UNIVERSO MARVEL: Dos quadrinhos para a telona

Olá, caro internauta! hoje (12) começamos no Rota Principal, um projeto para quem é alucinado e apaixonado pelo mundo da Marvel, aqui vamos relembrar toda a trajetória da marca e personagens que marcaram nossa infância e adolescência. Toda quarta-feira iremos abordar conteúdos que fazem parte dessa franquia magnífica, aqui no ‘Universo Marvel’! E para começar, vamos voltar ao tempo, recordando de como tudo começou…



UNIVERSO MARVEL

Há pouco mais de 80 anos, especificamente em outubro de 1939, seis jovens estadunidenses reúnem-se com a finalidade de lançar a primeira revista em quadrinhos com investimento próprio e personagens criados pelos mesmos. Encabeçados pelo editor idealizador Martin Goodman, este foi seguido por outros três editores: John Leonard Goldwater, Louis Horace Silberkleit e Maurice Coyne, este último teve maior participação na parte contábil da empresa. Além de dois desenhistas criadores de heróis: Carl Burgos e Bill Everett. Começaram com dois heróis: um androide voador, conhecido por Tocha Humana, e um príncipe híbrido, denominado Namor.

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Martin Goodman – Foto: 1941 / Tocha Humana (Jim Hammond) Criador: Carl Burgos / Namor (Namor McKenzie) Criador: Bill Everett



Estamos falando da franquia Marvel, que, indubitavelmente tornou-se a mais rentável do planeta nos dias atuais.
A palavra Marvel é uma marca de dupla nacionalidade: francesa e inglesa, tendo assim o mesmo significado, em nossa língua quer dizer maravilha. Onde maravilha mesmo são todas as criações fictícias inseridas neste multiverso, sejam elas: heróis, vilões e anti-heróis. Já são mais de 5.000 criaturas que habitam esta franquia (Marvel), através de: criações, licenciamentos e adaptações.
Basicamente, a Marvel espalhou-se assustadoramente nos mais diversos mercados e segmentos da sociedade, confundindo-se com religiões, pela forma comportamental de milhões de seus seguidores. Esta franquia está distribuída da seguinte forma:

• Selos de multimídia editoriais;
• Selos gráficos;
• TV, através de contratos com emissoras, sejam estes sobre filmes, desenhos e séries;
• Cinema, utilizando inclusive vários atores consagrados de Hollywood, alavancando ainda mais os seus produtos para todo o planeta;
• Mercado de jogos eletrônicos;
• Mercado de brinquedos;
• Mercado de utensílios;
• Mercado de vestuário.



Atualmente, o complexo Marvel ficou tão gigantesco que seus idealizadores não puderam mais associar seu crescimento com a evolução dos mercados, fazendo assim a terem que redistribuir tamanha “constelação” de heróis e acompanhantes para diversos proprietários, incluindo as três maiores indústrias cinematográficas do mundo: Sony, Universal e Disney, respectivamente.
Em uma sociedade contemporânea, onde as especulações fictícias midiáticas, popularmente conhecidas como fake news, praticamente determinam os nossos representantes governamentais, acompanhar as histórias “marvianas” parece nos dar muito mais confiabilidade que estes demais universos paralelos.

Professor Marvel



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