Grupo Poética Evocare se apresenta nesta quinta na Casa da Pólvora

O Centro Cultural Parque Casa da Pólvora recebe, nesta quinta-feira (25), o grupo Poética Evocare, que se apresenta às 16h30 e às 18h30, com performances de literatura, teatro, dança, música e artes visuais. O evento é promovido pela Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP), por meio de sua Fundação Cultural (Funjope), e faz parte da programação do AnimaCentro. A entrada é gratuita.

Nesta quinta-feira, o grupo vai mostrar ao público uma série de atividades. O sarau contará com exposição fotográfica, mostra digital de ensaios fotográficos, performance teatral, musical e de dança, leitura artística de textos literários, roda de conversa, apresentação do trecho do sarau “Cronos”, que discute nossa relação com o tempo na hipermodernidade, e um chá literário.

O Poética Evocare foi fundado em 2016 por Marineuma de Oliveira, professora da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), como objetivo de incentivar o gosto pela leitura de textos literários através de um trabalho interdisciplinar, desenvolvendo habilidades artísticas dos participantes. As ações do Evocare são diversificadas e abrangem atividades em várias linguagens artísticas.



Além de Marineuma de Oliveira, idealizadora e coordenadora do grupo, o Evocare conta ainda com Flávio Ramos, Yordan Cavalcanti, Alinne Cordeiro, Andreza Rodrigues, Diego Sousa, Isabelle Mingarelli, Jaqueline Targino, Jerônimo de Souza, Mayara da Silva, Raíssa Taimilles, Andryelle Serrano, Tamires Oliveira, Vinícius Cavalcante, Alan Delon Soares, João Gabriel do Egito e Maria das Dores Albuquerque.

Composto por professores e alunos de diferentes instituições de ensino, o grupo apresenta performances em eventos acadêmicos e culturais, envolvendo literatura, teatro, dança, música e artes visuais, como também presta assessoria, através de palestras e oficinas, a escolas que queiram implementar projetos nessa mesma linha.

AnimaCentro – O AnimaCentro tem como objetivo ocupar os espaços históricos revitalizados pela atual gestão com uma programação cultural diversificada no Parque da Lagoa, Praça da Independência, Hotel Globo, Galeria Casarão 34, Praça Antenor Navarro e Centro Cultural Parque Casa da Pólvora, que recebe shows musicais, exposições de artes visuais, espetáculos de dança e teatro.

 

Serviço:

Atração: Poética Evocare

Local: Centro Cultural Casa da Pólvora (Ladeira de São Francisco, s/n – Centro

Dia: Quinta-feira (25)

Hora: 16h30 e 18h30

Classificação: 16 anos

Evento gratuito

*Juneldo Moraes/ Secom-JP

 

Foto destaque: divulgação

 

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Dia Internacional da Animação tem programação no Centro Histórico

João Pessoa é uma das mais de 200 cidades do Brasil que recebem nesta semana a 15ª edição do Dia Internacional da Animação (DIA), promovida pela Associação Brasileira de Cinema de Animação (ABCA). A data marca a primeira exibição pública de imagens animadas (desenhos animados) do mundo, realizada por Emile Reynaud, em 1892, em Paris, e é celebrada com sessões de curtas-metragens de desenhos animados nacionais e internacionais.

O DIA será comemorado na cidade com a Mostra Infantil, que acontece na quarta (24), às 19h, na sede do Ponto de Cultura Comunitário do Porto do Capim, com 1h de duração. Já na sexta (26), o público poderá conferir as Mostras Nacional e Internacional, que serão exibidas no Centro Cultural Espaço Mundo, a partir das 19h, com classificação indicativa de 12 anos. A mostra será seguida de show da banda de indie-rock pessoense Fuga de Saturno. Toda a programação tem entrada gratuita.

A data é comemorada oficialmente em 28 de outubro, mas devido ao segundo turno das eleições a Coordenação Nacional da mostra sugeriu a alteração do dia excepcionalmente este ano. Em João Pessoa, a realização acontece com apoio do Centro Cultural Espaço Mundo, Coletivo Garças do Sanhauá e Movimento Varadouro Cultural.

 

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Cena da animação brasileira O Homem na Caixa

Confira a programação do DIA

24 de outubro, às 19h

Local: Ponto de Cultura Comunitário do Porto do Capim (Rua Frei Vital, 38, Porto do Capim)

Classificação Indicativa:  Livre

 

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BLWARH Navegando no deserto

MOSTRA INFANTIL

– BLWARH Navegando no Deserto – 15:17 – Dir. Levi Magalhães

– Metamorfose – 5:22 – Dir. Jane Carmen Oliveira

– Escamas da noite – 1:32 – Dir. Bruna Santana

– Chiclete Balão – 1’00” Dir. Felipe Tadeu

– Millie – 5:11 – Dir. Israel Dilean

– Lé com Cré – 05’29 – Dir. Cassandra Reis

– Bolha – 3’48” – Dir. Estúdio Escola de Animação

– O Malabarista – 10:55 – Dir. Iuri Moreno

26 de outubro, às 19h

Local: Centro Cultural Espaço Mundo (Praça Antenor Navarro, 53, Varadouro – Centro Histórico)

Classificação Indicativa: Não recomendado para menores de 12 anos



 

MOSTRA NACIONAL

-Piconzé – 01’ (trecho do longa metragem) – Dir. Ype Nakashima

-O Homem na Caixa – 19’ – Dir. Ale Borges, Alvaro Furloni e Guilherme Gehr

-Millie – 05’11” – Dir. Israel Dilean

-Insone – 2’19”-  Dir. Débora Pinto e Breno Guerreiro

-Trip – 02’44 – Dir. Péricles Ianuch

-La Loba – 3’09” – Dir. Julia de Macedo Nicolescu

-8 Patas – 02’25” – Dir. Fabrício Eduardo Rabachim, Gabriel Barbosa, Pietro Leonardo Nichelatti Nicolodi

-Um Conselho Animador – 37” – Dir. Thiago Calçado

-Torre – 18’ – Dir. Nádia Mangolini

 

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Los Aeronautas

MOSTRA INTERNACIONAL

– LOS AERONAUTAS – 11’ – México – Dir. León Fernández

– LUMINARIS – 06’ – Argentina – Dir. Juan Pablo Zaramella

– High Wool – 03’ – Alemanha – Dir. Nikolai Maderthoner, Moritz Mugler

– EL EMPLEO – 06’– Argentina – Dir. Santiago Bou Grasso

– Serio – 03’22” – Canadá/Brasil – Dir. Ana Gusson

– 60 Segundos de Oscuridad – 04’ – Argentina – Dir. Pablo Conde

– The short story of a fox and a mouse – 06’14” – França – Dir. Camille Chaix, Hugo Jean, Juliette Jourdan, Marie Pillier, Kevin Roger

– INERCIA – 04’ – Argentina – Dir: Becho Lo Bianco y Mariano Bergara

– Last Call – 12’ – Inglaterra/Portugal – Dir. Sara Barbas

 

*Assessoria/ Espaço mundo

Foto destaque: divulgação/ PMJP

 

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Exposições de fotografias, desenhos e ilustrações estão em cartaz na Estação Cabo Branco

Duas exposições estão em cartaz na Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes, no Altiplano. Uma é do coletivo de fotógrafos “Paraibando”, intitulada “Somos à Paraíba”, aberta no último dia (19). A segunda exposição é uma Mostra Gráfica do Stúdio Rascunho. As exposições estão na rampa e hall do prédio administrativo. O horário de visitação é de terça a sexta-feira, das 9h às 18h. Aos sábados, domingos e feriados, o horário é das 10h às 19h, com entrada aberta ao público de todas as idades.

A Mostra Gráfica do Stúdio Rascunho é composta por desenhos e ilustrações de alunos e artistas agenciados da “Rascunho Stúdio”. Participam dela 19 desenhistas e ilustradores de várias idades, com perfis dos mais variados. Os desenhos e ilustrações são em nanquim, pretas, brancas e coloridas a lápis de cor.

Entre os expositores estão nomes como: Daniel Hor, Alzir Alves, RB Silva, Julius Ohta, Red Souza, José Luis, Juliano Henrique, JB Neto, Mikhael raio Solar, Gabriel Andrade, DJ Kaiowa, Nestablo Ramos, Guilherme Balbi, Renato Rei, Netho Diaz, Ryan Stegnadu, Ediana Silva, Márcio Abreu e Luciano Cunha.



De acordo com o organizador da Mostra, Hausman Santos, a exposição de arte gráfica dá continuidade aos eventos ligados à Mostra de Animação, que aconteceu no último domingo (21) e permanece em cartaz até o dia 28 de outubro, Dia Internacional da Animação.

Somos à Paraíba – Na rampa de acesso, o visitante vai encontrar 40 fotografias coloridas e em preto e branco, todas no mesmo tamanho (30×45) registrado pelo grupo de fotógrafos entre os anos de 2015 até 2018. Dalvacir Gomes, um dos integrantes do coletivo, comentou que o grupo existe há cinco anos, sempre viajando e fazendo registros por toda a Paraíba. “De quilombolas, manifestações culturais e pessoas dos mais variados contextos sociais são mostrados nesta exposição”, comentou Dalvacir Gomes.

A maioria do coletivo é composta por pessoas com idade acima de 59 anos. São médicos, professores, funcionários públicos e pessoas das mais variadas profissões, que estão na ativa ou são aposentados e têm a fotografia como hobby, lazer ou mesmo estudo. A maioria já fez cursos de fotografia.

Em “Somos à Paraíba” o visitante vai encontrar fotos da Romaria da Penha, dos Pontões de Pombal, da “louceira” de Manaíra, do pescador do açude da Prata, a rendeira de Salgado de São Félix, os quilombolas, as manifestações culturais, os índios da Baía da Traição, os ciganos de Sousa e outros retratos vivos situados em variados contextos sociais da Paraíba.

Participam desta exposição do grupo Paraibando de Fotografia, os fotógrafos Cleonice Nogueira, Dalvacir Gomes, Elizenda Sobreira, Jerusa Souza, João Pedro, José Ronaldo, Luiz Carlos Gomes, Márcia Gomes, Maura Fernandes, Neide Queiroz, Ovídio Lima, Rogério Freitas, Rômulo Vasconcelos, Vicente Bernardo, Wilberto Freire e Zelma Brito.

SERVIÇO:

Exposições:

“Mostra Gráfica do Stúdio Rascunho” – Até o dia 28 de outubro

“Somos à Paraíba” – Até 30 de novembro

Local: Rampa e hall do prédio administrativo

Horário de visitação: Terça a Sexta-feira – 9h às 18h. Sábados, domingos e feriados – 10h às 19h.

Entrada gratuita

Mais informações:

Fones: 3214.8270 – 3214.8303

 

*Adriana Crisanto/ Secom-JP

Foto destaque; divulgação

 

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O Conto da Aia, 1984 e A Revolução dos Bichos: três livros que refletem a política atual

Quando a autora de O Conto da Aia, a canadense Margaret Atwood, e o autor britânico George Orwell, responsável por 1984 e A Revolução dos Bichos, lançaram suas obras distópicas, as pessoas da época talvez não deram muita atenção para as temáticas colocadas nos livros. Provavelmente as obras sofreram algum tipo de censura ou alterações quando publicadas, como é o caso de Orwell, ou não tiveram o devido reconhecimento do público em geral, como é o caso de Atwood.

Atualmente os exemplares são vistos como um espelho da realidade política, social e econômica da modernidade e tidos como grandes clássicos cult, quase que obrigatórios quando se precisa entender o funcionamento das diretrizes sociais. Com histórias fictícias, mas que condizem com os atuais modos e conceitos de civilização adotados nesta sociedade evoluída tecnologicamente, porém, intelectualmente obtêm os mesmos preceitos arcaicos e segregacionistas. Abaixo separamos três livros dos autores mencionados que retratam como a política afeta todas as vertentes que o homem está inserido.



 

N’O Conto da Aia, livro da autora canadense lançado em 1985, houve um golpe político nos Estados Unidos, que agora se denomina República de Gilead. O golpe foi orquestrado por um grupo radical fundamentalista que acredita nos dogmas do cristianismo e agora comanda a nova constituição. As poucas mulheres férteis que restam servem apenas para procriar, e após passarem por um processo de reeducação e uma espécie de lavagem cerebral, elas são convocadas para serem as aias que darão filhos aos casais inférteis. As cerimonias para realizar tal feito são realizadas mensalmente em um ato de “estupro humanizado”. Sendo chamadas a partir deste momento de acordo com o nome de seu comandante, como é o caso da personagem principal que originalmente se chamava June, mas agora que perdeu sua identidade, assim como seus direitos, é chamada de Offred, mostrando sua filiação ao chefe da família. Narrado em primeira pessoa, o livro retrata como uma revolução ditatorial pode transformar toda uma estrutura social, como as perdas dos direitos afetarão diretamente as minorias que durante todo o percurso da humanidade lutou para ter. Atualmente com todas as mudanças do cenário político internacional, o livro passa a ter maior relevância em compreender as mudanças que o sistema pode estar fazendo silenciosamente.

 

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Cena da série que adaptou o romance de Margaret Atwood / Foto: divulgação

 

A Revolução dos Bichos, originalmente publicado em 1945, na Inglaterra, é uma fábula crítica ao regime ditatorial da antiga União Soviética, o stalinismo, comandado por Josef Stalin. O livro traz em sua narrativa a ambientação de uma fazenda no interior inglês que está sob os cuidados do Sr. Jones, um velho bêbado e autoritário que cuida de seus animais. Mas, sob outra perspectiva o autor nos mostra o lado de como os bichos lidam com toda essa situação de abuso de sua força de trabalho e resolvem fazer uma revolução reivindicando seus direitos. Toda essa narrativa é familiar para os que gostam de história, porque é justamente essa a premissa do enredo, uma metáfora à luta de classes e a reivindicação do proletariado ao sistema capitalista ocorridas no início do século XIX. Fazendo esta substituição, o leitor conseguirá compreender as entrelinhas e o contexto que o autor pretende inseri-lo. Sendo assim, a narrativa se estende na trajetória dos animais pela luta de território e adoção do sistema animalismo, que coloca os animais em igualdade e na construção de uma sociedade animalesca e autossuficiente, onde a presença dos humanos não é bem vida. Adotando o lema ‘quatro pernas bom, duas pernas ruim’ ou ‘humano bom é humano morto’, os bichos são inseridos cada vez mais nesta sociedade alternativa, porém tal situação não sai exatamente como o planejado, mostrando assim que nenhum corpo social que adote tais medidas consegue se manter imune às tentações do mundo real.



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Foto: divulgação

 

 

1984 traz o retrato político de uma sociedade alienada que vive num sistema opressor onde são forçados a acatar sua atual situação. Publicado em 1949, o livro traz como personagem principal Winston, um membro do partido externo e que trabalha para o governo no departamento da verdade, no qual sua função é reescrever a história e antigos artigos para a manutenção do sistema opressor. Porém, ele é uma das poucas mentes pensantes que ocultamente odeia o partido e ainda acredita que possa acontecer uma revolução que tire o líder Grande Irmão do poder. A população é obrigada a sorrir forçosamente para o enaltecimento da província em uma clara demonstração de patriotismo forçado. Com o controle do superestado nas mãos da classe privilegiada do partido interno e a tirania sob a influência do Grande Irmão, que contém as características clássicas de enaltecimento à sua figura e transmite a imagem de poder sob a população, contribuindo para a perpetuação do totalitarismo. Com o povo colocado em vigilância a todo momento, o autor reafirma seu teor crítico em relação ao posicionamento político exercido sobre a população em alienar e repreender atitudes contrárias ao governo, impondo a censura nos meios de comunicação de massa e a lobotomia experimental desenfreada aos governados.

 

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Foto: divulgação

*Isabelle Vasconcelos/ Estagiária sob supervisão

 

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Centro Histórico: sábado (27) terá diversas festas de Halloween em João Pessoa

No próximo dia 27 de outubro, sábado, as casas noturnas do Centro Histórico de João Pessoa irão comemorar o Dia das Bruxas, ou Halloween, com festas temáticas que exploram variados estilos musicais para diferentes públicos. Para quem adora se fantasiar e curtir esta época do ano, a diversão está garantida em cinco espaços desse importante território criativo, que vão celebrar a data em eventos que vão das baladas comandadas por DJ’s até shows de bandas de Rock. Confira:

 

Espaço Mundo

Em clima de noite dos mortos vivos, a Arara Eventos e a Projeto Y apresentam mais uma edição de Halloween no Espaço Mundo. Monstros, caveiras, zumbis e lobisomens vão dividir espaço com vampiras, bruxinhas e diabinhas. Em um ritual de música, álcool e diversão, todas as criaturas mais sinistras se encontram para celebrar essa noite cheia de mistérios e delícias, ao som de muito Pop, Funk, Hits, Hip Hop, Rock, Indie, Nostalgias E Brasilidades com os Djs Marcílio Vieira e Mateus Pontes e performance de Catherine.

Quanto? R$ 10 antecipado online | R$ 15 e R$20 na bilheteria até 22h30

Onde? Centro Cultural Espaço Mundo – Praça Antenor Navarro, 53

 

Vila do Porto

O Halloween do Vila do Porto promete ser o mais pesado da cidade, regado a muito ROCK, com show das bandas Follow The Leader (Korn Cover) e Black Sabath Cover. A festa será à fantasia, está marcada para às 21h e custará R$10,00 a entrada.

Quanto? R$10,00

Onde? Vila do Porto – Largo de São Frei Pedro Gonçalves, 08



General Store

Pelo segundo ano acontece a festa de Halloween da General Store. A festa traz o clima macabro com uma decoração especial e o rock rola pesado com show das bandas Versão Modulada e Ramones Cover, a partir das 20h, com ingressos mais baratos para quem estiver com fantasias horrendas e premiação para a melhor!

Quanto? R$ 15 e R$30 antecipado online; R$25 e R$30 na porta.

Onde? General Store – Avenida General Osório, 152

 

Hera Bárbara

Doces, ousadias ou travessuras? Preparem-se para o Halloween mais Hot de suas vidas dia 27 de outubro na Hera Bárbara com a festa Arregaçada, também da Arara Eventos, com os DJs Kath, Loui, Bruce e Matheus Soares, além de performances de Cindy Bradshaw, Thallyta Marchiori e Yasmin Sampaio Marchiori e Hostess com Kendeaw Banks.

Quanto? R$ 10 antecipado online | R$ 15 e R$20 na bilheteria até 22h30

Onde? Hera Bárbara – Praça Antenor Navarro, 22

 

Pride X no Alternative Pub

As bruxas estarão soltas no Alternative Pub, espaço inaugurado recentemente na Praça Antenor Navarro, que contará com decoração temática de Halloween e uma programação musical com os Dj’s Maya, Cilio, Johanna e Karma. Para todos os fantasiados haverá distribuição de shots de vodkas e várias promoções no bar.

Quanto? R$10 e R$15 na porta

Onde? Alternative Pub – Praça Antenor Navarro, 39

 

SERVIÇO:

O quê? Halloween no Centro Histórico

Quando? Sábado, 27 de outubro, a partir das 19h

Quanto? Entre R$ 10 e R$ 30

Onde? Centro Cultural Espaço Mundo, Vila do Porto, General Store, Hera Bárbara e Alternative Pub

 

*Assessoria de Comunicação Varadouro Cultural

 

Foto destaque: Thercles Silva

 

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Crítica: Nasce uma Estrela nos apresenta uma história de amor com novas nuances  

O filme Nasce uma Estrela, interpretado por Lady Gaga e Bradley Cooper, traz em sua nova versão aos cinemas uma visão moderna ao amor e suas dependências emocionais no mundo da música. O conto de fadas conta a história de Ally (Lady Gaga), uma garçonete aspirante a cantora que se apresenta num bar drag, e Jackson Main, um cantor de country rock que tem problemas com álcool e drogas e resolve passar neste estabelecimento após sua apresentação. Após seu encantamento imediato ao ver a cantora se apresentando, cantando La Vie en Rose da Edith Piaf, é quando a narrativa inicia a nos apresentar uma história com essências clichês, mas sua estrutura diferenciada nos entrega um novo direcionamento às realidades, e a partir daí começa uma história de amor e companheirismo musical.

No enredo o roteiro consegue trazer um novo aspecto de sua quarta versão, antes houveram as versões com Barbra Streisand (1976), Judy Garland (1954) e Janet Gaynor (1937), trazendo temas familiarizados pelo público, mas colocando sob uma nova perspectiva sem projetar um vitimismo feminino exagerado por causa das situações extremas do Jack e a colocando como frágil. Pelo contrário, sua força de vontade em tentar ajuda-lo é muito mais forte, mostrando suas tentativas de apoio e assim levantando um dos questionamentos mais polêmicos do longa. As trajetórias de ascensão de Ally em contrapartida à decadência de Jack, assim como a retratação dos desafios que surgem quando a personagem consegue adentrar na indústria fonográfica e a pressão de identificar o estilo que condiz com sua personalidade estando em um processo de construção.



A ousada tentativa de Bradley Cooper em dirigir, escrever, tocar, cantar e atuar no filme nos mostra que ele aceitou o desafio do projeto e se entregou por inteiro, apresentando seu melhor trabalho nas telonas. Lady Gaga foi a grande surpresa da vez, ao conseguir mostrar ao mundo que não era somente uma ótima cantora, mas também uma excelente atriz e conseguiu desempenhar muito bem seu papel. A ambientação sonora da obra é muito bem executada, com produção da Live Nation, principal produtora musical do mundo, responsável por realizar grandes festivais e reproduzir os shows que ficaram tão vívidos na tela. A trilha sonora ficou sob autoria de Lady Gaga e o produtor Mark Ronson, principal parceiro produtor da música atual.

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Nasce uma Estrela nos apresenta um remake muito bem desenvolvido em sua conjuntura e segue a fórmula dos romances dramáticos com uma roupagem que introduz em sua retratação elementos favoráveis ao desenvolvimento dos personagens e seus mártires.

 

 

*Isabelle Vasconcelos/ estagiária sob supervisão

Fotos: divulgação

 

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Primavera: destinos brasileiros onde “tudo são flores”

A estação mais colorida e perfumada do ano é um convite da natureza para viajar. No Brasil, a festa das cores que cobre cenários dos 27 estados revela, também, um diferencial turístico: o país é o primeiro do mundo quando a assunto é patrimônio natural, de acordo com o Fórum Econômico Mundial.

Um sem-número de destinos brasileiros fazem jus ao título. Para o coordenador-geral de Produtos Turísticos do Ministério do Turismo, Cristiano Borges, os destinos podem se tornar ainda mais atraentes nesta época, criando inclusive eventos para celebrar a estação. “O cenário natural faz parte do valor agregado de um destino, tanto que 16% dos estrangeiros têm a natureza como principal motivação do turismo de lazer no Brasil. A primavera dá vida nova aos atrativos, na medida em que renova as paisagens”, destaca.

Em Santa Catarina, há oito décadas Joinville se transforma em um imenso jardim na primavera. A cidade de colonização alemã realiza de 13 a 18 de novembro a 80ª Festa das Flores. O evento encanta os cerca de 100 mil visitantes com o colorido de orquídeas a plantas ornamentais. A programação movimenta a cidade com mercado de plantas, feira multissetorial, jornada técnica e oficinas de cultivo, além de concursos de orquídeas, jardins, rainha e princesas, Menina Flor e Flor da Melhor Idade, além de palco cultural e praça gastronômica. Uma celebração de cores, aromas e sabores.

 


A primavera também distribui seu efeito nos cerca de 30 parques urbanos de Curitiba (PR), entre os quais estão o Barigui, o Tanguá e o Tingui. Especialmente nesta época, o Jardim Botânico ganha o coração dos visitantes que não se cansam de fotografar seus tapetes de flores e a icônica estufa de metal e vidro. Tem também a charmosa rua das Flores e a Ópera de Arame, teatro que em breve vai ganhar o primeiro teleférico da capital paranaense.

Holambra (SP), outro reconhecido destino de primavera, é o maior centro de produção de flores e plantas ornamentais da América Latina. A 37ª Expoflora abriu a estação com cerca de 300 mil visitantes e compradores do mundo inteiro. Para o turista, o evento é uma aquarela a céu aberto, onde se pode conhecer os campos floridos, parques e estufas cheias de flores, além do Moinho Holandês e do Museu Histórico.

Ainda em São Paulo, a cidade de Cunha, no caminho da Estrada Real, atrai milhares de visitantes para conhecer os campos de lavanda em uma região cheia de trilhas e cachoeiras. O perfume das flores também é chamariz para Campos de Jordão, na Serra da Mantiqueira, cujos pontos turísticos símbolos da primavera são o Horto Florestal, o Borboletário e o Bosque do Silêncio. Além da beleza natural, a estância turística paulista combina o chame da estação com a gastronomia.

Em Brumadinho (MG), pertinho de Belo Horizonte, o turista confere a união perfeita entre natureza e arte contemporânea. O Instituto Inhotim é o maior museu a céu aberto da América Latina e surpreende o visitante com as centenas de árvores floridas em meio à Mata Atlântica. São cerca de 4 mil espécies botânicas embelezando os jardins, intercalados por galerias e obras de arte ao ar livre.

NODESTE FLORIDO E FESTEIRO – Enquanto João Pessoa (PB) comemora a florada dos ipês amarelos e roxos, Salvador (BA) realiza até dia 30 um festival de primavera com música, gastronomia e atividades esportivas. Em Pernambuco, o Relógio das Flores de Garanhuns (PE) é um dos canteiros mais apreciados do Nordeste nesta época. Já no Ceará, Guaramiranga e Baturité estão entre os destinos de primavera repletos de atrativos históricos e naturais, além de cafés e festivais de arte.

Na divisa com o Piauí, a Serra de Ibiapaba, conhecida pela produção de flores, fica ainda mais convidativa durante a primavera: Bica do Ipú, Tianguá e o Parque Nacional de Ubajara estão entre os roteiros turísticos mais procurados. Um dos destaques é a Gruta de Ubajara, cujo acesso se dá por teleférico que oferece vista panorâmica da região que é uma mescla de Mata Atlântica, Cerrado, Mata dos Cocais e Caatinga, com traços da Floresta Amazônica.

 

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Por Geraldo Gurgel

Foto destaque: Pixabay

Foto: Marco Ankosqui/Banco de Imagens do MTur

Edição: Vanessa Sampaio

 

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Estação Cabo Branco promove Mostra de Animação gratuita

Os admiradores do audiovisual podem participar da Mostra de Animação que teve ínicio neste domingo (21), no auditório da Estação Cabo Branco – Ciência, Cultura e Artes, no Altiplano, durante todo o dia. A entrada é gratuita e a exposição ficará no local até o dia 30 de novembro. A Mostra de Animação é alusiva às comemorações do Dia Internacional da Animação, que será no dia 28 de outubro.

A mostra de vídeos aconteceu pela manhã (10h30 às 13h), com exibição de curtas animados, exibição do trabalho acadêmico de Vinicius Angelus, o curta “O Diário de uma Terra Chamuscada e Os Desordeiros”. No turno da tarde, no horário de 14h até 17h, haverá a exibição de curtas animados, apresentação da Viu Cine, promocional de trailer de Pedrinho e a Chuteira da Sorte e a exibição de “Além da Lenda”.

O organizador da Mostra, o desenhista e ilustrador, Hausman Santos, comentou que entre as novidades da mostra estão as produções acadêmicas de Vinicius Angelus, estudante graduado de Mídias Digitais da UFPB, conhecido por seu trabalho em “O Menino e a Arara”. “Tem ainda uma conceituada nova série animada em TV Pedrinho e a Chuteira da Sorte, e outros trabalhos já conhecidos e em desenvolvimento, com a produção a ser lançada Além da Lenda, com temas do folclore nacional”, acrescentou Hausman Santos.



Sobre os vídeos – ‘O Menino e a Arara’ é uma animação infantil exibida no aplicativo Instagram, fruto do trabalho de conclusão de curso de Mídias Digitais de Vinicius Angelus. Desordeiros é uma série de animação também destinada ao público infantil, com narrativas bem-humoradas que mostram as brincadeiras e amizade de quatro amigos. A produção é independente e experimental e foi produzida também no curso de Mídias da UFPB e foi vencedor da melhor animação no Expocom Nacional e Expocom Nordeste, ambos acontecidos em 2017. Essa produção acontece em dois momentos EP1 (Bobeou), em que um menino de nome graveto faz manobras de skate para impressionar a Hypnótica, que usa seu charme para conseguir brincar também, com duração de 1:20. O segundo momento, EP2 (leitura), brisa, uma garota, solta a imaginação e passa a ler um livro, até que seu amigo Téo aparece na janela convidando-a para brincar.

O Diário de uma Terra Chamuscada é outra animação que será exibida na mostra e conta a história de um menino que só pensa em tocar guitarra, até que tudo muda quando uma dupla de alienígenas resolve lhe dar uma importante missão. O anime foi vencedor de melhor animação do Festival Aruanda de 2015, com participação em vários festivais, um dos últimos foi no curta Carajás e Cine Belo Jardim, em 2016. No elenco estão Pedro Paulo Cardoso (gorrinho), Valeska Picado (Tula) e César Moura (Capitão Sagan).

Exposição de desenhos e ilustrações – Ainda como composição as comemorações, uma semana antes, nos dias 22 a 30 de outubro, 20 peças gráficas de desenho dos alunos do Rascunho Stúdio estarão sendo expostas no hall de exposições do prédio administrativo da Estação Cabo Branco. A Mostra de Animação é uma parceria entre a Estação Cabo Branco, o curso de Mídias Digitais da UFPB, Estúdio Viu Cine e Rascunho Stúdio.

 

Serviço:

MOSTRA DE ANIMAÇÃO

Domingo (21)

Horário: Manhã – 10h30 às 13h – Tarde – 14h até 17h.

Local: Auditório da Estação Cabo Branco – Ciências, Cultura e Artes, no Altiplano.

Entrada gratuita

 

Mais informações:

Fones: 3214.8270 – 3214.8303

Para saber mais sobre o evento clique AQUI

 

*Secom/JP

Foto destaque: divulgação

 

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Séries da Netflix para maratonar neste fim de semana

A Netflix está repleta de histórias curtinhas ótimas para maratonar, que não irã tomar muito o seu tempo e você conseguirá terminar no mesmo dia. Por isso, sabendo que no final de semana muitas pessoas preferem ficar em casa assistindo e comendo alguma alguma coisa, separamos uma pequena lista de séries da Netflix com no máximo dez episódios de mais ou menos 30 minutos para vocês assistirem.



 

The End Of The Fucking World

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Série britânica excêntrica que mostra dois adolescentes insatisfeitos com suas vidas monótonas. De um lado temo Alyssa, garota rebelde que tem sempre uma resposta na ponta da língua para todos e odeia sua família, está em busca de encontrar o pai e sair do ócio de sua vida suburbana procurando por aventuras. De outro lado temos James, um jovem introspectivo com pensamentos psicopatas que está à procura de sua primeira vítima e vê em Alyssa, mesmo que acidentalmente, a oportunidade colocar seu plano em prática. Porém as coisas não saem exatamente como planejado e ambos se encontram numa situação jamais pensada. A série só tem uma temporada, por enquanto já que a segunda foi confirmada, com oito episódios de 20/30 minutos.

 

 

Atypical

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Retrata a história de Sam, um garoto de 18 anos que está dentro do espectro de autismo e se autodeclara um “esquisito” fissurado por pinguins que está sempre de fones de ouvidos tentando evitar ao máximo contato com outras pessoas. Ele vive os desafios clichês de um adolescente do ensino médio americano, incluindo querer encontrar uma namorado. Com uma família funcional que sempre o ajuda em todas as situações e o trata com enorme cuidado, lhe ajudando em situações que ele precisa interagir com outras pessoas e tentar manter uma conversa sem passar por situações embaraçosas por causa de seu gosto peculiar. Com a ajuda da irmã Casey e do amigo Zahid, ele tenta achar uma garota que combine com suas esquisitices. A série tem duas temporadas de oito e dez episódios com duração de 20/30 minutos.

 



Master of None

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Dev é um nova-iorquino com 30 anos que está tentando se dar bem na carreira de ator, e como está sempre saindo com os amigos, eles acabam passando por várias situações corriqueiras que o público irá se identificar, fazendo vários questionamentos sobre o futuro e as responsabilidades de se tornar um adulto bem-sucedido. De forma descontraída, mas não menos importante, a série nos mostra situações sociais que todo mundo já passou ou irá passar um dia, com um roteiro que te faz se identificar e questionar a existência e nosso propósito, com uma fotografia linda que realça os elementos modernos da vida urbana. Colocam em destaque temas como feminismo, preconceito, relacionamentos com os pais, estabilidade financeira, amizades, mercado de trabalho e mais. A série tem duas temporadas de 10 episódios de 20/30 minutos.

 

 

*Isabelle Vasconcelos/estagiária sob supervisão

 

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Conheça roteiros no Brasil sobre a literatura de cordel

A literatura de cordel, estilo literário que surgiu do romanceiro português, com os colonizadores, se enraizou no Nordeste ao retratar o universo sertanejo e ganhou o Brasil. Conheça alguns roteiros que são uma verdadeira celebração desse estilo recentemente reconhecido como Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil.

Quem visita o Sertão do Pajeú, em Pernambuco, encontra um roteiro integrado formado por 17 municípios turísticos que exploram a literatura de cordel. Entre os principais atrativos estão a Rota dos Poetas e Cantadores, que fica em Afogados da Ingazeira, celeiro de cantadores de viola e do estilo literário; e a Rota do Cangaço, em Serra Talhada, um dos temas mais representativos da cultura popular nordestina.

A poucos metros do Marco Zero do Recife, no Centro Histórico da capital pernambucana, fica o museu Cais do Sertão, que também apresenta referências da musicalidade, cultura popular e linguagem artística do cordel. O espaço faz parte do projeto Porto Novo Recife, que está transformando os antigos armazéns portuários em um grande polo de turismo, serviços, entretenimento e lazer da cidade. Com tecnologia inovadora, automação e recursos de interatividade, mostra que o cordel também se modernizou e se reinventou com a computação gráfica, estampas coloridas e publicações online. Personalidades como Luiz Gonzaga também estão em destaque no novo atrativo do litoral pernambucano.



Um passeio pelos mercados públicos de Aracaju (SE) também leva o turista a conhecer esse universo. O estilo literário rompeu barreiras, entrou nas universidades, mas não perdeu a tradição da exposição em barbantes – daí o nome cordel – nas feiras livres, mercados e praças da capital sergipana. A antiga capital de Sergipe, São Cristóvão, patrimônio cultural da humanidade reconhecida pela Unesco, é outro celeiro de produção da arte de cordel.

Outra forma de revisitar essa arte tipicamente nordestina é na feira de Caruaru (PE), um dos maiores centros de cultura popular da região. Em uma das tendas, o Museu do Cordel expõe títulos originais, entre outras preciosidades, como tipografias e xilogravuras. O ambiente é enriquecido pela declamação de poetas populares, repentistas e cantadores de viola. Além disso, no trajeto até Caruaru o turista pode fazer uma pausa em Bezerros, cidade com grande concentração de xilógrafos, artesãos responsáveis pela produção das figuras talhadas em madeira que ilustram os temas dos folhetos de cordel.

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Já em Mossoró (RN) a Estação das Artes Elizeu Ventania, dedicada ao poeta e violeiro potiguar, é o “coração” de um corredor cultural de atrativos temáticos tipicamente nordestinos. Entre eles, destacam-se o Memorial da Resistência ao bando de Lampião e a igreja que ainda guarda as marcas do dia em que “choveu bala” na cidade, em 13 de junho de 1927. A bravura dos mossoroenses é um dos temas recorrentes dos cordelistas, com destaque para os personagens de Lampião e Maria Bonita, Padre Cícero e Frei Damião.

“O Nordeste é uma região extremamente rica em cultura e a vivência disso é, hoje, a principal experiência que o turista busca em qualquer destino”, afirma o secretário nacional de Qualificação e Promoção do Turismo do Ministério do Turismo, Bob Santos.

A riqueza dessa literatura é tão grande que ela se espalhou por todo o Brasil, homenageando a memória e as referências do povo nordestino em grandes capitais brasileiras. Distrito Federal, Rio de Janeiro e São Paulo, por exemplo, concentram poetas, declamadores, editores, ilustradores (desenhistas, artistas plásticos, xilogravadores) e folheteiros (vendedores de cordel) que formam uma cadeia de economia colaborativa integrada ao turismo.

A feira de São Cristóvão do Rio, o Centro de Tradições Nordestinas de São Paulo e a Casa do Cantador no DF são atrativos fora do Nordeste que oferecem uma agenda permanente de eventos e atraem visitantes o ano inteiro. A cidade do Rio de Janeiro é, também, a sede da Academia Brasileira de Literatura de Cordel.

 

Por Geraldo Gurgel/MTur
Foto: Cleverson Ribeiro/Banco de Imagens do MTur
Foto: Nadim Maluf/Banco de Imagens do MTur
Edição: Vanessa Sampaio

 

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