Conheça cinco ótimas séries britânicas disponíveis na Netflix

O formato das séries da Inglaterra é diferenciado do modelo americano, talvez por isso algumas delas passem despercebidas do gosto da maioria. Devido a isso, fizemos uma lista com cinco séries britânicas de vários gêneros disponíveis na Netflix para começar a assistir.

 

Peaky Blinders – Sangue, Apostas e Navalhas

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Foto; divulgação

Ambientada na Inglaterra da década de 20 no ápice da revolução industrial, a série nos apresenta os Shelby, uma família gangster com origens ciganas de Birmingham que está em busca do sucesso dentro do mercado ilegal de apostas. Após o término da primeira Guerra Mundial os condecorados e sobreviventes voltam para casa, mas os que voltaram não são mais os mesmos depois de presenciarem todo o horror da guerra. Uma dessas pessoas é Thomas Shelby, um homem taciturno e sagaz, líder da família, que tem a ajuda da tia Polly, e dos irmãos Arthur, John e Ada, que guiam e fazem todo o planejamento dos negócios ilegais que dão as diretrizes na cidade inglesa. Composta por vários grupos de mafiosos que lucram com as corridas de cavalos, que naquela época davam muito dinheiro, essas lutas são regadas a muita violência, whiskey, sexo e drogas. O enredo mostra a disputa entre as facções locais que buscam o poder pleno da cidade para comandá-la. A obra possui quatro temporadas de seis episódios com mais ou menos 50 minutos cada, que mostram toda a trajetória de ascensão dos Shelbys, que são perseguidos pela polícia, os mafiosos italianos, russos, nova iorquinos e cada vez mais ao longo da história pagam um preço muito alto pela fortuna que vão acumulando.



Sherlock

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Foto; divulgação

As adaptações dos livros de Conan Doyle, em uma Londres atual, foram uma proposta arriscada e ousada que a BBC tomou quando resolveu levar para a TV as histórias do detetive mais excêntrico da literatura, com os casos mais intrigantes. Sherlock Holmes é interpretado pelo Benedict Cumberbatch, que ganhou elogios da crítica especializada por causa de sua atuação. Ao lado do fiel companheiro Dr. Watson, interpretado pelo Martin Freeman, que acidentalmente acaba virando amigo de Sherlock e o ajuda em resolver os casos. Apesar da genialidade do detetive, muitas vezes o ego atrapalha, fazendo com que John consiga controlar na medida do possível o egocentrismo e o individualismo de Sherlock e contribuir para a resolução do inquérito. Com a inserção de personagens clássicos da obra, como por exemplo o inimigo mais famoso delem o Moriarty, e o irmão Mycroft, a série consegue equilibrar os elementos das diferentes épocas que contribuem para o bom funcionamento da narrativa. A produção tem quatro temporadas de três episódios, com uma hora e meia de duração cada. Apesar de parecer maçante ou cansativa à primeira vista, o ritmo é bastante fluido, mas para as pessoas que não curtem coisas excêntricas e que precisem de total atenção para entender e até mesmo desvendar os finais de cada caso, talvez seja um pouco mais complicado. O humor britânico muito característico é um dos grandes componentes que contribui muito para os momentos hilários que envolvem os personagens.

 

The Crown

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Foto: divulgação

Série original da Netflix que aborda o reinado da rainha Elisabeth II, coroada aos 26 anos como a representante do Reino Unido, após a morte do pai. A série é a mais cara do programa de streaming, que custou mais de 100 milhões de dólares. Em contrapartida, ganhou o Emmy de melhor série dramática e melhor atriz de drama pela interpretação de Claire Foy no papel da rainha, que estreou na televisão em grande estilo e ganhou enorme reconhecimento da indústria devido à impecável atuação. Mostrando todos os aspectos da realeza, desde as decisões que teve que tomar, juntamente com o primeiro ministro Winston Churchill, que foram extremamente importantes para o curso da história, até a retratação da convivência com os familiares e principalmente com o marido, o príncipe Phillip. O enfoque dado é o fardo que se carrega quando é colocada a coroa, as responsabilidades para uma jovem iniciante que terá um enorme desafio para colocar em prática. A direção de fotografia é impecável em retratar os detalhes da década, os figurinos são deslumbrantes e o roteiro consegue ser coerente com os fatos. A serie possui duas temporadas de dez episódios, com mais ou menos 50 minutos cada.

 

Black Mirror

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Foto: divulgação

Mais uma série original da Netflix,  possui quatro temporadas que variam na quantidade de episódios e na duração. Por ser ontológica, as histórias de cada episódio são paralelas, não se conectam como uma narrativa contínua e não têm os mesmos personagens, ela se passa em diversos lugares com enredos e personagens diferentes. A produção retrata como a tecnologia está cada vez mais presente na atual sociedade e mostrando como as consequências dela podem agravar mais ainda os problemas que temos, ao invés de melhora-los. Inicialmente a visão pessimista do sistema e do futuro tecnológico era muito mais evidenciada nos episódios, porém a partir da terceira temporada os criadores da série resolveram otimizar ou deixar os finais em aberto. Uma grande marca desta produção é a necessidade de colocar o público sempre em questionamento sobre a realidade e como reagiríamos diante estas situações que não estão inteiramente distantes do nosso atual panorama.



The Fall

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Foto: divulgação

A detetive Stella Gibson é chamada para resolver um caso do serial killer Paul Spector, na Irlanda do Norte, através de seu Modus Operanti. Por ser um homem de família, estratégia adotada pelo próprio como uma forma de omitir para a sociedade a imagem oposta do seu verdadeiro eu, acaba dificultando as possibilidades de ser encontrada ou de ter suspeitas. A série passa por temas bastante mencionados hoje em dia como o feminismo, o qual levantou algumas dúvidas sobre a representatividade da personagem principal e o feminicídio. A trama centraliza nos crimes que estão sendo aos poucos interligados por Stella e a busca incessante da polícia pelo homicida que mata jovens mulheres e através disto tentam entender a psique e os motivos por trás dos casos. A série tem as três temporadas disponíveis na Netflix, com seis episódios de 50 minutos em média cada.

*Isabelle Vasconcelos/Estagiária sob supervisão

Foto destaque: divulgação

 

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O Mecanismo: a série da Netflix que despertou amor e ódio

A série do diretor José Padilha já causou muito reboliço. Assim com suas outras grandes produções, a série Narcos e o filme Tropa de Elite, O Mecanismo dividiu opiniões. Até um movimento de protesto contra a Netflix mobilizou usuários a cancelarem suas assinaturas. É bom que se tenha em mente que essa é uma obra de ficção, ou seja, apesar da série é inspirada em um fato real, muitas cenas e personagens são feitos para efeito dramático. Como a própria empresa disse em seu Twitter, não seria possível escrever uma história tão complexa que retratasse perfeitamente a realidade. Em todos esses anos, vendo notícias diariamente, eu duvido que haja alguém que esteja acompanhando todas as reviravoltas. É muito personagem, é muita prisão! Na trama real, eu já me perdi faz tempo! O Mecanismo precisou criar adaptações para contar resumidamente uma parte da história do Brasil.

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A ex presidente Dilma Rousseff, em sua conta do Twitter, acusou a série de propagar fake news: “A mentira tem perna curta. E, agora, a mentira ganha as telinhas de tevê: ‘O mecanismo’, na Netflix”. Na produção de Padilha e Elena Soárez, os nomes dos personagens não são os mesmos das pessoas envolvidas na vida real. Até mesmo empresas e órgãos estatais tiveram seus nomes mudados, por exemplo a própria polícia federal, que se chama “polícia federativa” em O Mecanismo. Ainda assim, é possível identificar claramente, quem representa quem na trama:

 

Roberto Ibrahim, doleiro acusado de fazer transações ilegais no Banco do Estado do Paraná em 2003 → Alberto Youssef, doleiro que de fato foi acusado desse crime no início da operação Lava-Jato.

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Chebab e Wilma Kitano são cúmplices de Ibrahim → Carlos Habib Charter e Nelma Kodama. Carlos era dono de uma casa de câmbio e sócio de Youssef. A casa de câmbio ficava mesmo em um posto de gasolina na Asa Sul de Brasília.

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João Pedro Rangel, diretor da PetrobrasilPaulo Roberto Costa, diretor da Petrobras. Foi desmascarado pela nota fiscal do carro que ganhou de Alberto Youssef, no valor de R$ 250 mil.

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João Higino, ex presidente → Lula, ex presidente.

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Lúcio Lemes, candidato à presidência contra Janete Ruscov → Aécio Neves, candidato à presidência contra Dilma Rousseff.

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Janete Ruscov, candidata à presidência → Dilma Rousseff, ex presidente.

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Paulo Rigo, juiz de Curitiba → Sérgio Moro, juiz de Curitiba.

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Marco Ruffo, delegado da polícia federativaGerson Machado, delegado da polícia federal.

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Erika Mareno, delegada da PF que trabalhou na operação de 2013 a 2016. Foi ela que deu o nome Lava-Jato.

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China, policial → Newton Ishii, o Japonês da Federal.

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Com muitas situações que não aconteceram na vida real, mas também com muitas cenas bem realistas, O Mecanismo gerou polêmica principalmente pela frase de Romero Jucá (“temos de estancar essa sangria”). Na série, a frase sai da boca do ex presidente Higino, que representa Lula. O diretor José Padilha disse que a frase de Jucá não foi patenteada, por isso pode ser usada livremente pelos roteiristas. Também há a mala de dinheiro que seria entregue por Ibrahim para a campanha da candidata à presidência Janete Ruscov e muitos outros fatos polêmicos atacados pelos apoiadores de Lula e Dilma.

Do ponto de vista cinematográfico, o diretor segue usando a técnica da voz narrando as cenas, que se tornou sua marca. Temos dúvidas se isso ficou legal na voz do Selton Melo. A trama prende bastante o espectador. Eu não conheço ninguém que não tenha visto tudo de uma vez, em maratona. Certamente a Netflix vai fazer outras temporadas porque, afinal, aplaudindo ou vaiando, a repercussão dá audiência.

 

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Por Larissa Rodrigues: desenhista do @be.my.type, internacionalista e mestranda de Relações Internacionais da UEPB. Adora falar de política, espiritualidade e coisinhas que amenizam nossa experiência de vida: filmes, moda, viagens e comida!!!

 

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5 séries de super-heróis para assistir na Netflix

As histórias de super-heróis não estão mais apenas nos quadrinhos. Nos últimos anos, diversos filmes surgiram para contar as histórias dos nossos personagens favoritos. Mas, para tornar tudo ainda melhor, os fãs de HQs podem ver e maratonar também algumas séries sobre o assunto. Listamos cinco séries de super-heróis para assistir na Netflix. Prepara a pipoca e se liga na lista!



Supergirl

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Kara Zor-El, a Supergirl, escapou da destruição do seu planeta, Krypton, há anos. Desde que chegou à Terra, ela conseguiu esconder os poderes que compartilha com seu primo, o Super-Homem. Ao completar 24 anos, ela decide assumir os seus poderes e se tornar uma heroína.

 

Gotham

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Antes da existência do Batman, a cidade de Gotham já existia. Um detetive iniciante, James Gordon, recebe a missão de solucionar o caso do assassinato dos bilionários Thomas e Martha Wayne. Com seu parceiro, o oficial Harvey Bullock, Gordon conhece o único sobrevivente do assassinato: Bruce, um garoto de 12 anos, filho do casal, por quem ele imediatamente sente uma grande afeição.



Jessica Jones

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Desde que sua curta vida como super-heroína acabou de forma trágica, Jessica Jones tenta reconstruir a vida como detetive particular no bairro de Hell’s Kitchen, em Nova York, em sua própria agência de investigações. Traumatizada por eventos anteriores de sua vida, ela sofre de Transtorno de Estresse Pós-Traumático, e tenta fazer com que seus super-poderes passem despercebidos pelos seus clientes. Mas seus demônios particulares vão voltar a persegui-la, na figura de Zebediah Kilgrave, um obsessivo vilão que fará de tudo para chamar a atenção dela.

 

The Flash

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A série mostra a história de origem do Flash, um detetive que passou boa parte da vida buscando respostas para a misteriosa e aparente sobrenatural morte de sua mãe. Após de ser atingido por um raio e passar nove meses em coma, ele vê-se com superpoderes, enquanto deve continuar com seu dever de proteger a Central City dos vilões.



Agentes S.H.I.E.L.D.

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Após os acontecimentos em Nova York, retratados em Os Vingadores, a S.H.I.E.L.D. (Superintendência Humana de Intervenção, Espionagem, Logística e Dissuasão) deve mobilizar seus integrantes para solucionar vários casos relacionados com super-heróis. A equipe é liderada pelo agente Phil Coulson.

 

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5 séries para maratonar neste feriado Carnaval

O mundo é dividido em dois tipos de pessoas: as que veem o Carnaval como uma oportunidade de cair na folia e se acabar de dançar e as que veem como uma belíssima chance de deitar na cama e assistir séries durante o feriado inteiro! Se você é do segundo time, viemos te ajudar nessa missão! Listamos 5 séries para maratonar neste Carnaval, perfeitas para não fazer nada além de relaxar e curtir a tranquilidade!

 

The Crown

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A produção da Netflix retrata o reinado da Rainha Elizabeth II, do Reino Unido. A história começa na época do casamento de Elizabeth e mostra como o peso da coroa afeta as relações dentro da família real. Quem se interessa por história não pode deixar de assistir The Crown!



Narcos

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Também produzida pela Netflix, Narcos retrata a história verídica da propagação da cocaína nos Estados Unidos e na Europa, graças ao Cartel de Medellín, liderado pelo traficante Pablo Escobar. Por outro lado, a série nos mostra dois agentes da DEA liderando uma missão para capturar e matar Escobar.

 

The Handmaid’s Tale

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Depois que um atentado terrorista mata o presidente dos Estados Unidos e grande parte dos outros políticos eleitos, uma facção católica toma o poder na intenção de restaurar a paz. O grupo, porém, transforma o país na República de Gilead, instaurando um regime totalitário baseado nas leis do antigo testamento, retirando os direitos das minorias e principalmente das mulheres. Graças à poluição e doenças sexualmente transmissíveis, as taxas de natalidade caíram muitas mulheres estão inférteis. Em meio a isso tudo, Offred é uma “handmaid”, ou seja, uma mulher cujo único fim é procriar para manter os níveis demográficos da população. Na sua terceira atribuição, ela é entregue ao Comandante, um oficial de alto escalão do regime, e a relação sai dos rumos planejados pelo sistema.



Outlander

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A série nos apresenta Claire Randall, uma enfermeira em combate em 1945 que é misteriosamente transportada através do tempo e mandada para 1743. A partir de então, sua vida passa a correr riscos que ela desconhece. Forçada a se casar com Jamie Fraser, um cortês e nobre guerreiro escocês, um relacionamento apaixonado se acende, e deixa o coração de Claire dividido entre dois homens completamente diferentes, em duas vidas que não podem ser conciliadas.

 

Grey’s Anatomy

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Grey’s Anatomy é um clássico das maratonas de séries! Recentemente a Netflix divulgou uma pesquisa na qual a produção seria a primeira escolhida pelos brasileiros para maratonar na plataforma. A série mostra a rotina de Meredith Grey durante sua residência num hospital, onde vive paixões profissionais e pessoais com sua turma de estudantes e médicos.

 

E aí? Já decidiu qual série vai ser a sua companheira de maratona neste Carnaval?



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Crítica: seriado The Fosters tem grande papel de representatividade LGBT

Confesso que não tinha muitas expectativas ao começar a assistir ao seriado The Fosters, que está disponível com algumas temporadas na Netflix. Ouvi algumas indicações e resolvi investir, mas tive uma grata surpresa ao constatar, ainda no piloto da série, que eu já estava completamente envolvida com a história.

A produção retrata uma família nada comum, composta pelo casal lésbico Stephanie e Lena, o filho biológico do primeiro casamento de Stef, Brandon, e um casal de gêmeos hispânicos adotados, Jesus e Mariana. Ainda no piloto, vemos a chegada de mais dois adolescentes ao convívio familiar, Callie e Jude, que passaram por grandes problemas e estão em busca de um lar adotivo temporário.

Com essa configuração familiar não convencional, é um alívio notar que muitas boas reflexões podem ser tiradas da abordagem que o seriado dá à situação. Eles são apenas uma família, como qualquer outra, com problemas normais. A série não cria grandes dramas em torno das mães serem lésbicas, pois para os personagens é tudo supernatural.



Uma cena logo na chegada de Callie à casa nos dita as regras da abordagem de The Fosters: ela vê Stef e Lena se beijando e pergunta se elas “são sapatões”, enquanto um dos filhos responde que “preferem trata-las como pessoas mesmo”. Essa forma delicada e simples de tratar a questão é talvez um dos pontos que mais gostei, pois é muito difícil encontrar um exemplo de representatividade LGBT bem construído no mundo do entretenimento.

Mas além de tudo isso, ainda há outros pontos muito importantes sendo tratadas na história, como a questão da adoção e de como as crianças que estão nesse sistema passam por grandes dificuldades, além das autodescobertas de alguns personagens, inclusive com questões de gênero e sexualidade sendo pinceladas aqui e ali.

No fim do dia, acho que The Fosters é aquela série que precisa ser assistida por todo mundo, pois ajuda a entender um pouco da realidade do outro. Em tempos de intolerância e preconceito, é importante um pouco de empatia e representatividade.

 

*Por Érica Rodrigues – Érica é jornalista, formada pela UFPB, e trabalha com produção de conteúdo na internet. Ama escrever e conversar sobre livros, filmes e viagens, suas três maiores paixões.

 

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5 séries antigas para ver na Netflix e matar a saudade

Não há nada mais nostálgico do que assistir uma série ou filme que nos remete a momentos do passado. Afinal, todo mundo tinha aquele seriado queridinho que passava na TV e fazia você não sair de casa por nada para não perder! Para relembrar esses bons momentos, listamos 5 séries antigas para ver na Netflix e matar a saudade dessas boas lembranças! Prepara a pipoca e confere a lista!

 

Gilmore Girls

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Se você nunca assistiu Gilmore Girls, pare agora de ler este post e vá correndo conhecer e se apaixonar pela dupla de mãe e filha Lorelai e Rory Gilmore! A série mostra o cotidiano das duas na cidadezinha de Stars Hollow, um lugar cheio de personagens caricatos e superdivertidos. É muito engraçado e apaixonante acompanhar o dia a dia dessa mãe solteira e sua filha, que além de serem melhores amigas dividem momentos hilários.



Friends

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Você certamente já ouviu falar dessa série! A produção nos leva ao dia a dia de seis amigos, que tentam ganhar a vida em Nova York com muito bom humor.  Rachel é a garota mimada que deixa o noivo no altar para viver com a amiga dos tempos de escola Monica, sistemática e apaixonada pela culinária. Monica é irmã de Ross, um paleontólogo que é abandonado pela esposa, que descobriu ser lésbica. Do outro lado do corredor do apartamento de Monica e Rachel, moram Joey, um ator frustrado, e Chandler, de profissão misteriosa. A turma é completa pela exótica Phoebe.

 

Um Maluco no Pedaço

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Se você foi jovem nos anos 1990, com certeza sabe apreciar o prazer de sentar no sofá e rir com as loucuras de Um Maluco no Pedaço! A série conta a história de Will, um jovem de origem humildade que se muda para um luxuoso bairro na Califórnia. Após arrumar confusão com pessoas perigosas de seu bairro, na Filadélfia, a mãe de Will, temendo pelo futuro de seu filho, resolve mandá-lo para viver com sua irmã Vivian e seu cunhado Philip, um advogado que se tornou juiz e tem uma vida muito bem-sucedida, moradores do bairro de Bel Air, para que o filho possa ter uma educação de alto nível. Contudo, por ser um garoto humilde e não ligar para os estudos, Will vive se comportando de maneira inadequada e provocando trapalhadas aos seus tios e primos na mansão.



The O.C.

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Orange County é um paraíso na terra dos ricos, na Califórnia. Nas mansões por trás dos muros, tudo parece ser perfeito. Quando Ryan Atwood, um adolescente problemático que vive se metendo em roubadas, chega em Orange County (“O.C.”) com o advogado Sandy Cohen, ele começa a descobrir que nem tudo ali naquele lugar é tão perfeito como aparenta.

 

Full House

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Conhecida no Brasil como Três é Demais, a séria se passa em 1987, quando Danny Tanner perde sua esposa, Pam, em um acidente de carro. Ele precisa, então, de ajuda para cuidar de suas três filhas, D.J., Stephanie e Michelle. Para isso, Danny recorre ao seu melhor amigo, Joey Gladstone e a seu cunhado, Jesse Cochran. O que deveriam ser apenas algumas semanas transforma-se em anos de convivência, cheios de bom humor e trapalhadas.

 

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Crítica: a sensacional ‘Atypical’, da Netflix, aborda o autismo com delicadeza e um toque de humor

Érica Rodrigues

 

Ao assistir ‘Atypical’, produção da Netflix que entrou para o catálogo recentemente, nos deparamos com a nada comum, porém completamente comum, história de Sam, um garoto autista no último ano do ensino médio. É confuso colocar dessa forma, mas é profundamente real! Apesar dos conflitos do personagem serem muito diferentes da realidade da maioria da população, nos identificamos muito com ele, pois, no auge dos seus 18 anos, tudo o que ele quer é conseguir uma namorada.

Logo no primeiro episódio, é quase impossível se controlar e não “engolir” a série toda em um só dia. O enredo gira em torno da família Gardner, com uma mãe superprotetora e problemática, um pai com dificuldades de diálogo, um filho autista e uma filha que não consegue se abrir emocionalmente.



 

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Impossível não se apaixonar pelas peculiaridades de Sam, o protagonista de ‘Atypical’

 

E precisamos dizer que os personagens são apaixonantes! O melhor amigo de Sam, Zahid, é um alívio cômico sensacional com suas histórias das garotas com quem sai. Incrível a forma como eles não tem aparentemente nada em comum, mas se entendem perfeitamente! Sem falar em Casey, a irmã mais nova do protagonista, que apesar da aparência de durona, faz de tudo para proteger o irmão. O próprio Sam é um caso à parte… dificilmente encontramos um personagem tão diferente que causa tamanha empatia. Impossível não se identificar com os seus problemas com garotas e até entender e apreciar a forma particular com que ele encara o mundo.

A série aposta em um tema pouco falado de uma forma leve, delicada e divertida, sem dramatizar demais nem romantizar a situação. Até aqueles que nunca tiveram contato com o assunto vão entender e torcer pelo literal, gentil e apaixonado por pinguins Sam.



 

Confere o trailer da produção:

 

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Seriado Love, da Netflix, e a idealização da vida adulta

Érica Rodrigues

 

Comecei a ver o seriado Love, original da Netflix, por indicação de Karol Pinheiro em seu canal de Youtube. A história é bem “normal”: Mickey, uma garota descolada, acaba se envolvendo com Gus, um cara nerd e caretão.

Mas o que me chamou atenção nessa série de verdade foi forma como a vida dos personagens é mostrada. Cheia de altos e baixos, com dias super legais e dias muito merda. Com escolhas boas e escolhas muito idiotas que acabam gerando um monte de problemas chatíssimos. Afinal, a vida adulta é bem isso, né?




Não há idealizações. Mickey, apesar de descolada e legal, é cheia de inseguranças e problemas. Mas quem não é? Gus, apesar de um cara ser um cara bacana, acaba pisando na bola. Isso gera uma empatia muito legal com as situações da trama.

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Para quem gosta de moda, também vale a pena ficar de olho no figurino de Mickey, que é simplesmente incrível. A série é atual e explora muito bem as referências de moda e tecnologia. Inclusive achei maravilhosas as cenas com mensagens no celular. Quem não se identifica com passar o dia inteiro reescrevendo uma mensagem com medo de enviar? Atire a primeira pedra se você nunca fez isso!

Apesar de ser uma série de comédia bem leve, vale muito a pena ver e se identificar com esse casal super normal e muito legal.

 

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TAG: SÉRIES!

Érica Rodrigues

E aí, galera? Hoje resolvi falar de um assunto que eu ainda não tinha abordado aqui no blog, porém amo: séries! Vi essa Tag no canal de Karol Pinheiro e fiquei com muita vontade de responder, pra poder indicar algumas das séries que mais amo pra vocês.

 

Seguem as perguntas:
1- Qual é sua série favorita de todos os tempos?

2- Qual é o seu personagem preferido de todos os tempos?

3- Cite uma série que você viciou?

4- Cite um personagem que você tem algo em comum.

5- Cite uma série que todo mundo gostou (ou gosta) e você não.

6- Qual sua série favorita dos últimos tempos?

7- Cite um protagonista que você não gosta, mas curte a série.

8- Você assiste (assistia) alguma série brasileira?

 

Se você não conseguiu entender o nome de alguma série, coloquei todas as respostas na descrição do vídeo lá no canal do Youtube. Aproveita pra se inscrever por lá e não perder nada!