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Circulandô chega a Itabaiana com oficinas de arte e cinema nesta sexta

Circulandô

O projeto Circulandô estará na cidade de Itabaiana nos dias 12, 13 e 14 de abril. Na ocasião serão oferecidas seis oficinas de Arte e exibidos curtas-metragens. Este é o 22º Circulandô, a ação cultural é promovida, desde 2016, pelo Centro Estadual de Arte (Cearte). As oficinas serão realizadas no Centro de Convivência, em parceria com a Prefeitura Municipal de Itabaiana.

As oficinas oferecidas serão as de “Cinema de bolso”, “Danças urbanas”, “Dança contemporânea”, “Canto Nação Cariri”, “Fotografia sem mistério: exercitando o olhar” e “O espaço do ator na interpretação do cordel”. Ao todo, serão oferecidas 120 vagas, distribuídas nos seis cursos. O público-alvo são crianças a partir de sete anos, adolescentes, jovens e adultos, além de professores da rede pública.

“Este projeto atinge professores, multiplicadores, artistas e estudantes nas cidades do interior. Fornece ferramentas pedagógicas e metodologias não só para o ensino da arte, mas também para o aprimoramento e o despertar das linguagens artísticas fundamentais para o profissional do ensino”, ressalta Odécio Antônio, coordenador geral do Circulandô.

A diretora do Cearte, Laura Moreno, explica que o Circulandô surgiu em formato de caravana como um braço da política de descentralização do Cearte, visando a ampliação da oferta do acesso ao ensino da arte. “Desde sua criação, o projeto vem sendo muito procurado e bem recebido, ajudando a conectar as pessoas, seus sonhos e oferecendo oportunidades para que desenvolvam o conhecimento. O projeto toca profundamente nas ações de descentralização do Cearte”, pontua Laura.



Cinema

O Cine Circulandô selecionou quatro curtas-metragens inéditos no estado e um clássico do documentário para a população do município. Em homenagem ao cineasta Vladimir Carvalho, que nasceu em Itabaiana, será exibido o filme “A pedra da riqueza” (1975), considerado um clássico do cinema documental brasileiro. Rodado nos garimpos do Vale do Sabugi, o curta analisa as duras condições impostas aos trabalhadores, que desconhecem o valor e o destino da matéria-prima extraída: o tungstênio, utilizado para fins nucleares.

O restante do programa é formado por quatro curtas-metragens inéditos na Paraíba.

Inspirada na composição “Martelo Agalopado (improviso)”, de Diniz Vitorino e Silveira, a produção goiana “O Violeiro Fantasma” é uma explosão de formas, cores e criatividade, uma prova do ótimo momento vivido pelo cinema de animação brasileiro. Realizada em Campina Grande, “A ética das hienas” estreou nacionalmente em janeiro na Mostra de Tiradentes e tem no elenco atores de diferentes gerações: Marcélia Cartaxo, Fernando Teixeira, Suzy Lopes, Servilio de Holanda, Tavinho Teixeira e Daniel Porpino.

Realizado a partir de depoimentos, a animação goiana “O malabarista” faz um sensível elogio aos artistas de rua, abordando suas histórias, dificuldades e motivações. Encerrando a sessão, o documentário “Maré” se vale da força ancestral de um quilombo de Cachoeira, na Bahia, situado entre o mangue e a maré.

A sessão começa às 19h do sábado, 13 de abril, na praça Epitácio Pessoa, centro de Itabaiana. “O formato da sessão de rua favorece o envolvimento, com cadeiras dispostas no nível da tela. Esta relação de proximidade promove um ambiente de aconchego, reforçando os laços da convivência em espaços públicos em torno da arte”, ressalta o pesquisador e crítico André Dib, curador do projeto.

 

Serviço – Oficinas Circulandô

CINEMA DE BOLSO – professor Rodrigo Quirino, idade livre – 20 vagas

DANÇAS URBANAS, com Vant Vaz, a partir de 10 anos – 25 vagas

DANÇA CONTEMPORÂNEA, com Joelma, a partir de 15 anos – 20 vagas

CANTO NAÇÃO CARIRI, com Hildemburgo, a partir de 10 anos – 15 vagas

FOTOGRÁFIA SEM MISTÉRIO: EXERCITANDO O OLHAR, com Hélder Oliveira, a partir de 10 anos – 20 vagas

O ESPAÇO DO ATOR NA INTERPRETAÇÃO DO CORDEL, com Bento Júnior, a partir de 10 anos – 20 vagas.

CINE CIRCULANDÔ – ITABAIANA

Programação (Duração: 75 minutos)



Sinopses dos filmes

O Violeiro Fantasma (GO, 7’, fic, cor, HD, 2017), de Wesley Rodrigues. Com o som de sua viola, um misterioso violeiro apresenta um sertão mágico e psicodélico através de sua cantoria. Baseado na composição Martelo Agalopado (improviso), de Diniz Vitorino e Silveira.

A Pedra da Riqueza (PB, 16’, doc, pb, 35mm, 1975), de Vladimir Carvalho. As duras condições impostas aos garimpeiros de xelita no vale do Sabugi, que desconhecem o valor e o destino da matéria-prima extraída: o tungstênio, utilizado para fins nucleares.

A ética das hienas (PB, 20’, fic, cor, HD, 2018), de Rodolpho de Barros.  Uma fraude numa perícia de trabalho é descoberta, mas nada como um bom acordo no Brasil. Com o mercado, com a Justiça, com tudo.

O malabarista (GO, 11’, doc, cor, HD, 2018), de Iuri Moreno. Documentário em animação sobre o cotidiano dos malabaristas de rua, que colorem a rotina monótona das cidades.

Maré (BA, 21’, doc, cor, HD, 2018), de Amaranta César. Em um quilombo de Cachoeira, na Bahia, a força ancestral do mangue e da maré regem os ciclos da vida: partir, ficar, morrer, viver, recomeçar.

 

*Secom-PB

Foto destaque: Divulgação

 

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