Noite atacou a Muralha, o que só fez aumentar ainda mais sua ameaça sob Westeros. A Muralha era a maior fortaleza de Westeros e praticamente indestrutível. Finalizando os eventos da última temporada, tivemos um dos acontecimentos mais esperados que foi o encontro amoroso de Jon Snow e Daenerys que acabou sendo um dos maiores momentos fan service da série, mas também não foi de agrado de todo mundo, já que muitos evidenciaram que isso acabou sendo um romance forçado.

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Foto: Divulgação

Muitas teorias correm soltas pela internet sobre qual seria o desfecho de Game Of Thrones, mas a verdade é que não dá para ter uma certeza absoluta. Nada aqui é previsível, nunca foi. Desde o início, quando houve a morte de Ned Stark, o público pode ver que nada é feito para conquistar os espectadores da maneira mais fácil, mas sim pela mais difícil, com cenas chocantes e brutais, então há uma enorme possibilidade de que o desfecho seja da maneira mais tragédia Shakespeariana. Os produtores de Game Of Thrones já avisaram que nesta temporada teremos uma batalha ainda maior que a batalha dos bastardos. Jon Snow e Daenerys provavelmente terão um certo aprofundamento em seu romance, mas acredito que o foco maior seja o futuro de Westeros. Como será que todos ficarão ao saber que Jon Snow é da família Targaryen? Cersei muito provavelmente terá seu destino como The Mad Queen, alianças serão feitas, grandes batalhas ocorrerão, muitas mortes, brigas e quem será o legítimo rei ou rainha que deve ficar no Trono de Ferro. Apostamos que será um final digno do legado da série. É claro que há a possibilidade de não agradar a todos, mas acredito que não será decepcionante. Será um final típico de Game Of Thrones.      

 

Confira o trailer da oitava temporada de Game Of Thrones abaixo:

 

*Isabelle Vasconcelos/Estagiária sob supervisão

Foto destaque: Divulgação

 

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10 séries da Netflix curtinhas e perfeitas para maratonar no feriado

Toda semana a Netflix atualiza o catálogo com novos filmes e séries, e isso é uma faca de dois gumes. Sim, é ótimo ter diversas opções as qual podemos escolher o que iremos gostar e nos viciar, mas também é um pouco louco porque você acaba aumentando sua lista e vai ficar cada vez mais desesperado e quer assistir tudo. É uma sensação agridoce, principalmente para aqueles que não têm muito tempo de colocar tudo em dia. Sim, é um pouco frustrante, porém nada melhor que um bom feriado para ajudar a todos nesta situação.

Já que o nosso papel aqui é facilitar a vida de vocês no ramo do entretenimento, eis que estamos mais uma vez dando ótimas dicas e desta vez citaremos DEZ séries da Netflix curtinhas e perfeitas para maratonar no feriado de Carnaval. Sabemos que muitos irão para o bloquinho da Netflix, ou seja, ficar no conforto de casa assistindo bem de boas o maior número possível de séries e também colocando muitas em dia. Então se liga nas dicas e faça bom proveito!   



Você

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Foto: Divulgação

A grande queridinha do momento e que conseguiu fazer com que praticamente todo mundo estivesse falando sobre ela é a série Você (You), que recentemente foi renovada para sua segunda temporada. Com apenas dez episódios de 45-50 minutos, a série Você mostra a vida de Joe, um cara aparentemente normal que trabalha numa livraria em Nova York, e de repente em um dia comum ele se encontra completamente “apaixonado” por uma cliente que estava atrás de comprar um livro. Com esse pequeno resumo pode ser perceptível uma história simples e muito corriqueira em filmes de comédia romântica, entretanto ela ganha uma complexidade muito maior quando Joe fica simplesmente obcecado por Beck e começa a observar tudo, absolutamente tudo de sua vida para fazer com que ela fique com ele. Abordando o assunto principal, como relacionamento tóxico, a série questiona alguns temas sobre uma relação a dois e até onde se tem limites dentro de um namoro. Assista ao trailer logo abaixo!

 

 

Queer Eye  

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Foto: Divulgação

Uma das melhores série já feitas pela Netflix com certeza é Queer Eye! Uma daquelas séries que chegou como quem não quer nada e acabou conquistando milhares de pessoas. A história é bem simples, nela temos cinco homens gays que vão arrumar, em todos os sentidos, a vida de um outro homem que está de cabeça para baixo, um completo caos, que está meio bagunçada, meio fora de ordem. Nela temos o Jonathan, que fica responsável de cuidar da pele e cabelo dos participante e é o mais carismático e engraçado de todos. Bobby, que fica na parte de design. Ele reforma a casa dos caras, que em sua grande maioria está um caos. Tan cuida do visual, do estilo, das roupas que cada um irá usar e deve achar looks que melhorem a autoestima deles. Karomo é o cara legal que faz o papel do terapeuta, sempre dando conselhos incríveis para absolutamente qualquer situação, um livro de autoajuda personificado. E por último, mas não menos importante, temos o Antoni, que é um ótimo cozinheiro e acaba dando várias dicas legais de comidas e é super fofo. Esta é uma série que definitivamente não mostra o quão incrível ela é somente através de uma pequena sinopse. Todas as histórias dos participantes são bem emocionantes e te fazem rir e chorar em 45 minutos. Super leve e fácil de assistir, ela tem duas temporadas, então faça a você mesmo um favor e vá assisti-la. Detalhe que a terceira temporada estreia dia 15 de março e vai ser no Japão!

 

 


 

American Crime Story: O Assassinato de Gianni Versace

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Esta é uma série antológica, ou seja, ela tem temporadas com histórias diferentes. No caso desta, a primeira falava sobre O.J. Simpson e foi um tremendo sucesso de público e crítica e também está disponível na Netflix. Mas desta vez iremos falar da segunda temporada, que fala sobre a morte do estilista Gianni Versace, um dos mais renomados no mundo da moda. Ele foi assassinado por Andrew Cunanan na década de 90. Um crime que chocou o mundo e colocou o assassino nos holofotes. A narrativa mostra a obsessão de Andrew sob Gianni, mostrando toda a trajetória de ascensão do assassino, desde os momentos antecedentes ao fato trágico, como os dois se conheceram, a admiração exacerbada do Andrew com o trabalho do estilista. Focando no crime e também no passado do criminoso, reconstituindo os antepassados, dando um pano de fundo que dê fundamentação ao ocorrido. Confira o trailer abaixo!

 

 

Brooklyn Nine-Nine

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Ok, talvez essa seja a menção mais fora da curva devido à quantidade de episódios e temporadas que Brooklyn Nine-Nine tem, mas seria muito injusto não citá-la. Com apenas quatro temporadas disponíveis na Netflix, a série recentemente foi renovada para a sétima, de mais de vinte episódios. Ela deve e merece ser citada para que todo mundo veja. Muito provavelmente vai ser muito difícil alguém conseguir terminar de assisti-la durante esse feriado de Carnaval, mas vale muito a pena começar ela e continuar assistindo. Mas vamos ao enredo! Jake Peralta, um jovem detetive de uma delegacia em Nova York, resolve da maneira mais engraçada e muitas vezes a menos convencional os crimes em Brooklyn. Juntamente com ele temos a inteligentíssima Amy. Ambos competem um com o outro para saber qual é o melhor. Há também Rosa, a policial bad girl que anda de moto e usa jaqueta de couro, Charles que é o melhor amigo, e Jake, que é muito engraçado por seu jeito ingênuo. O sargento Terry supervisiona todos e tenta mantê-los na linha, a secretária Gina, que não dá a mínima para o trabalho, mas que muitas vezes é a salvadora dos casos. E por último temos o capitão Holt, o mais sério e responsável de todos. Com um humor super criativo, a série ainda aborda temas super atuais e difíceis com leveza. Vale muito a pena assistir!

 

 

Good Girls   

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Três donas de casa estão passando por dificuldades financeiras e resolvem assaltar um supermercado. Como não estão acostumadas a este estilo de vida, isso acaba fazendo com que aconteça um efeito cascata de desastres na vida de cada uma. Os motivos que as fazem querer ir em frente com isso são bem convincentes e compreensíveis, mas mesmo tendo assuntos sérios colocados na reta, a série tem vários momentos engraçados envolvendo o amadorismo delas de como fazer um assalto. As coisas começam a dar errado quando elas descobrem que o dinheiro que elas gastaram pertence a um traficante que usava o supermercado para lavar o dinheiro do tráfico. Com um problema em mãos, agora todas elas terão que arrumar uma maneira de recuperar toda a grana, já que gastaram tudo, e devolver tudo para Rio. Com apenas uma temporada de dez episódios, é bem fácil de terminar.

 

 

Glow   

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Foto: Divulgação

Glow mostra a dificuldade que as pessoas aspirantes a atrizes têm com diversos problemas, barreiras e estereótipos. Quando um produtor pessimista e mal humorado resolve fazer um programa de luta livre para ser transmitido em TV aberta, tudo acaba ficando mais difícil por conta da proposta. Mas antes mesmo deste projeto dar certo, muito trabalho precisa ser feito, e o principal deles é escolher o elenco que irá fazer parte desta empreitada. A série é dos mesmo criadores de Orange is The New Black, já teve reconhecimento no Emmy e é bem legal por colocar em questão assuntos sobre feminismo e luta sob a causa. Até porque estamos falando de um grupo de mulheres dos anos 80 fazendo Wrestling, então o enredo não iria deixar de lado tratar sobre esses temas. Ela tem apenas duas temporadas de 10 episódios cada e vai ser bem rápida de assistir, garanto!

 

 

The OA

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Foto: Divulgação

The OA com certeza é uma série difícil de se explicar, mas vamos lá! Com uma mistura de drama, ficção científica e mistério, somos apresentados a uma menina que após ficar desaparecida por sete anos, aparece misteriosamente tentando pular de uma ponte. Mas desta vez há um detalhe super importante, ela agora está enxergando! Obviamente este acaba sendo um fatores mais inusitados da sua volta, que deixa todo mundo sem entender o que realmente aconteceu com ela nesses últimos anos. Essa é uma daquelas histórias em que não se pode falar muito sobre para não arruinar a sua experiência ao assistir, mas já vou logo avisando que é uma das séries mais legais da Netflix, que tem uma narrativa bem peculiar. É lógico que para pessoas céticas demais, talvez esta não seja a melhor opção, já que os eventos que acontecem na história acabam sendo um pouco destoantes do que estamos acostumados a ver normalmente. Entretanto, não significa que que seja algo super diferente da nossa realidade. Com apenas uma temporada de oito episódios, dá para assistir em um dia. Vale salientar que a segunda temporada estreia dia 22 de março, após três anos de hiato.

 

 

Please Like Me   

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Mais uma série legal e curtinha que está disponível na Netflix é Please Like Me. Ela é australiana e tem somente quatro temporadas de no máximo 30 minutos com 6 a 10 episódios. Josh é um cara que está namorando a um tempo e eis que do nada sua namorada resolve terminar com ele porque ele é gay, só que ele não sabia disso! Um pouco estranho, mas essa é a característica primordial de todos nesta série. Após perceber que ele realmente não é hétero, Josh resolve então aproveitar a vida como um homem gay, e a história vai mostrando basicamente ele nesta busca de achar alguém que goste e de se conhecer, já que é um sentimento muito recente. As pessoas que convivem com ele também são meio complicadas e ao mesmo tempo hilárias. Sua mãe sofre de depressão e de vez em quando tenta cometer suicídio, seu pai acabou tendo uma separação um pouco dolorosa com sua mãe e agora está com outra pessoa, sua ex-namorada agora é sua melhor amiga. Com um estilo bem parecido de uma produção independente, a série tem uma história que vai te fazer rir e chorar no mesmo episódio. É uma série super fofa!

 



 

Atlanta    

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Foto: Divulgação

Atlanta é uma das séries queridinhas lá fora e já ganhou Globo de Ouro e o Emmy, então essa vem com selo de qualidade! Ela tem apenas uma temporada disponível na Netflix. A segunda ainda não tem previsão de quando vai entrar e já foi renovada para a terceira temporada. A música This is America foi um sucesso absoluto ano passado com seu clipe que cutuca a sociedade americana em vários aspectos. Pois muito bem, o carinha que fica dançando e cantando clipe é Donald Glover,  que também é protagonista de Atlanta, uma série que fala sobre um rapper chamado Paper Boi tentando fazer sucesso na sua cidade, e o seu primo Earn sendo seu empresário e gerenciando a sua carreira. Mostrando com naturalidade o racismo existente nos EUA, Atlanta traz em seu roteiro exemplificações de situações racistas comuns. Com algumas cenas fortes eles mostram como a marginalização e perseguição sob os negros é muito presente e natural.

 

 

The Sinner     

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Foto: Divulgação

Dividida em duas partes, a série dá enfoque a casos de assassinatos brutais que aparentam ter uma resposta óbvia sobre o motivo por trás do ocorrido, mas que um detetive irá aprofundar melhor todo o caso para poder analisar e saber o que realmente aconteceu. São duas histórias diferentes em cada temporada. Na primeira temos Cora, uma mulher que matou de repente um homem na praia. Toda a primeira parte é focada em saber quais foram os antecedentes por trás desta atitude, investigar o passado dela para se ter uma relação com o que aconteceu no presente. Quem está por trás desta investigação é o detetive Harry, que acredita que há uma explicação muito mais complexa sobre o caso e somente ele é o único a querer ir a fundo nesta história. Na segunda parte temos um garoto que confessa ter matado os pais e mais uma vez fica a dever de Ambrosee saber detalhadamente quais foram os precedentes por trás disto tudo, dando enfoque maior no que se passa na cabeça dos réus, no passado e nas vítimas.

 

 

*Isabelle Vasconcelos/Estagiária sob supervisão

Foto destaque: Divulgação

 

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Cinderela Pop é o destaque desta semana nos cinemas de João Pessoa

Estamos na semana do Carnaval, mas isso não é desculpa para não ir aos cinemas aqui em João Pessoa.  E hoje é quinta-feira e, como de praxe, temos estreias. Novos filmes entram em cartaz esta semana de feriado prologando. Temos o novo filme da Maísa, Cinderela Pop, um conto de fadas moderno nacional, o longa A Caminho de Casa,A Maldição da Freira e Não Olhe, ambos filmes de terror. Então podemos já ir adiantando que os que entrarão em cartaz hoje com certeza irão agradar o gosto do público. Confira a sinopse e os trailers de cada um e faça sua escolha!

 

Cinderela Pop

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Foto: Divulgação

O filme estrelado por Maísa é uma adaptação da obra literária da escritora Paula Pimenta e conta a história de Cíntia Dorella, uma pré-adolescente independente que após ver o pai traindo sua mãe no dia do casamento, acaba entrando numa grande desilusão sobre o amor. Após o ocorrido, seu pai casa-se com outra mulher e sua mãe resolve viajar, fazendo com que a protagonista vá morar com sua excêntrica tia. A partir daí Cíntia resolve desenvolver melhor suas habilidades como DJ nesta nova abordagem nacional de um conto de fadas clássico.



A Caminho de Casa

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Foto: Divulgação

Para as pessoas que gostaram do filme Marley & Eu, com certeza vão adorar A Caminho de Casa. Na verdade a maioria dos longas que falam sobre cachorros acabam atraindo muito o público e fazem todos se emocionarem. Aqui somos apresentados à cadelinha Bella, que assim como na maioria das histórias de cachorros foi encontrada na rua e adotada por um jovem estudante de medicina veterinária. Construindo uma relação cada vez mais amigável e divertida, os dois viram companheiros um do outro. Até que um dia Bella foge de casa e acaba não sabendo como voltar e entrando sem querer numa jornada em que ela acaba passando por vários perrengues e situações de saber vivenciar o mundo. O filme é narrado pela própria Bella, o que acaba o tornando mais emocionante ainda.

 

A Maldição da Freira

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Foto: Divulgação

Baseado numa história real, A Maldição da Freira se passa em um abrigo católico que abriga mulheres que vivem à margem da sociedade e são renegadas. São elas prostitutas, mulheres grávidas solteiras, mulheres com distúrbios mentais e órfãs, que eram supervisionados por freiras e dois padres que resolvem investigar uma possível atividade exorcista. A narrativa se passa nos anos 60, e as histórias que são mostradas são de um caso peculiar no qual mais uma vez o diabo não está se escondendo e acaba incorporando no corpo de uma das mulheres do local, levando assim para aquelas situações sobrenaturais de exorcismo.

 

Não Olhe

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Foto: Divulgação

Mais um filme de terror na lista de programação, desta vez temos Não Olhe. Uma estudante de colegial insegura, sem amigos, que sofre bullying na escola e devido à solidão que a cerca, ela não tem com quem desabafar ou até mesmo conversar e acaba despertando uma segunda pessoa dentro de si, alguém que faz exatamente tudo o que ela normalmente não faria. Uma outra personalidade que é totalmente diferente do que ela é, e o aparecimento dela acaba acontecendo após as muitas situações embaraçosas tanto no colégio como em casa. Mudando totalmente seus atos, a protagonista acaba desenvolvendo um distúrbio de personalidade dentro dela que acaba se tornando autoritária, fazendo com que tudo acabe saindo do controle, de uma maneira ou de outra.

 

*Isabelle Vasconcelos/Estagiária sob supervisão

Foto destaque: Divulgação

 

Leia também: Crítica: Vice é um retrato vilanesco da política americana atual

 

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Crítica: Vice é um retrato vilanesco da política americana atual

Com uma proposta ousada, Adam McKay, diretor de Vice, resolveu protagonizar uma personalidade que sempre foi mero coadjuvante na política dos Estados Unidos. Dick Cheney, o vice presidente norte americano, que apesar de ser o segundo na linha de sucessão presidencial, ficando apenas atrás do presidente George Bush. Ele foi o grande articulador durante os oitos anos da presidência. Uma figura que teve quase nenhum reconhecimento por suas ações de modo geral, já que a persona que transmitia todas as decisões e atitudes era George Bush, mas quem era a mente sagaz por trás de todos os acontecimentos e as medidas na política americana foi justamente o vice, Dick Cheney.

O longa traz um diferencial enorme em relação aos outros filmes estadunidenses. Aqui não temos um patriotismo exacerbado e figuras que são do meio político vistas como grande heróis da nação. Muito pelo contrário, o roteiro descreve minuciosamente, na medida do possível, quem foi Dick Cheney. Desde o inicio do filme eles deixam claro que fizeram o melhor que puderam, já que Dick Cheney é um dos homens mais reservados deste mundo devido ao seu antigo cargo e a todas as polêmicas envolvidas, que foram as estratégias adotadas durante a campanha de George W. Bush. Principalmente após os atentados às torres gêmeas em 11 de setembro de 2001, quando a enfurecida América declarou guerra ao terror, ou seja, o governo não iria somente atacar a Al-Qaeda, mas sim o Iraque, porque é muito mais fácil você culpar um país inteiro do que apenas uma organização terrorista.



Todo o material do filme é muito ousado. Vale destacar a edição, que usa de artimanhas para exemplificar questões extremamente burocráticas no campo político. No enredo temos um narrador que basicamente explica para o público tudo o que está acontecendo em tela. Adotar esta estratégia é extremamente perigoso já que contraria as regras do cinema e pode acabar ficando cansativo. Entretanto, como já foi visto no filme A Grande Aposta, o diretor usa desses recursos explicativos como uma forma de mostrar seu estilo, o que acaba se tornando em algumas cenas  somente como um acessório. Caso não houvesse um personagem narrando de forma irônica os acontecimentos do filme isso não faria falta, é só um complemento estilístico do Adam McKay.       

Como já citado antes, o longa não busca enaltecer a política norte americana, ele mostra um período do país que mais teve influência na história moderna. Ousa-se dizer que em certos momentos o humor negro adotado em cena lembrou muito o humor característico de Monty Python no sentido de debochar das próprias diretrizes extremamente polêmicas que a Casa Branca resolveu tomar em relação ao terrorismo. O povo americano estava demasiadamente enfurecido com o que aconteceu em Nova York, entretanto não sabiam o que Al Qaeda significava, o que eram e por quem eram formada, então o governo rapidamente resolveu o problema, dando vida para a face do grupo. É muito mais fácil culpar os islâmicos pelo ocorrido do que somente algumas pessoas deste grupo, e a partir daí nasce, ou melhor floresce, a eterna luta dos Estados Unidos com o Oriente Médio.

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O responsável de dar vida a um dos homens mais poderosos dos Estados Unidos é o ator Christian Bale, que é mundialmente conhecido por se transformar inteiramente para seus personagens. Mais uma vez o ator engordou 20kg para interpretá-lo e também fez exercícios para engrossar o pescoço. Todos esses esforços foram recompensados com uma indicação ao Oscar, ao qual é um dos favoritos a ganhar. O mais interessante na atuação não é somente seus esforços físicos para incorporar o personagem, mas também o método por ele usado. Pode-se notar o comprometimento dele em ser idêntico ao Dick Cheney, na forma que fala, no tom de voz, como sorri, como articula. Suas expressões são extremamente precisas, nada fora do lugar, tudo no seu tempo certo e isso é um deleite, uma atuação de qualidade.

Outro ponto que deve ser destacado é a Amy Adams, que interpreta a Lynne Cheney, esposa do Dick e principal incentivadora para que seu marido deixasse de ser um eletricista bêbado para ser um homem bem sucedido na política. Vale dizer que ela é o motivo de todo o sucesso de seu companheiro. Toda sua ganância é transmitida em suas atitudes e opiniões conservadoras. Ela é o equilíbrio e também um dos componentes da mente de Dick. A obra traz um retrato das consequências sociais e políticas de como os Estados Unidos se encontram atualmente, com todos os processos de decisões que afetam todo o mundo. Ele é uma explicação para os fatos atuais, todo o caos que se propaga devido à maior potência econômica do mundo. Aqui temos os Estados Unidos como vilão da história e não como um modelo a ser copiado para outros países.

 

Assista ao trailer do filme:

 

*Isabelle Vasconcelos/Estagiária sob supervisão

Foto destaque: Divulgação

 

Leia também: Crítica: Green Book é o exemplo de que mudar de opinião nem sempre é ruim

 

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Crítica: Green Book é o exemplo de que mudar de opinião nem sempre é ruim

Estamos nos Estados Unidos dos anos 60, período bastante turbulento e fervoroso na América. De um lado temos Guerra Fria, avanços tecnológicos, consumismo, propagandas, american way of life. De outro temos segregação, luta dos direitos civis dos negros, protestos contra as guerras, revolução feminina etc. A época teve inúmeras mudanças e reivindicações no país, e em Green Book temos a representação de um desses temas: o racismo. Aqui somos apresentados a duas figuras totalmente díspares um da outra. Tony Lip é um italiano malandro que trabalha numa casa de show chamada Copacabana, onde é segurança. Também temos o prestigiado pianista Don Shirley, que precisa de um motorista para levá-lo em uma turnê no sul dos Estados Unidos. Ambos com características que não se complementam, com contextos e trejeitos bem distantes, os dois acabam entrando numa viagem de autodescoberta, aprendizado e empatia.  



A história real de uma amizade que nasceu durante um tempo muitíssimo controverso e nem um pouco igualitário acaba despertando o interesse do público ao ver representada uma narrativa que reflete muito o cenário atual da sociedade. Com alguns avanços sim, porém não por completo. O filme acaba sendo uma reafirmação de sua necessidade de explorar mais uma vez nos cinemas a delicada situação da minoria que sempre está em vigente desrespeito e luta constante de seus direitos, os desafios e as desigualdades que ainda estão estruturadas em diversas conjunturas. A inversão de papéis acaba sendo formidável. Temos aqui um branco, pobre, mal educado e sem papas na língua e logo em oposição temos um homem negro, rico, erudito e que se expressa bem. Os protagonistas têm características muito diferentes do que se está acostumado a ver, e tal situação acaba sendo ao longo do enredo nada mais nada menos do que um caminho para a empatia ao próximo.

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Foto: Divulgação

O Viggo Mortensen e Mahershala Ali dão vida a duas figuras complexas. O jeito bruto de Vallelonga resolver as coisas, a falta de refinamento de suas palavras e o jeito falastrão acabam também se tornando pontos de uma pessoa doce que vai se mostrando gentil ao longo da história. O rebuscado jeito do Shirley ao sempre se expressar acaba de certa forma desconstruindo a sua superioridade durante a narrativa. Um homem que não consegue se sentir pertencente de um grupo na sociedade, por ser alguém que carrega um fardo mesmo que não intencional de ser quem ele é. A direção do Peter Farrelly, que foi responsável por Débi e Lóide, não tem muito a ser comentada já que não houve nada de muito diferente, apostando em enquadramento e jogos de câmeras convencionais, nada muito ousado. O destaque definitivamente vai para as atuações, às quais ambas foram indicados ao Oscar deste ano. Tanto o Viggo quanto o Mahershala são os componentes essenciais da história, eles são o fio condutor da narrativa ao apresentar os protagonistas até o momento de catarse deles.

Green Book – O Guia exerce com sucesso a função mais sublime do cinema, que é a de colocar sob a tela uma realidade, tendo em vista que tal premissa mude ou expanda as circunstâncias do observador, colocando-o sob uma perspectiva nova aquela situação. Portanto, o longa é um obra que deve ser apreciada por todos devido à sua sutileza e importância colocadas através da arte.    

 

Assista ao trailer do filme:

  

*Isabelle Vasconcelos/Estagiária sob supervisão

Foto destaque: Divulgação

 

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Saiba quais são as estreias nos cinemas de João Pessoa nesta semana de pré carnaval

Estamos em semana de pré carnaval aqui e João Pessoa e muitas pessoas estão super ocupadas planejando o que vão fazer na folia, mas como estamos cientes que nem todos estão no mesmo clima que os demais e preferem fazer algo mais leve e relaxante como por exemplo ir ao cinema. Pois muito bem, porque esta semana as estreias nos cinemas de João Pessoa está repleta de filme bem legais que com certeza vai agradar a todo tipo de público, teremos o filme A Morte te dá Parabéns 2, Querido Menino, Sai de Baixo e Normandia Nua. Confira logo abaixo a sinopse e o trailer de cada um para você escolher qual irá assistir nos cinemas!



 

A Morte te dá Parabéns 2

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Foto: Divulgação

Após os eventos que aconteceram no primeiro filme, no qual a protagonista se encontra em um looping no dia do seu aniversário, e é morta diversas vezes por alguém que usa uma máscara macabra de um bebê sorridente. Agora no segundo filme vemos que mesmo nas várias tentativas de quebrar o feitiço no primeiro filme sabemos que de nada adiantou já que o assassino está de volta só que desta vez ele não quer matar somente a Tree, mas também os seus amigos e ela é a única pessoa que pode tentar reverter esta situação, ou seja, ela terá que morrer de novo várias vezes até conseguir parar e vez o maníaco (a). O primeiro longa foi muito bem de bilheteria e muitas pessoas gostaram do filme por ter essa pegada de comédia e humor negro com cenas sanguinárias.

 

 

Querido Menino

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Foto: Divulgação

O novo filme do Timothée Chalamet e do Steve Carell é um drama que mostra o relacionamento de uma família, principalmente entre pai e filho que estão passando por uma situação muito comum atualmente, que é um adolescente que está tendo problemas com uso de drogas. O longa está sendo bastante elogiado pelas interpretações sensíveis dos atores em que mostram uma relação fraternal que passa por dificuldades. A história mostra basicamente como uma família perfeita ainda assim está sujeita a grandes dores. O David Sheff é um pai que está tentando entender e ajudar o seu filho Nic que é viciado em metanfetamina, mostrando os altos e baixos durante o processo de reabilitação e das recaídas.

 

 

Sai de Baixo – O Filme

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Foto: Divulgação

Sai de Baixo faz parte de um dos clássicos de comédia da tv brasileira, após muitos anos sendo exibida na Globo, eis que finalmente a obra ganhou um filme. Com a voltas dos personagens originais e também da chegada de novos integrantes ao elenco. No enredo temos Magda que trabalha como atendente de telemarketing e descobre que o seu grande amor Caco Antibes saiu da cadeia. O apartamento no qual eles moram está indo a leilão, mas eis que magda recebe uma proposta de pegar um carregamento milionário, e como recompensa irá receber uma quantia em dinheiro. Aceitando a proposta ela e todo o pessoal sai numa viagem muito louca e cheia de imprevistos.

 

 

Normandia Nua

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Foto: Divulgação

Um filme francês ganhou espaço na programação de arte do cinépolis. Normandia Nua é um filme para as pessoas saírem da zona de conforto e assistirem obras de outras nacionalidades. Georges Balbuzard (François Cluzet) é o prefeito da pequena cidade de Mêle sur Sarthe, na Normandia, onde os agricultores vêm sofrendo cada vez mais por conta de uma crise econômica. Quando o fotógrafo Blake Newman (Toby Jones), conhecido por deixar multidões nuas em suas obras, está passando pela região, Balbuzard enxerga nisso uma oportunidade perfeita para salvar seu povo. Só falta convencer os cidadãos a tirarem a roupa.

 

 

*Isabelle Vasconcelos/Estagiária sob supervisão

Foto destaque; Divulgação

 

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Canal Futura Lança série documental Os Guerreiros da Floresta

Guerreiros da Floresta é a série documental produzida ao longo de 2018 nos estados de Roraima, Rondônia, do Acre e do Amazonas com as etnias Yanomami, Huni Kuin e Suruí e que evidencia a luta das três maiores lideranças indígenas do Brasil, Davi Kopenawa, Almir Suruí e Ninawa Inu Huni Kuin e de suas comunidades, em defesa da sustentabilidade da Amazônia e da herança de seus povos. A produção da Santa Rita Filmes estreia em 20 de fevereiro, 22h30, no Canal Futura.

A série, composta por 13 episódios com duração de 26 minutos cada, aprofunda-se nas culturas de cada uma das etnias, abordando suas semelhanças e particularidades de estilo de vida, além da luta por preservação e sobrevivência.

Enquanto acompanha as três lideranças,, a série mostra como, ao mesmo tempo, em que sofrem com perseguições e ameaças no Brasil, estes líderes têm suas causas reconhecidas internacionalmente.

“A série estreia num momento de transição política dos mais importantes de nossa história recente. Esperamos que os temas aqui abordados, promovam, de alguma forma, um debate consciente e tão necessário para as demandas indígenas e a relação harmoniosa entre todos os povos.”, reflete o produtor Marcelo Braga, da Santa Rita Filmes.

Dentre seus assuntos-chave, a série explora, por meio do relato dos indígenas, os anos de invasão do homem branco e a devastação resultante da mesma e como eles sobreviveram a essa situação.



Para a gerente de conteúdo do Canal Futura, Debora Garcia, a série se apresenta como uma ferramenta para os professores abordarem a questão indígena em sala de aula. “O Futura produz conteúdo com foco em Educação, desenvolvendo material audiovisual que enriquece o trabalho dos educadores. Assim, a série pode ser ponto de partida para abordar temas como a realidade e a cultura das tribos indígenas, questões ambientais e sustentabilidade com os estudantes”, comenta Debora.

Guerreiros da Floresta se beneficia dos três meses que a produção passou imersa na cultura desses povos para trazer um viés de protagonismo dos índios para a narrativa. “Assumimos a narrativa do ponto de vista de alguém visto sempre como a terceira pessoa. Não contamos a história de indígenas, damos a voz para que eles contem suas histórias. O que o Guerreiros traz é um desafio para esse momento tão anti-indigenista que vivemos. Nos deslocamos do eixo do homem branco e mergulhamos no ponto de vista do brasileiro original.”, conta a diretora Andrea Pilar Marranquiel.

Apesar de focar nos líderes e em suas lutas por seus territórios e herança, a série acompanha, também, suas peculiaridades culturais, como seu grau de envolvimento com a tecnologia, seus rituais e suas crenças, entre outros pontos.

SINOPSE:

3 povos indígenas. 3 líderes. A Amazônia ameaçada. Perseguidos no Brasil por fazendeiros e mineradores, reconhecidos internacionalmente até pela ONU, eles são unidos pela mesma luta: a sustentabilidade da Amazônia e a herança cultural indígena. Almir Suruí, Ninawa Huni kuin e Davi Yanomami Kopenawa, heróis na luta pela preservação, eles são os Guerreiros da Floresta.

 

Confira o trailer:

 

FICHA TÉCNICA

Produtor e Produtor Executivo: Marcelo Braga

Roteiro e Direção: Andrea Pilar Marranquiel

Direção de fotografia: Henrique Mourão

Trilha Sonora Original: Diogo Poças e Yaniel Matos

Montagem: Emerson Moreira, Duane Rio e Eduardo Cardoso

Estreia: 20 de fevereiro, 22h30

Exibição: Canal Futura

 

*TZM Assessoria

Foto destaque: Divulgação

 

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João Pessoa terá estreia de Alita: Anjo de Combate nesta semana

Toda quinta-feira é dia de estreias na cidade, e nesta semana o filme Alita: Anjo de Combate é o grande destaque do catálogo. Também estreiam na telona o nacional que fala sobre a vida de Erasmo Carlos Minha Fama de Mal e A Mulanovo filme do Clint Eastwood. Confira abaixo a sinopse e o trailer de cada um para você escolher qual irá assistir!

 

Alita – Anjo de Combate

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Foto: Divulgação

Dos mesmos produtores de Titanic e Avatar, Alita – Anjo de Combate é uma garota que é metade ciborgue, e por não ser totalmente humana não consegue entender quem ela é e qual sua origem. Com um elenco bastante significativo, que inclui Christopher Waltz, Jennifer Connelly e Mahershala Ali, o longa traz uma nova versão da série de mangás. A história se passa em 2563 quando Alita é descoberta por um cientista e em meio a essa crise de identidade e autoconhecimento, ela mostra toda sua capacidade quando consegue destruir um android fortíssimo. A partir daí sua trajetória começa a ser constituída de combates e romance.

 

 



 

Minha Fama de Mau

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Foto: Divulgação

A cinebiografia do cantor da vanguarda brasileira Erasmo Carlos é o começo de sua trajetória na música brasileira. Inspirado por grandes influências do Rock como Chuck Berry e Elvis Presley, o filme mostra o artista tentando engatar na carreira de cantor. O longa que é inspirado no livro sobre a vida de Erasmo mostra todo o processo de começo da carreira e parceria com Roberto Carlos, na contribuição da dupla ao compor várias músicas. Além disso, ele também terá a participação da Vanderléia, que juntos formam o trio vanguardista brasileiro mais famoso dos anos 60.

 



A Mula

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Foto: Divulgação

Aqui temos mais um filme do Clint Eastwood, o qual ele dirige e também estrela. A narrativa nos apresenta Leo Sharp, um homem com uma vida aparentemente muito normal, nada muito diferente das outras pessoas. Um paisagista que já foi condecorado pelo exército por seus serviços prestados na Segunda Guerra Mundial, mas que devido à situação financeira acaba resolvendo se aliar ao cartel mexicano de drogas. Todo esse envolvimento acaba fazendo com que a polícia acabe ficando de olho nos passos de Leo.

 

 

 

*Isabelle Vasconcelos/Estagiária sob supervisão

Foto destaque: Divulgação

 

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Crítica: A Favorita aborda a complexidade feminina com autenticidade  

Em seu novo filme Yorgos Lanthimos nos apresenta em A Favorita, uma história real sobre a realeza da Inglaterra no século XVIII com três personagens femininas com personalidades díspares, porém bastante fortes. Aqui somos introduzidos a um roteiro bastante simples em sua trajetória e com personagens que estamos acostumados a ver na arte ao serem retratadas. Sarah Churchill interpretada por Rachel Weiz, duquesa de Marlborough, que toma as rédeas da realeza britânica no lugar da rainha Ana, interpretada por Olivia Collman, que não está com suas faculdades mentais em pleno estado e ambas têm um relacionamento de extrema confiança e intimidade. Logo após somos introduzidos à personagem da Emma Stone, uma recém chegada empregada chamada Abigail que ambiciona alavancar seu status atual na coroa inglesa.

Devido à veracidade dos fatos, o diretor, que já se tornou conhecido por sempre abordar em seus filmes personagens e histórias excêntricas, acaba deixando isso de lado. Ele resolveu dar mais enfoque ao seu maneirismo atrás das câmeras, tendo o uso de lentes angulares, movimentos de câmera horizontal em algumas situações, além do uso do contra-plongée, que geralmente é usado para o engrandecimento do personagem. O trabalho do Yorgos no longa acaba sendo somente ressaltado nesta área, mas que não deixa de lado sua estilística. É possível notar suas características em cena.



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Foto: Divulgação

A fotografia do filme é impecável. Todo o design de produção do longa retrata perfeitamente o palácio da realeza com todas obras de arte renascentistas. Assim como o figurino, que é estupendo e acaba refletindo muito a personalidade de todos, principalmente das protagonistas, com grande coesão. Vale ressaltar que em vários momentos da obra há cenas bem escuras, o que pode incomodar algumas pessoas, mas seria incoerente termos cenas bem iluminadas quando o filme se passa em um período que não existia eletricidade. Tais momentos que são à luz de vela se parecem muito com o chiaroscuro, recurso usado no Renascimento no qual havia um jogo de luz e sombra nas obras de arte, o que ressalta muito o valor artístico do longa.



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Foto: Divulgação

O grande alicerce da narrativa é justamente o relacionamento que as três personagens femininas centrais tem, todas com personalidades extraordinariamente divergentes. A personagem da Rachel Weiz é a exemplificação de uma mulher decidida, forte e racional. Já a personagem da Olivia Collman é exatamente o oposto, aqui temos um mulher extremamente sensível, desequilibrada, mimada e que já sofreu muito com as perdas da vida. Finalizado essa tríade temos a da Emma Stone que é manipuladora, inteligente, megera, ambiciosa.

O brilhantismo é acentuado justamente na composição das protagonistas. Não há rótulos para suas individualidades, não há julgamento da obra sobre a obra. Todas as ações que elas tiveram partiram de ideais que cada uma acreditava. Logicamente que isso não seria justificativa para as crueldades que a Abigail faz, por exemplo, mas expõe personagens com dramaticidade correspondente ao contexto individual. As atuações de todas são perfeitas, tornando suas indicações ao Oscar super válidas, até porque elas são os suportes desta história.

Todas as oitos indicações que o longa recebeu da Academia foram merecidíssimas. Todas foram de acordo com os pontos altos do filme. A Favorita definitivamente é uma obra que mostra a complexidade de ser mulher e das pressões que se carrega, do peso ao terem posições altas na sociedade e também quando se está atrás dessa posição de aparente privilégio.   

 

Confira o trailer do filme:

 

*Isabelle Vasconcelos/Estagiária sob supervisão

Foto destaque: divulgação

 

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