Tramonto Wine Bar terá jazz e bossa nova neste fim de semana

A programação do Tramonto Wine Bar recebe shows de jazz e bossa nova a partir desta quinta-feira (15). O restaurante é conhecido por levar, através do projeto Música Boa ao Vinho, estilos musicais mais sofisticados ao cenário cultural da capital.

Nesta quinta-feira (15) há vários motivos para se visitar o wine bar. Neste dia da semana a casa promove o Open Wine Day, uma promoção cujos clientes que comprarem um prato principal têm direito a adesão do open bar de vinhos pelo valor de R$25.

E ainda na quinta, a casa recebe o show do pianista e intérprete Fábio Torres, que apresenta o Especial MPB. O cantor vai passear pelos clássicos da música nacional em uma apresentação que é a cara do Tramonto.

Na sexta-feira (16) quem comanda a noite é Roberta Amaral com o Especial Bossa Jazz. O show promete um misto de dois ritmos que são marca registrada do lugar e sempre agradam ao público.

Já no sábado (17) é a vez do grupo WMC Music levar o especial Clássicos do Jazz e da Bossa Nova ao palco do Tramonto. A apresentação é perfeita para quem busca uma noite mais sofisticada regada a boa música.

Todos os shows têm início às 21h e o couvert artístico custa R$20. É possível fazer reservas através do telefone (83) 3185-7439. O Tramonto Wine Bar está localizado na rua Franca Filho, nº 508, em Manaíra.

 



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Tramonto recebe a cantora suíço-brasileira Maíra Zaugg neste sábado

Nesta semana a programação musical do Tramonto Wine Bar se inicia na quinta-feira (01), que também oferece o Open Wine Day e o último dia do menu Restaurant Week. A casa já tornou-se referência através do projeto Música Boa ao Vinho, que leva ao palco artistas locais para apresentações de jazz, MPB, blues e outros ritmos que não costumam ter espaço na cidade.

Na quinta-feira (01) não faltarão motivos para se visitar o Tramonto, que recebe show do pianista e intérprete Fábio Torres com o Especial Bossa Nova. Além da apresentação, a casa também oferece o Open Wine Day, no qual os clientes que pedirem um prato principal têm direito a adesão do open de vinhos pelo valor de R$25. Nesta quinta também é a última oportunidade de provar o menu do João Pessoa Restarant Week no Tramonto. O menu inclui entrada, prato principal e sobremesa pelo valor de R$54,90 por pessoa.

Na sexta-feira (02) quem se apresenta no wine bar é o grupo WMC Music com o especial Jazz Contemporâneo. O show tem início às 21h e deve apresentar canções queridinhas do público com arranjos em jazz.


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Fotos: Maíra Zaugg no Tramonto Wine Bar/ Crédito: Rota Principal

Já no sábado (03) o palco da casa recebe a cantora suíço-brasileira Maíra Zaugg com o especial Bossa & Jazz. Ela foi semifinalista da primeira edição do The Voice Kids em Berlin e volta ao Tramonto para uma noite especial que promete ser um sucesso de público.

Todos os shows têm início às 21h e o couvert artístico custa R$20. É possível fazer reservas através do telefone (83) 3185-7439. O Tramonto Wine Bar está localizado na rua Franca Filho, nº 508, em Manaíra.

 

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Flotilha em Alta-Terra apresenta folk e rock no Pôr do Sol do Hotel Globo

A banda Flotilha em Alta-Terra participa nesta sexta-feira (19) de mais uma edição do Pôr do Sol do Hotel Globo, com canções de conteúdo poético e melodias que transitam do folk ao rock. O evento, que começa às 16h30, é promovido pela Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP), por meio da sua Fundação Cultural (Funjope), na programação do AnimaCentro.

Com três anos de estrada, a banda independente de João Pessoa é formada pelos vocalistas Tino e Dam Barbosa, o baixista Rhafael Cainã, o guitarrista Gabriel Reisenden e a baterista Arlinda Aquino. O grupo lançou neste ano seu primeiro single “Braçamar”, disponível em todas as plataformas digitais. Além disso, estão em processo de pré-produção do seu primeiro disco.



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O AnimaCentro oferece programação gratuita, aberta ao público de todas as idades, com espetáculos de dança, teatro, música e exposições em vários pontos do Centro Histórico. O objetivo do projeto é valorizar os espaços históricos revitalizados pela atual gestão.

Gabriela Neves / Secom-JP

 

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Planetário terá sessões especiais pelos 50 anos da chegada do homem à lua

No próximo dia 20 de julho completam-se 50 anos da chegada do homem à lua. Em comemoração à data, as sessões do Planetário, localizado na Estação das Artes, nesta quinta-feira (18), acontecerão em mais horários. Além disso, o projeto ‘Estacine’ terá uma edição especial com exibição de um filme sobre o tema.

Nesta quinta-feira (18), o Planetário será aberto ao público e as sessões acontecerão em três horários pela manhã e três no turno da tarde: às 9h30, 10h30 e 11h30; e às 14h, 15h e 16h. Neste dia as sessões irão ocorrer, especialmente, no salão expositivo da Estação das Artes – anexo da Estação Cabo Branco. As sessões do Planetário ocorrem, normalmente, às 10h30 e 11h30 (pela manhã), e às 15h e 16h (pela tarde). Nas terças e quintas, o evento é restrito para escolas previamente agendadas. Nas quartas, sextas, fins de semana e feriados, o evento é aberto ao público.

Os visitantes também poderão participar de um bate-papo, no horário das 10h, com o professor Marcos Jerônimo, que é formado em Geografia pela UFPB e astrônomo amador há 50 anos, dedicando sua vida à pesquisa, estudo e observação dos astros e planetas.



O interesse de Marcos pela astronomia começou justamente na época em que o homem chegou à lua pela primeira vez, quando ele tinha 14 anos – o fato gerou muito burburinho na época, e despertou na população a curiosidade sobre o tema. Marcos coordena, desde 2010, o setor de Astronomia da Estação Cabo Branco. Ele já participou de vários trabalhos científicos como os eclipses do sol e da lua, fenômenos relativos aos satélites de Júpiter, cometas, estrelas variáveis, ocultações de estrelas ou planetas pela lua, ocultações de planetas por estrelas ou asteroides, índice de nebulosidade da cidade de João Pessoa, entre outros.

Na ocasião, também haverá uma edição especial do Estacine – que normalmente acontece aos sábados. Um filme sobre a primeira vez em que o homem pisou na lua será exibido para o público visitante, a partir das 15h, no Mini auditório III da Estação das Artes.

“Esta é uma excelente oportunidade para quem se interessa pelo universo da astronomia, e para quem também deseja saber mais sobre a primeira vez em que o homem pisou na lua. O visitante, além de conhecer o planetário, vai poder assistir a um filme sobre o assunto e ouvir de alguém que estuda e pesquisa, há 50 anos, os assuntos relacionados aos astros e planetas” – pontua Jonathan Vieira, diretor-geral da Estação Cabo Branco.

Todas as atividades do Planetário, o Estacine e o bate-papo sobre astronomia  são totalmente gratuitas e abertas ao público de todas as idades.

Marília Mesquita / Secom-JP

 

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Funesc recebe exposição de xilogravura sobre o imaginário do nordestino

A Fundação Espaço Cultural da Paraíba, em João Pessoa, recebe, a partir do dia 26 deste mês, a exposição Bestiário Nordestino – Um olhar sobre a gravura fantástica, dentro da programação do Festival de Artes Jackson do Pandeiro. A mostra poderá ser vista a partir das 17h, na galeria de arte Archidy Picado, reunindo um acervo de dezenas de obras de xilogravura de 18 artistas. Os trabalhos retratam, por meio da tradicional arte, o imaginário do homem nordestino. Exposição, que tem curadoria dos artistas Rafael Limaverde e Marquinhos Abu, pode ser vista até o dia 15 de setembro.

“Demônios, dragões, híbridos e amorfos são as estrelas das obras, que detalham o sobrenatural que permeia o imaginário do homem nordestino, traçando a história deste povo que desde muito tempo vem sendo contada e cantada na literatura de cordel, no entalhe da madeira e na criatividade que estipula um limite entre o homem e o animal, a realidade e a fantasia, a lucidez e o delírio. Dentro do universo da gravura nos atentamos a um tema muito particular que não é sempre abordado pelos artistas: esses seres fantásticos, assombrações e monstros, esse mundo estranho e particular”, destaca Rafael Limaverde.

Essa necessidade do irreal, ainda conforme Limaverde, foi o contraponto na busca de obras de arte que não se enquadrassem no conceito padrão de beleza e do gosto popular. E complementou: “O que veremos na exposição Bestiário Nordestino é um recorte desse tema fortemente presente no imaginário nordestino, mas ainda pouco explorado pelos artistas gravadores. Também traremos uma coletânea de cordéis que abordam esse tema”.

 

A exposição

O acervo da exposição é fruto, em sua maioria, do projeto Oco do Mundo. Durante 14 dias, Rafael e Marquinhos caíram na estrada em uma pesquisa sobre a gravura e um tanto de encantamento no encontro com esses artistas nordestinos. Essa saga foi vivida e desenhada entre os dias 30 de agosto e 12 de setembro de 2016, percorrendo quatro estados, dez cidades visitadas, 2.300 quilômetros. Os curadores do tiveram encontros com os artistas Adriano Brito, Guto Bitu, Carlos Henrique (Crato/CE), Nilo, Abraão Batista, Stênio Diniz (Juazeiro/CE), J.Borges (Caruaru/PE), Maurício Castro e Lourenço Gouveia (Recife/PE), José Costa Leite (Condado/PB). E o resultado desse imaginário fantástico pode ser conferido em cada obra exposta.

Entre os destaques, estão José Costa Leite, J. Borges e Abraão Batista, referências nacionais e já com uma longa história na xilogravura, e que ainda continuam produzindo. O diferencial também vai para as xilogravuras do acervo do MAUC (Museu de Arte da Universidade Federal do Ceará), considerado a maior coleção de matrizes do país e que pela primeira vez obras de Damásio Paulo (Juazeiro do Norte/CE), Walderêdo Gonçalves (Juazeiro do Norte /CE), Antônio Lino (Juazeiro do Norte/CE) e Justino P. Bandeira (Juazeiro do Norte/CE) são expostas fora do museu. Serão expostos também cordéis que possuem a mesma temática da mostra.

Além da exposição em si, também será lançado na ocasião o livro-catálogo Bestiário Nordestino. De distribuição gratuita, além das obras, a publicação ainda traz trechos de cordéis clássicos, textos de artistas e estudiosos sobre o tema, como Ariano Suassuna, Muniz Sodré, Gilmar de Carvalho, Cláudia Leitão, Sebastião de Paula e Cássia Alves, além de um cordel escrito exclusivamente para o livro, de Rouxinol do Rinaré.



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Artistas

Abraão Batista (Juazeiro do Norte/CE), Adriano Brito (Crato/CE), Antônio Lino (Crato/CE), Bitu (Crato/CE), Carlos Henrique (Crato/CE), Carlus Campos (Fortaleza/CE), Damásio de Paulo (Juazeiro/CE), Josafá de Orós (Campina Grande/PB), J. Borges (Bezerros/PE), José Carlos Leite (Condado/PB), Lourenço Gouveia (Recife/PE), Maurício Costa (Recife/PE) Nilo (Juazeiro/CE), Rafael Limaverde (Fortaleza/CE), Stênio Diniz (Juazeiro/CE), Sebastião de Paula (Fortaleza/CE), Walderêdo Gonçalves (Crato/CE), Justino P. Bandeira (Juazeiro do Norte/CE) .

 

Curadoria

Rafael Limaverde é xilogravurista, grafiteiro, designer e ilustrador. Teve sua primeira exposição de pinturas e infogravuras intitulada “Caos” – Fortaleza/CE (2000). A segunda sob o título “Xilofagia”, com 14 xilogravuras homenageando personalidades e manifestações importantes da cultura nordestina – Fortaleza (2002). Ex-integrante do grupo Acidum, expôs na Funarte (São Paulo/SP e Rio de Janeiro/RJ), Salão de Abril (Fortaleza/ CE) e Mostra Sesc Cariri (Crato/CE). Foi curador da exposição Eco Barroco no CCBNB (Centro Cultural Banco do Nordeste) – Fortaleza (2011) e da exposição Bestiário Nordestino, na Multigaleria – Centro de Arte e Cultura Dragão do Mar – Fortaleza (2017). Como grafiteiro, realizou trabalhos em quatro edições do Festival Concreto – Fortaleza (2013, 2015, 2016, 2017) e Festival Bahia de Todas as Cores – Candeias/BA (2017). Pesquisa, atualmente, desenhos, pinturas, gravuras e assemblages, tendo como referência a cosmovisão religiosa, tanto litúrgica (sacralizada pela igreja) como a paralitúrgica (sacralizada pela religiosidade popular).

Marquinhos Abu é Grafiteiro, arte educador, produtor e membro do Coletivo Aparecidos Políticos, participou da curadoria do Ateliê Aparecidos Políticos no Sobrado José Lourenço, em Fortaleza/CE. No município de Crato/CE, Abu desenvolveu o projeto Retratos de Memória do Gesso, com o registro e pintura em stêncil de moradores históricos da comunidade. Participou, também, da produção do projeto Oco do Mundo, gravado no sertão nordestino, e do documentário ‘Desbravadores – Street View Trekker.

Compõe, ainda, a equipe de produção do Concreto Festival Internacional de Arte Urbana, além de seguir participando de festivais de grafite pelo Brasil. Recentemente, fez parte da Caravana Concreto no México, participando do Festival Ciudad Mural. Marquinhos Abu é um dos curadores da exposição Bestiário Nordestino – Um olhar sobre a gravura fantástica, que esteve em cartaz em 2017 no Dragão do Mar e que, agora, segue em circulação pelo Brasil.



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O Festival

A programação cultural do Festival de Artes Jackson do Pandeiro abrangerá shows, cortejos, apresentações, performances, intervenções, espetáculos, palestras, exposições, mostras, oficinas, encontros e outras atividades de formação artístico-culturais. Serão quatro dias de atividades intensas concentradas no Espaço Cultural José Lins do Rego, em João Pessoa. O evento contará, ainda, com shows de Lenine e Margareth Menezes.

O Espaço Cultural se dividirá em polos e cada um deles será nomeado com títulos ou trechos de canções de Jackson do Pandeiro. A Praça do Povo se chamará ‘Sebastiana’. Já a Sala de Concertos Maestro José Siqueira será o ‘Canto da Ema’ durante os quatro dias de evento. O Teatro Paulo Pontes será ‘Cabeça Feita’ enquanto o Teatro de Arena será ‘Chiclete com Banana’. O Cinê Bangüê passará a ser ‘Jack Perrin’. Até o Estacionamento entrará no ritmo com o nome ‘A Ordem é Samba’. A Feira Criativa que acontecerá ao longo do festival será ‘A Feira’ enquanto que o Planetário ganhará o sugestivo nome ‘Sputnik, a Galeria Archidy Picado será o ‘Quadro Negro’ e o Mezanino 2 ‘Luz do Saber’. A Escola de Dança é o ‘Baile da Gabriela’. ‘Sina de Cigarra’ é o nome do polo na Sala de Coro. Já o auditório da EEMAN será o polo ‘Acorda, meu povo’.

 

Jackson do Pandeiro – Nome artístico de José Gomes Filho, nascido em Alagoa Grande, em 31 de agosto de 1919, e que passou boa parte da vida em Campina Grande. Começou a admirar a música por meio da sua mãe, a cantadora de coco Flora Maia, que colocou o filho para tocar zabumba aos sete anos. Seu primeiro sucesso, “Sebastiana”, na década de 1950, o lançou para o Brasil e para o mundo. Jackson chegou a fazer duetos e parcerias com nomes como Luiz Gonzaga, Edgar Ferreira e Rosil Cavalcanti e ganhou o título de “Rei do Ritmo”. Ele morreu vítima de embolia pulmonar e cerebral em 10 de julho de 1982, aos 62 anos, em Brasília (DF).

Fonte: Secom-PB

 

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Circo do Patati Patatá chega a João Pessoa neste sábado (20)

A dupla de palhaços mais amada da América Latina trará seu circo pela primeira vez a João Pessoa a partir do dia 20 de julho. O projeto teve grande sucesso em temporadas anteriores, nas quais mais de 900 mil pessoas puderam assistir ao novo espetáculo “Parque Patati Patatá Circo Show”.

O circo é um espaço lúdico onde as crianças terão a oportunidade de interagir com os personagens da série Parque Patati Patatá, sucesso nos canais Discovery Kids e SBT.

O show traz um universo cheio de encanto e magia onde as crianças terão a oportunidade de se aproximar dos seus melhores amigos e vivenciar momentos mágicos com os personagens até então vistos só pela TV: Nutrícia, Quasi, Floffy, Alegra, Amarga e Azedo; além é claro, de Patati Patatá. Será um espaço que abrigará números circenses misturados com os já conhecidos sucessos da dupla de palhaços.

O espaço também contará com uma lojinha onde a família inteira terá a oportunidade de encontrar uma linha de produtos exclusivos dos personagens do parque. O projeto é de Rinaldi Produções (detentora da marca Patati Patatá).

Ícaro Diniz / Assessoria de Imprensa

Fotos: Divulgação



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Parque Patati Patatá Circo Show

Endereço: Estacionamento do Carrefour.  Rua Bacharel Irenaldo de Albuquerque Chaves, s/n Bessa – Aeroclube, João Pessoa – PB

Dias e Horários: sábado e domingo às 15h, 17h30 e 20h

Valores:

Cadeira Lateral: R$ 40,00 (inteira) / R$ 20,00(meia)

Cadeira Central: R$ 50,00 (inteira) / R$ 25,00(meia)

Cadeira VIP Lateral: R$ 60,00 (inteira) / R$ 30,00(meia)

Cadeira VIP Central: R$ 70,00 (inteira) / R$ 35,00 (meia)

Camarotes: R$ 120,00 (inteira) / R$ 60,00(meia)

Classificação Etária: livre

Ingressos para compra online clicando AQUI!

 

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Festa das Neves que terá Fagner e Padre Nilson como atrações principais

A programação da Festa das Neves terá o cantor Fagner como grande atração, além da apresentação do padre Nilson Nunes e de outros artistas. A festa que marca também o aniversário da cidade será aberta no dia 27 de julho, quando os parques e barracas começam a funcionar. Os shows e apresentações dos grupos de cultura popular serão realizados nos dias 4 e 5 de agosto no Ponto de Cem Réis.

No domingo (4), primeiro dia de show no Ponto de Cem Réis, a programação começa às 17h com apresentação de teatro infantil a Turma do Chaves, que vai alegrar a meninada. Depois será a vez da cultura popular com o Boi de Reis Estrela do Norte. Em seguida, a partir das 20h o palco será do padre Nilson Nunes e banda com um show voltado para a família e repleto de músicas de louvor.

Na segunda-feira, (5), dia do aniversário de João Pessoa, a programação começa às 18h, com a apresentação da Lapinha Jesus de Nazaré, seguida da banda Tentáculos, que se apresenta a partir das 20h e anima o público para receber o cantor e compositor Fagner, um dos artistas consagrados da Música Popular Brasileira, que vai interpretar os grandes sucessos de sua carreira de mais de 50 anos.

Juneldo Moraes / Secom-JP



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Programação

Domingo (04/08)

17h – Teatro infantil – A Turma do Chaves

18h30 – Boi de Reis Estrela do Norte

20h00 – Padre Nilson Nunes

 

Segunda-feira (05/08)

18h – Lapinha Jesus de Nazaré

20h – Banda Tentáculos

22h – Fagner

 

Leia mais – Filme sobre Jackson do Pandeiro terá sessões e debate no Cine Banguê

 

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Filme sobre Jackson do Pandeiro terá sessões e debate no Cine Banguê

O documentário de Marcus Vilar e Cacá Teixeira, ‘Jackson – Na batida do pandeiro’ terá duas sessões e debate no Cine Banguê da Fundação Espaço Cultural, em João Pessoa. As exibições serão dia 27 deste mês, às 18h e às 20h, com debate após a segunda sessão. As sessões integram a programação do Festival de Artes Jackson do Pandeiro, realizado pela Funesc e que acontece de 25 a 28 de julho.

Os convidados para o debate são Fernando Moura (consultor), Heleno Bernardo (produção), Cacá Teixeira (diretor), Marcus Vilar (diretor) e André Dib (mediador). “Nós vivemos num país de pouca memória. Então é fundamental esse trabalho sobre Jackson do Pandeiro para que as pessoas conheçam de onde saiu, quem foi e qual é a importância dele para a cultura brasileira”, disse Marcus.

Conforme Marcus, o documentário conta com depoimentos de diversos artistas e estudiosos da música brasileira, como Gilberto Gil, Biliu de Campina e Zuza Homem de Mello. Também dão depoimentos sobre a importância de Jackson do Pandeiro artistas do porte de Geraldo Azevedo, Gal Costa, Pedro Luís, João Bosco e Lenine (que fará o show de abertura do Festival de Artes).

O filme convidado para a programação tem 100 minutos de duração e classificação indicativa livre. Além de roteiro e direção de Cacá Teixeira e Marcus Vilar, o longa conta com produção de Heleno Bernardo e montagem de Thiago Marques. Desenho de som e mixagem ficam por conta de Zé Newton Filho. Já a consultoria musical e trilha original, com Carlos Anísio. Equipe técnica também tem Bráulio Tavares e Rômulo Azevedo na consultoria de roteiro.



O evento

A programação cultural do Festival de Artes Jackson do Pandeiro abrangerá shows, cortejos, apresentações, performances, intervenções, espetáculos, palestras, exposições, mostras, oficinas, encontros e outras atividades de formação artístico-culturais. Serão quatro dias de atividades intensas concentradas no Espaço Cultural José Lins do Rego, em João Pessoa. O evento contará, ainda, com shows de Lenine e Margareth Menezes.

O Espaço Cultural se dividirá em polos e cada um deles será nomeado com títulos ou trechos de canções de Jackson do Pandeiro. A Praça do Povo se chamará ‘Sebastiana’. Já a Sala de Concertos Maestro José Siqueira será o ‘Canto da Ema’ durante os quatro dias de evento. O Teatro Paulo Pontes será ‘Cabeça Feita’ enquanto o Teatro de Arena será ‘Chiclete com Banana’. O Cinê Banguê passará a ser ‘Jack Perrin’. Até o Estacionamento entrará no ritmo com o nome ‘A Ordem é Samba’. A Feira Criativa que acontecerá ao longo do festival será ‘A Feira’ enquanto que o Planetário ganhará o sugestivo nome ‘Sputnik, a Galeria Archidy Picado será o ‘Quadro Negro’ e o Mezanino 2 ‘Luz do Saber’. A Escola de Dança é o ‘Baile da Gabriela’. ‘Sina de Cigarra’ é o nome do polo na Sala de Coro. Já o auditório da EEMAN será o polo ‘Acorda, meu povo’.

 

Jackson do Pandeiro – Nome artístico de José Gomes Filho, nascido em Alagoa Grande, em 31 de agosto de 1919, e que passou boa parte da vida em Campina Grande. Começou a admirar a música por meio da sua mãe, a cantadora de coco Flora Maia, que colocou o filho para tocar zabumba aos sete anos. Seu primeiro sucesso, “Sebastiana”, na década de 1950, o lançou para o Brasil e para o mundo. Jackson chegou a fazer duetos e parcerias com nomes como Luiz Gonzaga, Edgar Ferreira e Rosil Cavalcanti e ganhou o título de “Rei do Ritmo”. Ele morreu vítima de embolia pulmonar e cerebral em 10 de julho de 1982, aos 62 anos, em Brasília (DF).

Fonte: Secom/PB

Foto destaque: Divulgação

 

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Casa da Pólvora recebe bandas Zé Viola e Letal neste domingo

O Centro Cultural Casa da Pólvora recebe, neste domingo (14), as bandas Letal e Zé Viola Progressive Band, que se apresentam a partir das 16h30, em mais uma edição do Pólvora Cultural, realizado pela Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP) por meio de sua Fundação Cultural (Funjope). O show é gratuito e faz parte da programação do AnimaCentro.

Quem primeiro sobe ao palco do Pólvora Cultural é a Letal, banda da cidade de Sapé, formada por Erivan Letal (guitarra), Nino Breu (vocal), Arthur (baixo) e Alltamiro (bateria). Fundado no ano de 2000, o grupo vai mostrar seu crossover com base na velha escola do hardcore e influências de thrash e death.


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Com quase duas décadas de trajetória musical, a Letal integra um circuito constante de shows pela regiãoNordeste e já dividiu o palco com nomes como Torture Squad, Mukekadi Rato e RottenFlies. Após um curto período sem se apresentar e com mudanças na formação, a banda retorna aos palcos com força total.

A segunda atração é Zé Viola e Progressive Band, formada por André Nóbrega (guitarra e voz), Neném Mofado (bateria) e Marcos Lopez (baixo) e vai cantar músicas dos dois discos, no qual misturam a linguagem regional ao rock progressivo absorvido pelo Acid Jazz, ambos com influências da década de 1970 aliados a linguagem atual.

A Zé Viola – homenagem aos artistas Zé Guilherme e Chico– surgiu em 2007 por iniciativa do músico André Nóbrega. A banda já se apresentou na Capital e em outras cidades da Paraíba. Também fez shows em outros estados do Nordeste e abriu as apresentações de artistas conhecidos como Frejat, Elomar e Blues Etílicos.

O projeto – O Pólvora Cultural faz parte do AnimaCentro, programa que tem como objetivo ocupar os espaços históricos revitalizados pela atual gestão com uma programação cultural diversificada no Parque da Lagoa, Praça da Independência, Praça Rio Branco, Pavilhão do Chá, Galeria Casarão 34, Hotel Globo, Villa Sanhauá, Praça Antenor Navarro e Centro Cultural Casa da Pólvora.

 Juneldo Moraes/ Secom-JP

 

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Estação das Artes terá exibições gratuitas de filmes de Charles Chaplin

O projeto Estacine retoma as atividades neste mês, levando o cinema de forma gratuita à população. Na programação de julho, estão filmes da era do cinema mudo, protagonizados por Charles Chaplin, notável pelo uso de mímica e da chamada “comédia pastelão”.

A exibição ocorrerá aos sábados, começando neste dia 13, no Miniauditório III da Estação das Artes – anexo da Estação Cabo Branco, Ciência, Cultura e Artes, a partir das 15h. O Estacine exibe filmes fora do circuito comercial. Neste mês, os longa-metragens são: Luzes da Cidade, Em Busca do Ouro e O Garoto.

No último sábado de exibição (27), o projeto Estacine receberá o crítico de cinema Sandro Alves de França. Ele é graduado em Letras pela UEPB e em Jornalismo pela UFPB, além de crítico de cinema e pesquisador na área de cultura e linguagem audiovisual.

Marília Mesquita/Secom-JP



Confira abaixo a programação:

 

13/07 – Luzes da Cidade

20/07 – Em Busca do Ouro

27/07 – O Garoto

 

 

Estacine – Filme Luzes da Cidade

Data: 13/07 (Sábado)

Horário: gratuito

Local: Miniauditório III da Estação das Artes

Exibição gratuita e para todos os públicos

 

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