4 filmes da Netflix para ver no feriadão

Larissa Rodrigues*

 

Estamos com um feriado à vista e muitas pessoas vão viajar. Outras pessoas vão aproveitar pra fazer um churrascão e beber como se não houvesse amanhã. Mas, se você vai aproveitar pra descansar, dormir e ver bons filmes, nós temos 4 dicas de filmes ou séries para você.

Amanhã é o dia das crianças e feriado de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil. A sexta não é feriado, mas muitos estabelecimentos (principalmente os públicos) dão ponto facultativo. Pronto! Está formado o feriadão que nós precisávamos para dar aquela relaxada.

Selecionamos 4 filmes/séries, um para cada dia. Por isso, passa no supermercado e garante a pipoca com o brigadeiro porque só tem filmão nessa lista. A boa notícia é que estão todos na Netflix!

 

Quinta (12/10)

Uma Verdade Inconveniente (2006)

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O filme foi dirigido por Davis Guggenheim e mostra a campanha do ex-Vice-presidente dos Estados Unidos Al Gore. O longa tem um formato de documentário, em que Al Gore apresenta alguns dados que reuniu sobre o aquecimento global. O documentário é bastante conhecido e sofreu algumas críticas de cientistas contrários às teorias de aquecimento global. Outro fato importante exposto é a suspeita de fraude nas eleições em que Al Gore perdeu para George W. Bush. Se você ainda não viu esse clássico, está mais do que na hora.



Sexta (13/10)

Jogo Perigoso (2017)

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Como não poderia deixar de ser, na sexta-feira 13, a pedida é um filme mais tenso, de suspense. A produção original da Netflix traz a história de um casal que vai passar alguns dias numa casa de campo afastada. Uma brincadeira do marido acaba bem mal, deixando Jessie, a esposa, em maus bocados.



Sábado (14/10)

A Morte e a Vida de Marsha P. Johnson (2017)

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Sob direção de David France, o documentário mostra a tentativa de Victoria Cruz, uma ativista pelas mulheres trans, de investigar as reais circunstâncias da morte de sua amiga Marsha. Ela foi uma drag queen que morreu em 1992. Lutou muito para defender os direitos dos homossexuais e teve a causa de sua morte documentada como suicídio.



Domingo (15/10)

O Céu É de Verdade (2014)

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Um filme lindo e emocionante mostra a visão do paraíso pelos olhos de uma criança. Através de um acidente, um menino diz ter visto como é o céu. Um bom filme para renovar a fé no espiritual e começar a semana de trabalho com as energias renovadas!

 

Larissa Rodrigues é desenhista do @be.my.type, internacionalista, mestranda de Relações Internacionais da UEPB, que adora falar de política, espiritualidade e coisinhas que amenizam nossa experiência de vida: filmes, moda, viagens e comida!!!

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Crítica: o documentário “Gaga: Five Foot Two” e a verdade sobre Lady Gaga

Larissa Rodrigues*

 

Um dia li que a próxima revolução seria feminista. Não entendi bem como isso seria na prática. Ultimamente, vendo a força das mulheres tomando proporções inimagináveis, fica claro: não há mais espaço para desigualdade. O documentário Gaga: Five Foot Two, sobre a preparação de Lady Gaga para sua apresentação no Super Bowl, mostra uma mulher que já chocou o mundo com sua aparência, mas agora mostra algo ainda mais escandaloso: sua ousadia em ser quem é.

O documentário é como um grande vlog do Youtube. São inúmeros vídeos de momentos cotidianos da cantora. A ideia de ser uma produção simples é interessante e conversa com a proposta intimista do novo álbum Joane, mas perde em qualidade de imagem, de fotografia e roteiro. Com certeza, essa era a ideia: chocar. Enquanto todos esperavam uma produção cheia de efeitos, ela queria mostrar sua luta diária contra as fragilidades emocionais e físicas que atrapalham o trabalho e a vida pessoal. Tem emoção e intensidade nesse filme. Exatamente a ideia que Gaga quer passar para os fãs desde o início. Mas agora de cara limpa, sem fantasias.



Dá pra ver que apesar de haver uma galera enorme trabalhando em equipe para o show Lady Gaga, ela é só mais uma de nós. Uma garota batalhadora, com uma voz incrível. É impressionante a quantidade de gente que trabalha nos bastidores para fazer o resultado que conhecemos. Produtores, músicos, maquiadores, fisioterapeutas… Sempre tem alguém correndo atrás dela fazendo algo enquanto ela faz algo.

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É muito fácil desejar ser a Lady Gaga no palco, mas você pagaria o preço que ela paga para subir lá? É louco que a intimidade dela seja tão compartilhada. Não é só porque ela é uma “pessoa pública” (aliás, que expressão louca, né?) e tem 18 milhões de seguidores no Instagram, vai mais além: viver cercada de centenas de pessoas que não têm a menor cerimônia em colar um adesivo nos seios dela deve ser muito estressante.

Ela canta, dança, atua, grava, planeja, regrava, debate, abraça, beija, fotografa… Sonha, almeja, batalha, sofre, cai, levanta, acredita, chora, deseja… Se você ainda tem dúvidas de que uma mulher pode, clique no replay.



Veja o trailer do documentário.

Larissa Rodrigues é desenhista do @be.my.type, internacionalista, mestranda de Relações Internacionais da UEPB. Adora falar de política, espiritualidade e coisinhas que amenizam nossa experiência de vida: filmes, moda, viagens e comida!!!

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Cinema: 5 filmes sobre racismo que você precisa ver!

O papel do cinema vai muito além do entretenimento. Ele nos transporta para a realidade de uma época, nos alerta para problemas que muitas vezes não sabemos que existem. Apesar de ser um tema bastante conhecido, infelizmente o preconceito racial ainda muito presente na sociedade. Logo, o assunto precisa estar sempre em alta, para lembrar a realidade daqueles que sofrem discriminação apenas pelo fato de terem a pele escura. Por isso, listamos cinco ótimos filmes sobre racismo que você precisa assistir!

 

Histórias Cruzadas

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Baseado no best-seller “A Resposta”, o filme retrata a vida das empregadas domésticas negras no Mississipi dos anos 60. Skeeter, uma garota branca da sociedade, resolve tornar-se escritora e para isso decide escrever um livro sobre a realidade das empregadas domésticas da sua cidade. Para isso, ela conta com a ajuda de Aibileen Clark, a empregada da melhor amiga de Skeeter, e juntas vão tentar reunir depoimentos de outras mulheres. Porém, o livro não agrada em nada os moradores locais, acostumados a um sistema preconceituoso e opressor. A produção está disponível na Netflix.



O Sol é Para Todos

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Baseado no clássico romance de Harper Lee, O Sol é Para Todos é uma história de luta e esperança que todos deveriam ver e ler. O filme retrata o advogado Atticus Finch defendendo o negro Tom Robinson contra uma falsa acusação de estupro de uma mulher branca, em um tribunal no Alabama, em 1932. A história é contada pelo ponto de vista de Jean Louise Finch, uma garotinha de seis anos, filha de Atticus, que recebe uma grande lição de integridade e caráter com o acontecido.



Estrelas Além do Tempo

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Em 1961, os Estados Unidos, em meio à Guerra Fria, estão em plena corrida espacial. Mas ao mesmo tempo, a sociedade norte-americana está inserida em uma profunda divisão racial. O filme, baseado em fatos reais, mostra um grupo de funcionárias negras da Nasa precisando vencer o preconceito dentro para que consigam provar o seu valor e crescer dentro da instituição. Além de uma excelente história sobre o racismo, o filme é também profundamente inspirador sob a premissa de que com muita luta, pequenos passos podem ser grandes conquistas.



Preciosa – uma história de esperança

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Nova York, bairro do Harlem. Claireece “Preciosa” Jones é uma adolescente de 16 anos que sofre uma série de privações durante sua juventude, em 1987. Violentada pelo pai e abusada pela mãe, ela cresce irritada e sem qualquer tipo de amor. O fato de ser pobre e gorda também não a ajuda nem um pouco. Além disto, Preciosa tem um filho apelidado de “Mongo”, por ser portador de síndrome de Down, que está sob os cuidados da avó. Quando engravida pela segunda vez, ela é suspensa da escola. A sra. Lichtenstein consegue então uma escola alternativa, que possa ajudá-la a melhor lidar com sua vida. Lá Preciosa encontra um meio de fugir de sua existência traumática, se refugiando em sua imaginação. O filme está disponível no catálogo da Netflix.



Cara Gente Branca

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Uma guerra cultural em um campus universitário entre negros e brancos, em universidade predominantemente branca, vem à tona quando uma revista de humor organiza uma polêmica festa de Halloween. Esta é uma sátira feroz ao racismo e ao pensamento politicamente correto e condescendente a respeito da diversidade racial. A Netflix adaptou o filme de 2014 em uma série de mesmo nome. Ambos estão disponíveis no catálogo do serviço de streaming.

 

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3 documentários que vão te fazer pensar sobre o consumo de carne

Larissa Rodrigues*

 

Nós vivemos na era dos supermercados. Temos de tudo pronto, embalado, desinfetado, ao alcance da mão. As embalagens nos enfeitiçam. É muito comum que a gente compre sem pensar sobre o que estamos comprando e, principalmente, por quê estamos comprando. O consumo de carne no mundo está cada vez mais comum. Talvez mais comum do que quando, na época das cavernas, precisávamos sair pra caçar nosso próprio almoço. Afinal, passar no supermercado é bem mais rápido e prático.



O fato é que a carne já vem cortada e empacotada. Nem de longe parece um bicho. Isso significa muitas coisas importantes: 1) você não sabe como essa carne foi preparada, de que se alimenta e como vive o animal (e não, não passa no Globo Repórter); 2) você não consegue ver aquele alimento como um ser vivo e dotado de sentimentos, você não o viu morrer, não pagou o preço emocional de mata-lo – pelo contrário, terceirizou essa tarefa desagradável; 3) você não tem noção do impacto ambiental do bife de cada dia.

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Apesar do consumo de carne não ser tóxico ao ser humano, o seu exagero pode causar muitos danos à saúde. Só porque podemos comer, não significa que devemos, né? Essa é uma questão polêmica que divide até os pesquisadores. Mas não é só o consumo de carne na alimentação que é um problema. O uso de animais na indústria têxtil (couro e peles), farmacêutica, cosmética e até do entretenimento (apresentações em shows e circos).

Mas você pode pensar mais sobre o assunto vendo documentários a respeito. Selecionamos 3 documentários sérios para você refletir a respeito.

 

1 – Cowspiracy

Esse documentário aborda os efeitos negativos da produção pecuária para o meio ambiente. É impressionante o impacto na poluição – do ar, do solo e das águas – causado pela produção de um único hambúrguer. Você vai perceber que todos os seus esforços para tomar banhos mais curtos, desligar as luzes e separar o lixo não significam nada perto do impacto de parar de comer derivados de animais.

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2 – Da fazenda ao frigorífico

Nesse vídeo curto, de 11 minutos, produzido pela instituição Mercy for Animals (piedade para os animais), você vê o sofrimento dos animais desde o seu nascimento até a sua morte. As indústrias da carne visam apenas o lucro. O bem estar do animal é completamente ignorado.

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3 – Blackfish

O documentário sobre o caso do parque temático SeaWorld mostra que mesmo quando o estabelecimento é renomado, pode haver maus tratos. A produção mostra os bastidores da morte de uma treinadora do parque. A assassina teria sido uma baleia com quem a treinadora convivera por vários anos. As condições de vida da baleia podem ter causado o estresse do animal para que ele tenha chegado a esse ponto.

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Crítica: “Grace and Frankie” acerta ao mostrar que idosos são legais sim!

Érica Rodrigues

Não lembro bem porque comecei a ver Grace and Frankie na Netflix lá em 2015. Provavelmente foi pela descrição da série na época do lançamento, pois a ideia até hoje me agrada muito! A produção nos apresenta Grace e Frankie, duas mulheres completamente diferentes, unidas por um assunto em comum: o fato de seus ex-maridos terem se assumido gays e decidido casar um com o outro. Agora, as duas precisam resolver suas diferenças, morar juntas e redescobrir a vida de solteiras após os 60 anos.

A série acertou muito ao apostar em mostrar um outro lado da vida da terceira idade, com casais gays finalmente criando coragem para assumir um relacionamento, sexo (sim, sexo!), empreendedorismo, enfim, mostrando que pessoas idosas são interessantes sim!

Ouso dizer que é uma das minhas comédias preferidas da atualidade, com tiradas inteligentes e assuntos que não são usuais, mas nos fazem pensar sobre a realidade da velhice com muito bom humor. Outro ponto que me agrada muito é que as figuras dos idosos não são vitimizadas em momento algum: eles são personagens normais, vivendo as alegrias e frustrações do dia a dia.

Grace e Frankie, apesar de completamente diferentes em tudo, conseguem encarar os problemas com bom humor e, após muitos desentendimentos, apoiando-se e aprendendo uma com a outra. Uma coisa é certa: quando uma “perua” ex-empresária do ramos da beleza e uma hippie-mãezona se tornam amigas, boas risadas são garantidas!

 

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Cinema: 5 biografias de artistas para ver e se inspirar

Larissa Rodrigues*

 

Eu adoro ver biografias. Porque são reais. Não há tantas coisas fantásticas acontecendo, não há seres de outro planeta, são só pessoas como nós, que lutaram para ser quem são. Geralmente, quando vimos pessoas famosas, ou que conseguiram um grande patrimônio, temos o ímpeto de pensar que sempre foi assim, que elas sempre estiveram ali no topo. Isso faz com que a gente ache que não pode acontecer conosco. Aí você vê o filme, ou lê a biografia do sujeito e alá ele sofrendo pra pagar boleto, igual a nós mortais.

Mais ainda, eu adoro artistas. Eles são intensos, eles fervem, e isso se reflete na sua arte. A música, as telas, os livros, são tudo um espelho do que borbulha lá dentro. Por isso, fiz uma lista de 5 filmes inspiradores de pessoas que amaram, sofreram e criaram até as últimas consequências!

 

1 – Walt before Mickey (2014 – com Thomas Ian Nicholas)

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Apesar de toda dificuldade financeira, Walt Disney acreditava profundamente nos seus desenhos. Ele insistiu muito até fundar o império que existe hoje. A história de como ele encontrou o ratinho mais famoso do mundo é emocionante!

 



 

2 – Piaf – Hino ao Amor (2007 – com Marion Cotillard)

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Numa época em que mulheres artistas eram completamente desmoralizadas, Édith Piaf, cantora francesa nascida em 1915, transformou toda a dificuldade de ter sido criada num bordel, de ter passado necessidade e de ter cantado na rua por alguns trocados, em um sucesso internacional. Hoje, ela é um mito da música.

 



 

3 – Magia além das palavras (2011 – com Poppy Montgomery)

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A escritora da série Harry Potter, pano de fundo da infância e adolescência de muitos jovens de vinte e poucos anos no mundo, viveu um relacionamento abusivo e passou necessidade com a filha. Se hoje o fenômeno mundial de Harry Potter lhe fez uma das mulheres mais ricas do planeta, foi às custas de muita perseverança. Essa história estava predestinada ao sucesso!

 



 

4 – Frida (2002 – com Salma Hayek)

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“Uma mulher à frente de seu tempo” é uma expressão clichê, mas representa exatamente o que Frida Kahlo significa até hoje. Ela transgrediu e transcendeu. Mostrou que sua arte era maior que seu corpo imobilizado por um acidente. Frida viveu intensamente suas paixões e suas cores.

 



 

5 – Coco antes de Chanel (2009 – com Audrey Tautou)

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Órfã, abandonada pelo pai, Gabrielle Coco Chanel trabalhou em uma alfaiataria, cantou em cabarés e viveu de favor antes de se tornar uma das maiores estilistas de moda de todos os tempos. Suas peças modernas para a época hoje são clássicos atemporais no fashion design.

Larissa Rodrigues é desenhista do @be.my.type, internacionalista, mestranda de Relações Internacionais da UEPB, que adora falar de política, espiritualidade e coisinhas que amenizam nossa experiência de vida: filmes, moda, viagens e comida!!!

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15 filmes tristes para sair da bad (chorando!)

Larissa Rodrigues*

 

Quando eu terminei meu primeiro namoro, estava arrasada. Aluguei minha melhor amiga para falar do boy lixo, afinal, pra que servem as melhores amigas? Eu me lastimei tanto nos ouvidos dela, que ela tomou uma atitude drástica. Numa das nossas ligações telefônicas (sim, as pessoas ligavam umas para as outras antigamente) ela me disse: “Larissa, vem aqui pra casa hoje à noite; você vai me falar tudo o que está te deixando mal; então nós vamos ver um filme bem triste, comendo brigadeiro; vamos chorar juntas e amanhã você vai dar a volta por cima e não vai mais se permitir chorar por isso, ok?”

Combinado! Fui para a casa dela e vimos o filme Uma Prova de Amor. Quando ela falou “filme triste” estava falando sério. Juntou a minha angústia com aquele sofrimento todo e foi batata! Chorei como uma condenada. No dia seguinte estava renovada! Já tinha esquecido o boy? Não. Era um filme, não amnésia. Mas eu tinha saído daquele estado melancólico, e isso era ótimo.

Desde então, eu uso essa técnica de viver a fossa. Os psicólogos sempre falam que é saudável viver o luto e não reprimi-lo. Assuma que está triste e ponha isso pra fora!

Por isso, listamos 15 filmes tristes para viver a sua bad! Chore, levante, bata a poeira e siga em frente, de cabeça erguida! (Se persistirem os sintomas, um psicólogo deverá ser consultado).

 

1 – Uma prova de amor (2009)

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Sara (Cameron Diaz) e Brian Fitzgerald (Jason Patric) descobrem que sua filha Kate (Sofia Vassilieva) tem leucemia e possui pouco tempo de vida. Os médicos sugerem que o casal tenha um filho que seja um doador compatível com Kate. Anna (Abigail Breslin), assim que nasce doa sangue de seu cordão umbilical para a irmã. Durante toda a infância, passa por procedimentos invasivos para manter a irmã viva. Mais tarde ela contrata um advogado para acionar judicialmente os pais, reclamando sua emancipação.

 

 

2 – Sempre ao seu lado (2009)

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Parker Wilson (Richard Gere) é um professor universitário que encontra um cachorro da raça Akita na estação de trem. Leva-o pra casa e torna-se seu melhor amigo. Hachi, o cão, o acompanha todos os dias até a estação de trem, quando o professor vai trabalhar. À noite, o cachorrinho volta ao mesmo lugar para receber seu dono, até que um dia as coisas não saem como o planejado.

 

 

3 – Olga (2004)

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Um dos melhores filmes brasileiros. Conta a história de Olga Benário (Camila Morgado), uma militante alemã casada com Luís Carlos Prestes (Caco Ciocler), que vem para o Brasil lutar contra o regime ditatorial do governo Getúlio Vargas. Olga acaba sendo deportada grávida para a Alemanha nazista.

 



 

4 – Na natureza selvagem (2008)

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Um filme lindo em fotografia e trilha sonora. Christopher McCandless (Emile Hirsch) é um jovem recém formado que resolve largar tudo e ir para o Alasca, viver uma experiência de solidão e autoconhecimento. A história é baseada em fatos reais.

 

 

5 – Um dia de sol (1973)

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Esse é um filme bem antigo, mas que numa lista de filmes tristes, ele com certeza tem que estar. Quando eu era criança, mamãe me contou sua história. Um casal tem uma filha, e a mulher descobre um câncer. Isso era uma sentença de morte antigamente, como sabemos. Então, sabendo que ia morrer, a mãe grava fitas k7 com ensinamentos para sua filha. Mamãe me disse que ela penteava os cabelos da menina mesmo deitada na cama. Lembro que a possibilidade de que acontecesse aquilo com a minha mãe me assustava muito.

 

 

6 – Náufrago (2001)

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Chuck Noland (Tom Hanks) é um inspetor da Federal Express (FedEx). Ele faz viagens pelo mundo a trabalho. Numa dessas viagens, ocorre um acidente e ele fica perdido numa ilha deserta por 4 anos. Chuck precisa lutar para sobreviver e avisar que está vivo.

 



 

7 – Amor além da vida (1998)

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Chris Nielsen (Robin Williams) e Annie (Annabella Sciorra) são um casal feliz com dois filhos. Infelizmente, as crianças morrem em um acidente. O golpe é muito duro, mas eles seguem unidos. Chris, anos mais tarde, acaba vitimado por outro acidente de carro, que o fere fatalmente. Ele vai para o Paraíso, mas Annie sofre sua perda. Movida pelo desespero, ela se mata. Seu marido então começa uma jornada para encontrá-la onde ficam os suicidas.

 

 

8 – Mary and Max (2010)

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Mary Daisy Dinkle (Toni Collette) é uma menina de oito anos, que vive em Melbourne, na Austrália. Max Jerry Horovitz (Philip Seymour Hoffman) é um senhor de Nova York. Ele tem Síndrome de Asperger. Apesar da distância e da diferença de idade, Mary e Max ficam amigos, correspondendo-se por cartas.

 

 

9 – Para sempre Alice (2015)

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A Dra. Alice Howland (Julianne Moore) é uma professora de linguística, bem sucedida. Ao perceber que está esquecendo cada vez mais coisas, ela é diagnosticada com Alzheimer. Ela e a filha caçula, Lydia (Kristen Stewart), se aproximam nesse momento de dificuldade.

 



 

10 – À procura da felicidade (2007)

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Chris Gardner (Will Smith) está passando por problemas financeiros. Além disso, sua esposa, Linda (Thandie Newton), o abandona com o filho do casal, Christopher (Jaden Smith), de 5 anos. Chris vai precisar passar por cima de todas as dificuldades para conseguir um emprego e não deixar a esperança do seu filho morrer.

 

 

11 – Amor (2012)

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Um casal de idosos, Georges (Jean-Louis Trintignant) e Anne (Emmanuelle Riva), vai precisar enfrentar dificuldades quando Anne sofre um derrame e fica com um lado do corpo paralisado. O amor dos dois precisará ser mais forte.

 

 

12 – O jardineiro fiel (2005)

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Justin Quayle (Ralph Fiennes) é um diplomata britânico, que se casa com uma ativista (Rachel Weisz). Envolvida em uma investigação secreta, ela é encontrada morta no Quênia. Desconfiado com a possível infidelidade da esposa, o diplomata sai numa cassada pela verdade sobre a vida secreta da esposa.

 



 

13 – Amor sem fronteiras (2003)

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Sarah Jordan (Angelina Jolie) é uma socialite norte-americana, que conhece o médico Nick Callahan (Clive Owen), dedicado à causas humanitárias na África. Sensibilizada, Sarah resolve ajudá-lo. Arrecada doações para comprar medicamentos e comida para refugiados na Etiópia e resolve ir até lá entregá-los a Nick.

 

 

14 – Titanic (1997)

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Dispensa apresentações. É um clássico do drama. Mas se você esteve numa caverna nos últimos 20 anos, esse filme fala do naufrágio do famoso navio Titanic, projetado para ser a mais moderna embarcação de sua época. Infelizmente, ele afunda na sua primeira viagem. Jack (Leonardo di Caprio) e Rose (Kate Winslet) se apaixonam durante a viagem, a contragosto da família da moça.

 

 

15 – O escafandro e a borboleta (2008)

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Jean-Dominique Bauby (Mathieu Amalric) é um editor da revista Elle, bem sucedido. Aos 43 anos, sofre um derrame cerebral e acorda 20 dias depois no hospital. Consciente, porém incapaz de se comunicar. O único movimento que lhe restou foi a pálpebra de um olho. Ele aprende a se comunicar através das piscadas do olho para expressar o seu sofrimento.

Larissa Rodrigues é desenhista do @be.my.type, internacionalista, mestranda de Relações Internacionais da UEPB, que adora falar de política, espiritualidade e coisinhas que amenizam nossa experiência de vida: filmes, moda, viagens e comida!!!



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Crítica: vale a pena assistir ao filme “O Mínimo para Viver”, da Netflix?

Érica Rodrigues

 

Recentemente entrou na Netflix o longa-metragem “O Mínimo para Viver” (To the Bone), estrelado pela atriz Lily Collins e Keanu Reeves. O filme, produzido pelo próprio serviço de streaming, retrata a jornada de uma garota no tratamento conta a anorexia.

Ellie (Lily Collins) já foi internada algumas vezes para se tratar de um transtorno alimentar sério, que a fez chegar a um peso muito abaixo do que é saudável. Apesar de ter um ambiente familiar bastante conturbado, já que mora com o pai ausente, a madrasta, com quem ela não se dá bem, e a irmã, todos concordam em tentar “pela última vez” interná-la aos cuidados de um médico com métodos pouco tradicionais para o tratamento da doença. A partir daí ela muda-se para uma casa de tratamento para pacientes com distúrbios alimentares e vai conviver com vários personagens com histórias e problemas diferentes.

No meu ponto de vista, o filme tem basicamente duas vertentes: ele pode ser educativo, para pessoas que não sabem nada sobre anorexia, mas também pode ser perigoso, pois em vários momentos pode servir como um manual “do que fazer” para quem está com um princípio da doença, ou tem alguma predisposição a isso.



Um dos pontos que contribuem para tornar a produção controversa é o fato da história de Ellie antes do transtorno não ser mencionada. Como ela chegou até aquele ponto? Como era sua vida antes? Em grande parte do filme ela parece muito segura de si e de que aquilo que está fazendo é o certo, mas é muito pouco explorado quem ela é além da anorexia. Ela tem amigos? O que ela faz quando não está fazendo exercícios loucamente ou brigando com a família por não comer? É citado na narrativa que ela desenha e alimentada uma conta no Tumblr com suas artes, mas esse assunto não é desenvolvido.

Outro ponto fraco do roteiro são os personagens que moram na casa de tratamento. Apesar de serem profundamente interessantes, como o caso da menina obesa que tem compulsão por comer manteiga de amendoim, elas não são nem um pouco explorados. Não sabemos praticamente nada sobre eles. O que os levou até ali? Eles têm família? Como chegaram até lá? São muitas questões que poderiam deixar o filme bem mais interessante, mas, como não são exploradas, acabam deixando a produção um pouco rasa.

Mas afinal, vale a pena assistir “O Mínimo para Viver”? Se você quer entender melhor como é a vila de uma pessoa com transtorno alimentar, vale. Mas é preciso tomar muito cuidado, pois não deixa de ser um filme pesado e que pode ser perigoso para quem se identifica com o tema ou está passando por um problema semelhante.

 

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Assista ao trailer:



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Cinema: novo “Transformers” e “Detetives do Prédio Azul” estreiam na telona

Nesta quinta-feira, “Transformers: O Último Cavaleiro”, entra em cartaz nos cinemas da Paraíba. O filme mostra O gigante Optimus Prime embarcando em uma das missões mais difíceis de sua vida: encontrar, no espaço sideral, os Quintessons, seres que possivelmente são os responsáveis pela criação da raça Transformers. O problema é que, enquanto isso, seus amigos estão precisando de muita ajuda na Terra, já que uma nova ameaça alienígena resolveu destruir toda a humanidade.

 

 

A outra estreia desta semana na telona por aqui é “D.P.A. – Detetives do Prédio Azul – O Filme”, inspirado na série de TV brasileira exibida pelo canal Gloob. No filme, Bento, Sol e Pippo vão unir forças para a maior missão de suas vidas: desvendar um mistério para salvar o prédio azul da demolição. O enigma surge com uma inesperada queda de luz durante a festa de Dona Leocádia. Além de rachaduras que aparecem nas paredes do edifício, a temida síndica é enfeitiçada e se transforma em uma pessoa boa. As crianças ficam ainda mais desconfiadas quando descobrem que a única testemunha da confusão desapareceu: o quadro falante da Vó Berta.

 

 

 

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Para mais informações sobre sessões e horários, acesse:

João Pessoa

http://manairashopping.com/cinema/

http://www.cinepolis.com.br/programacao/

http://www.magshopping.com.br/cinema

 

Campina Grande

http://partagecampina.com.br/site/cinema/

 

Patos

http://www.guedesshopping.com.br/inicio

 

Guarabira

https://www.facebook.com/cinemaxxicidadeluz/

Mostra do Filme Livre realiza sessão nesta quinta no Espaço Mundo

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O Centro Cultural Espaço Mundo, através da campanha Cineclubes Livres, recebe no próximo dia 20 de julho (quinta), às 19h30, a primeira de duas sessões gratuitas da Mostra do Filme Livre 2017. Nesta quinta acontece a Sessão Curtas Livres com filmes premiados pela curadoria da 16ª edição da Mostra do Filme Livre.

A MFL é a mais relevante mostra do cinema independente brasileiro e chega em 2017 à sua 16ª edição. O Cine Mundo integra mais uma vez a programação, através do Cineclubes Livres, maior ação em rede de cineclubes no Brasil, que esse ano chega a 129 cineclubes de 90 cidades espalhadas por 22 estados brasileiros.

 

SESSÃO CURTAS LIVRES

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Algo do que fica (Benedito Ferreira, 23min, 2016, GO)

Avó e neta estão de mudança da casa onde vivem no centro de Goiânia, ao lado do lote do acidente do Césio 137. Em breve a casa será demolida para a construção de um museu. Enquanto isso, uma estranha presença orbita pela casa.

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As ondas (Juliano Gomes, Léo Bittencourt, 13min, 2016, RJ)

À beira-mar, um refletor estroboscópico sonha com uma fábrica de manequins.

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Cheiro de melancia (Maria Cardozo, 16min, 2016, PE)

Cíntia era pequena quando sua mãe lhe contou sobre o cheiro de melancia, o cheiro que se sente quando o tubarão está por perto. Luísa, 10 anos mais nova que sua irmã, nunca viu o mar. Uma ruína no litoral guarda pedaços da memória e um pesadelo que Cíntia não consegue lembrar o final.

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Vando vulgo Vedita (Andréia Pires, Leonardo Mouramateus, 20min, 2016, CE)

Vando (vulgo Vedita) não é visto faz um tempo nas ruas da Barra.

 

SERVIÇO

Mostra do Filme Livre 2017 – Sessão Curtas Livres

Duração da sessão: 72 minutos

Classificação indicativa: 16 anos

20 de julho (quinta), às 19h30

Entrada Gratuita

Centro Cultural Espaço Mundo – Praça Antenor Navarro, 53, Varadouro (Centro Histórico)

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