Fotógrafo Rizemberg Felipe traduz em imagem as viagens que faz pelo mundo

Rizemberg Felipe

Por meio de uma “kombi home”, o fotógrafo paraibano Rizemberg Felipe embarcou numa jornada de aventura com destino à Bolívia, onde pretende registrar as particularidades do local através de sua lente. Essa já é a sua terceira visita ao país, entretanto desta vez ele resolveu ir de um jeito diferente, e mais uma vez desafiando a si próprio ao fazer todo o percurso dentro de uma Kombi 2008 equipada como uma mini casa com cama, banheiro, fogão, pia, geladeira e um climatizador. A estrutura ajuda a realizar as principais atividades dentro do automóvel de forma independente, já que esse é o principal propósito de quem viaja nesse estilo, além desafiar e até mesmo encorajar as pessoas de verem que é possível você conhecer vários lugares do mundo de forma prática e desbravadora. 



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Ele tem compartilhado a jornada de João Pessoa à Bolívia no perfil de Instagram @camerakombi, onde é possível conferir desde as experiências da viagem até as fotografias tiradas pelo caminho.

Conhecido por seu trabalho como fotojornalista aqui na capital, Rizemberg se considera um fotógrafo de viagem por ter viajado para outros países como Cuba, Índia, Nepal, característicos dela diversidade cultural. Através da fotografia ele transmite as peculiaridades daquele mundo, mas também a sua visão particular sobre ele.

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O fotógrafo busca sempre escolher o destino previamente de acordo com o contexto social atual do lugar e que contribuirá para um bom rendimento do viés jornalístico, podendo assim trazer algo factual que engrandecerá a matéria para os veículos paraibanos. Destacando a Índia como sua viagem preferida, onde visitou a capital Nova Delhi e Varanasi, principais pontos de exemplificação social e cultural do país, Rizemberg demonstra sua fascinação pelo lugar.

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Quando perguntamos o por quê de ter se tornando especialista em fotografia de viagem, ele responde que espera assim “poder mostrar o mundo para as pessoas que ficam, porque a vida é uma grande viagem e a gente precisa conhecer a nossa casa, a nossa rua, nosso bairro, nossa região, nosso estado, nosso país e o nosso mundo”. Ou seja, ele acaba sendo um porta-voz imagético do que está ao redor, mas que não é acessível de visibilidade para todos, trazendo assim sua perspectiva do ambiente para todos. 

 

*Isabelle Vasconcelos/Estagiária sob supervisão

Fotos: Rizemberg Felipe

 

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