#TBt do Rota: Filmes ganhadores do Oscar para ver na Netflix

Com o Oscar se aproximando, resolvemos indicar quatro filmesshow?id=vsXS*qH1P8o&bids=397418 que foram vencedores do prêmio e estão disponíveis na Netflix, para já irmos entrando no clima da premiação. Confere a lista!

 

Leia mais sobre cinema clicando aqui!

 

  • 12 Anos de Escravidão (2013), vencedor nas categorias de Melhor Filme, Melhor Atriz Coadjuvante e Melhor Roteiro Adaptado

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Em 1841, Solomon Northup (Chiwetel Ejiofor) é um escravo liberto que vive em paz com a família. Um dia, após aceitar trabalho em outra cidade, ele é preso, acorrentado e vendido como escravo. Ao longo dos doze anos que vive como escravo, é obrigado a suportar humilhações e maus tratos para sobreviver. O filme é uma representação forte da escravidão nos Estados Unidos, com destaque para a atuação visceral de Lupita Nyong’o como Patsey.



  • Clube de Compras Dallas (2013), vencedor nas categorias de Melhor Ator, Melhor Ator Coadjuvante e Cabelo e Maquiagem

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O eletricista texano Ron Woodroof (Matthew McConaughey) é diagnosticado com Aids, em 1986. Recusando-se a aceitar a sentença de que viveria apenas 30 dias, ele inicia uma luta com a indústria farmacêutica em busca de tratamentos alternativos. Em paralelo, é interessante assistir à mudança de conceitos do personagem, que acaba deixando sua homofobia de lado na amizade com o transexual Rayon, interpretado por Jared Leto.

 



  • Blue Jasmine (2013), vencedor na categoria de Melhor Atriz

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Jasmine (Cate Blanchett) é uma milionária que acaba perdendo todo o seu dinheiro e é obrigada a ir morar com a irmã e os sobrinhos em uma modesta casa em São Francisco. Após o choque da mudança radical de vida, ela precisa encarar seus problemas e entender quem realmente é. A atuação de Cate Blanchett, vencedora do Oscar de Melhor Atriz é excepcional, em uma personagem complexa e que, para uma pessoa comum, pode parecer um pouco irreal.



  • O Discurso do Rei (2010), vencedor nas categorias de Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Ator e Melhor Roteiro Original

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Em tempos de The Crown, O Discurso do Rei torna-se ainda mais interessante. O filme é baseado na biografia de Albert Windsor (Colin Firth), o Rei George VI, que sofreu de gagueira desde os 4 anos de idade. Com a renúncia do irmão mais velho ao trono da Inglaterra, Bertie torna-se rei e precisa enfrentar o pesadelo de fazer discursos, que se tornam muito penosos graças ao seu problema na fala. Após conhecer Lionel (Geoffrey Rush), um terapeuta de fala de método pouco convencional, o rei consegue não apenas controlar a gagueira, mas encontra um amigo.

Aproveite para ler a resenha do livro aqui!



 

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Publicado em: 31 de jan de 2017

Shippados: Pode entrar, vai ter live!

‘Shippados’ estreia nesta terça, dia 12, na TV Globo, mas hoje, dia 11, tem esquenta no perfil @redeglobo no Instagram. Às 19h, Eduardo Sterblitch vai tomar conta do canal oficial da emissora e receber, para uma live, os colegas de cena Luis Lobianco, Clarice Falcão, Júlia Rabello e Rafael Queiroga, que deram vida a Valdir, Brita, Suzette e Helio, respectivamente, na série escrita por Alexandre Machado e Fernanda Young e dirigida por Patricia Pedrosa. No papo virtual, os atores vão, entre vários assuntos, relembrar os bastidores das gravações e reagir a algumas cenas da trama. Certamente, a diversão da noite está garantida – e se estenderá por toda semana, com a exibição dos episódios.

Na história, que vai ao ar de segunda a sexta (exceto na quarta-feira da primeira semana), Rita (Tata Werneck) e Enzo (Eduardo Sterblitch) encarnam um casal “bugado”, formado por duas pessoas imperfeitas, cheias de dúvidas e com dificuldades de se enquadrar no mundo de realidades distorcidas do ambiente virtual, mas que tem uma química e uma identificação ímpar. ‘Shippados’ faz uma análise sarcástica das tentativas de se achar o par perfeito através de algoritmos da internet e mostra, através do humor de identificação, como o amor pode surgir de alguns desencontros, em situações inesperadas e na simplicidade do dia a dia.

‘Shippados’ é uma obra de Alexandre Machado e Fernanda Young e tem direção artística e geral de Patricia Pedrosa e direção de Renata Porto d’Ave e Ricardo Spencer. A série vai ao ar de segunda a sexta – exceto na quarta-feira desta semana – após ‘A Cor do Poder’.



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Julia Svacinna volta ao cinema em ‘Um Tio quase Perfeito 2’

A atriz Julia Svacinna, 16, volta aos cinemas no papel de Patricia (Julia Svacinna), sobrinha do carismático Tio Tony (Marcus Majella), em “Um Tio Quase Perfeito 2”, que foi rodado no Rio de Janeiro, antes da pandemia e teve sua estréia so agora.



A atriz que vem de trabalhos estrelados como Guerra dos Sexos, Além do Tempo, Império, Cara do Pai, Se eu Fechar os Olhos Agora, O Mecanismo, Questão de Família, Detetive do Prédio Azul, Um Tio Quase Perfeito, O Vendedor de Sonhos, O Menino Índigo e Kardec.

“Um Tio Quase Perfeito 2” estreou nesta quinta-feira (7) em 1.494 salas de cinema ao redor do país. Segundo o diretor Pedro Antonio, que também dirigiu o primeiro filme, o desafio da sequência foi avançar na história, acompanhando a evolução do protagonista, mas sem deixar de ser uma produção familiar e com muito humor.

“Esse filme sempre vai ter um lugar muito especial no meu coração. A Patrícia foi um presente q chegou para mim em 2016, quando gravamos o primeiro filme. Eu tenho um carinho absurdo por ela, porque nós crescemos juntas de certa forma. Eu tinha 11 anos quando gravamos o primeiro filme, e 14 quando gravamos o segundo, eu era muito parecida com a patrícia em vários aspectos, não vou mentir, principalmente no primeiro filme, crescemos e cada uma assumiu novos traços de personalidade, bem distintos uma da outra, mas ela continua sendo perfeita pra mim rsrsrs! participar desse segundo filme foi incrível pq reencontrei com os atores de novo, mas parecia que o tempo não tinha passado” revela a atriz Julia Svacinna.



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“A Garota Invisível” tem trilha original diferenciada devido a pandemia

O Produtor Musical e multi-instrumentista, conhecido como MAESTRO, após o grande desafio do projeto Relax Zen Brasil em parceria com a Universal Music, que transforma hits de nossa música em versões zen para aquele momento de autoconhecimento. Agora o profissional musical apresenta a trilha original do filme “A Garota Invisível”, protagonizado pela atriz Sophia Valverde, recém lançado em diversas plataformas de streaming e comenta como foi processo para trabalhar em filme em plena quarentena.



Maestro, conta que foi algo diferente de suas outras trilhas cinematográficas, por ser seu primeiro filme teen, ainda criar uma trilha original, entre as canções autorais do elenco do longa como Sophia Valverde (As Aventuras de Poliana do SBT) e Mharessa Fernanda (influenciadora) e ainda mais no período do isolamento social, que deixaram muitos profissinais da arte com alguma crise de criatividade.

No filme, “A Garota Invisível”, Ariana (Sophia Valverde) é a aluna que passa desapercebida para todos, exceto para seu melhor amigo Téo. Entretanto, tudo muda quando vaza na internet um vídeo dela se declarando para Khaleb, o garoto mais popular da escola, fazendo com que ele convide Ariana para sair. Agora, ela precisará lidar com a ex que fará de tudo para acabar com o romance. O filme já está disponível na Apple TV, Now da Claro TV, Youtube Movie, Google Play, Vivo Play e Sky.



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Da Globo à Hollywood: Paraibana Isadora Cruz estrela filme de terror

Um experimento psicológico que se transforma em um pesadelo sobrenatural. Assim será o enredo do filme de terror “The Hatter”, que terá como estrela a paraibana Isadora Cruz. Na trama, a atriz contracena com o americano Michael Berryman, da série “Jornada nas Estrelas”, e vive a jovem Chelsey, uma estudante de Psicologia que procura se conectar com o lado espiritual na tentativa de se comunicar com o pai que foi diagnosticado com câncer terminal. O filme de terror é o segundo da carreira de Isadora e foi gravado na icônica “The Howey Mansion”, na Flórida, mansão histórica dos anos 20.



Uma sequência da obra já está programada e vai continuar a história do Chapeleiro Maluco, que dá nome à história. O filme está em fase de pós-produção e a previsão de lançamento é no primeiro semestre de 2021. Recentemente, Isadora participou das gravações de dublagens na LEXX Comunicações, em São Paulo. O estúdio de alta tecnologia é especializado em dublagem e legendagem para indústria cinematográfica, televisão mundial, plataformas de videogames e outros meios audiovisuais.

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Sinopse – Em “The Hatter”, um professor oferece créditos extras a quatro alunos para passarem um fim de semana na mansão mal-assombrada “Chapeleiro Maluco”. O professor convida os estudantes para verificarem de que forma as atividades paranormais afetam a psique das pessoas. “Minha personagem, Chelsey, enxerga o convite como uma oportunidade para saber se poderá ter uma conexão com o pai após a morte”, adianta Isadora. A atriz revela que há um segredo escondido na mansão e que a personagem será responsável por desvendá-lo. “Chelsey não tem medo de nada, pelo contrário, é fascinada pelas conexões espirituais e, por isso, tem tanto interesse na experiência. Ela é a personagem que move a trama e o desenrolar da história pelo seu lado investigativo e atrevido de ser. É uma jovem curiosa, corajosa e muito esperta”, conta a atriz.



O elenco conta com nomes de destaque no cinema internacional, além de Michael Berryman, famoso pela série Jornada nas Estrelas e pelo filme “Um Estranho no Ninho”, Fedor Steer, reconhecido no universo dos filmes de terror que estrelou o renomado “Dr. Sleep” e “A Maldição de Hill House” também contracena com Isadora. Também participam da trama o ator Samuel Caleb, integrante do renomado grupo de teatro Slauson, Nick Miller, Rachel Brunner e Armando Gutierrez, que interpreta o professor na trama. O filme é dirigido por Catherine Devaney, que dirigiu “50 States of Fright” e fez a direção de arte de filmes como “Doctor Strange”, “Whiplash”, “Men in Black 3”. A produção é da americana Blue Fox Entertainment, empresa de distribuição global e vendas de filmes renomados, como “Walt Before Disney”, “The Little Mermaid”, “Saint Judy”, “Summer 03” e “Flashburn”.

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Sobre Isadora Cruz – Isadora é paraibana, nascida em João Pessoa e, com apenas 22 anos de idade, já coleciona elogios de produtores de cinema internacionais pelo trabalho árduo para deixar tudo perfeito para o telespectador. Atualmente, a atriz pode ser vista na reprise de Haja Coração, da Rede Globo.

O sonho da carreira profissional da atriz começou em Miami. Aos seis anos de idade, a família se mudou para lá e teve o seu primeiro contato artístico por meio das aulas de ballet. Em 2002, ela retornou à capital paraibana e seguiu com as aulas, mas desta vez, apostou na dança contemporânea e jazz. Aos 16 anos, se mudou para Paris, na França, onde estudou cinema local e Francês na Universidade de Sorbonne, e atuou na Cours Florent, escola de formação de atores bastante renomada na Europa. Em 2016, após finalizar a temporada de estudos na França, Isadora foi escalada para seu primeiro trabalho na televisão em uma novela das 19h, na Globo.

Atualmente, a atriz está em João Pessoa e aproveita o período de pandemia para fazer um trabalho de acompanhamento e coaching virtual oferecido pela Rede Globo. As aulas acontecem semanalmente com Cris Moura, preparadora de destaque da emissora.



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Pinóquio: A verdade sombria por trás do clássico que marcou gerações

A clássica história do boneco de madeira que se transformou em um garoto de verdade chega aos cinemas nacionais pela primeira vez em formato live-action. Dirigido por Matteo Garrone (‘Gomorra’, ‘Dogman’), cineasta vencedor do Grande Prêmio do Júri no Festival de Cannes, Pinóquio tem sua estreia nacional apontada para 21 de janeiro de 2021 e a Imagem Filmes é a distribuidora responsável pelo lançamento.



O filme conta a história de Gepeto (Roberto Benigni), um solitário marceneiro que sonhava em ser pai e deseja que Pinóquio (Federico Ielapi), o boneco que acabou de construir, ganhe vida. Seu pedido é atendido, mas a desobediência de Pinóquio faz com que ele se perca de casa e embarque em uma jornada repleta de mistérios e seres fantásticos, que o levará a conhecer de perto os perigos do mundo. Conhecido em todos os países, o boneco de madeira fez sua primeira aparição em 1883, no romance As aventuras de Pinóquio, escrito por Carlo Collodi, e, desde então, ganhou adaptações em diversos formatos.

O diretor Garrone promete fazer de seu Pinóquio uma adaptação mais fiel ao personagem original de Collodi, afastando-se da versão que se tornou popular com a clássica animação de 1940. Em uma trama mais sombria, que promete ser a melhor adaptação já vista até hoje do personagem, o diretor afirma que o projeto representou dois sonhos que se tornaram realidade: dirigir uma adaptação de Pinóquio e trabalhar com Benigni, que dá vida a Gepeto no longa. Reconhecido por sua atuação em ‘A Vida é Bela’, filme no qual conquistou o Oscar de Melhor Ator, Pinóquio marca o retorno de Roberto Benigni aos cinemas após um hiato de oito anos.



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Seis filmes de tirar o fôlego na Netflix

O Rota Principal reuniu uma lista de cinco ótimos filmes disponíveis na Netflix, para deixar você perplexo. Nossa seleção contem produções de diferentes gêneros, com histórias intrigantes e perturbadoras.



A Ligação (2020), Lee Chung-hyeon

Seo-yeon (Park Shin-Hye) é uma mulher solitária que recebe um estranho telefonema que retoma sua esperança em rever o pai. No entanto, apesar de estar no mesmo lugar, a misteriosa voz está está ligando de vinte anos atrás. Agora Seo-yeon está conectada ao mistério através da mesma casa e de um terrível assassinato cometido por uma mente psicopata. Com sua coragem e inconformação, ela investigará o caso para entender o que realmente está acontecendo, além de tentar escapar dos perigos sinistros.

O Diabo de Cada Dia (2020), de Antonio Dias

No interior dos Estados Unidos, a corrupção moral faz até dos homens considerados justos perecerem por conta de péssimas escolhas e traumas do passado, uma vez que cicatrizes foram feitas em muitas almas daquele lugar.

O Dilema das Redes (2020), de Jeff Orlowski

O Dilema das Redes nos mostra como os magos da tecnologia possuem o controle sobre a maneira em que pensamos, agimos e vivemos. Frequentadores do Vale do Silício revelam como as plataformas de mídias sociais estão reprogramando a sociedade e sua forma de enxergar a vida.

O Poço (2020), Galder Gaztelu-Urrutia

Exibido pela Netflix, O Poço conta a história de um lugar misterioso, uma prisão indescritível, um buraco profundo. Dois reclusos que vivem em cada nível. Um número desconhecido de níveis. Uma plataforma descendente contendo comida para todos eles. Uma luta desumana pela sobrevivência, mas também uma oportunidade de solidariedade.

O Que Ficou Para Trás (2020), Remi Weekes

Em O Que Ficou Para Trás, um casal de refugiados faz uma fuga angustiante do Sudão do Sul, devastado pela guerra, lutando para se ajustar à sua nova vida em uma cidade inglesa. O que eles não contavam é que essa cidade possui um terrível mal escondido sob a superfície, esperando apenas o momento certo para ascender.

El Camino: A Breaking Bad Movie (2019), Vince Gilligan

Após fugir do cativeiro, onde foi mantido quando sequestrado, dramaticamente, Jesse Pinkman (Aaron Paul) inicia uma jornada em busca da própria liberdade, mas antes precisa se reconciliar com o passado para, só então, ter seu futuro garantido.



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10 bons filmes sobre Segurança da informação e privacidade de dados

Não é de hoje que a Privacidade e Segurança da Informação são temas em destaque. Só nos últimos seis meses, as tentativas de ataques cibernéticos se intensificaram com 2,5 milhões de tentativas registradas, segundo a Check Point Software Technologies.



Segurança de dados pessoais é algo que atrai atenção de milhares de pessoas. Aproveitando que muitos vão ter merecidos dias de descanso com a chegada do fim de 2020, o Grupo Daryus, referência na prestação de serviços de Consultoria e Educação, destaca alguns filmes e documentários internacionais para ajudar as pessoas a entenderem um pouco mais do universo cibernético e como se prevenir dentro do ambiente online.

Confira a lista completa:

1 – Privacidade Hackeada

O grande escândalo com o Facebook e a empresa Cambridge Analytica foi de conhecimento mundial, mas para aqueles que ainda não sabem, entre o ano de 2018 e 2019, foi descoberto que as empresas utilizaram dados de milhares de usuários para gerar um determinado impacto nas eleições presidenciais dos EUA e no Brexit (Saída do Reino Unido da União Europa), ambos em 2016. O documentário produzido pela Netflix mostra todo o processo contra o Facebook e relata de forma detalhada como era feita a manipulação dos usuários e o uso de propaganda dentro da rede social.

2 – Sujeito a Termos e condições

Este documentário mostra as implicações em aceitar o ‘Termo e Condições’ de um serviço sem ler de fato o contrato. É uma ótima escolha para aqueles que não tem o costume de ler as permissões pedidas por aplicativos ou serviços, na hora de adquiri-los. O conteúdo pode ser alugado na Amazon Prime.



3 – Hacker

Este filme tem uma pitada de suspense e de ficção. Hacker é um filme que mostra como um jovem acaba entrando para o famoso grupo hacker Anoymous, depois de realizar diversos roubos de identidade e participar de pequenos desvios de dinheiro pela internet. O filme pode ser encontrado na Amazon Prime.

4 – O código Bill Gates

Para aqueles que querem uma visão mais otimista do futuro e tem a curiosidade em saber como funciona a mente de um dos pioneiros de tecnologia, que revolucionou o mundo, Bill Gates. O documentário mostra quais foram as influências da criação da Microsoft e como lendário executivo americano vê o futuro da humanidade com o avanço da tecnologia. O conteúdo apresenta três partes e pode ser visto na Netflix. Esta é uma ótima escolha para quem gosta de empreendedorismo e tecnologia.

5 – Mr. Robot

A série Mr. Robot tomou a atenção do público pela sua veracidade nos processos de invasão de sistemas, dispositivos conectados a nuvem e aparelhos de Smart Home.

Elliot é um jovem que trabalha com segurança virtual e se vê em uma encruzilhada ao entrar para um grupo hacker que tem como objetivo destruir o lugar onde ele trabalha. A produção é uma das poucas obras da televisão que mostra como funciona o processo de invasão e quais são as suas consequências. O conteúdo é aconselhado para profissionais que trabalham na área e pode ser visto no Amazon Prime.



6 – Don’t f**k with cats

A série documental mostra como a internet e um grupo de pessoas podem descobrir qualquer coisa. Um grupo de pessoas dentro do Facebook conseguiram identificar a identidade de uma pessoa que estava postando vídeos realizando atrocidades com pequenos gatos. Isso possibilita que as pessoas vejam o alcance e a força que uma rede social pode ter dentro e fora da internet. Confira na Netflix.

7 – O dilema das redes

O documentário, mais recente, sobre privacidade produzido pela Netflix é voltado para explicar como é feito o uso de dados dos usuários para análises preditivas de comportamento, além do uso da inteligência artificial dentro das redes sociais.

8 – O jogo da imitação

O filme mostra como foi o processo de criação do primeiro computador do mundo e a vida do seu criador, Alan Turing. Uma ótima escolha para aqueles que gostam de história, como a segunda Guerra Mundial e filmes que fazem qualquer um ficar na ponta da poltrona. Confira o filme no Amazon Prime.



9 – O quinto poder

Todos já ouvimos falar, uma vez ou outra, do site WikiLeaks, maior plataforma de denúncias anônimas sobre os principais segredos de Estado e crimes corporativos. Em pouco tempo de seu lançamento, o site já foi responsável pela publicação de grandes escândalos e controvérsias envolvendo diversos países, principalmente com o governo norte americano. O longa-metragem mostra a criação do site e a relação entre os seus idealizadores, Julian Assange e Daniel Domscheit, e pode ser comprado dentro do Youtube.

10 – Snowden: Herói ou Traidor

Edward Snowden foi responsável por tornar público todos os detalhes de vários programas que constituem o sistema de vigilância global da NSA americana. O filme mostra como foi a vida de hacker no meio de seu trabalho com o governo americano e como ele conseguiu sair do complexo da NSA com as informações escondidas. Um ótimo filme que deixa os telespectadores nervosos, mesmo sabendo o final, e pode ser comprado dentro do Youtube.

Sobre o Grupo Daryus

Criado em 2005 com o objetivo de transformar os negócios no País, o Grupo Daryus, de origem e capital 100% nacional, tornou-se referência na prestação de serviços de Consultoria e Educação. A unidade de negócios de Consultoria oferece suporte para a Continuidade de Negócios e Gestão de Riscos, Segurança de Informação e Cibe segurança, Proteção de Dados (LGPD) e Governança e Gestão de TI. Cuida de mais de 150 clientes, incluindo grandes empresas no setor farmacêutico, financeiro, indústria, logística e tecnologia. Sua área de Educação formou mais de 30 mil profissionais em gestão de riscos, segurança da informação e continuidade de negócios e representa exclusivamente, desde 2005, o Disaster Recovery Institute International – USA (www.drii.org), maior instituto no tema do mundo. É pioneira na criação dos cursos de pós-graduação de segurança da informação, forense, cyber e continuidade de negócios. Para saber mais visite: https://www.daryus.com.br/



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Fest Aruanda celebra participação feminina nesta edição comemorativa

Na 15ª edição do Festival, mulheres integram o júri, estão entre as homenageadas e participam das mostras competitivas de curtas e longas

Representatividade é uma das palavras de ordem da edição do 15º Fest Aruanda do Audiovisual Brasileiro. Com a presença de mulheres no júri, entre as homenageadas e nas mostras, a participação feminina é a maior nos 15 anos de história do festival e não deve parar de crescer.

“Temos mulheres que integram o júri nacional, duas cineastas homenageadas – Vânia Perazzo e Helena Solberg – e a presença feminina se estende por toda a programação. Tivemos o cuidado de olhar para isso, para a representatividade”, explica o curador do festival, Amilton Pinheiro.



De acordo com Amilton, a participação das mulheres vem crescendo a cada ano. “Procuramos ver a linguagem de cinema, quando nos deparamos com filmes de qualidade promovidos por mulheres, ficamos muito felizes. Não é uma cota, mas cinema feito por mulheres”, completa Amilton.

Diretoras – Entre as realizadoras paraibanas ele cita a diretora Ângela Gaeta do curta “Maracastelo Chegou”; Rayssa Prado, diretora do curta “A Pontualidade dos Tubarões”, e Kalyne Almeida, diretora do longa “Aponta Pra Fé – Ou Todas as Músicas da Minha Vida” que participam das Mostras Competitivas de Curtas e Longas “Sob o Céu Nordestino”. A obra de Kalyne também integra a Mostra Competitiva Nacional.

O Fest Aruanda continua nesta quarta-feira (16) com mais debates e sessões, além da solenidade de encerramento presencial, na sala MACRO XE, do Cinépolis Manaíra, como parte da programação híbrida, novidade nesta edição 2020.



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Claudio Sassaki: O Dilema das Redes e a educação digital

O século XXI – com o advento da tecnologia e seus respectivos impactos no cenário global – trouxe para a sociedade a figura do cidadão digital. Dessa persona, espera-se que utilize de maneira apropriada e responsável os recursos tecnológicos; esse atuar envolve direitos e deveres que, dado o ineditismo do momento, podem não ser tão claros e de fácil domínio quanto imaginamos. Há alguns anos, tenho ouvido pais, mães e responsáveis comentarem o quanto crianças e adolescentes, os chamados nativos digitais, são hábeis em navegar nesse mundo. Entretanto, essa conclusão é equivocada ao extremo. De acordo com pesquisa TIC Kids Online, quando desafiados a julgar as próprias habilidades na internet, 76% dos jovens brasileiros acreditam saber mais do que os pais; 71% afirmam conhecer muito sobre como usar a rede. No entanto, da teoria à prática, em um experimento da mesma organização, 30% dos jovens não souberam verificar se uma informação na internet estava correta. Esse dado é relevante, porque prova que há necessidade de orientação; da mediação de pais e professores. Aliás, essa conclusão fica muito clara com o docudrama The Social Dilemma (O Dilema das Redes), lançado pela Netflix.



Dirigido por Jeff Orlowski e escrito por Orlowski, Davis Coombe e Vickie Curtis, o documentário analisa o papel das redes sociais e os danos que elas podem causar à sociedade. Temas como desinformação, discurso de ódio, polarização e manipulação de algoritmos e recursos – como o botão like – são detalhados por executivos da indústria que vivenciaram a criação e o gerenciamento de redes sociais como Facebook, Instagram, Twitter, Pinterest e do Google. Os dilemas éticos passam pela constatação do dano causado pelas redes à sociedade e aos indivíduos, sobretudo os mais jovens que têm desenvolvido uma dependência tecnológica que compromete a saúde mental deles. O documentário tem causado desconforto e perplexidade, sobretudo em famílias e educadores. Alguns especialistas em comportamento humano têm defendido, inclusive, que as redes sociais estão colocando a humanidade em risco. Em um determinado momento, ao serem questionados sobre “qual é o problema das redes sociais”, esses executivos reagem com silêncio nervoso, indicando a complexidade dos danos; elas têm trazido riscos, até mesmo, para as democracias do mundo.

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Claudio Sassaki é mestre em Educação pela Stanford University.

O vício, a meu ver, é o que tem preocupado mais os pais, responsáveis e educadores. Isso porque as redes sociais precisam do nosso tempo, ou seja, quanto mais disponibilidade o usuário passa dentro do sistema, mais ele fica exposto aos anúncios e produtos. O modelo de monetização e o acesso à geolocalização – trabalhados via algoritmos e inteligência artificial – compõem o “Capitalismo de Vigilância”, que monetiza dados que os usuários oferecem, gratuitamente, às empresas de tecnologia no processo cotidiano de navegação. Esse é um novo mundo para o qual nossos filhos não estão preparados. E o documentário mostra isso, claramente. Então, essa falácia de que os nativos digitais estão mais talhados a lidar com esse mundo cai por terra.



Diante de constatações sobre os dilemas éticos e como a sociedade deve responder a esse novo cenário, o que nos cabe – como pais e educadores – é preparar os nossos filhos e alunos para essa nova realidade. Como mestre em Educação pela Universidade de Stanford e pai de quatro filhos, há alguns anos tenho me preocupado com essa temática. Para preparar os estudantes, a Geekie – empresa referência em educação com apoio de inovação no Brasil e no mundo, que cofundei com Eduardo Bontempo – transformou a disciplina de Educação Digital em ferramenta pedagógica para que as escolas possam preparar os alunos para o cenário contemporâneo.



Alinhado a essa forma de pensar o Geekie One – que conversa a preocupação da exposição de crianças e adolescentes aos riscos apresentados pela conectividade – tem, entre as disciplinas eletivas, Educação Digital e Cidadania Digital, sendo esta inspirada no livro “Digital Citizenship in Schools”, de autoria de Mike Ribble em parceria com a International Society for Technology in Education. Ambas têm por finalidade auxiliar jovens a compreender as oportunidades, os riscos e os desafios de estarem conectados. O conteúdo prepara os alunos do Ensino Fundamental e do Novo Ensino Médio para lidarem com a complexidade da vida digital. Habilidades como a argumentação, a empatia, o pensamento crítico e a autorreflexão são partes importantes desse conteúdo. O Geekie One representa a mais completa iniciativa de personalização da aprendizagem; resulta da experiência de uma empresa que alcançou mais de 5 mil escolas públicas e privadas de todo o país, impactando cerca de 12 milhões de estudantes.



As disciplinas Educação Digital e Cidadania Digital estão pautadas no tripé oportunidades, riscos e desafios que o mundo digital proporciona. A condução ocorre dentro de um processo de aprendizagem significativa que leva para a sala de aula casos reais e próximos da vida de cada estudante. Com metodologias ativas, abre-se espaço para discussões sobre fatos reais – casos que agregam valor não apenas ao que é aprendido, mas que impulsionam o desenvolvimento da autonomia do aluno para criar um ambiente de aprendizagem colaborativa dentro da sala de aula. Como resultado, torna-se possível desenvolver competências bastante relevantes para a formação de estudantes, alinhadas inclusive à BNCC e em sintonia com o Novo Ensino Médio. O aluno exercita, na sala de aula, a empatia, o diálogo, o desenvolvimento do pensamento crítico, a cooperação e a capacidade de resolução de problemas. Essa capacitação tem o potencial incrível de formar cidadãos com escuta ativa e sensibilidade para as questões coletivas.



Educar os jovens para enxergar os desafios e as oportunidades das redes sociais é um tema de especial relevância. A escola e a família precisam ensinar os jovens a lidar com as complexidades do estar conectado; educar para a cidadania digital vai além da disseminação da compreensão de conceitos como pegadas digitais. O aluno tem que ser preparado para ver e compreender a relevância desse conhecimento; entender como as pegadas digitais influenciam na forma como ele será visto na internet; como a reputação on-line pode influenciar a busca de um emprego ou a vaga acadêmica, no futuro. Esse aprendizado envolve disponibilizar insumos para o alcance da cidadania – ou seja, uma aprendizagem significativa e relevante para o cotidiano do aluno.

| Claudio Sassaki é mestre em Educação pela Stanford University.



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