O Festival de Música Clássica de João Pessoa terá documentário para a TV Cultura

TV Cultura

A programação noturna do Festival Internacional de Música Clássica de João Pessoa reserva um concerto com repertório de clássicos do erudito e outro dedicado ao tango, principalmente de composições do argentino Astor Piazzola. As apresentações acontecem na Igreja do Carmo, às 18h, e na Igreja de São Francisco, às 20h, no Centro Histórico da Capital, reunindo músicos de sete países.

O Festival Internacional de Música Clássica é realizado pela Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP), através de sua Fundação Cultural (Funjope). Em sua 6° edição, o evento, além de se consolidar no calendário cultural da cidade, formando um público fiel e participativo, também insere João Pessoa na mídia nacional. Na noite desta quarta-feira (28), a TV Cultura registrou os concertos realizados na Igreja do Carmo e de São Francisco.

De acordo com o diretor geral da emissora, José Roberto Walker, o objetivo do documentário audiovisual, que vai ser exibido em fevereiro do próximo ano, é mostrar para o Brasil a relação que João Pessoa tem com a música clássica. Nesse contexto, ele ressalta o Festival Internacional de Música Clássica na condição dos mais importantes do País e o projeto Ação Social Pela Música (ASPM), colocado em prática pela PMJP para a formação de músicos.



“João Pessoa tem uma tradição musical muito grande, com ótimos músicos, entre os quais o Quinteto da Paraíba. Mas, também, no gosto das pessoas pelo gênero – muito por conta do Festival, que já formou um público muito bom e conta com os melhores músicos de vários lugares do mundo – esse é o diferencial. Outra coisa extraordinária é o projeto Ação Social pela Música, feito para crianças, trabalhando a formação delas na música. Portanto, vamos fazer um pouco do link dessa riqueza musical que se mantém viva através do Festival e dos projetos”, afirmou.

Durante os concertos, da Igreja do Carmo e de São Francisco, a simbiose entre público e músicos foi a grande marca. No primeiro teve dueto dos argentinos Humberto Ridolfi (violino) e Marceli Nisinmam (bandoneon). “Creio que foi fabuloso, porque o público reagiu muito bem, aplaudindo muito as obras – tocamos tango contemporâneo e música clássica de Bach, entre outros”, afirmou Humberto Ridolfi.

No concerto que encerrou a noite, na Igreja de São Francisco, o público também reagiu muito bem e se surpreendeu com a performance do sexteto formado por Mark Gothoni (Finlândia), Carmen Jiménez Montes (Espanha)

Mikhail Zemtsov (Rússia), Dana Zemtsov (México), Eveline Kraayenhof (Holanda) e Mirjam Bosma (Holanda).

“Eu tenho vindo desde a primeira edição e toda vez é uma experiência nova” disse a professora Jael Rocha, que também faz canto lírico e já estudou piano. “Eu vejo o Festival como uma iniciativa maravilhosa, incentivar o gosto pela arte, pela boa música. Acho que a música erudita pode ser apreciada por qualquer pessoa, basta que haja um incentivo para isso”, concluiu.

*Max Oliveira/Secom-jp

Foto destaque: divulgação

 

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