Conheça as principais galerias e exposições de arte em João Pessoa

No Brasil, infelizmente ainda não é costume as pessoas frequentarem habitualmente museus, galerias e exposições de arte. Isso acaba fazendo com que poucas pessoas saibam da existência desses lugares aqui na cidade. Mas para quem se interessa por arte e mora na capital, temos uma boa notícia: esta é a matéria que você estava procurando! Fizemos uma lista com as principais galerias e exposições de arte em João Pessoa.

Selecionamos lugares onde há sempre exposições de arte gratuitas e também alguns espaços privados onde é possível comprar quadros e outras peças. Se liga na lista!



CELEIRO ESPAÇO CRIATIVO     

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Foto: Divulgação

O Celeiro Espaço Criativo é um lugar novo aqui em João Pessoa, comparado a outros locais. Localizado no bairro do Altiplano, o Celeiro é um lugar dedicado a exposições de obras de arte, sejam elas de artistas conterrâneos da cidade, ou de outras localidades. Com uma ampla área verde, o ambiente acaba sendo bastante receptivo para as pessoas não somente entrarem para apreciar as obras, mas também para frequentar eventos que volta e meia são realizados no gramado. A Feirica, por exemplo, realizou sua última edição por lá e foi uma ótima ideia, já que o espaço é perfeito para a realização de tais acontecimentos em prol da arte, seja ela qual for. Incusive, o Celeiro Espaço Criativo recebe não somente exposições de arte, mas também oficinas criativas, aulas de dança, e ainda realiza eventos de moda. Ou seja, o local está sempre como uma vitrine com várias opções que podem agradar a vários públicos. O espaço abre de segunda a sexta, das 10h às 19h, e nos sábados e domingos, das 09h às 18h.   

 

ESTAÇÃO CABO BRANCO

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Foto: Divulgação

A Estação Cabo Branco com certeza é um dos lugares que mais recebe exposições aqui na cidade. Por abranger vários temas e tópicos que podem ser abordados nos halls do local, a Estação acaba tendo mensalmente mais de uma única opção de exposições, e isso é um prato cheio para as pessoas que estão em busca de lazer em João Pessoa. O ambiente se autodenomina “Ciência, Cultura e Arte”, e isso acaba deixando claro para o público as várias áreas que eles atuam. Portanto, lá não há somente exposições de artes. Há também cursos sobre História da Arte, observação da Lua de Sangue ou da Lua Crescente, contação de histórias, lançamentos de livros, etc. Estes são alguns exemplos dos muitos atrativos que o lugar oferece. E o melhor: é tudo gratuito!



GALERIA ARCHIDY PICADO

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Foto: Divulgação

A Galeria do Archidy Picado fica localizada no subsolo do Espaço Cultural, nas rampas 3 e 4, e é um espaço que está sempre em busca de artistas e materiais para serem expostos por lá. Os tipos de obras que eles aceitam são: pinturas, graffiti, desenhos, gravuras, fotografias, arte digital, vídeos, objetos, esculturas, instalações e performances. Por ser localizado no Espaço Cultural, um lugar bastante conhecido pelo grande público por fomentar a cultura, é uma ótima opção para os artistas locais terem oportunidade de expor suas obras. É sempre bom dar uma olhadinha no edital que o pessoal da galeria libera, dizendo quais são as regras e como funciona mais detalhadamente a exposição dos projetos!

 

URBAN ARTS  

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Foto: Divulgação

Localizada na avenida Edson Ramalho, a Urban Arts se auto denomina “a galeria de arte mais bacana do Brasil”. E realmente, eles não estão exagerando. É só de dar uma rápida olhada no feed do Instagram deles e já dá para perceber que a franquia daqui de João Pessoa não decepciona. Com quadros perfeitos para aquela decoração que sempre vemos no Pinterest, a loja Urban Arts daqui oferece uma grande variedade de vários tipos de obras, que podem harmonizar com os diferentes estilos de ambiente em que as pessoas desejam colocar. Mesclando desde quadros de fotográfos conceituais, até imagem de personalidades como a Marilyn Monroe, a galeria mostra a modernidade e a flexibilidade em seus produtos. Com uma pegada alternativa chic, a galeria é a opção certa de quem procura um diferencial na cidade. Eles funcionam de segunda a sexta, das 09h às 19h, e nos sábados e domingos das 09h às 16h.



CASA DA PÓLVORA     

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Foto: Divulgação

A Casa da Pólvora faz parte de uma projeto da Prefeitura de João Pessoa que busca revitalizar alguns espaços no Centro Histórico da cidade, para que se tornem mais um atrativos para a população e aos turistas. Normalmente o Parque Casa da Pólvora recebe todo domingo shows de bandas e artistas da cidade, que costumam lotar o lugar. Mas ao longo da semana o espaço também recebe algumas exposições que ficam abertas para todo o público durante um determinado período. Nós sempre divulgamos aqui no site as exposições que rolam por lá. É só ficar de olho! Na Casa da Pólvora há também cursos e encenações teatrais.   

 

GALERIA LOURO E CANELA

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Foto: Divulgação

A galeria é uma fusão de arte, design, lazer e café. Isso mesmo! O espaço é bem moderninho, super legal não somente para apreciar as obras que ficam expostas nas seis salas, mas também para dar uma olhada na loja de artigos ligados à arte e ao design. Há também um jardim onde são realizadas oficinas e cursos e também podem ser feitos eventos. Em anexo há o Café Galeria que harmoniza esse combo de arte, café e mar. Sim, a Galeria Louro e Canela fica localizada na orla de Manaíra, e tem essa junção de vários ambientes em um só. Eles abrem de segunda a sexta, das 08h às 18h.



GALERIA GAMELA  

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Foto: Divulgação

A Galeria Gamela é a mais tradicional da Paraíba e fica instalada no bairro de Tambaú. Para quem procura saber e entender mais sobre a história da Paraíba, este é o local ideal. Lá eles reúnem um grande acervo de obras que já foram expostas por alguns artistas locais. Criada em 1980, a Galeria Gamela tem exposições de artistas Naïf como  Celia Gondin, Carlos Djalma, Adriano Dias e Alexandre Fialho. Diversas pinturas e esculturas podem ser apreciadas num passeio depois da praia. Eles abrem todos os dias das 09h às 19h.

 

CASARÃO 34

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Foto: Divulgação

O Casarão 34 é mais uma opção para as pessoas que buscam expor suas obras de arte aqui em João Pessoa. Assim como na Galeria Archidy Picado e na Casa da Pólvora, qualquer pessoa que tiver uma material pronto para ser exposto poderá entrar em contato com os organizadores. Possivelmente eles devem lançar algum edital ainda este ano para os interessados. O lugar é mais uma tentativa da prefeitura de manter viva a troca de opiniões sobre a arte através de oficinas, cursos, biblioteca e do hall de exposições. O Casarão fica aberto de segunda a sexta das 08h às 21h e das 14h às 17h.  

 

 

*Isabelle Vasconcelos/Estagiária sob supervisão

Foto destaque: Divulgação

 

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Vai começar a temporada 2019 de montanhismo no Brasil

A temporada ideal para a prática de montanhismo no Brasil, que vai de maio a setembro, começa oficialmente no dia 27 de abril, com o festival anual Abertura da Temporada de Montanhismo (ATM), na Urca, Rio de Janeiro. O evento marca o começo do período mais adequado para o esporte no país e é aberto ao público, com programação envolvendo atividades ecológicas, educação ambiental, demonstrações de técnicas de escalada e resgate, apresentação de equipamentos, campeonato de escalada, cinema de montanha e ações de “montanhismo social”.

Além de montanhistas e escaladores, a ATM atrai simpatizantes das atividades ao ar livre e de conservação das montanhas brasileiras. O festival faz a divulgação da diversidade de montanhas existentes no Brasil no período em que as condições climáticas são ideais para a prática do esporte e turismo nas alturas. Segundo a Federação de Esportes de Montanha do Estado do Rio de Janeiro, o objetivo é celebrar a cultura do montanhismo através do uso turístico, recreativo e esportivo das montanhas.

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Foto: Divulgação/ Morro da Urca

O turismo nas alturas requer disposição e aventura. O Morro da Urca, onde será realizado o evento de abertura da temporada, integra o Monumento Natural do Pão de Açúcar, é um dos pontos de escalada do Rio de Janeiro e também ponto de chegada ou de partida da Trilha Transcarioca. A travessia de 180 km interliga seis áreas protegidas dentro da cidade, como o Parque Nacional da Tijuca, o mais visitado do Brasil, onde está a estátua do Cristo Redentor. Na outra extremidade da caminhada fica o Parque Natural Municipal de Grumari.



 

EXPERIÊNCIAS – Quem sobe a Serra do Mar encontra no Parque Nacional da Serra dos Órgãos um dos melhores locais do Brasil para a prática de esportes de montanha, como escalada, caminhada e rapel. O cenário natural tem vistas deslumbrantes da majestosa cadeia de montanhas, além de cachoeiras, sítios históricos, fauna e flora abundante da Mata Atlântica. São mais de 200 quilômetros de trilhas, desde a trilha suspensa, acessível para cadeirantes, até a pesada Travessia Petrópolis-Teresópolis, com 30 Km de subidas e descidas pela parte alta das montanhas. Entre as escaladas, destacam-se o Dedo de Deus, com 1.692 metros de altitude, marco inicial da escalada no país desde 1912, e a Agulha do Diabo, uma das melhores escaladas em rocha do mundo.

“Foi uma das mais bonitas e melhores experiências de travessias que eu já fiz”, disse a blogueira Vivian Teles, que escreve sobre turismo e aventura. A carioca destacou que a vivência entre as montanhas propicia grandes aventuras para quem quer fugir do stress do dia a dia e se conectar com a natureza. “Definitivamente essa travessia deve fazer parte do currículo do montanhista brasileiro”, afirmou.

Localizado na Serra da Mantiqueira, na divisa entre os estados do Rio de Janeiro e Minas Gerais, próximo ao estado de São Paulo, o Parque Nacional do Itatiaia, criado em 1937, foi o primeiro parque do Brasil, sendo uma das áreas pioneiras do montanhismo. São diversas trilhas, travessias com abrigos de montanha entre as partes Alta e Baixa e opções de escaladas nas formações rochosas – entre elas, Camelo, Prateleiras e Altar. O parque abriga três dos 10 pontos mais altos do Brasil: o Pico das Agulhas Negras (2.791 m), o 5º mais alto do país, que é o ponto culminante do Itatiaia; o Morro do Couto (2.680 m), o 8º em altitude; e a Pedra do Sino de Itatiaia (2.670 m), que é o 9º pico mais alto.



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Foto: Divulgação

A escalada das Agulhas Negras foi a experiência mais difícil para Ediceu Pereira, que já subiu oito das dez maiores montanhas do Brasil. Ele justificou que os picos da Neblina (2.995 m) e 31 de Março (2.974 m), o 1º e o 2º mais altos, ambos localizados no Parque Nacional do Pico da Neblina, no Amazonas, não estão abertos para visitação. “Já a trilha mais bela que eu fiz foi a do Parque Nacional do Monte Roraima, durante sete dias. A paisagem da região e a magia do local são únicas”, disse o paulistano ao destacar a beleza da 7ª montanha mais elevada do Brasil, uma “mesa” com 2.734 metros de altitude, localizada no extremo norte de Roraima e marco divisor da tríplice fronteira entre Brasil, Venezuela e Guiana.

No Parque Nacional do Caparaó, entre Minas Gerais e Espírito Santo, ficam os picos da Bandeira (2.891 m) e Cristal (2.769 m), o 3º e 6º em altitude. Além das trilhas com abrigos noturnos, os visitantes podem se deliciar com banhos em cachoeiras e piscinas naturais e observar visuais deslumbrantes da Serra do Caparaó e região, com belos espetáculos no alvorecer e no pôr do sol acima das nuvens. Completam a lista do montanhista a Pedra da Mina (2.798 m), o 4º pico em altitude, na Serra da Mantiqueira, entre São Paulo e Minas Gerais; e o Pico Três Estados (2.665 m), o 10º mais alto, na mesma região, entre Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo.

 

*Geraldo Gurgel/Ministério do Turismo

Edição: Vanessa Sampaio

Foto destaque: Divulgação

 

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Buscas na internet indicam os destinos de Páscoa favoritos dos brasileiros

A Semana Santa está chegando e com ela uma excelente oportunidade de conhecer um pouco mais do Brasil. Que tal aproveitar o feriadão para colocar o pé na estrada? Segundo os buscadores Skyscanner e Voopter, Rio de Janeiro e São Paulo seguem como os destinos de turismo doméstico que despertam o maior interesse entre os brasileiros que desejam viajar na Páscoa, que será comemorada entre os dias 19 e 21 de abril.

De acordo com o Skyscanner, nos últimos dois anos as viagens domésticas lideraram o interesse dos brasileiros que desejam aproveitar os dias de descanso do feriado da Páscoa. Entre as cidades mais acessadas para o feriadão da Páscoa estão também Brasília, Belo Horizonte, Salvador, Curitiba, Florianópolis, Porto Alegre e Fortaleza. A capital argentina, Buenos Aires, aparece como o único destino internacional que integra a lista das 10 mais pesquisadas pelos turistas brasileiros para a Semana Santa. Fora da lista das top 10, o levantamento do buscador global de viagens traz Manaus entre os destinos mais procurados para o período. A capital do Amazonas registrou 103% de crescimento, saindo da 28ª posição em 2018 para o 19ª lugar de janeiro até 20 de março de 2019.



A gerente geral da plataforma de buscas de viagens Voopter, Juliana Vital, apresenta lista semelhante com as pesquisas dos brasileiros para curtir a Semana Santa. O feriadão está entre os que mais movimentam o mercado de turismo, depois do Carnaval. O levantamento do aplicativo brasileiro de comparação de preço de passagens aéreas e promoções pode ser útil para os viajantes que ainda não definiram seu destino. Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília estão entre cidades preferidas dos internautas que acessaram o buscador de viagens.

Na lista figuram ainda Curitiba, Porto Alegre, Recife, Salvador, Fortaleza e Florianópolis. Mais uma vez, apenas a capital da Argentina, Buenos Aires, figura como destino internacional. O levantamento foi realizado entre os dias 1º de janeiro e 15 de março deste ano. As informações ainda proporcionam insights sobre, por exemplo, tendências de viagem e práticas de consumo dos viajantes brasileiros, detectando demandas, prevendo tendências e conhecendo melhor os hábitos do turista e consumidor dos destinos domésticos.

 

*Geraldo Gurgel/Ministério do Turismo

Edição: Lívia Nascimento

Foto destaque: Rogério Casimiro

 

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Destinos de Páscoa no Brasil e seu menu de doces atrativos

Cada vez mais os destinos de Páscoa no Brasil está sendo bem atrativos para dinamizar o turismo no ano inteiro e ampliam o fluxo de turistas durante o feriado prolongado, inclusive para cidades onde o foco das celebrações é o chocolate, juntamente com o significado religioso da Semana Santa. Das plantações de cacau às fábricas de chocolate, curtir o feriado da Páscoa nos destinos onde a produção de chocolate virou um atrativo é uma viagem cheia de sabores e descobertas.

A Costa do Cacau, na região de Ilhéus (BA), é uma das rotas mais doces e saborosas do turismo brasileiro. Além de destino de sol e mar e dos atrativos que fazem parte da obra literária do escritor Jorge Amado, a região também oferece um tour pelas fazendas que produzem a matéria-prima do chocolate. A Rota do Chocolate proporciona ao turista uma imersão na história, cultura e gastronomia do Sul da Bahia. A implantação da Estrada do Chocolate, entre Ilhéus e Uruçuca, proporciona aos turistas a experiência de conhecer o processo de produção do cacau, desde as plantações à seleção e secagem das amêndoas, até a transformação em chocolate.

A vivência passa pelas fazendas tradicionais de cacau, entre elas, Yrerê, Riachuelo, Capela Velha e Provisão; casarões históricos dos antigos coronéis que dominavam a economia e política da região; produção caseira; e fábricas de chocolates, além de degustação da iguaria. O turismo sustentável nas fazendas de cacau, com visitas guiadas, hospedagem e comida típica, tem sido uma das fontes mais rentáveis para os produtores de Ilhéus e região. Além das plantações de cacau, a região é rica em sítios históricos e atrativos naturais, como cachoeiras e áreas de preservação.



Longe das plantações de cacau, o chocolate é o atrativo principal da Chocofest, em Nova Petrópolis, na Serra Gaúcha, que de 11 a 21 de abril celebra a magia da Páscoa no Planeta das Guloseimas. Pelas ruas do centro, se reúnem personagens como o Conde Guloseima, a Condessa Doçura e a Vovó Duquesa em vários espetáculos com dezenas de atrações voltadas para adultos e crianças. Os desfiles temáticos contam com coelhos, carros alegóricos, música e muita diversão. O Desfile de Páscoa, momento de alegria e interação com os visitantes, será realizado nos dias 13, 14, 20 e 21 de abril às 15h30min. São esperados mais de 100 mil turistas nos 10 dias de festa.

O Rastro do Coelho, com caça ao ninho, é garantia de diversão. A brincadeira, que promete muita aventura, será no Parque Aldeia do Imigrante com centenas de ovos de chocolate escondidos, de todos os tamanhos. O cenário de magia se completa com a decoração especial da cidade. O envolvimento da comunidade resulta nas árvores enfeitadas com ovos coloridos. Já na Fábrica de Ovos, são customizados os ovos usados na Osterbaun, uma grande Árvore de Páscoa no centro da festa e atração turística da cidade de colonização alemã. Haverá, ainda, a exposição Ovos do Mundo, com ovos gigantes e coloridos que retratam a celebração da Páscoa em vários países.

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Chocofest, em Nova Petrópolis (RS), Serra Gaúcha, reúne diversos eventos em programação de rua voltada para as crianças. Foto: Chocofest 2018

Esta será a 21ª edição da Chocofest, que já passou por Gramado e Canela, na Região das Hortênsias, também na Serra Gaúcha. Os dois destinos de inverno estão entre os mais visitados do Brasil e têm o chocolate como um dos atrativos turísticos. O Mundo do Chocolate, em Gramado, é um deles. A visita ao museu leva a lugares que são ícones universais do turismo, representados em mais de 200 esculturas de chocolate, como a estátua do Cristo Redentor. O Reino do Chocolate é outro espaço temático de Gramado dedicado ao chocolate, inclusive com produtos de beleza. Desde o povo Asteca, o chocolate era considerado uma bebida dos deuses. Entre outros destaques, o coelho gigante, na entrada do parque, tem 2,5 metros de altura e 1.640 quilos de chocolate.

Outros destinos de clima ameno espalhados pelo Brasil também oferecem o chocolate como atrativo aos visitantes. É o caso da Vila do Chocolate, em Campos do Jordão (SP). Na Região Serrana do Rio de Janeiro, a visita à cidade imperial de Petrópolis, entre outros atrativos turísticos, termina em uma tradicional fábrica de chocolate. Já em Vila Velha (ES), o passeio para conhecer o museu e a fábrica de um dos chocolates mais populares do Brasil também faz parte do roteiro turístico de quem visita à cidade, ao lado da capital, Vitória. Quem sobe a serra capixaba não se decepciona com as inúmeras opções de atrativos em destinos como Domingos Martins e Venda Nova do Imigrante.

Assim como as cidades do Espírito Santo, de colonização europeia, em Santa Catarina, os destinos de cultura alemã realizam a Festa de Páscoa. A Osterdorf (Vila de Páscoa), em Blumenau, vai até 21 de abril com decoração inspirada nas tocas de coelho. O parque da cidade concentra as atrações da época mais doce do ano em torno da Osterbaum (árvore de Páscoa). A vizinha Pomerode, que celebra a 11ª Osterfest, considerada a Páscoa mais alemã do Brasil, também conta com a maior árvore de Páscoa (Osterbaum) do mundo, feita com 80 mil casquinhas de ovos naturais, além da Ostermarkt, Feira de Páscoa, com artesanato e artigos de decoração, comidas típicas e apresentações de grupos folclóricos, entre outras atrações.

 

*Edição: Vanessa Sampaio

Geraldo Gurgel/Ministério do Turismo

Foto destaque: Yummmy

 

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Trem da Serra do Mar Paranaense inova com varanda panorâmica

Quem embarcar no último vagão do trem turístico de passageiros da Serra do Mar Paranaense, terá como diferencial o aumento da sensação de integração com a natureza na descida da serra de Curitiba até a histórica cidade de Morretes (PR).  A varanda panorâmica do novo vagão fica nos fundos do trem com ampla vista do cenário natural da Mata Atlântica. O turista também pode optar por viajar sentado, apreciando a natureza de amplas janelas instaladas. O carro de luxo comporta 32 passageiros.

O trem chega a transportar 200 mil turistas por ano e conta com até 20 vagões por viagem, sendo seis de luxo com serviço de primeira classe: o vagão panorâmico; um vagão camarote; e o vagão imperial. Todos os espaços temáticos oferecem serviços diferenciados aos turistas. O carro original do vagão panorâmico é de 1954 e foi adquirido no Espírito Santo. O projeto retrofit foi inteiramente desenvolvido com materiais sustentáveis e madeira certificada.

“É preciso garantir a satisfação dos visitantes com serviços turísticos de qualidade e competitivos. A viagem de trem entre Curitiba e Morretes já é uma referência do turismo ferroviário brasileiro e continua inovando em mais de 20 anos de operações para atrair mais turistas ao Paraná”, disse o secretário nacional de Qualificação e Competitividade do Ministério do Turismo, Aluizer Malab. Ele ressaltou que as empresas devem seguir esse exemplo do turismo paranaense e investir em inovação e melhorias periodicamente, inclusive treinando os colaboradores para atender às novas demandas do turismo doméstico e internacional.



O carro foi batizado de Barão do Serro Azul em homenagem a um importante personagem da história política e econômica do Paraná, Ildefonso Pereira Correia, considerado o maior produtor de erva-mate do mundo. O poderoso Barão, que foi tema de livros e filme, foi assassinado no km 64 da ferrovia Paranaguá-Curitiba durante a Revolução Federalista.

O PASSEIO –  O trem turístico funciona há 22 anos na estrada de ferro que tem 134 anos e é localizada na maior área contínua de mata atlântica, declarada pela UNESCO como Reserva da Biosfera. Túneis, pontes, picos e montanhas enchem os olhos dos turistas ao longo de todo trajeto. Entre os destaques estão o Parque Estadual Marumbi, Cascata Véu da Noiva e a Ponte São João que, desde 1885, “tira” o fôlego dos viajantes que passam pelo seu vão livre de 110 metros de altura e que, agora, também pode ser apreciado diretamente da varanda do novo vagão. O passeio pela cidade histórica de Morretes inclui um almoço típico, onde o prato principal é o tradicional barreado. O retorno pode ser de trem com direito ao Pôr do Sol subindo a serra ou pela Estrada da Graciosa. O caminho colonial segue uma trilha da época dos tropeiros. O roteiro histórico é florido e sinuoso com seis mirantes e áreas de refúgio.

 

*Geraldo Gurgel/Ministério do Turismo

Foto destaque: Divulgação

 

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Viagem: Conheça a praia vermelha em cabedelo e outros destinos

O Brasil, extenso em dimensão territorial, também é um gigante quando o assunto é a autenticidade e diversidade dos seus atrativos. São atributos que incentivam os turistas a “desbravarem” o país em busca das peculiaridades que só o território nacional tem. A Agência de Notícias do Turismo selecionou alguns pontos turísticos curiosos, daqueles que valem a viagem, e lança o desafio: qual deles você vai visitar em 2019?

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Foto: Guia Viagens Brasil

É CAJU PRA MAIS DE METRO! A imensidão do verde em um dos pontos turísticos de Parnamirim (RN) traz a impressão de que o turista está visitando uma verdadeira floresta em meio à cidade. Mas não se engane! O local é abrigo de uma única árvore: “O Maior Cajueiro do Mundo”. A gigantesca planta, que ocupa 8.500 metros de extensão, cresceu mesmo além do normal.

Cientistas explicam que o “super cajueiro” contém anomalias genéticas que fizeram com que seus galhos crescem para baixo, atingissem o solo e se ramificassem. O tamanho da planta também é compatível com a beleza que o ponto turístico oferece ao visitante. A estrutura é composta por trilha, acesso à internet, espaço que narra a história da árvore e um incrível mirante.

O turista ainda tem acesso a artesanato e delícias feitas com caju, que, aliás é produzido em larga escala pelo Maior Cajueiro do Mundo: são cerca de 80 mil cajus por safra, o que dá mais de 2 toneladas e meia da fruta. Para se ter uma ideia, se comparar com o tamanho e a produção de um cajueiro convencional, equivaleria a 70 árvores destas ocupando um mesmo espaço.



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Foto: Divulgação

PISCININHA [DE BRASIL], AMOR! Uma piscina natural na ilha de Areia Vermelha, em Cabedelo (PB), está entre as curiosidades do destino por ter o contorno do mapa do Brasil. Os “buracos” desenhados pelos arrecifes no mar, carinhosamente chamados de piscinas naturais, são, por si só, um convite para não querer mais ir embora dali – as águas são mornas, em tons de verde e os peixinhos não têm nenhum receio de se aproximar dos visitantes. Para chegar a esse mapa, o turista precisa ir de catamarã, barco ou lancha até a ilha, um deslocamento de 20 a 30 minutos a depender do tipo da embarcação. Chegando lá, encontrará uma estrutura com bar e restaurante para se divertir durante a maré baixa.

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Foto: Divulgação

SANDUÍCHE COM NOME DE CIDADE – Se é gastronomia com fartura que você quer, então faça as malas e vá para Bauru (SP) experimentar o “sandubão” que enche as mesas da cidade e aguça, ainda mais, a vontade de viajar pelo Brasil. O lanche, que leva o nome da cidade, foi popularizado graças à fome de um bauruense que estudava na capital do estado.

Casemiro Pinto Neto, conhecido como “o Bauru”, era estudante de Direito e foi matar a fome em uma lanchonete. Durante a preparação do alimento, sugeriu uma combinação dos ingredientes por ele formulada – mistura de pão francês (também conhecido como “de sal” ou “cacetinho”), queijo, carne e tomate. Na mesma noite, outros frequentadores pediram o novo sanduíche, dizendo que queriam “igual ao do Bauru”. E assim nascia um dos mais famosos lanches do Brasil, hoje conhecido nacional e internacionalmente.

A cidade virou especialista no lanche e atualmente oferta, por meio do Conselho Municipal de Turismo de Bauru (COMTUR) e da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Turismo e Renda, a outorga do selo de Certificação do Sanduíche Bauru para os estabelecimentos que produzem e comercializam o Sanduíche Bauru Tradicional.

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Foto: Guia do Turismo Brasil

ELDORADO EXISTE E É NO BRASIL – A época da colonização na América trouxe o sonho do desbravamento em busca de ouro, criando a lenda de Eldorado, uma cidade perdida em meio às matas e construída com ouro. Até hoje não encontraram a tal “cidade dourada”, mas o legado deixado pela história criou vários municípios reais intitulados “Eldorado”. Um deles está em São Paulo, na Estância Turística de Eldorado, localizado no Vale da Ribeira.

Talvez o viajante não encontre ouro para levar para casa, mas a certeza de que trará na bagagem uma rica experiência turística vai fazer com que a cidade fique na memória. Com mais 70% de área coberta por Mata Atlântica intacta, o município traz riquezas naturais em seu território, como a Caverna do Diabo (ou Gruta da Tapagem), uma das mais bonitas do mundo. São oito quilômetros de extensão mapeados, sendo 600 metros com estrutura turística que proporciona ao viajante desbravar a imensidão e beleza da natureza geológica.

 

*Nayara Oliveira/Ministério do Turismo

Edição: Vanessa Sampaio

 

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Parque Nacional das Emas: aventura e ecoturismo no coração do Brasil

O Parque Nacional das Emas, em Goiás, repleto de vida silvestre. A viagem de 700 km por asfalto até Chapadão do Céu (GO) e mais 30 km de estrada de terra até a entrada do parque, pelo Portão do Bandeira, já no município de Costa Rica (MS), compensou a motivação dos aventureiros para curtir a natureza em um destino ainda pouco explorado do Brasil.

A observação de aves e animais típicos do Cerrado é o principal atrativo do parque. Entre os bichos mais avistados, destacam-se macacos, tamanduás-bandeira, porcos-do-mato, lobos-guará, emas, antas, veados-campeiros e até onças (pintada e parda). São 354 km de trilhas, sendo algumas autoguiadas e outras com acesso apenas na presença de guias credenciados. Durante o passeio, os turistas podem descer do carro e andar a pé para observar os bichos de grande ou pequeno portes, os cupinzeiros gigantes espalhados por todo o parque, bem como inúmeras espécies de plantas e flores, além dos mirantes para descortinar a beleza cênica da área protegida.

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Foto: Divulgação

BIOLUMINESCÊNCIA – O período de maior visitação do parque ocorre entre os meses de outubro e novembro. É quando turistas do mundo inteiro acompanham o fenômeno natural da bioluminescência, quando os ovos de vaga-lume depositados nos cupinzeiros eclodem e as larvas, em busca de alimento, se iluminam ao anoitecer para atrair outros insetos. Cada cupinzeiro iluminado lembra uma árvore de Natal ou um prédio com as luzes acesas. “O conjunto formado por milhares de cupinzeiros brilhando deixa a unidade de conservação com um aspecto semelhante às luzes de uma grande cidade, criando um cenário mágico e de encher os olhos dos turistas”, disse o guia de turismo Nélio Carrijo, reforçando que o período é um convite para visitar o parque.



Também é possível percorrer as trilhas de bicicleta ou no carro safári com capacidade para 20 turistas, onde os assentos são dispostos em forma de arquibancada para facilitar o avistamento de animais. O passeio, com duração de até 8 horas, também pode ser realizado à noite para observação de animais com hábitos noturnos. Alguns já estão até familiarizados com a presença de turistas e costumam visitar a área do acampamento, inclusive aves de maior porte como os mutuns. Impossível mesmo, apesar do cansaço depois de tanta aventura, é não acordar cedo com a revoada das araras anunciando a alvorada e despertando os turistas para mais um safári logo ao amanhecer.

Ainda dentro do parque é possível descer o rio Formoso de bote por cerca de 8 km. O passeio dura em média 2 horas. O trajeto pode ser feito, com ou sem flutuação, com equipamento de mergulho. O visitante vai descendo de bote e pode mergulhar em pontos específicos, seguindo a orientação do instrutor. Para o pequeno Miguel Felício, de 7 anos, que estreou em um acampamento na companhia dos pais, essa foi a melhor parte da aventura. É que durante o passeio, o bote da família cruzou com macacos e até com uma serpente. “Eu gostei de tudo, mas nunca tinha visto uma cobra tão grande de perto”, disse. Outra opção é descer o rio Formoso de boia cross, com duração aproximada de 40 minutos, em um trecho com maior intensidade de corredeiras.

 

*Por Geraldo Gurgel/Ministério do Turismo

Edição: Vanessa Sampaio

Foto destaque: Divulgação

 

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Viagem: Praias para surfar e perfeitas viajar pelo Brasil

A realização em Saquarema (RJ) da 5ª entre as 11 etapas do campeonato mundial de surf 2019, no próximo mês de junho, reforça a importância do Brasil no cenário internacional do esporte. Afinal, alguns dos maiores nomes do esporte são brasileiros, caso do bicampeão mundial Gabriel Medina e Adriano de Souza, o mineirinho. São cerca de 8 mil quilômetros de litoral com praias que atendem os anseios tanto de iniciantes como de veteranos do surf. O litoral potiguar, por exemplo, é um celeiro de surfistas, principalmente na badalada Pipa e na vizinha Baia Formosa com suas exuberantes falésias e a visita de muitos golfinhos.

Se a subida das marés faz a alegria dos que se aventuram no mar em praias de fundos de areia, pedras ou recifes de corais, fora das ondas a costa brasileira exibe paisagens para todas as tribos que amam o surf. Fernando de Noronha (PE) é o destino dos sonhos dos surfistas de nível avançado e dos turistas que buscam praias paradisíacas. O santuário brasileiro de vida marinha e mergulho é considerado Patrimônio Natural Mundial da Unesco. Ainda em Pernambuco, Maracaípe, na região metropolitana do Recife, é outro destino que associa o surf com passeios inesquecíveis de jangada e mergulho nas piscinas naturais da vizinha Porto de Galinhas.



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Foto: Divulgação/Praia Mata de São João

Mata de São João (BA) já é famosa entre os surfistas pela Praia do Forte e suas ondas com fundo de coral. Nas areias da praia, os projetos Tamar e Baleia Jubarte merecem uma visita. Também ao norte de Salvador, Itacimirim, na Estrada do Coco, movimenta o verão com suas grandes ondas. Na capital, entre um acarajé e uma visita ao casario colorido do Pelourinho, a praia de Aleluia com ondas fortes também devem entrar na lista de surf trip do Brasil. Ao sul da Bahia, Itacaré, na Costa do Cacau, é outro paraíso do surf com paisagens que atraem até quem nunca se aventurou numa prancha.

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Foto: Divulgação/Praia de Regência

No Sudeste, Linhares (ES) é famosa tanto pelas mais de 60 lagoas como pelas grandes ondas da praia de Regência. Na cidade do Rio de Janeiro, a Prainha, no Recreio dos Bandeirantes é a mais disputada entre os surfistas e Saquarema, na Região dos Lagos, sediará a etapa Brasil do mundial de surf entre os dias 20 e 28 de junho. As ondas fortes do mar agitado da Praia do Tombo, no Guarujá (SP) são ideais para quem surfa no litoral norte paulista que conta com dezenas de praias, a partir de Santos, considerada o berço nacional do surf. São Sebastião, Maresias, Ubatuba e Itamambuca estão entre as mais frequentadas pelos surfistas.

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Foto: Divulgação/Praia de Joaninha

Florianópolis (SC) tem a praia da Joaquina como um ícone do surf brasileiro. Já o sandboard é a opção de surfar nas dunas de areia que circundam a praia. As praias Mole e do Campeche também estão entre as favoritas da ilha. Na lista catarinense dos destinos de surf, Garopaba e Ferrugem são famosas pelas grandes ondas e longas noitadas. Em Imbituba, ainda em Santa Catarina, as praias do Rosa e Guarda do Embaú são points dos surfistas. As baleias-franca costumam visitar a região. Já Torres (RS) tem a Praia dos Molhes como o destino dos surfistas mais ao sul do Brasil. No local os turistas também podem avistar lobos e leões-marinhos.

 

*Geraldo Gurgel/Ministério do Turismo
Foto destaque: Eduardo Vessoni

 

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Viagem: Conheça lugares no Brasil com grafites legais para tirar fotos

A paisagem quase monocromática das metrópoles, com o horizonte de arranha-céus em tons de cinza, ganha vida nas expressões de arte pintadas em muros, fachadas e paredes. O grafite – manifestação artística moderna que utiliza sprays para desenhar, colorir e modificar a cena urbana – transforma um simples passeio pelas ruas de grandes cidades brasileiras em uma verdadeira experiência cultural.

O grafite cravou seu nome como arte e se tornou uma importante ferramenta de apoio ao turismo, como destaca o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio. “A arte urbana é um dos pilares que compõem o turismo, um atributo que se soma à atratividade do destino para induzir a geração de emprego e renda. Nas regiões onde estão instalados os grafites, é comum perceber a abertura de cafés, restaurantes e atividades culturais que fomentem a chegada de turistas”, explica.

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Foto: Divulgação/Grafite dos Gêmeos em São Paulo

A maior metrópole do país, São Paulo (SP), também é uma das maiores quando o assunto é arte de rua. Os desenhos se incorporaram à paisagem em inúmeros pontos da cidade, produzindo verdadeiras “telas” ao ar livre e criando referências para os visitantes. Alguns deles são assinados por artistas mundialmente conhecidos, como os irmãos Gustavo e Otávio Pandolfo, conhecidos como OsGêmeos.



Os grafites do bairro paulistano Vila Madalena são pontos turísticos muito conhecidos para quem é apaixonado por arte de rua. O espaço ganhou fama nos anos 80, quando um desenho do Batman, herói dos quadrinhos e cinema, apareceu grafitado da noite para o dia em uma das paredes do beco. A partir daí, os muros ganharam um colorido que emociona, reflete e anima a “galeria” de arte ao ar livre. 

Fã de viagem e arte de rua, Josiane Bravo tem histórias para contar sobre grafite. Ela já visitou outros países que são tradicionais palcos dessa arte – como Inglaterra, Argentina e Holanda –, mas avalia que o Beco do Batman merece entrar para a lista de roteiros especiais no mundo. “Ali vemos a revitalização de um lugar que era comum e se tornou um grande atrativo turístico. Os gringos que vêm a São Paulo são atraídos pela arte – é o caso do meu namorado, que é holandês e ficou encantado quando conheceu o lugar”, explica a turista, que divide passeios e conhecimentos de viagens no Instagram Uma Turista nas Nuvens.

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Foto: Divulgação/Grafite do Kobra no Rio de Janeiro

No Rio de Janeiro (RJ), os grafites podem ser comparados a monumentos arquitetônicos, uma vez que viram a própria paisagem devido ao tamanho dos desenhos. Na cidade-símbolo do Brasil no exterior, a zona portuária mescla história e modernidade. No Boulevard Olímpico, grande passarela de turistas durante os Jogos Olímpicos Rio 2016, gigantescos painéis fazem do espaço um dos maiores corredores artísticos a céu aberto do mundo, colorindo o passeio de quem visita a orla e o Museu do Amanhã, a poucos passos dali.

A cidade emplacou, em 2016, recorde no Guinness Book por sediar o maior grafite do mundo: 15 metros de altura por 170 metros de comprimento. Intitulada “Mural Etnias”, o trabalho de Eduardo Kobra carrega a mensagem de união nos rostos de cinco povos do mundo, o que levou o espírito da competição olímpica para o coração da cidade e o eternizou nas paredes do Porto Maravilha.

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Foto: Silvi de Palma/Grafite em Minas Gerais

A capital mineira também é adepta da street art (arte de rua) e incentiva o trabalho e reconhecimento de quem ressignifica esses espaços urbanos. Desde 2017, a paisagem das ruas de Belo Horizonte conta com grafites que chamam atenção pela grandiosidade: são painéis que ocupam laterais inteiras de arranha-céus.

Produzidos por artistas nacionais e internacionais, os grafites do Festival Circuito Urbano de Arte (CURA) têm como objetivo cativar, por meio da arte, quem transita pelo centro da cidade. A iniciativa deu tão certo que já tem data para uma nova edição: entre julho a agosto deste ano.



Os grafites também estão espalhados por diversos bairros, além de pontos estratégicos de grande circulação. Até as lixeiras da capital mineira foram transformadas com os fofos cupcakes da artista Maria Raquel Bolinho. Além dela, os trabalhos dos renomados Zack, Thiago Alvim e Baba Jung, por exemplo, são apreciados livre e gratuitamente pelos turistas.

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Foto: Divulgação/Grafite em Recife

No Recife (PE), os traços típicos que narram o legado do povo pernambucano são marcados com spray. Folclore, expressões regionais e personagens carnavalescos foram criados pelas rajadas de tintas dos artistas Galo, Jota ZerOff, Bozó Bacamarte, Karina Agra, Manoel Quitério e Coletivo Vacilante, e fizeram com que o Recife entrasse para o grupo de cidades que merecem destaque pela incrível arte urbana. Entre os locais onde são encontrados os desenhos, destacam-se as regiões do Centro, Bairro do Recife, Várzea, Avenida Norte e avenida Mascarenhas de Moraes.

 

*Nayara Oliveira/Ministério do Turismo

Pauta e edição: Vanessa Sampaio/Ministério do Turismo

Foto destaque: Reprodução/Blog Uma Turista nas Nuvens

 

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Conheça outros destinos de carnaval aqui no Brasil que valem a pena

Quando se fala em Carnaval, a primeira imagem é das festas realizadas em grandes centros como Rio de Janeiro, Salvador e Recife, e, mais recentemente, dos blocos de rua que movimentam cidades como São Paulo, Belo Horizonte e Brasília. No entanto, a data representa uma das maiores tradições culturais do Brasil e mobiliza o público em pequenos e grandes municípios de norte a sul do país.

O espírito festeiro é uma marca nacional. De 1 a 5 de março, tem folia programada em Balneário Camboriú (SC), Bragança e Óbidos (PA), Oeiras (PI), Castelo (ES) e Corumbá (MS), destinos que são uma amostra da popularidade da festa nas cinco macrorregiões brasileiras.

Carnaval da Família, em Panorama (SP); Cultural, em Macau (RN); Festa Ufológica, em Colares (PA); Carnaboi, em Parintins (AM), terra do embate entre os bois Caprichoso e Garantido; são algumas das denominações utilizadas para batizar a folia nos municípios que inscreveram seus eventos no calendário nacional.



A festa promete também em destinos que, focados em segmentos específicos do turismo, apostaram no Carnaval para turbinar o turismo. É o caso de Brotas, no interior de São Paulo, que este ano adotou o lema “durante o dia, aventura, à noite, folia”. Ouro Preto (MG), patrimônio cultural da humanidade, que ao longo dos anos ganhou fama como cidade foliã, também está pronta para colocar os blocos na rua e atrair multidões, como acontece anualmente.

 

 

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Edição: Vanessa Sampaio/Ministério do Turismo

Foto destaque: João Castellano

 

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