Review: vale a pena comprar o Kindle 8ª geração sem luz?

Os amantes da leitura geralmente enfrentam alguns inconvenientes ao ler livros de papel ou até em tablets e computadores. No caso dos livros de papel, apesar daquele cheirinho bom das folhas, pode ser bem chato levar um livro pesado pra lá e pra cá. Ir até a livraria, ou comprar pela internet e esperar chegar, para algumas pessoas também não é lá muito agradável. No tablet e no computador, o fator que mais atrapalha a leitura é a possibilidade de se distrair. Você está lendo tranquilamente e, quando se dá conta, está rolando o feed de alguma rede social! Fora a luz azul desses aparelhos que atrapalha a produção do hormônio do sono, a melatonina. É por essas e outras que comprar o Kindle 8ª Geração pode resolver os seus problemas de leitura.

Sem distrações e com uma infinidade de livros para comprar direto no aparelho, é uma boa pedida pra colocar o hábito de ler em dia. Mas se você está em dúvida em qual opção comprar, veja o nosso review do Kindle 8ª Geração e saiba se ele vale mais a pena que o Paperwhite.



 

Ficou interessado? Clique aqui para comprar o Kindle 8ª Geração!

 

Leia mais –  Histórias de Ninar para Garotas Rebeldes: contos sobre mulheres reais

Gostou do conteúdo? Então não esquece de ativar as notificações no sininho, no canto inferior da tela do desktop!

Aproveita e segue a gente no nosso Instagram e Facebook para ver o conteúdo que postamos por lá! <3

 

O Conto da Aia, 1984 e A Revolução dos Bichos: três livros que refletem a política atual

Quando a autora de O Conto da Aia, a canadense Margaret Atwood, e o autor britânico George Orwell, responsável por 1984 e A Revolução dos Bichos, lançaram suas obras distópicas, as pessoas da época talvez não deram muita atenção para as temáticas colocadas nos livros. Provavelmente as obras sofreram algum tipo de censura ou alterações quando publicadas, como é o caso de Orwell, ou não tiveram o devido reconhecimento do público em geral, como é o caso de Atwood.

Atualmente os exemplares são vistos como um espelho da realidade política, social e econômica da modernidade e tidos como grandes clássicos cult, quase que obrigatórios quando se precisa entender o funcionamento das diretrizes sociais. Com histórias fictícias, mas que condizem com os atuais modos e conceitos de civilização adotados nesta sociedade evoluída tecnologicamente, porém, intelectualmente obtêm os mesmos preceitos arcaicos e segregacionistas. Abaixo separamos três livros dos autores mencionados que retratam como a política afeta todas as vertentes que o homem está inserido.



 

N’O Conto da Aia, livro da autora canadense lançado em 1985, houve um golpe político nos Estados Unidos, que agora se denomina República de Gilead. O golpe foi orquestrado por um grupo radical fundamentalista que acredita nos dogmas do cristianismo e agora comanda a nova constituição. As poucas mulheres férteis que restam servem apenas para procriar, e após passarem por um processo de reeducação e uma espécie de lavagem cerebral, elas são convocadas para serem as aias que darão filhos aos casais inférteis. As cerimonias para realizar tal feito são realizadas mensalmente em um ato de “estupro humanizado”. Sendo chamadas a partir deste momento de acordo com o nome de seu comandante, como é o caso da personagem principal que originalmente se chamava June, mas agora que perdeu sua identidade, assim como seus direitos, é chamada de Offred, mostrando sua filiação ao chefe da família. Narrado em primeira pessoa, o livro retrata como uma revolução ditatorial pode transformar toda uma estrutura social, como as perdas dos direitos afetarão diretamente as minorias que durante todo o percurso da humanidade lutou para ter. Atualmente com todas as mudanças do cenário político internacional, o livro passa a ter maior relevância em compreender as mudanças que o sistema pode estar fazendo silenciosamente.

 

the-handmaids-tale-1.1
Cena da série que adaptou o romance de Margaret Atwood / Foto: divulgação

 

A Revolução dos Bichos, originalmente publicado em 1945, na Inglaterra, é uma fábula crítica ao regime ditatorial da antiga União Soviética, o stalinismo, comandado por Josef Stalin. O livro traz em sua narrativa a ambientação de uma fazenda no interior inglês que está sob os cuidados do Sr. Jones, um velho bêbado e autoritário que cuida de seus animais. Mas, sob outra perspectiva o autor nos mostra o lado de como os bichos lidam com toda essa situação de abuso de sua força de trabalho e resolvem fazer uma revolução reivindicando seus direitos. Toda essa narrativa é familiar para os que gostam de história, porque é justamente essa a premissa do enredo, uma metáfora à luta de classes e a reivindicação do proletariado ao sistema capitalista ocorridas no início do século XIX. Fazendo esta substituição, o leitor conseguirá compreender as entrelinhas e o contexto que o autor pretende inseri-lo. Sendo assim, a narrativa se estende na trajetória dos animais pela luta de território e adoção do sistema animalismo, que coloca os animais em igualdade e na construção de uma sociedade animalesca e autossuficiente, onde a presença dos humanos não é bem vida. Adotando o lema ‘quatro pernas bom, duas pernas ruim’ ou ‘humano bom é humano morto’, os bichos são inseridos cada vez mais nesta sociedade alternativa, porém tal situação não sai exatamente como o planejado, mostrando assim que nenhum corpo social que adote tais medidas consegue se manter imune às tentações do mundo real.



revolução-dos-bichos-2.2
Foto: divulgação

 

 

1984 traz o retrato político de uma sociedade alienada que vive num sistema opressor onde são forçados a acatar sua atual situação. Publicado em 1949, o livro traz como personagem principal Winston, um membro do partido externo e que trabalha para o governo no departamento da verdade, no qual sua função é reescrever a história e antigos artigos para a manutenção do sistema opressor. Porém, ele é uma das poucas mentes pensantes que ocultamente odeia o partido e ainda acredita que possa acontecer uma revolução que tire o líder Grande Irmão do poder. A população é obrigada a sorrir forçosamente para o enaltecimento da província em uma clara demonstração de patriotismo forçado. Com o controle do superestado nas mãos da classe privilegiada do partido interno e a tirania sob a influência do Grande Irmão, que contém as características clássicas de enaltecimento à sua figura e transmite a imagem de poder sob a população, contribuindo para a perpetuação do totalitarismo. Com o povo colocado em vigilância a todo momento, o autor reafirma seu teor crítico em relação ao posicionamento político exercido sobre a população em alienar e repreender atitudes contrárias ao governo, impondo a censura nos meios de comunicação de massa e a lobotomia experimental desenfreada aos governados.

 

1984-11
Foto: divulgação

*Isabelle Vasconcelos/ Estagiária sob supervisão

 

Leia também: Histórias de Ninar para Garotas Rebeldes: contos sobre mulheres reais

 

Gostou do conteúdo? Então não esquece de ativar as notificações no sininho, no canto inferior da tela do desktop!

Aproveita e segue a gente no nosso Instagram e Facebook para ver o conteúdo que postamos por lá! <3

 

Histórias de Ninar para Garotas Rebeldes: contos sobre mulheres reais

A série de livros Histórias de Ninar para Garotas Rebeldes traz visibilidade às mulheres mais importantes do mundo e mostra quais foram suas contribuições sociais. São narrativas sobre mulheres que atuaram em diversas áreas e não tiveram melhores reconhecimentos ou reconhecimento algum e que precisam ser destacados.

A série contém 100 histórias curtas sobre algumas das figuras femininas mais relevantes do mundo, relatando o histórico das personagens da vida real. Os textos têm como propósito dar uma nova versão aos contos de fadas clássicos, nos quais as protagonistas sempre eram retratadas de maneira clichê em situações óbvias, onde o final feliz é garantido e o ato heroico é sempre realizado pelo amado príncipe. As realidades apresentadas das protagonistas servem para serem exemplificadas e vistas como inspiração para que as futuras garotas tenham um arquétipo feminino baseado em ações e conquistas realizadas pelas heroínas da vida real.

Nos dois livros da série, cada um com 50 contos, nos são apresentados grandes marcos importantes de mulheres como a Frida Khalo, Nina Simone, Rosa Parks, Tarsila do Amaral, Martha, Mae C. Jemison, Michelle Obama, Beyoncé, Hillary Clinton, Margaret Thatcher, que lutaram contra o sistema opressor mesmo estando em visível desvantagem. A persistência é a grande verdade por trás de todas essas histórias, que mesmo sendo ocultadas foram ganhando espaço na sociedade. A linguagem adotada é de fácil compreensão e para todos os públicos.



Asset-21
Fotos: divulgação

O segundo livro saiu este ano, para continuar a dar evidência às muitas histórias esquecidas nessa trajetória de luta. Devido a isso, o grupo do Banco Bradesco está patrocinando um podcast, produzido pela produtora B9, que narra a história das personagens. Em cada episódio são convidadas mulheres importantes na luta pelos direitos femininos hoje em dia para narrar os contos. Personalidades como a jornalista e youtuber Jout Jout e a cantora Daniela Mercury são algumas das convidadas.

O podcast está disponível no Spotify e Deezer, e pode ser acessado através do site da produtora B9. Não deixe de conferir e recomendar!

*Isabelle Vasconcelos/ Estagiária sob supervisão



 

Leia mais – Documentários sobre música para assistir na Netflix

 

Gostou do conteúdo? Então não esquece de ativar as notificações no sininho, no canto inferior da tela do desktop!

Aproveita e segue a gente no nosso Instagram e Facebook para ver o conteúdo que postamos por lá! <3

 

Hora de conhecer, de perto, a Turma da Mônica

Conhecer de perto onde são criadas as histórias da Mônica, Cebolinha, Magali e Cascão agora pode fazer parte do roteiro turístico de quem visita São Paulo (SP). O estúdio Mauricio de Souza Produções (MSP) – onde ficam os bastidores de um dos quadrinhos mais queridos do Brasil – abriu, nesta semana, as portas para visitantes. Os apaixonados pela turminha poderão entrar no mundo das histórias e sentir a emoção de estar no local onde a criatividade é a maior ferramenta de trabalho.

Mauricio-Sousa-Producoes1
Mauricio de Sousa Produções, na Lapa, São Paulo (SP). Foto: divulgação Maurício de Sousa Produções



A proposta faz parte das comemorações de 60 anos do estúdio que oferece aos fãs, famílias e grupos escolares uma visita guiada pela linha do tempo nas historinhas da Turma da Mônica, além de passagem pelos setores de criação e design, projetos temáticos e editorial. O visitante ainda tem a oportunidade de conhecer os processos de criação de uma história em quadrinhos e aprender um pouco mais sobre o tema.



capa_1
Para alegria da garotada, a personagem da Mônica estava na 25ª Bienal do Livro de São Paulo. Foto: Rota Principal

Fundada em 1959, a MSP é a empresa responsável por criar a menina Mônica – ícone das revistinhas e que foi inspirada na filha do cartunista criador – e mais de 300 outros personagens famosos nos quadrinhos, TV, internet, livros, cinema, brinquedos e outros produtos infantis. Juntos, os personagens de Maurício de Souza fazem parte do universo da literatura infantil brasileira que deixou um legado nas gerações posteriores à sua criação.



Mauricio-de-Souza
Mauricio de Sousa na 25ª Bienal do Livro de São Paulo. Foto: Rota Principal

“Os mais de 400 personagens da Turma da Mônica habitam o universo de todas as crianças. Com esse enorme sucesso, é natural que fãs tenham interesse em conhecer tudo o que acontece nos bastidores. Por isso, estamos honrados em abrir as portas da nossa casa para o público. Um sonho que era de todo mundo, agora é possível para o mundo inteiro”, comemora o criador, Mauricio de Sousa.

Leia também: MIS apresenta os bastidores do suspense em exposição de Hitchcock

As visitas  serão realizadas sempre às terças, quartas e quintas-feiras, das 10h às 11h30 e das 14h30 às 16h, podendo ser agendadas pelo site. Cada visitação dura 90 minutos e tem capacidade de receber grupos com 40 pessoas. Os ingressos custam a partir de R$ 75 (meia-entrada), R$ 150 (inteira), com desconto para famílias ou grupos. Desconto também de 30% para pagamento com cartão específico. Para adquirir o ingresso e conferir as regras de visitação, clique aqui.

Por Nayara Oliveira Mtur



Gostou do conteúdo? Então não esquece de ativar as notificações no sininho, no canto inferior da tela do desktop!
Aproveita e segue a gente no nosso Instagram e Facebook para ver o conteúdo que postamos por lá! <3

Quer receber mais conteúdo legal gratuitamente no seu e-mail? Assine a nossa Newsletter!

Você precisa ler estes dois livros sobre empreendedorismo!

Na jornada empreendedora, logo você descobre que quanto mais informação, melhor! Sempre é tempo de estudar e se aprimorar, pois essa é a maior arma do empresário: estar sempre ligado nas novidades. Mas não é tão simples conciliar trabalho, vida pessoal e ainda estar com as leituras em dia. Muitas vezes é difícil até saber por onde começar! A boa notícia é que temos essa dica: estes dois livros sobre empreendedorismo são uma ótima forma de começar a ler sobre o tema!



Sacadas de Empreendedor

Para quem não conhece o Érico Rocha, ele tem um canal de YouTube onde compartilha as experiências dele como empreendedor. Depois de largar um emprego estável em um banco europeu, ele decidiu empreender na internet, e claro que não foi fácil. Depois de fazer a empresa decolar, ele entendeu que gostava mesmo era de ensinar sobre empreendedorismo e hoje trabalha com cursos, consultoria e outros serviços digitais. No livro, ele conta algumas sacadas que gostaria de ter sabido antes de se lançar na carreira de empreendedor. Aquelas dicas que só quem passou pela situação pode dar, sabe? Os capítulos são curtos e objetivos, mas é possível tirar muita coisa boa da experiência dele através do livro. É uma boa leitura para quem pensa em abrir uma empresa e mesmo para quem já está nessa jornada!

 

Branding: a arte de construir marcas

branding

Em linhas gerais, Branding é a percepção que as pessoas têm da sua marca. Neste livro, Marcos Hiller reúne textos que escreveu sobre Pôneis Malditos, Hyundai, Coca-Cola, Nova York, Marlboro, Barack Obama, McDonald’s, Abercrombie & Fitch, Apple, entre outros vários temas pertinentes, atuais e relevantes do mundo da comunicação contemporânea. Ele convida o leitor a um debate sobre branding, marketing, comunicação e consumo midiático, mas principalmente um debate sobre marcas. Esta é uma leitura importante para entender que a sua marca é muito mais que uma logo ou um slogan. É toda uma estratégia de posicionamento para que as pessoas sintam e entendam o mais próximo do que você quer passar ao ouvirem o nome ou verem a logo da sua marca.

 

Quais livros sobre empreendedorismo você indicaria? Comenta aqui!

 

Leia mais sobre livros clicando aqui!



Gostou do conteúdo? Então não esquece de ativar as notificações no sininho, no canto inferior da tela do desktop!

Aproveita e segue a gente no nosso Instagram e Facebook para ver o conteúdo que postamos por lá! <3

 

Resenha: Grande Magia, de Elizabeth Gilbert

Desde que vi que a Elizabeth Gilbert tinha lançado Grande Magia – Vida Criativa sem Medo, já fiquei com muita vontade de ler! Eu já conhecia duas palestas do TED da autora sobre criatividade e me interessava muito pelos pensamentos dela sobre o assunto. Só posso dizer que o livro superou muito as minhas expectativas!

 

Gravei um vídeo com a resenha completinha. Confere! (E aproveita para se inscrever no nosso canal clicando aqui)



 

*por Érica Rodrigues: jornalista, formada pela UFPB. Adora viajar e escrever sobre suas experiências, livros e filmes. 

 

Leia mais sobre livros clicando aqui!

 

Gostou do conteúdo? Então não esquece de ativar as notificações no sininho, no canto inferior da tela do desktop!

Aproveita e segue a gente no nosso Instagram e Facebook para ver o conteúdo que postamos por lá! <3

 

Unboxing: compras de livros na promoção Dia da Mulher Saraiva

A Livraria Saraiva deu 50% de desconto nas compras de livros às clientes mulheres no Dia Internacional da Mulher. O que fazer nesse caso? Nada além de surtar completamente e comprar muitos livros, certo? Foi exatamente isso que fiz! E o melhor, gravei um unboxing mostrando tudo para vocês!

unboxing2
Minhas compras maravilhosas!



Confere o vídeo e aproveita para se inscrever no nosso canal clicando aqui!

*por Érica Rodrigues

 

Leia mais sobre livros clicando aqui!

 

Gostou do conteúdo? Então não esquece de ativar as notificações no sininho, no canto inferior da tela do desktop!

Aproveita e segue a gente no nosso Instagram e Facebook para ver o conteúdo que postamos por lá! <3

 

O que Jane Austen pode nos ensinar sobre feminismo

É interessante pensar que há mais de duzentos anos, quando não se fazia ideia do que era feminismo, já existiam mulheres que pensavam fora da caixa. Naquela época, as mulheres eram criadas para arrumar um bom casamento e fazer apenas o que esperavam delas, que se resumia em cuidar da casa, dos filhos e estar sempre bonita. Ser bonita já era algo bem importante, mesmo há tanto tempo atrás.

Jane Austen, por outro lado, queria escrever romances, coisa que era considerada “profissão de homem”. Mas como publicar um livro sendo mulher, algo impensável naqueles tempos? Ela os publicou anonimamente. E ainda bem que o fez!

Em suas obras, ela critica o papel da mulher na sociedade da época, através de protagonistas fortes, que sabem o rumo que querem dar às suas vidas. À primeira vista, podem parecer apenas romances sobre um bando de mulheres a procura de casamento, mas um olhar mais a fundo nos mostra a sutilidade com que ela questiona os padrões impostos em cima das figuras femininas.



Personagens como Elizabeth Bennet e Emma, profundamente inteligentes e seguras de si, fazem contraste com um cenário quase caricato da busca desesperada, típica da época, por um marido rico. Ela nos traz protagonistas que não aceitam a forma como as coisas eram feitas, que buscam alguém que amem, independente do dinheiro ou posição social.

A questão das classes sociais também é pincelada em alguns momentos das obras, com críticas severas a personagens abastados por sua avareza. Quase sempre os personagens ricos são retratados como esnobes, e a pobreza é considerada quase uma vergonha. Ninguém quer que uma pessoa de linhagem simples entre na família, pois isso era, na maioria das vezes, um escândalo.

Outro ponto muito salientado nas obras de Jane Austen é a questão de as mulheres não terem direito de herdar os bens da família, que muitas vezes eram passados para parentes distantes, apenas pelo fato de serem homens. Isso apenas criava ainda mais pressão para fazê-las casar mais rápido com “um bom partido”.

Apesar de serem, em primeira camada, livros românticos, é importante pensar que se considerando a realidade da época em que foram escritos, demonstram uma mentalidade à frente do seu tempo. Jane Austen era, mesmo sem saber, uma feminista nata! E ler os seus livros sob essa ótica pode nos trazer grandes ensinamentos sobre como viviam as mulheres do século XVIII.

 

*Por Érica Rodrigues – Érica é jornalista, formada pela UFPB, e trabalha com produção de conteúdo na internet. Ama escrever e conversar sobre livros, cinema e viagens, suas três maiores paixões.

 

Leia mais sobre literatura clicando aqui!

Gostou do conteúdo? Então não esquece de ativar as notificações no sininho, no canto inferior da tela do desktop!

Aproveita e segue a gente no nosso Instagram e Facebook para ver o conteúdo que postamos por lá! <3

 

 



Resenha: A Revolução dos Bichos, uma crítica à Revolução Russa

O livro A Revolução dos Bichos, de George Orwell, por muito tempo foi vendido como um livro anti-socialismo, mas acontece que não era bem isso que o autor tinha em mente quando o escreveu. Na verdade, era exatamente o contrário!

O autor teve a intenção de denunciar como o governo stalinista estava distorcendo as ideias de Karl Marx, e para isso escreveu uma fábula envolvendo bichos em uma fazenda. A história retrata como um grupo de bichos resolveu se revoltar contra os humanos e assumir o controle da granja onde moravam.

Confere a resenha para entender melhor:

 

Inscreva-se no nosso canal para acompanhar mais conteúdo como esse por lá!



 

Leia mais sobre livros clicando aqui!

Gostou do conteúdo? Então não esquece de ativar as notificações no sininho, no canto inferior da tela do desktop!

Aproveita e segue a gente no nosso Instagram e Facebook para ver o conteúdo que postamos por lá! <3

 

Quer receber mais conteúdo legal gratuitamente no seu e-mail? Assine a nossa Newsletter!

Resenha: As Sobreviventes, de Riley Sager, o livro das 50 reviravoltas

Érica Rodrigues

 

Depois de ler As Sobreviventes, de Riley Sager, a sensação que me deu é de que precisava conversar sobre ele. Urgente!! E então obriguei minha irmã a ouvir toda a história para fazê-la concordar comigo em um ponto: o quão revoltante é esse final! Mas como isso não foi o suficiente, revolvi gravar um vídeo com a resenha (com spoilers) desse livro. Assista (e aproveita pra se inscrever no nosso canal!):





 

Leia mais sobre literatura clicando aqui!

 

Gostou do conteúdo? Então não esquece de ativar as notificações no sininho, no canto inferior da tela do desktop!

Aproveita e segue a gente no nosso Instagram e Facebook para ver o conteúdo que postamos por lá! <3

 

Quer receber mais conteúdo legal gratuitamente no seu e-mail? Assine a nossa Newsletter!