David Bowie: o artista excêntrico que mudou a indústria fonográfica com sua atitude

Hoje é aniversário de uma das figuras mais imponentes e importantes para o cenário da música. David Bowie se estivesse vivo estaria completando 72 anos, mas infelizmente ele nos deixou em 2016 aos 69 anos, dois dias antes de lançar o seu último e póstumo álbum Blackstar. Neste post faremos uma homenagem à grandiosa contribuição que David fez ao longo de sua carreira ao expressar diferentes personas ao mundo, inspirando milhares de jovens a não temerem de expressar o lado mais esquisito e incomum perante a sociedade. Com um valor artístico visto como exemplo para todas as áreas devido às inovações estilísticas derivadas de sua genialidade e rebeldia tanto sonora como a visual e predominante na cultura atual, é inegável a relevância de todo o seu histórico musical.

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Foto: divulgação

David Bowie começou a ser notado amplamente pela mídia com a música Space Oddity, narrando a história de Major Tom, um astronauta solitário que está de partida numa viagem até a lua. Naquela época foi bastante comentado o que a canção transmitia, já que o mundo presenciava o auge da corrida espacial entre os Estados Unidos e União Soviética e foram pegos de surpresa ao escutarem uma música que não enaltecia nenhuma potência bélica, mas sim colocava em destaque o papel do homem neste contexto. Com o disco The Man Who Sold The World e a icônica capa em que ele está com seus cabelos compridos, usando um vestido de seda e levemente deitado em um sofá, ele nos apresenta logo de início a imagem que todos teriam sobre a sua estética e o poder da quebra de paradigmas através de sua atitude.



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Foto: divulgação

Porém a grande notoriedade veio a partir da criação do alter ego Ziggy Stardust, sob o qual lançou o álbum The Rise and Fall Of Ziggy Stardust and The Spiders From Mars, que inclui os sucesso Ziggy Stardust, Starman, Five Years e Moonage Daydream que potencializava a selvageria em suas apresentações e a proporção da imagem que as pessoas adquiriam era algo totalmente ímpar. As inúmeras personalidades por ele representadas foram protótipos para a versatilidade em incorporar diferentes perspectivas sob o olhar do personagem incorporada. A exemplos tem-se também o Aladdin Sane com a emblemática imagem do disco que até hoje é reconhecida pela sua simbologia. O Thin White Duke foi o último mas o mais controverso e polêmico de todos, com o visual totalmente diferente, muito mais galanteador, polido e com associações nazistas, que por ele foram negadas, com o disco Station To Station exemplificam seu lado camaleão.

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Foto: divulgação



Seu legado para a música contemporânea pode ser visto e ouvido através da discografia intensa e magistral que ele criou. Todas as influências e ideias adotadas modificaram como se configuram uma obra de arte, em todos os discos pode-se notar a flexibilidade de gêneros, arranjos e personas. A relevância adquirida em sua arte transparece hoje como interferência para outros artistas que puderam observar através de Young Americans, Ashes to Ashes, Hunky Dory, Diamond Dogs, Scary Monsters a magnitude estabelecida em seu poderio artístico e é inegável a sua colaboração para o futuro da música que foi estabelecida com suas ideias visionárias.  

*Isabelle Vasconcelos/Estagiária sob supervisão

Foto destaque: divulgação

 

Leia também: The Dark Side Of The Moon: O álbum sensorial da banda Pink Floyd

 

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Conheça a Banda-Fôrra, os paraibanos que vão do “Índio Rock” à MPB

Surgida a partir da inquietação de se estar no palco, a Banda-Fôrra é formada por Guga Limeira nos vocais, Matteo Ciacci no Baixo, Ernani Sá na guitarra, Lucas Benjamin na bateria e Hugo Limeira na guitarra. O grupo iniciou uma trajetória muito parecida com a outras bandas clássicas que começaram a se formar: a partir de um sonho adolescente de ensino médio que despertou nos então integrantes do grupo o desejo de transmitir algo pelo viés da arte, mesmo que precocemente.

O prelúdio de iniciação artística da banda se deu a partir de um projeto na cidade de João Pessoa em que cantavam músicas de Caetano Veloso, nos dando um vislumbre da orientação musical que viriam a seguir. A evolução de se tornarem performáticos se deu através da prática dos shows iniciais e do conhecimento cultural adquirido, que era transmitido quase que naturalmente, mesmo não tendo à época um trabalho autoral para ser apresentado ao público.

Porém, em 2014 houve maiores investimentos para a criação de um repertório feito a partir de produções próprias. Então, de forma independente, em um estúdio no Centro Histórico da cidade, fez-se florescer a montagem dos primeiros shows e das músicas do primeiro EP.

Na entrevista que fizemos com o vocalista, perguntamos sobre o significado do nome da banda, e sua resposta é quase que didática ao explicar a singularidade da definição. “ Trata-se de um verbete do português arcaico que servia para designar filhos de escravas com pais brancos. O significado da palavra Banda é para designar metade e Fôrra vem de alforria. Eram pessoas que nasciam com status legal de ‘meio livre’, literalmente. Alguns tinham que trabalhar para comprar a outra metade do seu corpo que não lhe pertencia”, afirmou.

É perceptível a necessidade de mostrar o quão forte é a conexão com a história sociocultural brasileira e que através desta inspiração conseguem expressar com veracidade sonora o que está vinculado à essência poética do grupo. Isso acaba refletindo metaforicamente as diferentes vertentes dos integrantes com as mais variadas influências e bagagens musicais.

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A multipluralidade é o que sustenta e reflete as influências artísticas da banda, que não vêm somente da música, mas também da literatura e poesia que servem de inspiração no processo criativo. Outro modelo do mundo da arte que guia as diretrizes do grupo em um panorama geral é o movimento musical brasileiro da década de 70, o Tropicalismo, que juntou das mais variadas estéticas numa manifestação cultural do pop nacional.  No âmbito internacional, figuram influências como a clássica banda The Beatles, e também as músicas experimentais internacionais como o Tame Impala. Guga Limeira salienta que os artistas locais, chamados carinhosamente por ele de “guerreiros da canção”, também estão entre as sonoridades que geram influência ao material produzido pela Banda-fôrra.

Quando questionado sobre qual seria a identificação sonora e visual da banda, de forma sucinta esclareceu que não há nenhuma atribuição, não há enquadramentos, são como uma tela em branco que absorve todas as cores que lhes são lançadas. Quando autodefinem sua estética e sonoridade, eles apropriam-se do termo “Índio Rock”, trocadilho usado para engrandecer a imagem versátil e independente sonoramente, mas com total apego às origens da brasilidade em sua representação.

O grupo já chegou a ser chamado de “a Radiohead brasileira” pelo jornalista Lúcio Ribeiro, do site Popload, mas quando tocamos no assunto a resposta vem carregada de simplicidade. A modéstia colocada por eles frente à comparação com o estilo musical da banda norte americana Radiohead denuncia a humildade do grupo. Porém, tal associação tão honrosa acrescenta mais uma característica às diversas facetas da banda.



Quando indagado sobre a indústria local, o vocalista ressaltou que “apesar de ser uma cidade pequena, João Pessoa tem público para tudo”, desmistificando a visão unilateral dos gêneros musicais presentes na capital. O forró é característico daqui e muito consumido, entretanto a pluralidade musical presente na cidade acaba agregando as diversas tribos existentes, anulando a contraposição dos estilos da banda e do forró.

Sobre o álbum autoral, Guga Limeira comenta: “ Trilha foi um disco de parto longo, difícil, diferente do nosso EP de 2015”. O trabalho autoral traz no nome algo que remete ao longo percurso que obtiveram na preparação da obra e de todos os processos envolvidos nele. Ele é descrito como um repertório solar, característica que resume bem a linguagem a ser expressada.

Com um clipe da música do disco lançado este ano, ‘Apego’ é a exemplificação da marca do grupo, que de uma maneira conceitual transmite uma visão singular sobre os sentimentos e as pessoas, destrinchando a complexidade comum entre os indivíduos, colocando-as de forma poética.

 

Confira o clipe da música Apego:

 

A banda também possui um projeto no bar Recanto da Cevada, que está em sua segunda temporada. A ideia consiste na participação de músicos com grande renome no cenário atual independente da música paraibana, como a banda Os Fulanos, a cantora Nathalia Bellar, Chico Limeira, Seu Pereira, dentre outros. Com apresentações intimistas, eles tocam o repertório do convidado com uma roupagem mais limpa, mais agregadora.

Conheça mais trabalho a banda-fôrra nas redes socias: INSTAGRAM YOUTUBEFACEBOOK

 

Escute o disco deles disponível no Spotify e no Youtube:



*Isabelle Vasconcelos/Estagiária sob supervisão

Fotos: Dani L.

 

Leia também: Conheça Os Eloquentes, a banda paraibana fluente em múltiplos ritmo

 

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The Dark Side Of The Moon: O álbum sensorial da banda Pink Floyd

A banda que surgiu em 1965 e provocou uma reviravolta musical ao lançar seu álbum experimental, filosófico e psicodélico The Dark Side Of The Moon, em 1973, mostrou sua vertente questionadora sobre a realidade e o propósito existencial humano. O grupo revolucionário psicodélico agrupou um total de 10 músicas que segue uma narrativa específica e por isso não deve ser escutada de forma aleatória, respeitando sua estrutura quase que cinematográfica, que nos dá um vislumbre sobre os questionamentos existenciais do homem, desde política, tempo, ambição, alienamento, sociedade e solidão. O grupo Pink Floyd era formado por Roger Waters, David Gilmour, Syd Barrett, Richard Wright e Nick Mason, que foram os principais em impulsionar divagações para o público hipster do auge da década de 1970.

O principal conceito da banda para a elaboração do projeto deve-se a alguns fatores, mas o principal dele é o ex-integrante do grupo Syd Barrett, que saiu do Pink Floyd por causa de seus problemas com a saúde mental, que se agravaram devido ao excesso do uso de drogas. Sua significativa contribuição artística para a banda foi revertida como uma homenagem dos outros integrantes para sua arte, que inquestionavelmente tem sua essência nos alicerces da banda. Procurando atribuir um valor pessoal e subjetivo para a obra, os músicos desenvolveram visionariamente de modo erudito e ao mesmo tempo acessível à compreensão para os fãs. Produzido no clássico estúdio inglês Abbey Road, seu sucesso foi imediato chegando ao topo da Billboard 200, nos Estados Unidos, e sendo considerado um dos melhores álbuns de todos os tempos pela crítica especializada que reconhece a relevância sonora para o mundo da música.

Nós somos introduzidos ao álbum com a música prelúdio ‘Speak to Me’, que nos apresenta uma pequena mostra sobre os elementos do disco com duração de 1 minuto. De maneira contínua passa para a faixa seguinte, ‘Breath (in the air)’, trazendo arranjos experimentais numa letra que fala sobre a solidão, o desapego emocional, a brevidade da vida, com seus momentos de auge e decadência, e a busca interminável por êxito. Sem pausas a próxima faixa ‘ On the Run ‘ segue adiante na continuidade com instrumentos ou técnicas inéditas até então, mostrando sua singularidade musical. A quarta música ‘ Time ‘ nos bombardeia com inúmeros relógios tocando, a relatividade do temporal e as várias perspectivas de como o tempo afeta cada um e como estamos gastando ele, como estamos matando o tempo e a sua rapidez passa despercebida. As horas deslizam sob seus dedos, lembrando muito a inconsistência do tempo da obra surrealista de Salvador Dalí. Você foi colocado involuntariamente numa corrida tentando vencê-lo, mas o final parece inevitável.


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Foto: divulgação

“E eu não tenho medo de morrer, qualquer hora pode acontecer, sei lá.  Por que eu deveria ter medo de morrer? Não há razão para isso, um dia você vai. Eu nunca disse que tinha medo de morrer”, toca ‘The Great Gig In The Sky‘, antes intitulada The Mortality sequence. O grande espetáculo no céu questiona os mistérios celestiais que todos já se perguntam, mas não se tem respostas concretas e totalmente verdadeiras. Temos essa introdução do vocal de Clare Torry “ lamentando”, o vocal desesperador da cantora exemplifica seu horror perante a morte que contrapõe a fala do áudio no início da música. Com ‘Money’ vemos a mais ácida do disco, com críticas ao status quo da sociedade de consumo, o exagero, a satisfação do ato da compra, o exibicionismo, a estabilidade social que o dinheiro pode lhe oferecer e assim como a instabilidade mental. Com mensagem direta sem muitas aberturas para outras interpretações, deixando claro o ponto crucial abordado pela banda.

Em ‘Us and Them’ temos mais uma vez o homem como personagem principal dos sofrimentos de se viver em grupo, da necessidade de se ter união. Somente homens comuns que estão em busca da realização. ‘Any Color You Like’ sucede com a parte instrumental com Dick Perry no saxofone e um coral pequeno de apoio. Logo após entra ‘Brain Damage’, que de forma lunática nos diz “tem alguém na minha cabeça, mas não sou eu “, iniciando a narrativa com a loucura que está em toda parte, fazendo relação ao Syd Barrett e seus problemas mentais. Concluindo a trajetória do enredo, a música ‘eclipse’ traz o desfecho perfeito para a história, resumindo todos os aspectos levantados ao longo da obra. Pink Floyd traz todos os mártires e hipóteses que fazemos ao pensarmos sobre as diretrizes da vida e todas as influências que temos ao longo dela. Com aspectos dignos de um roteiro de um filme de ficção cientifica, a banda sintetiza poeticamente as interrogações e as consequências do ser pensante.

Já ouviu o álbum? aproveita e segue nosso perfil no Spotify  

 

*Isabelle Vasconcelos/estagiária sob supervisão

Foto destaque: divulgação

 

Leia também: DiscoEgypt Station traz um Paul Mccartney experimentalista

 

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Conheça Os Eloquentes, a banda paraibana fluente em múltiplos ritmos

Imagine uma banda que usa o poder da eloquência para ampliar seu público através da mistura de vários gêneros musicais, como o Pop Rock, Jazz, Reggae, Groove Soul e MPB. Pois bem, estes são Os Eloquentes, banda que nasceu sob as ondas da praia de Pipa-RN, há quatro anos, e tem como mantra passar boas energias através da música. O grupo é composto por Cíntia, que é cantora e produtora, Bira Magalhães, também cantor e multi-instrumentista da banda, assim como Felipe Francis, produtor e violonista do grupo há três anos. A cantora faz questão de ressaltar a importância de Francis no processo de desenvolvimento do projeto.

Quando perguntada sobre o estilo e influência musical, Cíntia foi enfática em mencionar que o reggae é base e sustentação da banda. “ A gente sempre achou que o reggae é um estilo que influencia os outros estilos”, diz. Eles têm como princípio fazer com muita eloquência a desmistificação do gênero, dando uma identidade nova para aquilo que acreditam que seja um reggae pop. Ela ainda complementa dizendo que “ quem estuda e trabalha com o reggae sabe que as células que o movem são células base de todas as outras músicas”.



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Cíntia é vocalista,produtora e líder da banda

A origem do nome Os Eloquentes vem a partir da ideia de aderir características díspares no ramo musical e colocar diversos estilos de acordo com a roupagem da banda sem eliminar outros. É comum o grupo fazer alguns covers de artistas variados como Adele, Katy Perry, Nina Simone, Raul Seixas, O Rappa, Lenine, Tim Maia dentre outros, que nos dão essa exemplificação de agregar música boa e os expressar da melhor forma. “Nós não podemos jamais nos fechar a um estilo de música, ou a algo que nos prenda. Podemos trabalhar com isso e utilizar a nossa identidade e muita eloquência ”, explica Cíntia. Além disso, eles fazem covers da Amy Winehouse, grande inspiração da banda, que são tocados em todos os shows. A banda explica que a cantora do jazz contemporâneo fez com que eles percebessem a relevância visual e o registro vocal para que o público os reconheçam.

Sobre o mercado musical pessoense, as observações são enfáticas. “O mercado está efervescente”, destacou a cantora, demonstrando orgulho do estado. Ela complementa dizendo que se tem muita diversidade, vários artistas de qualidade, porém a entrada no ramo da música não é fácil. Por ser uma mulher tomando a frente da parte burocrática/administrativa da banda, ela obteve muita dificuldade em ser ouvida no mercado patriarcal. Muitas vezes encontrou impasses para fazer apresentações nas casas de shows da capital, onde há uma recusa em aceitar novas bandas.

A oportunidade surgiu quando eles conseguiram mostrar seu trabalho e proposta em um bar local. Por sorte, da plateia veio a solução para os problemas. Um dos ouvintes do show gostou do trabalho e os apresentou ao produtor Gulian Cabral, que já trabalhou com nomes como Djavan e Lenine, e desde então assina as produções d’Os Eloquentes. A partir disso conseguiram ter o reconhecimento de outros lugares e um maior respeito e confiança no meio, realizando uma média de oito a dez shows por mês.



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A banda tem uma música autoral já disponível nas plataformas digitais chamada ‘Acredito’, que reflete a imagem que o grupo passa de persistência e resiliência.  Com um cunho pessoal, de forma poética a canção transmite o começo difícil da banda e passa uma mensagem positiva sobre acreditar no seu potencial e principalmente em si mesmo.

 

 

Através da nova música autoral ‘The Answer’, que será lançada em breve na Internet, conseguiram uma oportunidade de gravar um videoclipe em Nova Iorque. Para isso estão realizando uma vaquinha online que arrecadará fundos para a realização do projeto. Quem tiver interesse, pode contribuir clicando aqui.

Apesar da função multitarefa no grupo, Cíntia explica que a fusão dos projetos pessoais e profissionais não atrapalham o andamento de nada. Ela é casada com Bira Magalhães, vocalista e multi-instrumentista do grupo, e conta que o apoio e suporte de ambos favorece o bom funcionamento rítmico dos dois. “Há uma abertura para falar de tudo, sempre centralizando o foco no bem-estar espiritual de todos”, conclui.

*Isabelle Vasconcelos/ estagiária sob supervisão

Fotos: acervo da banda

 

 

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“…Just look inside yourself and you’ll find your way, Coz you are the answer….” {Olhe dentro de você, você é o caminho, você é a resposta} Autoral: The ANSWER #oseloquentes #singersongwriter #lifestyle #palco105 @radiotabajara

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Música paraibana tem lançamentos no Samba-Funk, Trip Hop e Indie Pop

A música paraibana, que sempre revelou grandes nomes como Jackson do Pandeiro, Cátia de França, Sivuca, Zé Ramalho e Chico César, continua de vento em popa com a força de uma nova produção em tempos digitais. Basta ver e ouvir os grupos que lançaram trabalhos nos últimos tempos para constatar que há uma qualidade e diversidade inegáveis. Confira abaixo um pouco mais dos lançamentos recentes vindo das bandas da Paraíba, que vão do Samba-Funk, passando pelo Indie Pop, Trip Hop, entre outros estilos.

 

Eu Não Sou Boa Influência Pra Você – Seu Pereira e Coletivo 401

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Foto: Divulgação

O maior nome da nova cena musical independente do estado surgiu em 2009 e lançou seu 2º álbum no final de 2017, financiado de forma colaborativa pelos fãs, registrando até o momento a marca de mais de 400 mil views orgânicos no Youtube. Apesar do título, o grupo vem influenciando muita gente e o público que geralmente lota seus shows cantando a plenos pulmões são um termômetro da sua força poética pautada na vida cotidiana. A banda não só está preparada para os mais importantes palcos do país como já passou por alguns: Virada Cultural de SP, WebFestValda no Circo Voador, Festival de Inverno de Garanhuns, Dosol, Recbeat e Showlivre.

Ouça agora Eu Não Sou Boa Influência Pra Você: Spotify | Deezer | iTunes



Trilha – banda-fôrra

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foto: Dani L.

Sem dúvidas a banda que mais cresceu no último ano na Paraíba. Com uma sonoridade híbrida que utiliza elementos brasileiros com a universalidade do rock psicodélico e da música pop, a banda-fôrra surgiu em 2014, lançou 1 EP homônimo em 2015 (indicado pelo site Popload como Radiohead tropical) e o álbum Trilha em janeiro de 2018, lançado com um show gratuito ao ar livre, onde também gravaram seu primeiro DVD Trilha Ao Vivo. Em seguida fizeram uma turnê e uma intensa agenda de mídia pelo Sudeste do país, lançaram uma série de oito Lyric Videos para cada uma das faixas do álbum e o Videoclipe oficial da música Apego.

Ouça agora Trilha: Spotify  | Deezer  | iTunes | Youtube

 

12:00 – Rieg

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Foto: Rafael Passos

O álbum visual 12:00, lançado em março de 2018, é um trabalho conceitual composto por um disco e um filme de autoria da banda Rieg, formada por um alemão-americano e dois paraibanos. Juntos desde 2010, lançaram também 5 EPS e em todos esses trabalhos trazem uma narrativa peculiar, tanto nas composições e na sonoridade retrofuturista, como em seu visual, com uma vibe oitentista das TVs analógicas e todo um clima lo-fi. Nos palcos, apresentam um show enigmático e hipnótico que captura a atenção do público, aprovado em importantes festivais como SIM SP (SP), Picnik (DF), Mada (RN), Febre (SP) e Dia da Música (SP). O filme 12:00 é composto de imagens da deepweb, cenas ficcionais inéditas e performances da banda ao vivo.

Ouça o disco 12:00: Spotify | Deezer | Youtube



Parahyba Vive – Vieira

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Foto: Marcelo Rodrigues

A jovem banda Vieira chama atenção pela potente voz agridoce e sotaque carregado de seu vocalista Arthur Vieira, cujas canções lúdicas ganham um instrumental cheio de energia ao vivo. Em fevereiro de 2018 lançaram seu segundo EP Parahyba Vive, gravado no Red Bull Studios em São Paulo, fruto da conquista do concurso Red Bull Break Time Sessions ao lado de mais de 100 bandas de todo o país.

Ouça agora Parahyba Vive: Spotify | Deezer | iTunes | Youtube

 

L4mb3 – Sinta A Liga Crew

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Foto: Marcelo Rodrigues

Surgida inicialmente como um coletivo feminista para promover o protagonismo das mulheres paraibanas no hip hop, logo a Sinta A Liga Crew assumiu os palcos, movida pelos talentos de suas integrantes. Lançaram o primeiro single Quem Diss em dezembro de 2016, o primeiro EP Campo Minado em novembro de 2017 (seguido do primeiro videoclipe) e em agosto de 2018 lançou seu segundo EP L4mb3. O show apresenta composições autorais e músicas dançantesque reúnem estilos como rap, dancehall, reggae, reggaeton e ainda pitadas de

música brasileira, contando também com performances de dança e execução de graffiti ao vivo.

Ouça agora L4mb3: Spotify | Youtube

Foto destaque: Rafael Passos



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Disco Egypt Station traz um Paul Mccartney experimentalista

Foi lançado no último dia (07) o Egypt Station, o décimo sétimo álbum do Paul Mccartney, ex-Beatles que continua na ativa e se reinventando na indústria fonográfica aos 76 anos. A ideia central de estrutura do álbum é que cada música fosse uma estação de uma viajem de trem cósmica, trazendo diferentes harmonizações instrumentais.  Um exemplo são os elementos de samba na música Back In Brazil, mostrando o “Macca” numa fase experimentalista, com uma perspectiva musical diferente, impulsionando diversos estilos em cada uma das 16 faixas.

O lançamento do Egypt Station traz para o mundo da música as referências do Mccartney juntamente com sua filosofia e visão de vida, como é possível perceber na faixa I Don’t Know que mostra corriqueiramente como ele se pergunta sobre as questões naturais da vida. Além da faixa de divulgação da obra, Fuh You, que traz uma pegada mais Pop. “Ele fez de tudo. Ele fez álbuns experimentais. Ele fez álbuns de pop. Tudo que alguém pode querer fazer em um estúdio , ele foi e tentou”, disse em entrevista à Rolling Stones o produtor Greg Kurstin.  Para a publicação, ele falou sobre como é trabalhar com alguém já consagrado e que serve de inspiração a diversos artistas.



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Divulgação / capa do álbum

Para um artista que possui uma vasta experiência no ramo e já é consagrado na área, um exemplo dessa consagração é o álbum revolucionário dos Beatles de 1967 Sgt Peppers’s Lonely Hearts Club Band. O atual álbum é a principal referência que temos do compositor em demonstrar o porquê continuar no setor da música. Mesmo podendo ter o contentamento natural de uma pessoa com muitas experiências de vida, Paul Mccartney coloca em evidência que há sempre questões que merecem estar constantemente colocadas em dúvida ou em modo reflexivo. Por isso é perceptível que o Egypt Station é um experimento colocado em prática por alguém que está constantemente tentando entender as vertentes da vida.

Durante o processo de divulgação de seu mais novo projeto, Paul Mccartney deu uma entrevista à revista GQ, no qual ele destrincha algumas músicas dos Beatles e conta como foi o processo criativo de algumas delas, como Hey Jude, Let It Be, Blackbird e mais.

Confira logo abaixo o vídeo:

 

 

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*Isabelle Vasconcelos/ estagiária sob supervisão 

Foto destaque: Revista Rolling Stones

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Música: conheça a sensibilidade e o talento de Grace VanderWaal

Talvez você já tenha se deparado no Youtube com um vídeo de uma garotinha de 12 anos encantando o público e jurados do America’s Got Talent ao cantar uma composição própria. Essa é Grace VanderWaal, que agora tem 14 anos, mas já possui mais de 2,7 milhões de seguidores no Instagram.

Sua carreira começou em 2016, após ganhar o programa America’s Got Talent. Logo em sua primeira apresentação da competição, ela surpreendeu a todos com a música autoral “I Don’t Know My Name” tocada em seu ukulele. Durante o programa, Grace tornou-se um fenômeno na Internet, com diversos covers de suas canções sendo gravados no Youtube.



Ela nasceu em 15 de janeiro de 2004, em Suffern, Nova Iorque, e começou a compor as primeiras canções aos três anos de idade. Aos 11 anos, comprou o primeiro ukulele com o dinheiro que ganhou de aniversário. Nas músicas, ela fala das experiências que viveu, da relação com a família e de bullying.

Em 2016, Grace lançou o EP Perfectly Imperfect, que inclui as quatro músicas autorais que a artista apresentou no America’s Got Talent e mais a faixa Gossip Girl, também original. Foi o EP mais vendido de 2016. Em 2017, foi lançado o primeiro álbum Just the Beginning, com 12 faixas originais.

A artista mantém um canal no YouTube, onde posta vídeos das suas canções originais e covers de bandas que admira. Seja no palco, através das músicas ou em vídeos, é impossível não se encantar com o jeito simples e genuíno dessa menina. Tão jovem, mas cheia de originalidade!

 

Leia mais – 10 filmes sobre psicologia para quem ama desvendar a mente



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Playlist com músicas de São João pra entrar no clima!

Alavantú! Anarriê! Chegou a melhor época do ano no nordeste! As comidas de milho invadem as mesas para o deleite dos nordestinos e turistas. As fogueiras e bandeirolas já estão a postos. É São João, meu povo! E o que faz tudo isso ganhar a magia de sempre são as músicas de São João. Aquele forró pé de serra pra dançar de rosto colado, sabe?

Tem São João pra todos os gostos. Hoje em dia, as festas com superproduções atraem muitos turistas, como as de Campina Grande-PB, Patos-PB e Caruaru-PE, mas as cidades pequenas também têm o seu valor. Ainda há pessoas que fazem fogueiras na porta de casa pra cumprir promessa ao santo homenageado. As famílias aproveitam pra assar milho direto no fogo e se esquentar (acredite, em algumas cidades do nordeste fica bem frio nessa época).

Na pracinha da cidade, tem sempre um parquinho para as crianças brincarem. Mas as barracas de tiro ao alvo são disputadas também pelos adultos (amo!). No palco, as atrações tocam sucessos para o público dançar. Barracas em volta da praça vendem bebidas alcoólicas e caldos quentes.

A gente tem sempre que esperar aquele discurso chato dos políticos da cidade, mas quando as bandas sobem ao palco, sempre vale a pena! Antigamente, lá pelos anos 1990, os shows mais esperados eram Magníficos, Limão com Mel e Cavaleiros do Forró. O estilo era um forró romântico (e bota romântico nisso). Hoje em dia, quem brilha mais são os artistas que fazem um forró misturado com sertanejo, como Gabriel Diniz, Wesley Safadão, Jorge e Mateus.

Mas quem começou essa farra mesmo foi o Rei do Baião – Luiz Gonzaga. O filho de Santana e Januário, lá de Exu-PE, consagrou o forró como patrimônio nordestino. O Mestre Sivuca levou o forró para as salas de concerto, com sua habilidade ímpar na sanfona. Zé Marcolino foi o compositor de grandes hinos até hoje cantados e dançados, como Sala de Reboco.

Quais são as suas melhores lembranças dessa festa? E quais são as suas músicas de São João preferidas? Confira a nossa playlist top com algumas das músicas mais famosas de forró! Conta pra gente postando nas redes sociais com a hashtag #rotaprincipal!



 

Leia mais Música: Anitta e Safadão em “Romance com Safadeza”



Por Larissa Rodrigues: desenhista do @be.my.type, internacionalista e mestranda de Relações Internacionais da UEPB. Adora falar de política, espiritualidade e coisinhas que amenizam nossa experiência de vida: filmes, moda, viagens e comida!!!

 

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Quem é Aldair Playboy, do sucesso Amor Falso?

Você já se pegou cantando “parabéns pra você, que me fez entender que minha paixão não é você… Obrigado por demonstrar esse amor falso!”? Ta tocando em todo lugar por aí. Prova disso é que a música já alcançou 19 milhões de visualizações no Youtube. Mas quem é Aldair Playboy que está fazendo tanto sucesso?



O rapaz nasceu em Santa Rita, região metropolitana de João Pessoa-PB. Tem apenas 21 anos e é casado com Rayssa Lopes. Mesmo tão novo, Aldair já tem 4 filhos e está esperando o quinto! Ele fez parte do grupo Swing dos Playboys, uma banda do chamado batidão de João Pessoa. Ele faz um som que é uma mistura do funk carioca, com reggae e forró. As músicas agradaram tanto, que ele foi convidado a trabalhar com a agência Luan Produções, a mesma do Wesley Safadão e do MC Kevinho. Foi então que eles gravaram juntos Amor Falso. Esse vídeo já bateu a marca dos 35 milhões de views.



Com a cantora Márcia Fellipe, Aldair gravou a música Deixa Eu Te Fazer Feliz. O clipe em uma semana chegou aos 5 milhões. Com esses números, Aldair pode se juntar aos cantores que saíram do anonimato direto para os primeiros lugares das mais tocadas. Já falamos aqui de alguns deles, como MC Loma e as Gêmeas Lacração, Jojo Todinho e MC Fioti.



 

Ah! E o tal sinalzinho da amizade, que ele sempre fala nas músicas é aquele do rock. O gesto de fazer chifres com os dedos da mão, muito comuns entre os roqueiros, ganhou o palco depois de uma brincadeira entre os músicos que acompanham o Aldair Playboy. Era uma piada sobre traição, que no nordeste é também conhecido como levar chifre. Com o sucesso, o sinalzinho da amizade ganhou um sentido diferente daquele nascido no rock.

 

Por Larissa Rodrigues: desenhista do @be.my.type, internacionalista e mestranda de Relações Internacionais da UEPB. Adora falar de política, espiritualidade e coisinhas que amenizam nossa experiência de vida: filmes, moda, viagens e comida!!!

 

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Live it up: Você gostou da música da Copa 2018?

Faltam 19 dias para o mundial de futebol mais famoso do mundo e estamos na contagem regressiva. A Copa do Mundo sempre representou um momento de festa por aqui no Brasil. Apesar dos nossos problemas sócio-econômicos, reunir os amigos no bar pra ver o jogo e gritar juntos é sagrado. A tradição do amor pelo futebol já faz parte da nossa cultura e mesmo em tempos difíceis como o 7X1 ou a crise atual não precisam mudar isso. Foi no calor da ansiedade para o início do mundial que a música da Copa foi lançada.

Quem canta a canção tema é o ator e rapper Will Smith, o cantor de reggaeton porto-riquenho Nicky Jam e Era Istrefi. Não tem participação de um artista russo, mas conta com a cantora Era Istrefi, do Kosovo, país que se tornou independente da Sérvia em 2008. Essa região já pertenceu à antiga União Soviética.

A grande apresentação ao público será antes da final, no dia 15 de julho. O hit tem uma pegada eletrônica dançante e letra positiva. Chama-se Live in Up que quer dizer “viva” em português. Como era esperado, pela presença do porto-riquenho Nicky, uma das estrofes é cantada em espanhol.



Oh-oh, oh-oh-oh-oh
Oh-oh, oh-oh-oh-oh
Oh-oh, oh-oh-oh-oh
Oh-oh, oh-oh-oh-oh

One life, live it up, ‘cause we got one life
One life, live it up, ‘cause we got one life
One life, live it up, ‘cause you don’t get it twice
One life, live it up, ‘cause you don’t get it twice

straighten the numbers, is a force we can mix
We raise our flags
and put our pride on our back
We feelin’ like a champion when we shine our light
We got the power, make condition correct

One life, live it up, ‘cause you got one life
One-one-one life, live it up, ‘cause you got one life
One-one-one life, live it up, ‘cause you don’t get it twice
One-one-one life, live it up, ‘cause you don’t get it twice

Oh-oh, oh-oh-oh-oh
Oh-oh, oh-oh-oh-oh
Oh-oh, oh-oh-oh-oh
Oh-oh, oh-oh-oh-oh

One life, one dream
One moment, one team
One youth, lights high
Thousand road blocks, one shot
One truth, no fears
One flag, oh yeah
We’ve been waiting for this all year
Where y’all at? we’re right here!

Ya empezó la rumba y estamos celebrando
Todo el mundo que me levante la mano
‘Tamos vivos, hay que disfrutarlo
Hoy nadie me detiene porque yo no sé parar, no, no

One life, live it up, cause we got one life
One life, live it up, cause we got one life
One life, live it up, cause you don’t get it twice
One life, live it up, cause you don’t get it twice

Oh-oh, oh-oh-oh-oh
Oh-oh, oh-oh-oh-oh
Oh-oh, oh-oh-oh-oh
Oh-oh, oh-oh-oh-oh

Oh-oh, oh-oh-oh-oh
Oh-oh, oh-oh-oh-oh
Oh-oh, oh-oh-oh-oh
Oh-oh, oh-oh-oh-oh

For the love, I’m a rebel I’m coming from
Every nation under the sun
Elevating their favourite song when we hit and run
You own it, you got it
The whole world it’s watching
So let’s get this pumping
Where y’all at? we’re right there!

Only one life to live, got so much to give
Fighting for the nation now, that is my gift
Run like a champion and win like a king
That’s my only gold my everything
Living up now, now

Oh-oh, oh-oh-oh-oh
Oh-oh-oh-oh-oh (living up now, now)
Oh-oh, oh-oh-oh-oh
Oh-oh, oh-oh-oh-oh

A música da Copa foi lançada, os estádios estão a postos, o desafio agora é a crise diplomática entre a Rússia e os 20 países que expulsaram diplomatas russos de seus territórios. Isso aconteceu devido às posições divergentes desses países em relação ao conflito na Síria e ao caso do espião russo vítima de tentativa de homicídio em Londres, Serguei Skripal. Certamente, sem o funcionamento de 20 embaixadas na Rússia, alguns transtornos podem atrapalhar a ida de turistas desses países para a Copa.

 

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Por Larissa Rodrigues: desenhista do @be.my.type, internacionalista e mestranda de Relações Internacionais da UEPB. Adora falar de política, espiritualidade e coisinhas que amenizam nossa experiência de vida: filmes, moda, viagens e comida!!!



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