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Geraldo Bernardo lança A Doida Paixão De Um Doido em João Pessoa

A Doida Paixão De Um Doido

O livro “A doida paixão de um doido”, do escritor Geraldo Bernardo, já tem confirmado os seus primeiros lançamentos. A novela, cujo selo é da Arribaçã Editora, será lançada, oficialmente, no dia 9 de março de 2019, na Livraria do Luiz, em João Pessoa, às 10 horas. O segundo lançamento programado será para o dia 15 de março deste ano na Biblioteca Pública Municipal Humberto de Campos, no município de Sousa, Sertão da Paraíba, às 19 horas. O livro já pode ser adquirido pelo site.

Ambientada no sertão, com sua aridez, costumes, linguajar e folclore por demais dominados pelo autor, a novela tem como protagonista um “rapazote” que, ainda tão novo e sofrendo um pequeno revés, perdeu o nome próprio como é comum na região, sobretudo nas comunidades rurais. Deixou de ser José (já sem sobrenome), para ser Zé Pimba, como tantos Zés que ganham um apelido por uma característica própria, laço familiar ou qualquer circunstância.

Contada por um narrador-personagem, que interage com outros personagens flutuantes, convidados para escutarem as aventuras e desventuras de Zé Pimba, moleque criado sob os maus tratos físicos e verbais do pai e vítima dos flagelos da seca – inclusive com uma passagem que flerta com “Vidas Secas”, de Graciliano Ramos, com a família precisando se “retirar” de um lugar para outro em busca da mínima sobrevivência.



“O que nos chega às mãos para leitura é uma novela no sentido original da palavra, remontando a própria literatura renascentista no seu rompimento com a tradição literária medieval. Colocando-se entre o conto e o romance, a novela tem como característica um conflito principal, sobre o qual orbitam todas as ações, personagens – em número reduzido – e conclusão do enredo”, afirma o jornalista e poeta Lenilson Oliveira no prefácio da obra.

Geraldo Bernardo Abrantes é sertanejo, nascido na zona rural de Sousa no ano de 1966. Formado em História pela UFPB, campus de Cajazeiras, foi na terra de padre Rolim que se tornou professor. Escreveu, encenou e dirigiu vários espetáculos, com destaque para: “Lucidez Psicossomática” (1992), “A Saga do Corvo” (1996), outro texto bastante premiado, que circulou pelo Nordeste. Como contista lançou: “Noite Lúgubre” (2002); “Meu amigo Pedro” (2003); “Contos Contados” (2008); “Jamili e o especialista em milagres” (2013).

A partir do poema “As arupembas de alumínio”, que circulou pela internet no ano de 1993 sendo bastante elogiado, construiu personagem Arupemba. Além das declamações publicou os folhetos: “Os causos de Arupemba” 1, 2 e 3 (2006/ 2007) e gravou um CD com o mesmo nome.  Na literatura de cordel merece destaque os folhetos: “A Encoberta – a história de uma santa sem altar” (2003); “Quando os bichos falavam” (2011); “O periquito de Zefa” (2017); “Arupemba, o matuto beradeiro/CD” (2017) e, “As aventuras de Chico Socó”, uma lenda verdadeira (2018). Também como ator participou do longa metragem “O sonho de Inacim” (2006) e o curta “O homem e a serra”, projeto Revelando os Brasis.

 

*Secom-PB

Foto destaque: Divulgação

 

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